História Hogwarts, Uma História - Pós-guerra - Capítulo 149


Escrita por: ~

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Categorias Harry Potter
Personagens Andromeda Tonks, Angelina Johnson, Arthur Weasley, Astoria Greengrass, Blásio Zabini, Carlinhos Weasley, Cho Chang, Daphne Greengrass, Dino Thomas, Draco Malfoy, Fleur Delacour, Gina Weasley, Gui Weasley, Harry Potter, Hermione Granger, Jorge Weasley, Lilá Brown, Luna Lovegood, Minerva Mcgonagall, Molly Weasley, Narcissa Black Malfoy, Neville Longbottom, Percy Weasley, Ronald Weasley, Simas Finnigan, Theodore Nott
Tags Amor, Draco Malfoy, Dramione, Gina Weasley, Harry Potter, Hermione Granger, Hinny, Hogwarts, Pos Hogwarts, Pos-guerra, Sexo
Visualizações 515
Palavras 1.867
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Escolar, Hentai, Lemon, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oii Gente!!
Antes de postar o próximo eu queria esclarecer umas coisas. Não é só pq eu escrevo uma coisa que eu concordo com o que estou escrevendo. O Ron está sendo um babaca? Sim. Do mesmo jeito que a Hermione também está, gostando de dois caras ao mesmo tempo e o Draco por querer se envolver com uma mulher casada. Não dou razão e não recomendo nenhuma das atitudes, sério mesmo, mas por incrível que pareça, tudo o que eu escrevo são coisas que eu sei que acontecem na vida e como todos os seres humanos, os personagens tem lados bons e lados ruins. Dito isso, peço que nao me xinguem pelo capítulo.

Se tiver 15 comentários sem xingamentos direcionados a mim, eu posto mais um hoje!

Capítulo 149 - 149 - A Carta Problema


POV Ron

Deixei Mione no quarto e fui para o escritório abrir aquela enorme pilha de cartas com pedidos da loja e informações sobre os fornecedores de matéria prima para as mercadorias. Fui lendo um por um e atualizando as informações no sistema da loja, mas no meio dos envelopes, encontrei um de tamanho grande, vindo do País de Gales e olhei curiosamente para o envelope sem remetente antes de abri-lo. Dentro deles haviam outros envelopes de um hospital bruxo de lá e um bilhete. Franzi o cenho antes de abrir o papel que estava dobrado em quatro.

“Querido Ron,

Eu não sei muito bem como te contar isso, e acredite, eu passei os últimos seis meses pensando em como te falar isso de uma forma que você não surtasse, então decidi que escrever uma carta fosse a maneira mais segura. Muitas coisas aconteceram desde o dia em que nos encontramos, e eu realmente sinto muito em te incomodar com esse assunto. Realmente não estava nos meus planos ter esse tipo de conversa com ninguém. Muito menos com você. Ainda menos nessas circunstâncias, mas eu não acho certo te esconder isso, por que erramos juntos.

Ronald, eu estou esperando uma menininha há seis meses. Você deve imaginar que esse não é um problema seu, já que na sua cabeça eu devo sair por aí transando com todos os caras que eu vejo pela frente e de fato, eu poderia fazer isso, mas eu não faço. Você foi o último cara com quem eu transei, há exatos seis meses e eu não ficava com ninguém há uns dois meses antes disso. Você já deve ter percebido onde eu quero chegar com isso tudo e provavelmente está passando na sua cabeça que isso não é possível, então para sanar as dúvidas, tanto minhas quanto suas, eu fiz exames de identificação paternal em três países diferentes: Irlanda, Bélgica e País de Gales e todos eles indicaram você como o pai da criança.

Não me entenda mal, eu não estou pedindo dinheiro, sobrenome, casamento ou qualquer coisa do tipo, até por que como eu disse antes, o meu trabalho não permite que eu tenha um relacionamento, pois eu viajo o mundo e pretendo levar a minha filha comigo para onde eu for até que ela tenha idade para entrar em uma escola de magia. Mas eu acho justo que ela saiba que tem um pai e quem é esse pai e é mais importante ainda que o pai dela, no caso você, apareça de vez em quando, nos poucos dias em que estivermos na Inglaterra e que ele compre uma boneca ou um sapatinho para ela ou qualquer lembrancinha simbólica. Eu não estou pedindo muito e a menina é sua também, por isso eu deixo essa decisão nas suas mãos. Faça o que o seu coração achar que é certo, mas pense nisso com carinho, não por mim, não por você, mas por ela. Se você quiser manter esse assunto em segredo, eu prometo que serei discreta.

A propósito, ela vai se chamar Amelie e deve nascer em menos de três meses.

Aguardo ansiosamente a sua resposta.

Com carinho,

Lilá Brown.”

- Puta que pariu! – Eu xinguei baixinho, suspirando em seguida. Passei algumas dezenas de minutos andando de um lado para o outro e pensando na melhor solução pra isso. Eu não podia contar isso pra ninguém, por que todos me matariam na mesma hora e Hermione nunca mais olharia na minha cara. Se eu contasse para Harry e Gina, eles contariam para ela. Eu não tinha ninguém para quem contar. Mas o que eu esperava? Eu fiz a burrada sozinho, nada mais justo do que lidar com ela sozinho. Respirei fundo, sentando na cadeira em frente à minha escrivaninha.

- Blink?

- Senhor? – Ela aparatou ao meu lado.

- Você pode me fazer um chá de alguma coisa calmante?

- Com certeza! Eu já volto. – Ela sorriu e desaparatou.

Peguei uma pena e um pedaço de pergaminho e comecei a pensar na resposta que ia escrever. Abri todos os envelopes de exames e chequei para ver o resultado que provava que eu era o pai da criança. Abri o último envelope e tirei de lá de dentro algumas fotos dela com a barrigona de grávida. Em todas ela sorria, o que me passava a ideia de que não era uma coisa tão ruim, no fim das contas. Eu poderia ter problemas com Hermione por causa disso, mas era uma criança e não havia pedido para nascer e ela, como todas as crianças, merecia ter um pai presente e amoroso, na medida do possível. Essas fotos foram cruciais para a minha tomada de decisão. Alguns minutos depois, Blink voltou com o meu chá e alguns biscoitos e quando ela saiu eu comecei a rabiscar no pergaminho.

“Cara Lilá,

Não posso dizer que não fiquei assustado com a notícia que você acabou de me dar. De fato eu pensei muito em te pedir o exame, mas como você me mandou resultados de três países diferentes, creio que não haja a necessidade de passar por mais um exame desses. Pensei muito sobre o assunto e pensei com muito carinho, em respeito a Amelie e a história que nós dois tivemos em Hogwarts e há seis meses e decidi que quero me fazer presente na vida de sua filha.

Acho que esse assunto é muito delicado para ser discutido por cartas então me encontre na segunda ao meio dia na estalagem do Caldeirão Furado. Vou te enviar o meu cartão junto com esta carta e você poderá se comunicar comigo por telefone ou e-mail, acho um meio mais seguro. Quando for me mandar cartas, por favor, mande no endereço da loja. Eu prefiro manter isso em segredo, então conto com a sua discrição.

Aguardo uma confirmação sobre o nosso encontro na segunda-feira.

Espero que esteja bem,

Ronald Weasley.”

Li e reli a carta várias vezes e a coloquei em um envelope branco, lacrando-o com um feitiço que só permitia que o destinatário da carta a abrisse.

- Ron? – A voz sonolenta de Hermione soou do batente da porta e eu me sobressaltei. – Desculpa, eu não queria te assustar.

- Não. – Eu a olhei e forcei um sorriso, enquanto recolhia os exames e fotos de Lilá de cima da mesa e voltava a guarda-los atrapalhadamente dentro do envelope e guardando tudo em uma das gavetas. – Não tem problema. O que houve?

- Já são quatro da manhã. – Ela disse de cenho franzido. – Você não vem dormir?

- Quatro da manhã? Caramba... – Suspirei pesadamente, encostando a minha testa na mesa. – Eu perdi a noção do tempo.

- Problemas no trabalho? – Eu assenti e ela se aproximou de mim, ficando atrás da minha cadeira e massageando os meus ombros. – Caramba, amor, você está tão tenso... Por que você não vem pra cama e resolve isso tudo amanhã?

- Eu adoraria, mas eu tenho que resolver isso com o máximo de urgência possível. – Suspirei e encostei minha cabeça em sua barriga. – Acho que vou precisar ir até o correio de Hogsmeade.

- Agora, amor? – Ela perguntou em um tom assustado. – É tão sério assim?

- Bastante. – Me levantei e a puxei para um abraço apertado. – Eu vou aparatar lá, deixo as cartas e aparato de volta, aí eu prometo que vou dormir direto. É rapidinho.

- Tá bom. – Ela encolheu os ombros.

- Volte a dormir, meu amor, eu já vou lá deitar com você! – Ela deu um sorrisinho e selou os nossos lábios antes de sair do meu escritório. Eu voltei a pegar as cartas na gaveta e as coloquei na minha pasta de trabalho. Tranquei o meu escritório pelo lado de dentro e aparatei em Hogsmeade. A minha sorte é que o correio de lá ficava aberto vinte e quatro horas por dia. Entreguei a carta para uma das corujas e coloquei um galeão em sua bolsinha. – Ache Lilá Brown e envie para ela, sim?

A coruja piou e saiu voando. Assim que ela sumiu no céu, eu aparatei dentro do meu escritório na loja e deixei a carta que ela tinha me enviado dentro da última gaveta da minha escrivaninha.  

- Eu tô muito ferrado. – Suspirei olhando para uma foto de Hermione na minha mesa.

- Falando sozinho? – Uma voz surgiu da porta e dei um pulo de susto que quase me fez grudar no teto.

- Jorge, o que você está fazendo aqui a essa hora?

- Eu moro no andar de cima, seu idiota! – Ele disse com um sorriso zombeteiro. – Ouvi um barulho aqui em baixo e vim ver o que era.

- Ah... foi mal... eu tinha esquecido. – Me sentei atordoado.

- Mas e você? Ta fazendo o que aqui?

- Vim trazer o relatório dos fornecedores. Estava atualizando isso no sistema até agora pouco e resolvi trazer tudo pra cá pra não correr o risco de perder nenhuma nota fiscal.

- Saquei. – Ele respondeu. – Bom, fique à vontade, eu vou voltar a dormir.

- Boa noite! – Ele assentiu e saiu do escritório, me deixando sozinho. Eu arrumei as notas fiscais dentro do nosso arquivo e aparatei em minha casa, indo para a cama em seguida e me aconchegando ao lado de Hermione.

- Você demorou. – Ela murmurou, me abraçando carinhosamente.

- Precisei passar na loja pra deixar umas notas fiscais no arquivo.

- Precisava ser agora?

- Infelizmente. – Eu sussurrei e beijei sua testa. – Mas eu já estou aqui. Vamos dormir, meu amor.

- Boa noite. – Ela sussurrou e se aconchegou melhor em mim. – Tomara que você não tenha que trabalhar amanhã.

- Eu não vou, prometo! Eu amo você, Mione.

Ela pegou no sono em poucos minutos, mas eu não consegui dormir. Pude ver o dia clarear lentamente pela janela do nosso quarto ao mesmo tempo em que eu brincava com uma mecha do cabelo de Hermione, que respirava tranquilamente em meu peito.

Como eu pude chegar a esse ponto? Traí-la dessa maneira, mentir desse jeito, ter uma filha com outra mulher sem que ela soubesse? Mas ela não podia saber. Eu a perderia para sempre se ela soubesse disso tudo, ainda mais por que ela me contou sobre um simples selinho que o Malfoy havia dado nela. Ela se manteve fiel.

As horas foram passando e eram onze da manhã quando Hermione acordou e se espreguiçou gostosamente ao meu lado e, franziu o cenho ao ver que eu estava acordado.

- Você está com olheiras. Vai me dizer que não dormiu?

- Não consegui pregar o olho. – Reclamei.

- Não se preocupe com esse problema do seu trabalho. Você sempre resolve tudo do melhor jeito. Vai dar tudo certo. – Ela sorriu e selou nossos lábios. – Vou estar aqui para o que você precisar, amor.

- Te amo. – Eu sorri e acariciei o seu rosto. 

- Você quer tentar dormir um pouco ou quer ir pra toca?

- Eu vou tomar uma poção, um banho e vou ficar novo em folha. – Eu sorri. – Só preciso de uns quarenta minutos e estarei pronto para ir.

- Ok! Vou tomar uma ducha enquanto você não levanta.

Ela me deu mais um beijo e saiu para o banheiro, me deixando aflito no quarto.

 

 


Notas Finais


Postei e corri!

Espero os 15 coments.

Beijos e Nox!


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