História Hogwarts, Uma História - Pós-guerra - Capítulo 143


Escrita por: ~

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Categorias Harry Potter
Personagens Andromeda Tonks, Angelina Johnson, Arthur Weasley, Astoria Greengrass, Blásio Zabini, Carlinhos Weasley, Cho Chang, Daphne Greengrass, Dino Thomas, Draco Malfoy, Fleur Delacour, Gina Weasley, Gui Weasley, Harry Potter, Hermione Granger, Jorge Weasley, Lilá Brown, Luna Lovegood, Minerva Mcgonagall, Molly Weasley, Narcissa Black Malfoy, Neville Longbottom, Percy Weasley, Ronald Weasley, Simas Finnigan, Theodore Nott
Tags Dramione, Gina Weasley, Harry Potter, Hermione Granger, Hinny, Hogwarts, Pos Hogwarts, Pos-guerra, Ron Weasley, Ronmione
Visualizações 323
Palavras 1.912
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Escolar, Hentai, Lemon, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Oi gente!

Desculpem a demora, ontem eu tive uma crise de ansiedade, cheguei em casa, tomei os remédios e apaguei.

Mas aqui está um capítulo bem gostosinho. Vou tentar voltar de noite, mas não garanto, ta??

Enfim, aproveitem!

Capítulo 143 - 143 - Eu Prefiro Ficar Com Você


POV Harry

Eu a guiei pelas ruas iluminadas de Paris, onde nós andávamos abraçados. Ela estava sorridente e extremamente bonita, o que me fazia não tirar os olhos dela.

- O que foi? – Ela perguntou risonha e eu só neguei com a cabeça.

- Você quer ir direto pro hotel ou quer comer alguma coisa por aqui?

- Acho que eu quero comer por aqui. – Ela sorriu. – Me surpreenda.

- Eu estava pensando em irmos no restaurante da torre Eiffel. É surpresa o suficiente?

- Com certeza! – Ela sorriu mordendo o lábio inferior. – Vamos?

- Sim. – Eu sorri. – Mas eu vou chegar primeiro.

Eu saí correndo pelas ruas e ela ergueu a saia do vestido até o joelho para correr atrás de mim, mas eu cheguei primeiro e abri os braços. Ela logo chegou e se jogou em mim para que eu a erguesse do chão e a rodopiasse no ar, nós dois às gargalhadas.

- Covardia, eu estou de saia. – Ela disse risonha. Eu a imitei, debochando e nós entramos no elevador que nos deixou no restaurante.

- Wow. – Ela olhou para os lados.

- Esse lugar é lindo. – Eu concordei e apoiei minha mão na base de sua coluna para seguirmos a atendente até a nossa mesa. Eu puxei a cadeira para minha esposa se sentar e ela sorriu agradecida e eu puxei a outra cadeira, que estava em sua frente, e a coloquei ao seu lado, para me sentar mais perto dela e abraçar seus ombros lateralmente, aninhando-a. Essa era uma peculiaridade nossa. Nós odiamos nos sentar de frente um para o outro, dava uma ideia idiota de distância e era muito mais confortável sentarmos lado a lado no aconchego do corpo do outro. Ela encostou a cabeça em meu ombro e eu fiz carinho em sua nuca enquanto a comida não vinha.

- Me conta melhor dessa história do profeta ter te contratado. – Eu pedi. – Onde você vai trabalhar, que horas, como vai funcionar...

- Eu vou dividir com John uma pequena salinha no Departamento de Jogos e Esportes Mágicos, no ministério, para ficarmos no centro das notícias sobre o esporte. Ele também é jornalista esportivo, mas ele gosta mais de escrever sobre os torneios estrangeiros, por que ele gosta de viajar o mundo e ele tem um contrato de exclusividade com o Profeta. Eu vou ficar com a liga britânica, mas posso escrever também sobre os outros países em outros jornais. Eu serei paga para escrever uma coluna de até 400 palavras sobre o resultado dos jogos da semana e as outras notícias que tiverem e os detalhes dos jogos eu escreverei em artigos e tentarei vender, como eu faço hoje, aí eu ganharei por artigo. Não tenho um horário fixo, vou poder trabalhar de casa, se eu precisar e quiser, mas pelo menos uma vez por semana eu tenho que ir até o ministério entregar o material. Vou ganhar mil galeões por mês, mais o que eu conseguir com as outras resenhas.

- Nossa amor! É muito melhor do que eu pensava. Podemos ir e voltar juntos do ministério e almoçar juntos todos os dias. – Eu sorri e ela assentiu animadamente. – E eu acho o John um cara legal...

- Ele é. – Ela sorriu. – Um amor!

- Parabéns, Gin. – Eu sorri e dei um beijo demorado em seu rosto. – Você merece!

- Obrigada, amor. – Ela sorriu, pegando um pãozinho do couvert e levando até a minha boca. – Experimenta.

Eu mordi o pão e franzi o cenho para sentir o gosto. Ela riu e mordeu em seguida. 

- É bom. – Encolhi os ombros. – Ah, amor! Luna pediu pra você ligar quando acabasse o jogo.

- Verdade! – Ela arregalou os olhos e procurou o celular na bolsa, discando o número da loira.

 

POV Luna

Eu cobri o Lorcan com a mantinha, já que ele tinha sido o último a dormir e suspirei antes de dar um beijinho em cada um dos meus filhos. Clair me olhava do batente da porta com um sorriso no rosto e eu me aproximei dela, que enlaçou minha cintura com o braço e me levou para fora do quarto, fechando a porta em seguida.

- Dormiram feito pedra. – Eu sorri entrando em nosso quarto. Ela correu e se jogou na cama, me fazendo rir. Eu comecei a tirar o meu colar e os meus brincos e a colocar tudo no criado mudo, quando o celular tocou. Eu corri para atender e colocar no viva voz.

- Oi Gina! Como foi o jogo?

- Oi Lu! Ganhamos, mas Angelina passou mal e está no hospital.

- Puts! – Clair fez uma careta. – O que ela teve? Foi muito sério?

- Ninguém sabe. Ela não quis falar... Mas ela está consciente, já comeu... vai pernoitar lá só por garantia, mas está bem.

- Fala pra ela que mandamos melhoras.

- Claro, falo sim.

- E você, como está? – Eu perguntei sorridente, me deitando na cama, ao lado de Clair.

- Ótima. Estou com o Harry no restaurante da torre Eiffel.

- Ah, que amor. – Clair disse sonhadora. – Eu amo esse lugar. Você precisa comer o Mousse de Chocolate daí.

- Pode deixar! – Gina disse risonha. – Como estão os meus sobrinhos?

- Acabaram de dormir, estão ótimos!

- Fico feliz. Preciso desligar. Harry está mandando um beijo para vocês e para os bebês.

- Manda outro pra ele. – Dissemos ao mesmo tempo e rimos.

- Aproveita a França por mim. – Clair sorriu.

- Pode deixar, gata. Se cuidem!

- Beijos!

Eu desliguei o telefone e suspirei, colocando-o no criado mudo.

- Clair me desculpa. – Eu me virei de frente pra ela, que franziu o cenho.

- Por...?

- Por você não ter ido pra França com o pessoal. Você deve sentir saudades de lá, de seus amigos de lá... de sua família... e você não foi pra ficar aqui comigo e me ajudar com os bebês.

Ela gargalhou.

- Amor, que bobagem.

- É sério, Clair. – Eu suspirei e coloquei uma mecha de seu cabelo atrás de sua orelha. – Você tem sido maravilhosa, mas...

- Mas nada. – Ela disse fazendo bico e eu dei um sorrisinho. – Eu amo você. Amo os nossos filhos. Amo nossa vida. E se eu fosse para a França sem você seria completamente sem graça, somos uma família agora.

- Eu te amo, também. – Eu sorri e a abracei. Ela beijou minha testa e rolou para cima de mim.

- E sabe o que mais? – Ela perguntou acariciando o meu rosto e eu fiz um gesto para ela continuar. – Eu prefiro ficar aqui com você.

Eu sorri antes de ter os meus lábios grudados com os dela em um beijo que começou casto e foi se tornando mais necessitado com o passar do tempo. Ela desfez o laço do cinto do meu robe e tirou-o de mim, me deixando apenas de calcinha. Eu enlacei meus braços em sua cintura, a puxando para mais perto de mim e ela foi descendo os beijos pelo meu maxilar até que sua boca estivesse perto da minha orelha, dando um gemido baixo, quando eu apertei sua bunda.

- Luna... – Ela disse em um sussurro, subindo as mãos para os meus seios e os apertando. – Tira a minha camisola, eu quero você.

- Calma, apressadinha. – Eu respondi risonha, meio tonta pelo prazer e puxei sua camisola rosa para cima até que ela estivesse fora de seu corpo. Para a minha surpresa, ela estava sem nada por baixo e sorriu maliciosamente para mim antes de atacar os meus lábios com a sua boca habilidosa. Eu gemia em sua boca com o contato de nossos corpos e minhas mãos passeavam por todo o seu corpo, apertando cada pedacinho de pele arrepiada, descendo cada vez mais até chegar em sua intimidade, que estava deliciosamente molhada e quente. Rolei com ela na cama ficando por cima e ajoelhei entre as suas pernas e as afastei, deixando-a exposta para mim.

Ela sorriu maliciosamente e gemeu quando eu comecei a lamber sua coxa, me aproximando cada vez mais de onde nós duas queríamos que eu chegasse. Dei um longo beijo em sua virilha e ela empurrou seu quadril contra mim procurando por mais contato, mas eu a segurei na cama, com um sorriso zombeteiro. Eu amava vê-la nesse estado de prazer e loucura e amava ainda mais saber que eu a deixava assim. Dei uma longa e lenta lambida em toda a sua intimidade e ela arfou e então eu fui distribuindo vários selinhos pelo local enquanto os meus dedos rodeavam o seu ponto de prazer, fazendo-a soltar gemidos entrecortados. Escorreguei meus dedos por sua fenda encharcada e os penetrei movimentando-os dentro dela enquanto ataquei o seu clítoris com minha língua, fazendo movimentos circulares e olhando para ela, que segurou os próprios seios com as mãos e pedia para eu ir mais rápido, o que eu obedeci. Intercalei as lambidas com sugadas e a minha mão livre subiu para o seu seio e foi segurada ali pela mão dela, que rebolava contra a minha boca. Senti sua intimidade apertar os meus dedos e os seus gemidos ficaram mais altos até que ela gozou em minhas mãos. Me levantei e tirei os meus dedos de dentro dela, lambendo-os depois. Subi até o seu pescoço distribuindo beijos “castos” por seu corpo. Soltei o peso do meu corpo sobre o dela e ela apertou minha intimidade por cima da calcinha, me fazendo soltar um gemido que até então estava reprimido em minha garganta.

- Eu amo quando você geme. – Ela sussurrou sensualmente em meu ouvido, me deixando arrepiada. Eu amava quando ela falava sacanagem perto do meu ouvido nesse tom rouco e sensual, e ela parecia saber disso. Sua mão foi para dentro de minha calcinha e tocou minha intimidade, fazendo movimentos rápidos e circulares. – Ah, que delicia, você está tão molhada.

- Es-estou... – Concordei com a voz entrecortada pela respiração ofegante.

- Seu gosto deve estar delicioso hoje, mal posso esperar para te lamber. – Ela mordeu o lóbulo da minha orelha e eu gemi. – Você quer?

- Quero. – Disse em um fôlego só, sentindo seus dedos me penetrarem e dando mais um gemido. – Muito.

- Ah, Luna, você é tão gostosa. – Ela disse em um lamento, tirando a mão de dentro de mim e me fazendo reclamar. – Calma, eu vou te dar o que você quer. – Com as mãos, ela me puxou para cima, me deixando ajoelhada com o seu rosto entre as minhas pernas e eu tratei de me segurar na cabeceira da cama. Minha calcinha foi puxada para o lado e eu senti sua língua tocar minha intimidade. Eu perdi a noção de tempo e espaço e só não despenquei por que ela segurou firmemente o meu quadril, que já fazia movimentos involuntários em sua boca que cuidava de mim com uma fome fora do comum, passando aquela língua deliciosa por toda a parte. Logo eu já estava tremendo e falando palavras que não faziam o menor sentido e em seguida o meu corpo relaxou e eu caí sentada ao seu lado, com a respiração ofegante.

Aquela pervertida limpou a lateral dos lábios e sorriu maliciosamente para mim.

- Já está cansada ou aguenta mais?

Eu mordi o lábio inferior e me deitei ao seu lado.

- Acho que estou cansada. – Disse falsamente. – Quem sabe se você me convencer eu não aguente mais umas três ou quatro?

- É pra já! – Ela sorriu e rolou para cima de mim, beijando os meus lábios voluptuosamente.


Notas Finais


E aíiii?????

Comentem!!!

Beijoooos!


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