História Hogwarts, Uma História - Pós-guerra - Capítulo 145


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Categorias Harry Potter
Personagens Andromeda Tonks, Angelina Johnson, Arthur Weasley, Astoria Greengrass, Blásio Zabini, Carlinhos Weasley, Cho Chang, Daphne Greengrass, Dino Thomas, Draco Malfoy, Fleur Delacour, Gina Weasley, Gui Weasley, Harry Potter, Hermione Granger, Jorge Weasley, Lilá Brown, Luna Lovegood, Minerva Mcgonagall, Molly Weasley, Narcissa Black Malfoy, Neville Longbottom, Percy Weasley, Ronald Weasley, Simas Finnigan, Theodore Nott
Tags Amor, Draco Malfoy, Dramione, Gina Weasley, Harry Potter, Hermione Granger, Hinny, Hogwarts, Pos Hogwarts, Pos-guerra, Sexo
Visualizações 493
Palavras 1.691
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Escolar, Hentai, Lemon, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Mais um pra vocêsss!

Espero que curtam!

Capítulo 145 - 145 - O Dia da Final


1.              

POV Harry

Acordei no dia seguinte já era quase hora do almoço. Gina estava capotada ao meu lado com um de seus braços sobre o meu corpo, como se tivesse me impedindo de sair dali. Sorri com isso e me virei de frente para aquela grande bagunça de longos cabelos ruivos. Ela soltou um resmungo preguiçoso e se aconchegou em meu corpo.

- Tô com fome. – Ela disse com a voz rouca e eu gargalhei.

- Vou pedir o nosso café. O que você vai querer comer?

- Nada francês. Não quero morrer de intoxicação.

- Você cismou com essa intoxicação, hein? – Eu sorri e tirei as mechas de cabelo da frente do seu rosto.

- É... – Ela sorriu zombeteira, ainda sem abrir os olhos e eu ri. – Não quero levantar.

- Mas vai. – Eu sorri e ela finalmente abriu os olhos, fazendo uma careta.

- Socorro. Vou falar pros meus irmãos que você está me maltratando. – Ela sorriu e se espreguiçou. – Pede um iogurte com cereal e um mamão pra mim.

- Você precisa de carboidratos, vai jogar hoje, amor.

- Cereal é carboidrato. – Ela deu de ombros.

- Não é não.

- É sim, amor! – Ela disse manhosa, me abraçando e dando um beijinho na curva do meu pescoço.

- Por que será que eu tenho a impressão de que você tá deixando de comer carboidratos só pra entrar na calça bordô que você comprou?

- Eu? – Ela me olhou com falsa indignação e eu revirei os olhos. – Imagina...

- Come pelo menos um brioche com queijo, vai... – Eu pedi e ela revirou os olhos assentindo.

- Queijo branco! – Ela acrescentou e eu ri pelo nariz, pegando o telefone e fazendo o nosso pedido. Pedi algumas frutas a mais pra ela e uma vitamina reforçada. Quando desliguei o telefone ela me olhava com cara de criança birrenta. – Teimoso!

- É você! – Retruquei a envolvendo em um abraço. – Nem me deu bom dia e já tá brigando comigo.

- Tadinho dele. – Ela sorriu maliciosa e mordeu meu queixo, o beijando em seguida e subindo os beijos para a minha boca. – Sabe o que eu vou querer depois do nosso café da manhã?

- Hum...

- Uma daquelas suas massagens deliciosas nos ombros. – Ela pediu perto do meu ouvido, me causando arrepios. – Você faz?

- Faço o que você quiser. – Eu respondi apertando sua bunda e ela deu um gemido baixinho, enlaçando as mãos em minha nuca e me puxando para deitar por cima dela.

- O que eu quiser? Tudo o que eu quiser?

- Qualquer coisa. – Eu respondi mordendo o lábio inferior e ela riu.

- Então hoje depois do jogo nós vamos pra casa e a gente vai transar a noite inteira. – Ela disse em um sussurro, acariciando o meu rosto.

- Por que não fazemos isso agora?

- Por que eu não quero ser flagrada no ato por um cara do restaurante. – Ela sorriu zombeteira enquanto três batidas soavam na porta. – Viu?

Eu saí de cima dela contrariado e o nosso café foi entregue. Ela, teimosa como sempre, comeu o iogurte com cereal, o mamão, uma maçã e tomou um pouco da vitamina. Só isso. Eu ia insistir para que ela comesse pelo menos um pedaço de pão, mas o celular dela tocou na mesma hora.

 

POV Gina.

Apertei o botão do celular e o encostei na orelha.

- Oi Guga!

- Oi! Convoquei um treino de emergência, pois jogaremos com Flint no lugar da Angelina.

- Argh, eu acho ele um nojo. – Reclamei revirando os olhos. – Tem mesmo que ser ele?

- Tem. Ele é o melhor do time reserva.

- Que bosta, hein? Qual o plano pra esse treino?

- Vamos passar pra ele todo o nosso estudo sobre o time da Alemanha e ensaiar as jogadas que tínhamos preparado com as meninas.

- Mas nós demoramos meses para aprender essas jogadas, ele não vai pegar tudo em um dia.

- Faremos o possível. Hoje você entra como capitã.

- O QUE? Mas eu...

- Você é a nossa esperança. – Ela disse. – Eu confio em você, vai dar tudo certo. Te encontro em quinze no estádio.

Ela desligou o telefone e eu fiquei alguns segundos olhando para o nada com cara de tacho.

- O que houve? – Harry me perguntou.

- Angie não vai poder jogar, Flint vai entrar no lugar e eu vou ficar como capitã hoje. Tenho um treino de emergência em quinze minutos para passar as jogadas, que demoramos quase um ano para ensaiar, para aquele boçal. – Suspirei pegando o meu uniforme no armário e indo para baixo do chuveiro, com Harry atrás de mim. – Merlin me ajude.

- Vai dar tudo certo, capitã. – Harry sorriu pegando a esponja e me ensaboando de uma forma muito relaxante.

- E ainda por cima não vai nem dar tempo de você me fazer massagem. – Disse contrariada, fazendo um biquinho.

- Eu te compenso de noite. – Ele sorriu e me deu um selinho. – Se enxague e vá treinar. Eu não quero que você se atrase.

Eu me enfiei em baixo do chuveiro, deixando a água quente levar embora toda a espuma e quando eu fui sair do box, Harry me puxou e me beijou apaixonadamente.

- Escuta bem o que eu vou te falar. – Ele disse com os lábios colados nos meus. – Você é foda, Gina. Vai dar tudo certo, essa copa é de vocês. Eu te amo e confio em você.

- Obrigada amor. – Eu sorri e selei nossos lábios repetidas vezes. – Eu também te amo. A noite a gente comemora.

Ele segurou minha nuca e me deu mais um beijo apaixonado e depois outro e mais um, claramente não me deixando sair de lá, o que me fez rir.

- Eu preciso ir, amor. – Eu sorri e dei mais um selinho. – Te amo, tá?

- Eu também. Bom treino e boa sorte no jogo.

Demos o último selinho e eu saí do banheiro antes de cair na tentação de beijá-lo de novo.

Me vesti com uma legging e um top e desci aparatei para a quadra levando o uniforme e uma maçã na bolsa. O treino foi extremamente cansativo, durou sete horas, sem nenhum intervalo, mas felizmente, Flint pegou todo o nosso esquema de jogo e as seis da tarde fomos liberados. Tínhamos duas horas de intervalo até que, as oito da noite, o jogo começasse. Kelly, Emily e Kim, que já jogavam ao meu lado desde o primeiro ano do Harpias, dividiriam o vestiário comigo enquanto os meninos teriam um só pra eles. Assim que eu entrei no vestiário eu me joguei no chão e fiquei deitada de barriga pra cima.

- Você tá bem? – Kim perguntou, se deitando ao meu lado.

- Tô ansiosa... – Abri a mochila e peguei a maçã que tinha levado, enquanto as meninas pegavam sanduíches.

- Você vai comer só isso? Quer um pedaço do meu lanche? – Emily perguntou estendendo o sanduíche na minha direção, mas eu neguei com a cabeça.

- Obrigada, amiga. Se eu comer mais que essa maçã eu vou vomitar.

Ela encolheu os ombros e se sentou encostada na parede e abraçando Kelly. As duas já namoravam há anos e eram muito fofas juntas. Durante essas duas horas de intervalo eu tirei um cochilo rápido, tomei uma ducha quente, vesti o uniforme e me alonguei para voltar ao campo. Kim me ajudou a fazer a trança embutida para o cabelo não voar em minha cara durante a partida e eu passei uma maquiagem básica no rosto, como sempre, pra não parecer uma morta-viva no campo.

A medida que a hora ia se aproximando, o frio na minha barriga ia aumentando. Peguei minha vassoura e me encaminhei para a concentração, onde o time se reunia antes do jogo.

- Beleza, gente, junta aqui! – Guga chamou e nós fizemos a tradicional roda. – Vocês já são vitoriosos por chegarem até aqui. Estão bem preparados e sabem o que estão fazendo. Esse time é um pouco mais forte que o da Itália, mas eu tenho certeza que vocês dão conta. Gina, pegue o pomo o mais rápido possível, John, Barney, protejam nossa apanhadora com unhas e dentes. Artilheiros, marquem todos os gols que puderem, Kim, fica esperta e se concentra. E, gente, se divirtam. Fizemos tudo o que podíamos e treinamos muito pra isso, só façam o que vocês têm feito desde o início da competição. Confio em vocês. Mãos no centro.

Todos estendemos nossas mãos e nos olhamos nos olhos.

- 1... 2... 3... INGLATERRA! – Gritamos juntos. Todos trocamos abraços e votos de “boa sorte” e nos posicionamos em ordem alfabética.

O narrador começou a fazer o discurso de sempre sobre os jogos e começou a anunciar, um a um, os jogadores da Alemanha, que tinham uns nomes complexos.

“E AGORA, TORCEDORES, ANUNCIAREMOS A EQUIPE INGLESA. LEMBRANDO QUE A ARTILHEIRA ANGELINA JOHNSON WEASLEY TEVE QUE SER SUBSTITUIDA POR CAUSAS DE QUESTÕES DE SAÚDE.” – Os fãs de Angie reclamaram e eu suspirei, tentando controlar a ansiedade e sentindo o estômago revirar de nervoso.

“COM VOCÊS BARNEY SIMONS, UM DOS MELHORES BATEDORES DO MUNDO SEGUNDO A REVISTA QUODPOT ILLUSTRATED” – Ele sorriu para nós todos e deu impulso com os pés no chão, para fazer sua entrada como sempre animada e arrancando berros das torcedoras fanáticas.

“E AGORA A RUIVA MAIS GATA DA LIGA DE QUADRIBOL E MELHOR APANHADORA DA INGLATERRA, GINEVRA POTTER!!!” – Eu quase vomitei de tanto nervoso antes de me impulsionar com os pés e voar para dentro do campo. Fiz toda a volta fazendo tchauzinho e mandando beijos para os torcedores e parei na frente da minha família, como sempre, fazendo o ritual da língua de sinais com o Harry. “E O HERÓI DE GUERRA HARRY POTTER ESTÁ AQUI HOJE. É CLARO QUE ELE NÃO PERDERIA O JOGO DA FINAL DE QUADRIBOL DE SUA ESPOSA, QUE ESTÁ LINDA, A PROPÓSITO.”

Gargalhei disso e fiz um joinha para a cabine de locução, agradecendo, dei um giro 360º para dar mais uma animada na torcida, mas isso foi uma péssima ideia. Eu senti meu estômago revirar e fiquei um pouco tonta. Pelo visto, seria um jogo difícil. 


Notas Finais


Comentem, hein?

Vou ver se volto mais tarde se tiver bastante comentários!!!

Beijos e Nox!


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