História Hoje é Halloween! - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Boku no Hero Academia (My Hero Academia)
Personagens Bakugo Katsuki, Midoriya Izuku, Uraraka Ochako
Tags Bnha, Halloween Yaoi, Kachan X Deku, Katsudeku, Katsuki X Deku, Yaoi
Visualizações 150
Palavras 3.317
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Lemon, Romance e Novela, Shonen-Ai, Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Gente, desculpe o atraso :v
Vou espera meu celular chegar para continuar a outra história,OK?
desculpas ;-;

Boa leitura! Especial de Halloween atrasado,i know, sorry :vvv

Capítulo 1 - Capítulo Único: Travessuras


 

Caminhava pela rua, o garotinho: Deku, Fantasiado com um tecido largo de cor branca, com furos para os olhos, e em partes aleatórias ao seu todo. Obrinha em mãos uma cesta em formato de abóbora, para guardar doces: esta, já era praticamente cheia até a borda, pouco mais, e poderia transbordar.

O de cabelos esverdeados, já havia pego especiarias em quase todas as portas do lugar, E quando menos esperava, era abordado por Uraraka em meio sua caminhada.

- Deku-kun! - sorria a garotinha, seus cabelos eram presos atrás de sua cabeça, num rabo de cavalo, e esta obtinha dentes grandes e uma capa preta acompanhada de outros detalhes em seu traje de vampiro. - gostou da roupa?? eu mesma fiz! - o garoto tinha de concordar: era bem feito até de mais!

- S-Sim! - estava rubro, e, por sorte, ela não poderia o ver por conta de sua fantasia. A garotinha sempre o deixava tenso, era tão atraente e nem sequer sabia disso, Midoriya sentia certa atração pela garota, mas, nunca admitiria para ela: era envergonhado demais para isso.

- bem, vou indo, estou quase enchendo minha terceira sacola de doces! - disse, saltitando, devendo á Midoriya um "tchau", alguma hora. O garoto apenas continuou sua caminhada: chegando finalmente á sua última casa de visita: que pertencia á bakugo katsuki.

Era esperançoso de que não encontraria o Garoto aloirado que odiava-o até os ossos, pois o que sentia pelo outro não era recíproco: quando o Loiro o odiava, o esverdeado apenas o respeitava, sem entender ainda o motivo de raiva constante do outro.

Bateu á porta quatro vezes, aguardando pacientemente: quem o atende é sua mãe, por alivio do mais jovem.

- Sim? - parou um pouco, e finalmente entendeu. - Ah, sim! Doces ou travessuras, não é? - o garoto apenas estendeu sua cesta, com medo de dizer algo. - Você é o Midoriya, né? - falho, ela o reconheceu, e o mais jovem logo começou a suar. Assentiu. - te darei um pouco! - disse, jogando quatro doces diferentes em sua cesta, logo: dando-lhe um "tchauzinho" logo após ele virar-se, sem dizer uma palavra: estava com medo.

Foi andando, e suspirou pesado, jogando todo o ar que continha para fora, quando já estava afastado suficientemente da casa de Bakugo.

Olhou para seus doces, contente por finalmente poder voltar para casa, a tarde já estava ficando assustadora.
Curvando á esquina de sua casa, foi abordado por alguém, que lhe tampou a boca e os olhos, levando-o para um beco fundo, mal dava para ver alguém passando no outro lado, na rua. O lugar era escuro: finalmente foi possibilitado á ver, mas não á falar, seus lábios ainda eram fortemente pressionados: agora, contra a parede do beco. Foi forçado á sentar-se, seguindo a silhueta escura abaixar-se tabém, finalmente se aproximando, liberando-o a ver quem era: Katsuki Bakugo. (Autora: Obvio ner gente ,-,)

- Deku, deku! - o garoto sorria, estranhamente aliviado, seus olhos cintilavam no escuro, um carmesim chamativo: como olhos de gato. - Finalmente, uma oportunidade surge! - dizia o outro, ainda o pressionando contra a parede, causando-o calafrios. - Esteve pegando doces lá em casa, não é, Deku?? - o esverdeado não obtinha reação, apenas tentava analisar o que estava acontecendo, expressando um semblante curioso, e assustado. - Vim pegar de volta. Não grite muito alto, podem te escutar, ouviu?

Libertou os lábios do outro, que era cobertos pela pele grossa de suas mãos,  lento, de forma que o outro pudesse se acalmar. Midoriya mantinha os orbes bem abertos, analisando o garoto á sua frente: percebeu, então, que o mesmo se fantasiava de um cachorro, um lobisomen, e estava-o analisando, também.

-K-Kachan...?? - o outro ainda era confuso. - N-Não achei que fosse ser tão problemático pegar a-alguns doces... D-Desculpas!! - dizia, gaguejando, transbordando medo: pensava que o maior fosse o bater, por alguns doces.

- Hm, aceito-as - referia-se ás desculpas dadas, entretanto, não tão satisfeito. - Em troca de algo... - o menor se assustou, o que, no mundo, poderia ser? Vindo de Katsuki, seu amigo de infância. 

- O-Oque? - A que ponto chegaram? o aloirado levantou-se, totalmente autoritário, e mandou que o outro levantasse também.

Se retiraram do beco escuro, enquanto o sardento seguia o jovem Bakugo, logo atrás de si. Midoriya não poderia parar de analisar o garoto, que andava á frente de si, observando o esverdeado para assegurar-se de que estava o seguindo.

Levou o garoto á sua própria casa, ainda o deixando sem entender muito bem: na realidade,não estava entendendo nada, absolutamente. 

- Sua mãe está em minha casa, sabe? elas estavam conversando como se fossem amigas do fundamental... - pausou, e parou encarando o garoto. Continuando, então. - Ainda está anoitecendo, então ainda temos tempo.

- Oque está d-dizendo? - sentia-se inferior á todo momento, cauteloso para que não dissesse algo errado, sentia-se pressionado, pois o maior parecia como se fosse quebrar á qualquer momento: explodindo, e despedaçando em cacos de vidro ao chão frio de hoje.

- Ela disse que eu deveria fazer as pazes com você hoje, então, eu vim. - Mesmo explicando-se, o garotinho fantasma ainda não o entendia: Nada realmente fazia sentido. Katsuki Bakugo aceitando pazes com Deku, assim? há algo por trás. - abra sua porta, entraremos, e faremos as pazes, ok? - disse o loiro, liberando-o espaço para que pudesse chegar á porta. E o garoto foi, ainda meio hesitante: Girou as chaves, e entrou, deixando com que o outro entrasse log em seguida.

- E-então.. - Pensou o garoto em algo que pudesse os fazer passar o tempo. - Você quer... jogar algum jogo? - Lembrou-se de quando eram pequenos: o explosivo adorava jogar videogames. - Comprei alguns novos semana passada, mas nem os joguei ainda... 

- Claro... - disse, mirando seus orbes escarlate pela casa, passeando mentalmente.

- Estão no meu quarto... v-vamos lá... - Midoriya parecia não estar, mas estava anestesiado com essas possibilidades tão repentinamente: Katsuki se tornar seu amigo novamente, Impossível ao seu ver. Mas, ao contrário de si, o outro garoto parecia estar tranquilo: era como se realmente quisesse aquilo, e isso também anestesiava o Garotinho inocente. Pobre Midoriya.

Entraram no desejado quarto, Midoriya fechou a porta atrás de si, observando as ações do companheiro.

- E-então... o que faremos? - Katsuki, repentinamente, o observa e o fita maliciosamente, deixando o pequeno amigo confuso, novamente: porém, já poderia ser que estava esbanjando medo, além do copo.

- O que fazer... Bem... - O aloirado avançou no outro garoto, prensando-o, catando a chave de suas mãos e trancando a porta. Midoriya sentia que poderia desmaiar a qualquer momento: sentia-se pressionado o suficiente a ponto de pensar que podeira morrer em alguma hora. - Vamos fazer Sexo... - Bakugo o surpreendeu: beijando-lhe o pescoço coberto pelo tecido branco da fantasia.

- O-O-O que!?? - O garoto o empurrou, preocupado, mesmo que não o tivesse movido nem um pouco para longe de si. O maior rasgou o cobertor branco nas áreas de seu pescoço e seu quadril, para logo rasgar á regiao de sua boca, logo depois seu rosto todo. A esse ponto, o garotinho doce estava estático, pensando nas possibilidades de o que o garoto lhe disse acontecerem de verdade. - K-Kachan... Não! - sentiu-se autoritário por um momento, por pouco, pois quando os olhos carmesim encontraram os seus esverdeados, foi como se isso o dissesse "cale-se", pois não teve coragem o suficiente para empurrar o outro á frente de si novamente, muito menos de protestar.

Agarrou-lhe o pescoço, e o empurrou ao chão, concretizando um baque forte. Pouco depois, quando o maior já estava acima de si, sentiu uma dor forte percorrer o local de atrito. Sem se importar muito com isso, Katsuki prosseguiu: Beijou-lhe o pescoço agora desprotegido, para logo depois expor sua língua: causando calafrios ao desengrenhado, que ainda não compreendia o Loiro. Katsuki Tentou beijá-lo, mas foi apenas um selinho: fosse, caso não arrastasse sua língua quente pelos lábios comprimidos de Midoriya, aguardando com que o outro o desse espaço. Impaciente, grunhiu e rangeu.

- Abra a boca, Deku. - Escutando o pedido do outro, (ou talvez a ordem) não o fez, pelo contrário, comprimiu ainda mais seus lábios despreparados, para logo depois escutar um estalar de língua vindo de Katsuki, que mordeu forte seu pescoço, propositalmente, deixando com que um filete acolorado como carmesim, a cor de seus olhos, escapasse: escutando um grunhido doloroso vindo do Sardento, finalmente uma brecha. Rápido, beijou-lhe, invadindo-o a cavidade bucal  com sua língua, paralisando o menor, que apenas dobrou os joelhos.

Midoriya não sentia como se fosse incômodo, apenas era estranho, uma nova sensação: a final, o garoto ainda era BV*, e não sabia ao certo como reagir. Separando-os para respirar, Katsuki o ataca novamente, agora, recebendo uma pequena ajuda: surpreendendo-o o garoto abre mais sua boca.

- K-kachan... -disse, medroso. - N-Não sei... Como dois homens p-podem fazer.. i-isso... - Finalmente, realmente o surpreendeu desta vez, já havia aceitado tão facilmente "isso"?

- Deixe-me te mostrar, então, Nerd.. - Para logo depositar-lhe outro beijo,que logo se intensificava pois o menor estava o respondendo. - Apenas... não se vicie muito nisso... Pode ser prejudicial á si mesmo... - Mordeu-lhe o pescoço, escutando o menor gemer, de dor talvez, mas, ainda estava muito surpreso e confuso com a situação repentina. Logo, Bakugo retirou todo o tecido branco sobre o menor, obviamente, rasgando-o, fazendo o mesmo com sua camisa verde.

Mordeu provocante o corpo do outro, direcionando-se aos mamilos: que já eram rígidos, talvez, por conta da excitação. Depositou ali chupões fortes, mordidas, enquanto rastejava seus dedos pelo corpo do outro, pela cintura, puxando o short cinza que o outro usava, tudo isso muito lentamente: causando ao menor uma coloração avermelhada em seu rosto e pouco arroxeada onde focava seus mamilos. O garotinho tentava, tentava, mas não entendia os sons constrangedores que não hesitavam em sair de seu lábios, além de remexer seu corpo de forma estranha, reagindo aos contatos do outro: que se deliciava com o corpo do mais jovem.

Antes de puxar-lhe a calça, depositou um beijo contra os lábios do mais jovem, que ainda hesitava, pelas novas sensações, entretanto, não deixando de dar ao outro o que queria: sua tímida língua, que tentava roçar a do outro obedientemente.

- K-Kachan.. Acho melhor n-não fazermos isso.. - Afinal, Midoriya nem mesmo sabia como deveria reagir, muito menos como fariam Sexo, sendo dois homens.

- Não se preocupe, Deku, vou te fazer sentir bem... - prometeu o aloirado a si mesmo. Agarrou as costas do mais jovem e o levou até sua cama, que era de solteiro, obviamente. Deixou-o sentado em sua cintura, e puxou-lhe as coxas, (Que, por Deus, o Loiro as adorava.) encostando intimidades: fazendo com que o Jovem Midoriya gemesse com o contato tão direto. 

Vendo que o garoto estava ficando molhado, Katsuki começou a esfregar as intimidades, deixando Midoriya remexer-se em seu colo. O pobre garotinho só poderia reagir á tudo, afinal era a primeira vez de ambos, e ambos estariam adorando. Bakugo causava atrito entre as duas intimidades, observando cada reação do garotinho, que já obtinha sua roupa íntima molhada, um circulo de pré-gozo era visível.

Deitou-o em seu travesseiro, e Midoriya finalmente pôde sentir suas costas aliviadas pela queda de antes. O aloirado beijou-o novamente, sentindo-se viciado nos lábios do menor. Mesmo sendo atraído dessa forma, não pôde deixar de provocá-lo. Mordeu-lhe o pescoço, mamilos, abdome, até chegar a cueca, retirando-a finalmente com impaciência: expondo o órgão ereto, e molhado.

- K-K... - não se atreveu á chamá-lo, pois, de certa forma, queria o que o loiro estava prestes a fazer, porém, sentia-se envergonhado em ver os orbes carmesim tão profundos do outro observarem seu corpo tão diretamente. 

Sem dizer absolutamente nada, Katsuki iniciou movimentos de vai e vem com as mãos, no órgão molhado do garotinho despreparado, que começou a ser estimulado logo, gemendo sôfrego. Com o aumento da velocidade, o desengrenhado não conseguia mais conter nenhum dos gemidos, e, tentar dizer quaisquer palavras fosse, não seria coerente. Exceto:

- K-.. Kachan... h.. - chamava manhoso, o outro, que adorava o escutar gemer seu nome dessa forma. Se aproximou, curioso sobre o que o menor poderia querer. - Kachan... Ah... - Arfava pouco, Katsuki estava surpreso sobre o quanto Midoriya era sensível: já estava tão excitado com tão pouca coisa. Beijou-o, adorava fazê-lo.

Pensou em algo, uma possível brilhante ideia. Parou a masturbação e levou seu rosto até o membro ainda ereto do esverdeado, encostando sua língua á glande, o outro tremeu quase que imediatamente, quando percebeu que: o que cobria seu pênis agora, não era mais a mão do garoto.

Katsuki, por outro lado, surpreendeu-se consigo mesmo: até aonde sabia, e conhecia á si mesmo, era hétero, e só havia visto coisas como essa em videos porno, porém, apenas garotas faziam o serviço. Mas, a ideia não o afetou de certa forma: apenas iniciou os chupões e movimentos com a cabeça. 

Viu o menor cobrir-se com um grande travesseiro, abafando os gemidos. Isso sim, de certa forma irritou o Aloirado, que tratou de retirar o objeto de cima do rosto do garoto logo: podendo ver seu rosto rubro, e seus lábios entre-abertos. Sua expressão era incrível ao ver do mais velho: que adorou ver a expressão de puro prazer do garotinho.

Procedeu seus movimentos até que o outro liberasse. Engoliu todo o líquido: sentia o gosto de Midoriya, era doce, mas também salgado, Agridoce, além de viscoso. Se Midoriya tentou esconder os sons que fazia, falhou, principalmente quando regozijou-se da sensação de liberar aquilo: Gemeu ainda mais alto. 

Não perdendo por esperar, estaria se sentindo muito bem o Aloirado, que ajoelhou-se entre as coxas lisas do menor, observando-o. 

Retirou sua jaqueta verde, suas orelhas caninas, (nem mesmo sabia ao certo o motivo de não te-las retirado antes...) sua camisa, para logo depois puxar o zíper de sua calça, liberando apenas parte de sua cueca. Encostou seu pênis ereto, que era coberto pelo tecido de sua roupa íntima, ao ânus do menor: Vendo-o recuar, parecia ter medo.

- K-Kachan! isso n-... - Hesitou, envergonhado. - n-não vai entrar... - Enrubesceu seu rosto, um pouco mais, vendo o colega Rir: estaria achando engraçada a situação do Esverdeado.

- Obrigado.. - Viu como um elogio, claro, Não é todo o dia que se pode ouvir algo assim. - Mas, não se preocupe, você vai ficar bem. Apenas faça o que eu digo, também diga se está bom... - Levou dois dedos próximos ao rosto do menor. - Chupe-os, direitinho, ou vai doer. - O menor concordou, fazendo o ordenado, Imaginando possibilidades sobre o que o outro poderia fazer á seguir. 

Quando julgou ser o suficiente, Katsuki retirou os dedos da boca do menor. -Não admitiria, mas estava adorando vê-lo dessa forma, era tão novo para si: estava ficando excitado, seu pênis estava latejando, não vendo a hora de colocá-lo dentro do outro.-.

- Muito Bom... - Levou-os a entrada do garoto. - Agora...  Relaxe, tudo bem? - Viu-o concordar antes de penetrá-lo com um dedo apenas.

Midoriya Gemeu em dor, e logo após, ficou quieto, Katsuki havia parado de movimentá-lo, julgando a expressão do menor não ser boa. Estalou a língua ao céu da boca, e pensou em algo para resolver. Moveu-se algumas vezes, mas de nada adiantou,parecia estar incomodando o outro.

Com nada em mente, julgou que obviamente não haveria algum lubrificante com o esverdeado. Ele provavelmente não precisaria disso.

Tentou aproximar seu rosto, e beijar-lhe. Quando viu o menor distraído, iniciou os movimentos: de forma lenta para que o outro não percebesse. Logo, colocou dois dedos, ainda em beijo com o menor: que parecia não notar nos movimentos dentro de si, estaria muito concentrado á este ponto.

Finalizou a junção de lábios, penetrando Midoriya depressa com os dedos, escutando-o gemer mais alto pela medida de velocidade: Captando não mais dor no rosto do outro, mas sim prazer.

Pode se dizer que era uma mistura, talvez, Mas o garotinho esverdeado estava em colapso: sua mente não o colaborava, e sentia como se fosse desabar á qualquer momento.

Katsuki parou os movimentos, julgando que preparado estaria o menor: logo, escutou um grunhido desaprovando-o, Sentiu-se surpreso pelo ato.

- Acalme-se, Nerd pervertido. - retirou parte de sua cueca, liberando seu órgão que já doía. - Vou entrar, Ok? - perguntou, calmo, surpreendentemente. O menor concordou: ainda medroso.

Penetrou-o, sem se mexer, de forma lenta: notando ao choque do menor. Aguardou algum tempo para que o outro se acalmasse. Estava completamente dentro de Midoriya, porém, estaria esperando seu tempo, tempo certo para avançar.

O sardento se acalmou, comprimindo os lábios e movendo a cintura, meneando no pênis alheio. Katsuki entendeu como um "pode ir", e começou a movimentar-se lentamente: mordendo o lábio inferior, na tentativa de conter-se. Pois, a sensação de estar dentro de seu colega era incrível, poderia colocá-lo ás nuvens: seu orifício o apertando, e era tão quente e úmido.

- Deku.. - gemeu rouco seu nome, para arfar logo em seguida, e aprimorar seus movimentos. O garotinho poderia estar imaginando, ou sonhando, mas ouvir Katsuki chamar por seu nome daquela forma o deixou mais excitado. Deveria ser esse o motivo de não o deixar abafar os próprios, talvez, sentira da mesma forma.

O aloirado se aproximou, ainda dentro do menor, apoiando seus braços ao lado do rosto do mesmo, podendo o encarar de perto. Sentiu seus ombros serem envolvidos pelas mãos do menor, que, aos poucos, iam o maltratando. Katsuki escutava O outro pedir por mais, enquanto era penetrado lentamente: Até mesmo Midoriya estaria impaciente, quanto mais Bakugo, que esperava fazer o menor se sentir bem mais do que tudo.

- K-kachan...ah.. - O loiro era atento. - M.. mais r-rápido... - Não se atreveu a dizer nem mais quaisquer palavra fosse, apenas notou seu pedido se concretizar.

Conforme o outro aumentava a velocidade, ambos se sentiam mais excitados: Midoriya poderia jurar que seu membro estaria ficando Ereto novamente. Katsuki maltratava o pescoço alheio: não se importando se marcas poderiam se fazer. 

- Ah.. Deku - Mordeu cada extremidade do outro, aonde poderia alcançar. Beijou-o ferozmente, aumentando a velocidade: acertando seu ponto. O Esverdeado gemia ainda mais prazeroso com o contato do outro: e descontava tudo nos ombros alheios inconscientemente. O que Katsuki lhe proporcionava, ninguém mais o fazia.

Ambos sentiram seus sêmens prestes á serem liberados, O Aloirado não tinha certeza de se poderia ejacular dentro do outro, mas suas duvidas foram retiradas quando escutou o pedido do outro.

- Ka-kachan... ah..h.. D-Dentro.. - Nem mais sabia em que lugar estavam, em que dia, de que ano, apenas se importava com o momento que estava tendo. - P-por f-favor ah... - O loiro Riu malicioso, tocando o pênis do outro, que estava Ereto, e masturbando-o á um favor, duplicando seu prazer. O mais jovem sentia-se incrível: Logo, ejaculou sem seu próprio peitoral. 

Não demorou para sentir-se como se fosse quebrar Logo, pouco antes, gemeu rouco, engrossando sua voz por quaisquer motivo fosse.

- I-Izuku... - Disse, finalmente, liberando seu líquido dentro do Sardento, que gemeu prazeroso quando sentiu ser preenchido pelo esperma quente do outro.

Sentiu-se cansado, e bem suado, seus fios de cabelo grudavam á testa, e arfava pesado, Ainda por cima do garotinho.

Midoriya poderia não ter dito, mas notou quando o outro Gemeu seu nome, seu verdadeiro. Á esse ponto, não poderia mais dizer se haviam se reconciliado ou não. 

- Cacete.. - murmurrou, pensando no quanto queria beijar o menor agora, mas, ignorou a vontade, pestes a levantar-se da cama do outro. Foi agarrado pelo braço e puxado por Midoriya, que o aproximou, e o Beijou, uma última vez talvez: Mas sentiu como se outras vezes fossem correr, pois o loiro o respondeu, roçando sua língua á dele: desejando-o com apenas um Beijo.

 

 

"I-Izuku..."


Notas Finais


BV= Boca virgem (ainda não beijou).


CABEI KKK
não me torturem pelo amr kkkk
tá ai gente
só isso msm
se ficou ruim, perdão ;-;

Obrigada por lerem, em primeiro lugar, ainda serei uma escritora famosa nessa budega ;-;
Boa noite/tarde/dia a vo6 <3


[DESCULPEM QUALQUER ERRO<3]


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