História Hold On (Dramione) - Capítulo 23


Escrita por: ~

Postado
Categorias Harry Potter
Personagens Draco Malfoy, Hermione Granger
Tags Draco, Dramione, Harry Potter, Hermione, Magia, Suspense
Exibições 607
Palavras 2.802
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Romance e Novela, Suspense
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


**AVISOS DE GATILHO: Violência e menção de estupro. Se você acha que não aguenta, por favor, NÃO LEIA!**

Eu vou marcar com (PARE AQUI) onde começa e (CONTINUE DAQUI) onde termina. Assim, você que não queira ler essa parte não perderá um capítulo inteiro da fanfic. Então, FIQUE ATENTO AOS SINAIS!

Capítulo 23 - Você irá pagar!


Finalmente o fim de semana havia chegado. Ainda estava frio e chovia sem parar, mas todos estavam animados com a expectativa do primeiro jogo de Quadribol do ano que seria Grifinória contra Corvinal.

O Grande Salão estava agitado e o burburinho era alto. Sentados na mesa da Grifinória, Hermione, Ron, Ginny e Harry riam enquanto comiam.

"Então Mione, vai torcer por mim hoje, certo?" perguntou Ron sorrindo.

"E pela gente? Não comece a monopolizar a Hermione, Ron." Ginny acusou o irmão.

"Bom, ela é minha namorada, tenho direitos maiores." resmungou Ron se curvando e beijando Hermione na bochecha.

Hermione revirou os olhos enquanto os amigos riam. Pelo canto dos olhos viu quando Malfoy desviou o olhar dos dois e voltou ao seu café da manhã. Ignorando-o, voltou a olhar para os amigos e sorriu para Ron.

"Vou torcer pela Grifinória inteira Ron, só com você não ganhamos o jogo!" ela retrucou.

Ron, envergonhado, desviou o olhar e voltou para a comida fazendo todos rirem ainda mais.

As risadas dos amigos foram cortadas por vozes alteradas vindas da entrada do Salão Principal. De repente, o burburinho que enchia o salão cessou e todos passaram a prestar atenção no que acontecia.

Observando mais atentamente, Hermione conseguiu distinguir as vozes, principalmente a masculina que gritava enfurecida.

"Como já dito anteriormente Sr. McLaggen, o senhor não está autorizado a jogar no time da escola." falou a Diretora McGonagall calmamente.

"Mas a senhora não pode fazer isso!" gritou McLaggen de volta.

"Não só posso, como está feito Sr. McLaggen. O senhor está proibido de jogar Quadribol pelo resto do ano, o que eu devo admitir, é pouco para o que senhor fez. Espero que tenha entendido muito bem e dou por encerrado o assunto." bradou a diretora.

"A senhora vai pagar por isso. Todos vocês vão!" ele gritou, girando pelo Salão e dirigindo seu olhar gelado para Hermione.

Seus pelos da nuca arrepiaram e sua respiração ficou presa na garganta. Hermione sentiu um medo que não sentia há algum tempo e ela teve que segurar com força na mesa para se apoiar quando sentiu suas pernas quererem vacilar. Imagens do que McLaggen havia feito com Malfoy ainda estavam frescas em sua memória, todos os hematomas, os cortes e enormes quantidades de sangue vazando do corpo pálido. Ela estremeceu visivelmente e Ron percebeu.

"Você está bem?" perguntou preocupado. A voz grave de Ron a tirou do transe e ela balançou a cabeça, tentando limpá-la. Ela olhou em volta e tudo havia voltado ao normal. Mclaggen estava longe de ser encontrado, assim como a diretora McGonagall e o professor Marshall.

"Sim, estou bem, apenas com frio." ela murmurou.

"Então, vamos?" Ron perguntou enquanto se levantava e se juntava à multidão que saía do Salão Principal para fora do castelo.

"Eu preciso pegar meu cachecol, vejo vocês no jogo." ela se desvencilhou de Ron, acenou para os outros dois amigos e correu para dentro do castelo e atravessou os corredores vazios com calma. Ela só queria um pouco de paz e o jogo de Quadribol era a última coisa que a daria paz.

Dizendo a senha ao quadro da Medusa, ela entrou no seu dormitório e pegou o cachecol vermelho e dourado no quarto. Da janela da sala, ela podia ver a agitação de vassouras no campo de Quadribol e podia ouvir ao longe a torcida. Ron ficaria decepcionado se não a encontrasse lá no momento em que entrasse em campo. E embora ela quisesse não se importar, ela se importava, porque acima de tudo, Ron ainda era seu amigo.

Fazia duas semanas que os dois haviam começado a namorar. Ron estava radiante enquanto Hermione tentava ao máximo parecer incrivelmente feliz. Ginny não havia comprado seu teatro, embora. Após o jantar de uma quarta-feira, Ginny a puxou para um dos muitos corredores desertos do castelo e a encheu de perguntas.

"Se está tão infeliz, porque continua com meu irmão?" perguntou a ruiva.

"Eu não estou infeliz, Ginny, muito pelo contrário. Ele é tudo o que eu sempre quis." afirmou convicta.

"Você pode convencer todo mundo com isso, mas não a mim. Eu te conheço melhor do que todos."

"Eu não estou infeliz, Ginny!" Hermione suspirou exasperada.

"Mas não está feliz." a ruiva fez uma pausa, mas nenhuma replicação veio. "Por que está com meu irmão?"

"Porque é o certo a fazer." disse simplesmente.

"Nós temos uma visão diferente do que é certo e o que é errado." A castanha continuou em silêncio.

Hermione enrolou o cachecol no pescoço e deixou o dormitório. O corredor estava frio por causa de algumas janelas abertas; o inverno tinha chegado com força e parecia que o céu lá fora ia cair.

Ela começou a caminhar para o fim do corredor, em direção às escadas quando ouviu passos atrás de si.

"Olha só quem eu encontrei, Hermione Granger, a culpada de eu não estar no campo de Quadribol neste exato momento." ele riu secamente.

Hermione congelou no meio do corredor, o medo de volta em suas veias, assim como o frio cortante na espinha. Lentamente e engolindo em seco, ela virou. Ao menos eles estavam à uma distância segura.

"O único culpado nisso tudo é você, McLaggen." Retrucou a castanha.

"Eu penso diferente." ele começou a se aproximar e Hermione se afastou. "Está com medo, Granger?" ele perguntou sorrindo.

"Não." ela respondeu corajosamente e agradeceu por sua voz permanecer forte.

"Pois deveria, um McLaggen sempre cumpre suas promessas." ele avançou tão rápido, que Hermione não teve tempo de pensar em correr ou fazer menção de pegar sua varinha.

(PARE AQUI)

Ele a puxou pelo braço e a jogou no chão, a cabeça dela batendo com força suficiente para machucar. Hermione começou a se debater em terror absoluto mas, infelizmente, ele era muito mais forte que ela. Prendendo o corpo da castanha com o dele, Cormac começou a morder seu pescoço agressivamente, deixando marcas escuras pelo caminho. A esse ponto, Hermione já chorava silenciosamente. Sua voz havia sumido e sua garganta estava seca. McLaggen largou seu pescoço dolorido e se dirigiu para a boca. Hermione voltou a se debater e virou o rosto. Com raiva, McLaggen agarrou seu queixo e com a outra mão, desferiu um tapa em sua bochecha.

"Isso é pra você parar de ser uma vadia abusada. Se eu quiser beijar você, eu vou, e se eu quisesse te foder, aqui nesse chão frio, eu vou e ninguém irá me parar."

"Não, por favor…" Hermione chorou. Outro tapa foi desferido.

"Cale a boca. Você não tem permissão pra falar."

Hermione fechou os olhos e tentou reunir o restante de sua força para empurrar o grifinório de cima de si.

"Eu vou te foder, Granger, e vou amar contar isso para o seu namoradinho."

Era agora ou nunca. Hermione respirou fundo e o empurrou. Depois disso, tudo ficou confuso. Houve uma voz do outro lado do corredor e o peso do corpo de McLaggen havia ido embora.

"Srta. Granger?" Hermione abriu os olhos. A diretora McGonagall olhava-a com um olhar de medo e preocupação. Logo atrás dela estava o Professor Marshall com a varinha em punho. "Você está bem?"

O mundo girava em câmera lenta. O som do jogo que acontecia no campo de Quadribol estava distante, o som de um gemido de dor ao seu lado parecia deslocado, tudo parecia embaçado e brilhante. Hermione viu o professor abaixar lentamente ao lado da diretora, que agora parecia aterrorizada.

Hermione apoiou as mãos no chão e sentou. Com uma mão trêmula, enxugou as lágrimas que caíam desenfreadamente.

"Hermione? Fale comigo." pediu o Professor Marshall suavemente. A voz do homem quebrou a atmosfera surreal que a mente de Hermione havia criado e os ruídos do castelo voltaram. A goteira no fim do corredor, o barulho de uma porta batendo em algum lugar do castelo, a água correndo através da encanação na parede, o gemido de dor ao seu lado… Hermione virou o rosto, mostrando às duas pessoas a sua frente a grande marca vermelha em sua bochecha. McLaggen estava encolhido em um canto e choramingava.

O suspiro afiado da diretora a fez olhar de volta para a frente.

"Precisamos levá-la até Madame Pomfrey." decretou o Professor Marshall. Se aproximando de Hermione, ele segurou sua mão. "Você pode caminhar, Hermione?" perguntou calmamente.

Hermione assentiu mas ao ficar de pé suas pernas fraquejaram e ela teve que agarrar com força nas vestes do professor. Ele passou o braço dela sobre seu ombro e a ajudou a caminhar até a Ala Hospitalar.

(CONTINUE DAQUI)

O professor explicou o que aconteceu à Madame Pomfrey enquanto Hermione olhava sem realmente ver para o nada. Estava em estado de choque.

"Venha até aqui, querida." chamou a enfermeira, chamando a atenção dela. Hermione sentou na cama e mirou o rosto do professor. Ele parecia tão preocupado que Hermione tinha medo de ver o estado em que estava. "O senhor pode nos deixar a sós um momento?" pediu a enfermeira, vendo o olhar fixo de Hermione no professor.

Ele assentiu e saiu da sala.

"Muito bem, querida, você sente dor?" a enfermeira perguntou.

"Minha cabeça… dói." Hermione falou com a voz áspera do choro.

A enfermeira entrou em seu escritório e saiu minutos depois com o frasco de uma poção roxa e uma pomada para os hematomas.

"É para a dor." e estendeu o frasco. Hermione tomou com uma careta, mas ficou feliz em saber que o efeito era quase instantâneo.

"Ele chegou a, uhm, você sabe…" perguntou a enfermeira incerta. Hermione negou com a cabeça. Madame Pomfrey suspirou de alívio. "Isso é bom." ela comentou. Com cuidado, Madame Pomfrey aplicou a pomada em cima dos hematomas. "Isso sumirá em alguns dias, me desculpe mas é o melhor que posso fazer. Agora fique aqui e descanse um pouco, querida."

Hermione assentiu enquanto deitava na cama. Menos de trinta minutos depois, a porta da Ala Hospitalar se abriu e Ron passou correndo por ela, seguido de Ginny e Harry.

"Hermione!" chamou Ginny. O som angustiado de sua voz fez o coração de Hermione quebrar.

A ruiva se aproximou da cama e abraçou a amiga. Ginny tremia da cabeça aos pés de frio e, Hermione suspeitava, soluços.

"Você está bem? Merlin, Hermione, quando soubemos viemos correndo. Ficamos apavorados!" disse Harry.

Hermione assentiu em meio aos cabelos da amiga que ainda a abraçava.

"Que bom que os senhores chegaram, acompanhem a Srta Granger de volta para o seu quarto." avisou a enfermeira.

Hermione ainda chorava quando levantou da cama e acompanhou os amigos até seu dormitório.

Ron segurava em sua cintura com cuidado, como se ela fosse quebrar a qualquer momento mas não havia dito nenhuma palavra até então. Quando os três entraram no dormitório, Ron a sentou no sofá e Hermione puxou os joelhos até o peito.

"Eu vou ficar aqui com ela." disse Ron para os outros dois amigos que se aproximaram e depositaram um beijo em seus cabelos saindo do dormitório em seguida.

"Ele te machucou?" Ron peguntou com raiva quando os dois ficaram sozinhos. "Eu vou matar aquele idiota! Oh se vou!" gritou Ron.

"Não." ela respondeu baixo.

"Tem certeza?" ele voltou seu olhar para ela com pena.

"Me deixa sozinha." Hermione murmurou com a cabeça escondida nos seus joelhos.

"Mas, Hermi-

"Por favor, Ron." pediu.

Ele assentiu e saiu batendo a porta da frente.

xx

Draco e os amigos voltavam do jogo de Quadribol que havia acabado com a vitória da Grifinória para o desgosto dos Sonserinos.

"Bom, pelo visto jogaremos contra a Grifinória em breve." comentou um dos sonserinos.

"E com certeza ganharemos da Lufa-Lufa no próximo jogo." comentou o outro.

"Com certeza nós ganharemos de todos eles, Luke." riu Blaise.

"A Taça das Casas é nossa!" todos riram.

Draco balançou a cabeça rindo mas sentia-se chateado por não poder participar de tais vitórias. Theo olhou para o amigo e jogou o braço sobre seu ombro.

"Não fique assim Draco, você ainda foi o melhor apanhador que tivemos nos últimos anos." falou ele.

"E ainda assim continuo de fora do time." resmungou.

"Desculpe cara, ordens do chefe." debochou Theo se referindo ao capitão do time da Sonserina.

Antes que qualquer um pudesse dizer alguma outra coisa, uma das quintanistas da Sonserina veio correndo na direção do grupo que estava reunido na entrada do castelo.

"Vocês já ouviram o que aconteceu? Tá todo mundo comentando." perguntou a menina. Com olhares curiosos, todos negaram. A garota olhou de um para outro como se para fazer suspense.

"O que está esperando? Solta logo a fofoca, Jade." bufou Luke.

"O boato que tá rolando é que o McLaggen bateu e tentou estuprar a Granger. Alguns dizem que conseguiu, outros dizem que não, mas todos dizem que foi pego em flagrante pela diretora e o prof Marshall."

"Espera, o que?" perguntou Draco perturbado.

"Não tá prestando atenção Malfoy? A Granger foi estuprada pelo McLaggen. Pelo menos é o que estão dizendo. Além disso, vimos o Potter e a Weasley saindo do dormitório dela, parecendo bastante preocupados, logo depois o Weasley saiu com raiva." contou a menina em tom de conspiração.

"Nossa, que macabro cara, nem a Granger merece uma coisa dessas." comentou Theo.

"Pois é, coisa terrível essa, mas eu e o Draco temos que terminar umas coisas. Até mais tarde pessoal." disse Blaise enquanto empurrava o Draco para longe.

Quando os dois chegaram no outro corredor, longe dos olhares curiosos, Draco ainda parecia petrificado. Blaise agarrou o ombro do amigo e sacudiu, tirando-o do transe.

Draco o olhou com olhos desesperados e Blaise suspirou.

"Vá atrás dela." ele disse.

Sem dar nenhuma resposta, Draco correu para longe do amigo em direção ao quinto andar. Sem pensar muito no que estava fazendo, Draco correu escadas acima e parou no quadro da Medusa. Dizendo a senha, ele entrou no dormitório e fechou a porta atrás de si.

Uma figura encolhida no sofá foi a única coisa que atraiu sua visão. Hermione levantou a cabeça e por um momento seus olhos mostraram medo e Malfoy se xingou profundamente por não ter pensado que uma entrada assim a assustaria depois tudo. Mas no segundo seguinte, as orbes castanhas mostraram um alívio tremendo.

A próxima coisa que Draco viu e sentiu, foram o cabelo encaracolado grudado no seu rosto e os braços de Hermione em volta do seu pescoço. Sem hesitar, ele a abraçou de volta e enterrou a cabeça em seus cabelos.

O corpo de Hermione estava tremendo por causa dos soluços e Draco a segurou mais forte. Não estando seguro sobre suas próprias pernas, o loiro a puxou gentilmente para sentar no sofá. Hermione se aninhou ao corpo de Malfoy e deixou o choro vir livremente.

Nenhum dos dois sabiam quanto tempo passou até que Hermione finalmente parou de chorar. Draco continuou a acariciar seus cabelos com a mão livre enquanto a outra segurava protetoramente a cintura dela.

"Ele te machucou?" ele perguntou e sua voz quebrou na última palavra. Ele não seria capaz de responder por si mesmo se a resposta fosse "sim".

"Não." ela sussurrou em seu ouvido. "Não dessa forma." ela se afastou um pouco.

Draco respirou afiado quando viu as marcas em seu pescoço e em sua bochecha.

"Ele fez isso?" ele perguntou passando o dedo pelas marcas e assistindo Hermione estremecer.

"Sim." ela respondeu baixo.

"Eu vou matar aquele desgraçado." Draco rosnou.

"Não, ele vai…" ela respirou fundo. "Ele vai ter o que merece, tenho certeza."

"Ele merece morrer por ter te machucado."

"Shh, não diz isso, ele não conseguiu o que queria e é isso o que importa."

Por um momento Draco parecia aliviado, mas então seus olhos se fecharam e imagens que ele não queria começaram a passar pela sua cabeça. Seus punhos cerraram e seus olhos apertaram com força, a raiva praticamente fluindo pelos seus poros.

"Pare de pensar no que poderia ter acontecido. Eu estou aqui e estou bem." Hermione sussurrou enquanto tentava suavizar sua expressão com os dedos trêmulos.

Hermione suspirou e fechou os olhos, se apoiando mais em Draco que ainda segurava sua cintura.

"Você está bem?" ele perguntou preocupado. Ela deixou a cabeça cair em seu ombro e sorriu.

"Só cansada."

"Então está na hora de um descanso." ele a levou para o quarto, sentou-a na cama e tirou os sapatos dela.

Hermione deitou e Draco a cobriu com o edredom vermelho. Dando um beijo em sua testa, ele fez menção de sair do quarto.

"Fique." ela pediu sonolenta, abrindo espaço na cama. Draco ponderou por um momento e por fim tirou os sapatos e se enfiou debaixo da colcha.

Hermione se aproximou do loiro na cama e enterrou a cabeça em seu pescoço. Suspirando de contentamento, ela se aninhou ainda mais nele que colocou a mão em sua cintura, a puxando para mais perto.

Seria a primeira vez que ambos não teriam pesadelos em meses.


Notas Finais


Bem, o que acharam?

*Quero que saibam que não apoio de forma alguma o estupro, acho um dos crimes mais hediondos que um ser humano é capaz de cometer com o outro. Inclusive, escrevi esse capítulo com muito receio, pensei mil vezes se postaria ou não, mas aqui está.


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