História Holding Hands - Capítulo 2


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Categorias Harry Potter
Personagens Alvo Potter, Dominique Weasley, Fleur Delacour, Gina Weasley, Harry Potter, Hermione Granger, Lílian L. Potter, Louis Weasley, Molly Weasley, Ronald Weasley, Ted Lupin, Tiago S. Potter, Victoire Weasley
Visualizações 17
Palavras 1.494
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Famí­lia, Fantasia, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Yo. Eu não desisti da fic, apenas estou sem tanto tempo. Espero que gostem desse capitulo.

— É minha primeira Fic, tanto em geral quanto nesse estilo, então peguem leve comigo;
— Fui desafiada a fazer ela, então não sei como será a frequência de postagem, talvez um capitulo por semana.

Capítulo 2 - Quartel General de Forças Mágicas da Magia.


A noite era tão frio que os queixos frágeis da Weasley batiam freneticamente, encolheu-se em baixo do edredom, mas por mais que tentasse, ela não conseguia de forma alguma se aquecer.

Cansada de tentativas falhas, pois não acreditava que aquele lugar poderia ser tão frio, ela decidiu vestir alguns moletons e agasalhos, acabou ficando parecendo um boneco de neve de tanta roupa, duas meias, suas calças, uma blusa e um moletom. Usou alguns lençóis como cachecol também, sentindo-se nostálgica das roupas fresquinhas do inverso em Beauxbatons. Tentou então dormir daquela forma, mas inevitavelmente virava-se inquieta na cama de um lado a outro buscando sentir-se confortável.

— Para com isso, Vic... — murmurou sua irmã sonolenta, se perguntava como a menor conseguia dormir naquela situação.

— Está muito frio... — justificou, mas a irmã não deu um sinal qualquer de que se importava com aquilo. Suspirou levantando e tirando aquela “fantasia”. Estava sentindo-se horrível naquela hora.

Decidiu ir fazer algo para lhe aquecer, um chá ou leite quente cairia bem naquela situação, só de pensar no vapor das bebidas era capaz de lhe aquecer momentaneamente. Procurou um roupão e pantufas para sair do quarto. Abriu a porta rangente devagar, toda a casa parecia ranger e pensava consigo mesmo que era um pedido de socorro — pois não se aguentava mais em pé. Riu baixinho com a mão em frente a boca para evitar o ruído mais alto e acabar acordando alguém. A cada degrau que descia, encolhia-se para evitar o barulho que por muitas vezes era impossível. Um som inesperado chegou a seus ouvidos, o que lhe fez notar que havia alguém ali. Ao entrar na cozinha se deparou com uma cena que nunca pensou presenciar naquela hora, Louis, seu irmão mais novo estava sentado sonolento em cima da mesa com uma caneca na mão. Apressou-se para ver do que se tratava.

— O que está fazendo, Louis?

— Vic! — o garoto falou tão alto que a loura rapidamente levou as mãos para a boca do menor, o mandando fazer silencio. Olhou ao redor procurando com quem ele estava e viu os cachos bagunçados de Rose.

Ela parecia esconder-se, mas era tarde demais, pois havia sido vista. Victoire se aproximou sorrateiramente da menina abaixando-se e sussurrando um “bu” perto de suas orelhas a fazendo assustar-se e cair para trás. A maior riu baixinho, mas não conseguiu evitar o irmão de cair em gargalhada.

— Louis, faça silencio. Estão todos dormindo. — pediu suspirando com a mão sobre a boca do pequeno ruivo. — Subam agora, vão dormir seus pestinhas. — disse pegando o irmão e colocando-o no chão.

— Maninha, me conta uma história? — pediu-lhe com uma voz mimada para ela, era incapaz de negar algo daquele tipo, então o pegou no colo e levou até a sala, lá foi onde sua surpresa fora maior.

As crianças, todas elas, haviam pegado seus edredons e criado um “mini” acampamento ali, o ar era mais aconchegante por conta da lareira que fumegava bravamente e todos pareceram animados quando ela se juntou a eles, todos estavam ali, incluindo...

Ele.

Ela sentou-se ao chão enquanto todos lhe apresentavam o “forte” deles, quais ainda pensavam em um nome, mas era basicamente o “Quartel General de Forças Mágicas da Magia” — QGFMM — o que lhe fez rir bravamente. As crianças faziam mais barulhos que o habitual, mesmo tentando os manter em silencio. Demorou poucos minutos para eles terem lhe mostrado cada centímetro do lugar, sendo por fim guiada até a sala dos livros, uma parte do acampamento que tinha alguns livros espalhados pelo chão, e foi quando Louis se manifestou.

— Pessoal, a Vic vai contar uma história. — tal coisa lhe pegou de surpresa, desde que sua idéia inicial era ler apenas para Louis. Nunca tinha contado uma de suas histórias para tantas crianças. Duvidou se conseguiria lembrar-se de uma naquele momento, pois sempre inventava alguma coisa na hora, mas não queria acabar decepcionando a todos igual fazia com o irmão mais novo. Ela pensou consigo mesmo que histórias interessariam a todos, mas nada realmente lhe vinha em mente enquanto todos lhe encaravam naquele momento, incluindo Ted.

— Que tal criarmos uma história, todos podem modificá-la e ela ir seguindo o rumo qual desejarmos. — idealizou para as crianças, mas todos não pareciam entender em qual ponto a loura queria chegar. — Assim, eu começo a história e todos vão acrescentando algo a seguir. Ao terminar, indique a pessoa que for completar. Assim criamos uma história totalmente nova. Vamos começar. — limpou a garganta pensando em alguma coisa — Era uma vez, um castelo bem enorme lá longe, em um reino onde Dragões eram amigáveis e companheiros dos humanos. Lá tinha uma princesa chamada Miranda, e ela havia acabado de ganhar dois ovos de dragões, ela estava ansiosa para o nascimento daquelas criaturas qual tanto admirava. — contava pausadamente atiçando a curiosidade de todos para sua continuação. Antes mesmo de escolher o qual continuaria a trama, Ted sentou-se ao chão junto aos demais.

— Porém, — começou o azulado — Ela tinha que cuidar com muito cuidado desses ovos, deveria mantê-los aquecido e bem acomodado, caso o contrario, eles nasceriam doentes. Mas Miranda era muito descuidada e travessa, então seus pais sempre lhe repreendiam para ser mais cuidadosa com seus ovos. — as crianças pareciam a cada momento mais interessados na trama, e então Lupin a olhou para que ela continuasse.

A loura suspirou brevemente pensando em algo e decepcionada por sua ideia principal não ter sido tão levada a sério. Quando percebeu, todos lhe encaravam novamente.

— Um dia qualquer Miranda foi dar uma olhada em seus ovos, e viu que eles pareciam mal cuidados. Ela então viu que algo de ruim poderia acontecer se ela não fizesse nada. Ela pegou os ovos e começou a aquecê-los, conversar com eles e viu que estava cada vez mais perto deles nascerem. Um deles mexeu de repente lhe assustando e a deixando ansiosa com a ideia de que eles estavam prestes a nascer. — completou a Weasley com um sorriso calmo de a história estar tomando um rumo que deixavam as crianças felizes.

Os rostos dos ruivos viravam consequentemente para lados opostos como um jogo de tênis, naquela hora todos fitava Lupin que parecia sem ideias para completar a história. Os olhos chamativos das crianças lhe deixavam nervosos cada vez mais.

— Miranda então correu para contar para seus pais, mas eles estavam trabalhando. Seus irmãos também não estavam lá para ver o nascimento dos dois filhotes. Acabou que ela queria muito que alguém viesse para ver aquela maravilha com ela, pois sentia que se visse sozinha, não teria a magia de como ver com algumas pessoas ao redor. — juntamente com Lupin e a personagem Miranda, os olhares das crianças foram tornando-se tristes por ela estar sozinha. Até mesmo Victoire sentia-se triste por sua criação estar passando por aquilo.

— Mas ela não estava totalmente sozinha, — completou a loura fazendo todos voltarem o foco para ela com olhos esperançosos. — Ainda havia pessoas que Miranda podia chamar.

— Quem? — todos falaram em um coro ansioso pela resposta da Weasley.

— Nós. — respondeu repentinamente.

— Como assim? — olhares confusos lhe cercaram e Victoire levantou-se indo até a lareira e pegando sua varinha fazendo um desenho no ar. Ela desenhou a jovem Miranda carregando seus ovos com uma feição muito animada, correndo pelo ar enquanto as crianças se impressionavam com a magia da prima. Miranda voava pelo ar saltitante mostrando seus ovos para cada um dos Weasleys na sala, que interagiam com a imagem no ar.

— Está chegando a hora, vamos todos dar as mãos e desejar que os filhotes nasçam sadios e muito bonitos. — Ted falou sentando-se ao lado de Victoire e todos voltaram a sentar-se novamente.

A figura de Miranda levou seus ovos para aquecê-los perto da lareira e todos então deram as mãos. Ted apertou brevemente as mãos gélidas de Victoire, ela foi tomada por uma surpresa encarando o mais velho que sorria ao seu lado enquanto à frente, os ovos chocaram e os filhotes nasciam deixando todos alegres e correndo de um lado a outro. Mas ao fundo, a loura e o Lupin fitavam um ao outro enquanto enlaçavam seus dedos um ao outro.

— Você tem os olhos mais encantadores que já vi, Victoire Weasley. — disse o rapaz pressionando sua mão mais forte. A loura ficou sem reação, e era como todos tivessem sumido e apenas eles dois existia ali, exceto pela imagem de dois filhotes de dragão voando sobre suas cabeças.

As crianças então correram se jogando sobre os dois e então começaram a brincar de cócegas e guerra de travesseiros até o sono enfim chegar e todos irem dormir. Acabou caindo no sono ali mesmo, o ar quente lhe fazia relaxar e logo desabara em sonhos. A imagem de Ted Lupin lhe encarando não saia de sua mente, e cada vez mais o rapaz tomava conta de seus pensamentos. Achava-lhe um rapaz muito atraente e estava se encantando mais e mais por aquele sorriso. Não sabia ao certo como reagir, mas por enquanto, apenas a companhia dele lhe era suficiente.


Notas Finais


Até mais, cya.


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