História Hold on - Capítulo 1


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Categorias Eleanor Calder, Hayes Grier, Jack & Jack, Jacob Whitesides, Madison Beer, Magcon, Nash Grier, Shawn Mendes
Personagens Brent Rivera, Eleanor Calder, Hayes Grier, Jack and Jack, Jack Gilinsky, Jack Johnson, Jacob Whitesides, Madison Beer, Nash Grier, Personagens Originais, Shawn Mendes
Tags Bebê, Collin Grier, Drama, Eleanor Calder, Gravidez, Hayes Grier, Jack & Jack, Jack Gilinski, Jack Johnson, Jacob Whitesides, Madison Beer, Magcon, Molly Calder, Nash Grier, Romance, Sexo, Shawn Mendes, Triângulo Amoroso, Will Grier
Exibições 180
Palavras 1.458
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Hentai, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Espero que gostem e por favor não deixem de deixar a opinião de vocês. xx

Capítulo 1 - Dark days


Fanfic / Fanfiction Hold on - Capítulo 1 - Dark days

Algumas garotas caem na clássica história de colegial: garoto encontra garota, garoto diz amar a garota e ficarem juntos para sempre, garoto some. Infelizmente eu fui uma dessas garotas. Eu me apaixonei perdidamente por Hamilton Nash Grier e um belo dia ele simplesmente sumiu sem me dizer nada, nem uma mensagem de texto.

Quando se mora em uma cidade pequena as coisas simplesmente saem de controle e não simplesmente não há segredos para ninguém. E foi assim que duas semanas depois de Nash ir embora a minha vida virou um inferno. As pessoas falam sem se importar com mais nada, espalham boatos como se suas vidas dependessem disso.

Eram duas da manhã, meus pais e minha irmã ainda estavam na sala de estar por causa do feriado de ação de graças. Eu estava no meu quarto do mesmo jeito que estive desde que Nash foi embora, a diferença é que nos últimos dias eu estava literalmente passando mal, sempre com enjôos. Foi por isso que liguei para a única pessoa que me passou na mente.

-Shawn. -falei aliviada assim que ele atendeu. -desculpe ligar a essa hora, você tava dormindo?

-Não. -ele riu de alguma coisa. -eu tava aqui com o Jacob e os Jacks no estacionamento.

O estacionamento em questão era o estacionamento de uma loja de conveniências vinte e quatro horas onde os garotos da nossa idade estacionavam, compravam besteiras e passavam um tempo com os amigos sentados no capô de seus carros. Do outro lado da linha ele brigava com os garotos mandando-os ficar calados.

-O que aconteceu Molly? Sua voz está estranha. -Shawn disse.

-Você pode me fazer um favor? -perguntei. Ele disse que sim e eu continuei. -você pode vir me buscar e ir em uma farmácia comigo?

-Você ta doente? -perguntou parecendo preocupado.

-Não. -respondi. Eu me olhei no espelho do quarto, eu estava acabada. -eu acho que estou grávida.

Logo o boato de que eu estava grávida se espalhou, a cidade toda provavelmente sabia que o filho era de Nash, mas isso não impediu Shawn, o meu melhor amigo, de se oferecer para assumir o seu bebê. Eu neguei, mas depois de tê-lo sempre ao meu lado cuidando de mim e de Collin eu cedi e nós viramos um casal.

Eu havia acabado a escola há um ano e decidi não fazer faculdade, por Collin. O pequeno Collin agora tinha dois anos de idade e a cada dia se tornava mais parecido com o pai, ele até tinha os mesmos olhos azuis, o mesmo nariz, o mesmo cabelo negro, as mesmas pintinhas nas bochechas... Collin era o meu lembrete vivo do garoto que amei e jamais esquecerei.

No ano passado como presente por de formatura meus pais me deram um apartamento para eu morar com Collin. Na teoria eramos só nós dois no apartamento, mas Shawn passava quase todos os dias conosco especialmente porque a casa de seus pais ficava no mesmo bairro.

-Col, filhinho. -o chamei pela terceira vez. -vem logo filho.

Naquela manhã estava tudo uma loucura, minha irmã ligou dizendo que não poderia ficar com Collin porque era a apresentação do último trabalho dela na faculdade e Shawn estava na faculdade. Minha única alternativa foi levá-lo comigo para o meu trabalho. Eu arrumei sua mochila e o chamava para que eu não me atrasasse mais.

-Cadê o papai? -ele perguntou segurando uma camisa de Shawn que estava jogada no sofá.

-Ele ta na faculdade amor. -respondi.

Dois anos atrás eu esperei por Nash todos os dias, mas ele nunca dava sinal de vida e foi muito doloroso especialmente quando eu estava esperando um filho dele. As coisas teriam sido bem piores se eu não tivesse ótimos amigos e Shawn. Shawn foi o único pai que Collin conheceu e eu fico grata dele ter uma figura paterna e um pai apesar de tudo, mesmo não sendo seu pai biológico.

-Eu quero o papai! -exclamou.

Ele fez beicinho querendo chorar e eu suspirei, já estava dez minutos atrasada para o trabalho. Cansada de esperar por Collin eu o peguei no colo ignorando seu choro, eu tinha plena consciência de como parecia uma idiota tentando fechar a porta do apartamento com uma mochila azul nas costas e uma criança de dois anos no colo.

-Não faz tolice filho. -pedi. Nós estavamos no elevador. -mamãe vai trabalhar e precisa que você se comporte.

-Mas eu quero o papai. -insistiu.

-Quando ele sair da faculdade nós vamos almoçar naquele restaurante que você gosta.

E isso foi o suficiente para fazê-lo ficar quieto. Ele era apaixonado pelo restaurante japonês que nós sempre iamos, sua comida favorita era sushi. Eu mandei uma mensagem para Shawn pedindo para ele nos encontrar no Japan in US na hora do almoço e guardei o celular no bolso pronta para sair do elevador e andar até o meu jipe.

Collin facilitou as coisas ficando quieto enquanto eu o colocava na cadeirinha. Pelo retrovisor eu vi que ele deitou a cabecinha e ficou brincando com a sua chupeta do snoppy.

Até que foi tranquilo ficar com Collin no trabalho. Eu trabalhava em uma pista de patinação com Madison, minha melhor amiga. Tudo o que eu tive que fazer foi deixar Collin perto de mim e tentar lhe dar atenção quando não tinha ninguém por perto. Eu passava o dia todo atrás de um balcão cuidando dos patins.

Na hora do almoço Collin ficou animado e agitado porque veria o pai. Nós chegamos no restaurante e Shawn só chegou vinte minutos depois.

-Oi filho. -ele deu um beijo na testa de Collin e se inclinou para me beijar. -oi amor.

-Oi amor. -eu sorri para ele.

Shawn sentou do outro lado da mesa e deixou a mochila preta ao seu lado. Ao meu lado estava Collin comendo sushi com dificuldade por ainda estar aprendendo a comer com hashis, mas eu o ajudava.

-Hoje o trânsito tava horrível. -Shawn disse. A faculdade dele ficava em uma cidade vizinha a nossa, no máximo quarenta e cinco minutos de distância. -por isso me atrasei.

-Tudo bem amor. -respondi. -você pode ficar com o Collin agora a tarde?

-Claro. -ele sorriu para Collin. -depois da sua soneca a gente vai fazer o que você quiser.

Eu sorri olhando para os dois, eu ficava muito feliz pelo modo que Shawn agia, como se Collin realmente fosse seu filho. Nós nunca contamos para Collin sobre Nash, eu quis poupar o meu filho afinal, fazia pouco mais de dois anos que ele nem dava sinal de vida.

No fim do almoço eu fui até o carro de Shawn com Collin no colo, eu o coloquei na cadeirinha e me virei olhando para Shawn sorrindo. Ele sempre foi o meu melhor amigo e agora era mais do que isso, eu o amava, não do jeito que amei o Nash, mas eu amava Shawn o suficiente para querer ficar ao seu lado talvez pelo resto da vida. Ele colocou as mãos em meu rosto e me beijou, o correspondi com a mesma intensidade. A cada dia eu me apaixonava por ele ainda mais.

-Eu te amo. -Shawn disse. E eu sorri como a boba que sou.

-Eu também te amo. -respondi. -ei, que tal eu comprar um pote de sorvete quando sair do trabalho e depois que o Collin dormir a gente come assistindo filmes abraçados?

Ele riu, aquela voz adorável que me fazia sorrir automaticamente.

-Eu escolho o filme dessa vez. -ele disse e beijou meu pescoço. -nada de diário de uma paixão.

-Mas esse filme é lindo. -protestei.

-Você vai se atrasar amor. -ele disse olhando para o seu relógio de pulso. -vai logo, eu vou contar as horas pra você chegar em casa.

-O que eu fiz pra merecer você? -perguntei sorrindo.

Eu me despedi novamente de Shawn e Collin e andei até o meu jipe. O meu turno acabava às cinco da tarde e quando essa hora chegou eu fui até a lanchonete da pista de patinação me despedir de Madison e então fui direto para casa fazendo apenas uma parada para comprar sorvete.

Quando cheguei Shawn estava sentado no chão da sala com seus livros e seu notebook em cima da mesinha de centro, provavelmente fazendo seus trabalhos, e Collin estava sentado ao seu lado com os brinquedos educativos de encaixar formas geométricas. Foi inevitável não sorrir ao ver os dois.

Depois que Collin dormiu Shawn e eu fomos para o sofá fazer o combinado. Ele foi até o quarto pegar um cobertor para nós dois e eu coloquei duas colheres no pote de sorvete.

Mesmo depois de dois anos eu ainda me pegava pensando em Nash, no que ele estava fazendo e como seria a minha vida e de Collin se ele estivesse com a gente. Foram dias sombrios para mim e Collin e era a minha maior motivação e a fecidade da minha vida.


Notas Finais


Comentem, favoritem, espalhem para os amigos. xx


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