História Hold Your Hand - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias EXO
Personagens Chanyeol, D.O
Tags Chan Yeol, Chansoo, Kyung Soo, Mais Dezoito Só Pelo Yaoi
Visualizações 82
Palavras 1.015
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Yaoi
Avisos: Álcool, Homossexualidade
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


E mais uma vez nessa semana eu estou aqui com ChanSoo. Realmente gostei de escrever com esses dois e decidi trazê-los aqui novamente.
Bom, como não tenho mais nada para dizer, nos vemos nas notas finais 💕

Capítulo 1 - Boa noite, Chan - Capítulo Único


E mais uma vez o Park sai do quarto irritado, batendo não só os pés, mas a porta também. Abro a porta e vou observá-lo enquanto o mesmo sai irritado do dormitório. Suspiro pesadamente e volto para o quarto, pegando um livro qualquer para espera-lo voltar.

É sempre assim. Chan faz algum gesto carinhoso quando estamos em público e eu recuso, por vezes ele leva na brincadeira, mas em outras sai realmente ofendido e irritado, causando uma discussão que deixa o clima tenso entre os membros. Odeio isso.

– Eu só queria segurar sua mão, Kyung Soo!

Só Deus sabe o quanto já o ouvi resmungar sobre isso, falando que acima de tudo éramos um casal e que eu deveria demonstrar meus sentimentos um pouco mais. Mas não é fácil assim. Parece bobo, mas imagina se o manager descobre? Se uma fã fica sabendo? Se fotos nossas aparecem nos jornais? Seria um belo escândalo!

“Membros do EXO, Chan Yeol e Kyung Soo, são vistos juntos num suposto jantar romântico”

Me dá arrepios só de pensar.

Não é como se eu não o amasse ou não quisesse seus carinhos, mas as coisas não são tão simples para nós. Não é fácil para mim também, mas preciso zelar não só por nós, mas pelos membros também. O único problema é que ele não consegue ver o meu lado nessas horas, só o dele.

Tiro o boné e suspiro fundo, percebendo que já passei umas três páginas e não li nenhuma. Deito de barriga para cima, olhando para o teto e pensando no quão mais fácil seria se nossa vida não fosse tão pública.

Vou para o sofá da sala e me deito ali, ligando a TV e assistindo qualquer coisa que estivesse passando, mesmo que no fundo meus pensamentos estivessem mais focados em Chan do que nos entrevistados da noite.

– Será que ele foi pro mesmo bar de sempre? – Pergunto a mim mesmo no silêncio do quarto. A resposta é óbvia, conheço Yeol como ninguém. É quase certo que ele irá voltar no meio da madrugada cambaleando, perturbando algum dos membros para que eles troquem de quarto “só mais essa vez”. Isso se ele não beber tanto ao ponto de esquecer seu nome e entrar derrubando tudo e acordando todo mundo, deixando para mim a difícil tarefa de cuidar de si.

Minseok vem para a sala e me olha como quem diz que sabe o que houve ali.

– Quer conversar? – Pergunta com cautela, sentando na beiradinha do sofá. Nego, entortando os lábios num falso sorriso que é respondido com um balançar de cabeça. – Se precisar estou no meu quarto.

O Kim mais velho se levanta e volta para seu cantinho, cansado de tentar nos aconselhar. É inevitável que coisas assim aconteçam.

Suspiro alto e volto a prestar atenção na TV, tentando me distrair das coisas ao meu redor, mesmo que, lá no fundo, eu olhasse de hora em hora para a porta e para o relógio, esperando que Yeol chegassem logo em casa. Bêbado, mas são e salvo.

 

X

 

Já passavam das três quando a porta se abriu e algo foi ao chão, seguido de uma risada nem um pouco baixa. Levantei do sofá já sabendo o que eu ia encontrar. O garoto com cabelos cor de algodão era a fonte do barulho e estava no hall de entrada, sentado no chão lutando contra seus sapatos, rindo sozinho. Rolo os olhos e balanço a cabeça, me abaixando até ficar na sua altura.

Tiro seus sapatos em silêncio, tendo seu olhar em mim como o de uma criança traquina. Sorrio sem humor para ele, ajudando-o a levantar mesmo que ele fosse bem maior que eu. O cheiro de álcool era quase insuportável.

Carrego o maior até o banheiro e o ponho debaixo d’água depois de tirar toda a sua roupa. Chan balbucia palavras indecifráveis com um sorriso nem um pouco sóbrio e olhos brilhantes e sonolentos.

Ensaboo seu corpo, tocando sua tez sem malícia alguma, recebendo sorrisos gentis e infantis que, aos poucos, vão desaparecendo, dando lugar a feições incomodadas e depois tristes, me fazendo antecipar o que vinha.

– Eu só queria segurar a mão dele... por que ele não deixa? – Ele diz em alto e bom som, me fazendo entortar os lábios. Park sequer percebe que é para mim que ele diz tais coisas, a bebida havia levado embora sua lucidez.

– Pro bem de vocês. O Soo só não quer que as coisas deem errado. Ele só quer o melhor pra você. – Respondo em terceira pessoa, notando que ele agora chorava, me partindo o coração. – O Do ama você, Chan Yeol. Com todas as forças que ele tem. Mas as pessoas não podem saber porque seria terrível para vocês dois. Você sabe bem o que a empresa e a mídia podem fazer se souberem que vocês são um casal.

Channie funga e assente, sinalizando que entendeu, mesmo que vá esquecer de tudo logo na manhã seguinte.

– Eu também amo o Soo... uma pena que as pessoas não podem saber. Queria mostrar pro mundo todo que ele é meu baixinho. – Mesmo com suas palavras doces, sua expressão é de uma criancinha triste.

– Ele sabe, Chan. E isso é o que importa. – O sorriso bobo me escapa dos lábios e eu beijo sua testa, desligando o chuveiro.

Park caminha em silêncio para fora do box e eu o enxugo do melhor modo que posso, beijando seu ombro no processo e recebendo uma risadinha dele que se abaixa um pouco para que meus lábios alcancem sua testa.

Visto-lhe de modo confortável, lhe pondo para deitar em sua cama, mas logo ele se levanta e vem para a minha, ocupando quase a metade dela e me fazendo rir com seu jeito desengonçado que quase o derruba da mesma. Me encosto na parede e o puxo para perto, sentindo seus braços ao redor da minha cintura e seus lábios seguidos de um sorrisinho. Seus olhos se fecham e eu acabo me permitindo sorrir também.

Acaricio seus cabelos de modo suave, observando seu peito subir e descer pacificamente enquanto ele descansa.

 – Boa noite, Chan.


Notas Finais


E aí? Gostaram? Espero que sim 💕
Nos vemos na próxima fanfic. Annyeong 💕
~ @honeyosam

Twitter: BeeJoohoney


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