História Hogwarts, Uma História - Pós-guerra - Capítulo 140


Escrita por: ~

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Categorias Harry Potter
Personagens Andromeda Tonks, Angelina Johnson, Arthur Weasley, Astoria Greengrass, Blásio Zabini, Carlinhos Weasley, Cho Chang, Daphne Greengrass, Dino Thomas, Draco Malfoy, Fleur Delacour, Gina Weasley, Gui Weasley, Harry Potter, Hermione Granger, Jorge Weasley, Lilá Brown, Luna Lovegood, Minerva Mcgonagall, Molly Weasley, Narcissa Black Malfoy, Neville Longbottom, Percy Weasley, Ronald Weasley, Simas Finnigan, Theodore Nott
Tags Amor, Draco Malfoy, Dramione, Gina Weasley, Harry Potter, Hermione Granger, Hinny, Hogwarts, Pos Hogwarts, Pos-guerra, Sexo
Visualizações 545
Palavras 1.527
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Escolar, Hentai, Lemon, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Heyyyy!

Aqui vai o capítulo de hoje!

Espero que gostem!

Capítulo 140 - 140 - Aprendendo a Ser Pais


POV Gina

- Teddy, a gente precisa ter uma conversa de gente grande. – Harry anunciou e Teddy ficou tenso em meu colo. Eu peguei sua mãozinha para acalmá-lo enquanto ele assentia, concordando com a conversa. – Não é bronca.

Ele suspirou aliviado e nós tivemos que prender o riso.

- Pode falar então. Vocês não vão me deixar, né?

- Não, meu anjinho. – Eu beijei sua cabeça. – Nunca.

- É que você está crescendo muito rápido, já é um mocinho e já tem idade para entender certas coisas. – Harry disse em tom professoral e o pequeno assentiu. – A primeira das coisas é que nós amamos você, independente do que aconteça. Você pode não ser o nosso filho de sangue, mas o seu pai me escolheu para cuidar de você e é isso o que eu vou fazer. Vou dar o meu melhor para me aproximar do que ele seria se estivesse vivo.

- Você é legal. – Teddy sorriu e Harry sorriu de volta.

- É... mas nem sempre eu e a tia Gina vamos ser legais com você.

- Como assim?

- Lembra daquele dia que você tropeçou em um brinquedo, falou palavrão e eu te coloquei de castigo?

- Lembro.

- O que você aprendeu com aquilo?

- Que criança pequena não pode falar palavrão. – Ele encolheu os ombrinhos.

- É disso o que eu estou falando. Às vezes eu vou ter que te dar uma bronca ou te deixar de castigo se você fizer alguma coisa que não pode fazer, mas é só pra você aprender e não fazer de novo. Você entende?

- Mas eu nunca mais falei palavrão. – Ele rebateu em um tom chateado.

- Eu sei, campeão. – Harry sorriu. – Mas agora você já está grandinho e eu e a tia Gina temos que impor alguns limites para você virar um cara legal quando crescer.

- Legal como você e o meu pai? Que limites são esses?

- Isso. – Harry sorriu. – Vamos começar pela forma de tratar as pessoas. Seja sempre educado e legal com todo mundo, do jeito que você é. Mesmo se a pessoa for chata e fizer alguma coisa que você não goste, tente expressar os seus sentimentos sem xingar ou bater. Sempre obedeça a gente e aos seus avós e tios, isso vai te poupar de muitos castigos e broncas. Seja sempre honesto, não pegue nada de ninguém sem pedir emprestado antes, não trapaceie, não roube.

- Tá bom. – Ele encolheu os ombros.

- Na escola, obedeça a professora e seja legal com os coleguinhas. Estude bastante para tirar boas notas, faça seus deveres de casa e se comporte como o bom menino que você é. Cuide dos seus brinquedos e do seu material escolar. Nunca aceite nada de alguém que você não conhece e nem fale com estranhos.

- Pode deixar. – Ele sorriu. – Eu gosto de estudar.

- Ótimo. – Harry sorriu.

- E nós vamos definir alguns horários e regras aqui pra casa também. Você precisa dormir as dez e meia todos os dias, menos sexta e sábado, que você vai poder ficar acordado até meia noite. Só vai jogar videogame depois que terminar todas as lições do dia e tomar banho. Vai comer vegetais sem reclamar e vai cuidar do Floquinho. – Eu disse acariciando os cabelinhos azuis dele.

- Ta bom. – Ele encolheu os ombros.

- Se você se comportar, vai ser recompensado, se não se comportar... bem... a gente vê isso quando acontecer. – Harry sorriu. – O que eu quero que você entenda é que nós te amamos e só estamos fazendo isso para o seu bem.

- Eu também amo vocês. – Ele sorriu sem dentes e nós trocamos um olhar que indicava que era a hora.

- E como nesse último ano você se comportou muito bem, sua tia Gina e eu te compramos um presente de aniversário antecipado. – Harry sorriu se levantando.

- Mas a tia já me deu as chuteiras. – Ele sorriu franzindo o cenho e eu ri.

- Mas você foi tão bonzinho que merece outro presente. – Eu o olhei acariciando seu rosto enquanto o Harry foi buscar a guitarra no corredor ao lado.

- Tcharaaaaaan! – Harry cantarolou e o pequeno arregalou os olhinhos.

- WOOOOOOW! UMA GUITARRA! – Ele se levantou, me deu um beijo estralado na bochecha e correu para abraçar o Harry. – Obrigado, obrigado, obrigado! Eu prometo que vou me comportar direitinho.

Nós dois rimos da empolgação do pequeno.

- Teddy, é melhor você leva-la para o seu professor te ensinar a mexer nela amanhã, você não acha?

- É. Eu não quero que ela quebre. – Ele sorriu apaixonado e abraçou a guitarra. – Eu adorei. Muito obrigado!

- Você merece, campeão. – Harry sorriu. – Vai pro colo da sua tia que eu guardo ela na capa.

Ele obedeceu o Harry e correu para mim, montando em meu colo, de frente pra mim.

- Tem mais uma coisa muito, muito importante mesmo. – Eu falei e ele fez sinal de que estava ouvindo. – Ou melhor, mais duas coisas importantes.

- O que?

- Nós somos sua família e você pode confiar na gente sempre. Eu não gostaria que você guardasse segredos e nem escondesse ou mentisse.

- Tá... eu tenho um segredo. – Ele disse olhando para baixo. – Mas vocês não podem contar pra ninguém.

- Pode confiar. – Eu sorri.

- Eu e a Vic estamos namorando... – Ele sorriu bobamente e eu ri. – Mas o tio Gui não pode saber...

- Que coisa mais fofa! O meu bebê tá namorando. – Eu sorri e o abracei forte.

- E qual a segunda coisa? – Ele perguntou.

- A segunda coisa é muito importante mesmo. – Eu fiz suspense e Harry franziu o cenho em uma expressão questionadora.

- O que é?

- Você vai ter que me dar muitos e muitos beijinhos. – Eu sorri e apertei o nariz do pequeno que se levantou e me deu vários beijos babados.

- Ah, assim eu vou ficar com ciúmes. – Harry brincou e Teddy sorriu sapeca.

- A tia Gina é minha. – Ele me abraçou.

- Ah, não, vai começar de novo. – Eu gargalhei.

- Ah, moleque folgado. – Harry brincou e pegou Teddy no colo. – Você já não namora a Vic? Então, deixa a tia Gina pra mim.

- Ta bom. – Ele revirou os olhinhos. – Só por que ela é velha demais pra mim.

- Velha? Eu? Vou contar pra Vic. – Eu ameacei brincando.

- Ah não, tia! – Ele fez bico. – Ela vai ficar brava e a Vic brava me dá medo.

Ele pediu e nós gargalhamos.

- Tô brincando, coisa linda! – Eu sorri e dei um beijinho em seu rosto. – Por que você não vai tomar o seu banho e se aprontar para dormir? Nós já vamos lá levar um chocolate quente pra você e te dar um beijo de boa noite.

- Tá bom. – Ele desceu do colo do Harry e saiu correndo para o andar de cima. – Cuida da minha guitarra.

- Missão cumprida. – Harry suspirou se jogando sentado no sofá assim que o garoto saiu da sala. – Não foi tão difícil.

- Não. Não foi. – Eu sorri e montei em seu colo, de frente para ele. – Ele é um bom menino.

- E nós somos bons pais. – Ele sorriu e me deu um selinho. – Será que agora a gente vai conseguir se pegar sem a campainha nos interromper?

- Harry! – Eu ri escondendo o rosto em seu pescoço. – Deixa de ser safado.

- Não sei do que você está reclamando. Você adora... – Ele disse provocador, descendo as mãos pelas minhas costas.

- Adoro mesmo... – Eu sorri distribuindo selinhos pelo seu pescoço. – É que ainda não são dez horas da noite e eu tenho que pagar de boa moça.

Ele gargalhou, tombando a cabeça para trás e eu aproveitei para dar mais beijos em seu pescoço e desce-los para os ombros, que estavam mais tensos e rígidos que o normal.

- Nossa amor... o caso do Dalton te deixou tão perturbado assim? Você tá tenso...

- O Dalton, o Teddy na escola, essa nossa conversa com ele. – Ele disse baixinho acariciando minhas coxas.

- Você também ficou tenso com a ida do Teddy pra escola? – Eu sorri.

- Claro que sim. Ele é o nosso garotinho. Mas agora que vimos que foi tudo bem, vai ser melhor.

- Ah sim. Com certeza. – Eu sorri e aproximei nossos lábios. – Se você quiser, eu posso te fazer uma massagem relaxante. – Sussurrei em seus lábios.

- Eu quero. – Ele sorriu maliciosamente e invadiu minha boca com sua língua em um beijo arrebatador. Infelizmente, tinha um garotinho lá em cima que precisava de nós.

- Vamos preparar o chocolate do Teddy e colocá-lo para dormir e depois nós brincamos à vontade, tá bom? – Eu disse em seus lábios e ele assentiu.

- Ainda bem que você lembrou disso antes que eu ficasse impossibilitado de levantar. – Ele apontou para o seu membro e eu gargalhei.

- Vamos logo, seu pervertido. – Eu brinquei e saí de seu colo.

Naquela noite, nós colocamos o nosso pequeno metamorfo para dormir e tivemos mais uma de nossas maravilhosas noites juntos. E a partir daquele dia, minha tensão em relação à escola do Teddy foi diminuindo cada vez mais. 


Notas Finais


E aí? Curtiram?


Me contem!

Beijos e Nox!


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