História Holidays - Capítulo 4


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Categorias 30 Seconds to Mars, Jared Leto
Personagens Jared Leto, Jared Leto, Shannon Leto
Tags 30 Seconds To Mars, Jared Leto
Exibições 33
Palavras 1.235
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Romance e Novela
Avisos: Álcool, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 4 - Thanksgiving


Ainda nem era inverno e fazia já bastante frio do lado de fora, enquanto isso Alexa estava olhando o celular enquanto esperava a roupa terminar de lavar, ela poderia subir para o apartamento, mas todos estariam sentados comendo com suas famílias e agradecendo por alguma coisa, enquanto ela não tinha família e muito menos alguma coisa para agradecer, então ficar ali olhando a roupa girar na máquina de lavar.

- Alguém pediu chocolate? – bateram na porta da lavanderia e ela apenas virou o rosto para dar de cara com a última pessoa que imaginaria ali. –Sei que não é a sua casa, mas você não vai me deixar entrar?

- Como você sabia aonde eu estava? – ela permaneceu sentada.

- Vou entrar assim mesmo. – ele entrou na lavanderia comunitária do prédio e deu um dos copos que segurava para ela que aceitou. - Sabe a menina com quem você foi na minha festa? – ela confirmou com a cabeça e deu um gole no que ele havia trazido, era um ótimo chocolate quente. – Então, ela dormiu com o Shannon, então não foi difícil te achar.

- Sabia que não deveria ter dado meu telefone para ela. – ela o olhou sentar ao seu lado. – E como entrou aqui?

- Seu porteiro não é muito seguro. Foi só dizer que eu era seu namorado que havia chego do Japão e ele me liberou. Não briga com ele, ele apenas quis ajudar um coração saudoso. – ele fez um bico.

- Só porque ele teve boa intenção. – ela bateu as unhas no copo. – O que faz aqui em Boston? Algum filme?

- Na verdade eu vim te ver mesmo.

- Oi?

- Eu queria só te ver. – ele deu de ombros. – Por mais estranho que pareça eu senti sua falta. – ele encostou o cotovelo nas costas da cadeira e apoiou a cabeça na mão. – Você não vai falar nada?

- O que eu teria para falar? – ela tossiu. – Desculpa, estou meio doente.

- Um ‘eu senti sua falta’?

- Jared, eu não posso falar isso. – ela viu ele ficar com uma cara sem graça e resolveu pegar na mão dele. – Eu sei que isso é o que todo garota sonharia, você, um cara incrivelmente sexy, praticamente atravessando o país apenas para dizer ‘senti sua falta’. Mas essa não sou eu.

- Eu banquei o idiota então?

- Não, claro que não. – ela colocou o copo em cima de uma das máquinas e acariciou a mão dele. – Eu gosto de você, mas não dessa maneira, achei que tivesse claro isso.

- Eu não estou falando que amo você, só que senti sua falta. Você vivia na minha casa e faz quase um ano que não temos a mesma proximidade de antes. – ele a fez levantar e sentar em seu colo. – Quer dizer então que eu sou ‘incrivelmente sexy’ ? – ele deu um beijinho no pescoço dela que riu.

- Você sabe disso, não finja modéstia.

- É que eu gosto de te ver me elogiando, sou vaidoso.

- Sei que sim. – ela virou de lado no colo dele e o encarou.

- Você está uma graça só com esse suéter. – ele passou a mão na perna nua dela. – É meu?

- Era do Gael. – ela deu de ombros. – Ficou comigo quando ele foi embora.

- Eu estava começando a ficar excitado, mas agora você acabou com qualquer tesão que existia. – ele continuava acariciando as pernas dela.

- Está falando sério? – ela começou a rir. – Jared, a gente está em uma lavanderia.

- Quer algo mais excitante que transar em um lugar que você possa ser pego? – ele beijou o ombro dela.

- Por esse lado... – ela olhou para cima e ficou um pouco vermelha.

- Isso é um sim? – ele ajeitou a mão entre as pernas dela e subiu até a intimidade tocando o lugar que estava quente, ela soltou um arfar pequeno e contorceu as pernas apertando a mão dele. – Hein?

- A gente pode ser pego aqui. – ela olhou rapidamente para trás.

- Ninguém desceu até agora, é dia de ação de graças, quem vai pensar em lavar a roupa?

- Mas você fecha a porta?

- Tudo o que você quiser. – ele puxou o lábio dela delicadamente com os dentes e soltou, tirando ela do colo e se levantando para fechar a porta.

- Você vai embora depois? – ela encostou as costas em uma espécie de bancada.

- Eu tinha pensado em passar a noite com você, como antigamente. – ele fechou a porta e, por garantia, colocou uma cadeira na maçaneta. – Algum problema? – ele foi se aproximando dela.

- Eu não gostaria que você ficasse.

- Direta. – ele ficou sem graça e colocou as mãos ao redor da cintura dela. – Você está com alguém? Ou esperando alguém?

- Não. – ela colocou as mãos ao redor do pescoço dele. – Eu só não queria acordar e ver você ali com esses olhos enormes olhando para mim enquanto... – ela parou.

- Enquanto o que? – ele a soltou.

- Você sabe, enquanto eu acordo. Sem maquiagem, descabelada...

- Eu já te vi em situações piores que essa. – ele estava encarando ela de maneira séria. – Tem alguma coisa estranha acontecendo aqui que você não quer me contar.

- Não tem nada.

- Quero acreditar em você. E eu quero mesmo transar com você desde o feriado de 4 de julho. – colocou as duas mãos na cintura que, em qualquer homem ficaria afeminado, mas nele não. – E tem algo dentro de mim que está pedindo para eu fazer exatamente como você está pedindo, te comer e ir embora sem nem um ‘a gente se vê’, só que tem outra parte que não quer isso, que depois de terminar que pegar sua roupa, subir com você, arrumar tudo isso no seu apartamento, depois jantar e tentar ver um filme com você, mas a gente não ia nem chegar aos 10 minutos porque eu ia querer transar com você de novo e depois disso a gente ia dormir igual um casal e acordar do mesmo jeito e, ao contrario do que está acontecendo aqui, você ia me pedir para ficar, e eu não me importaria de estar com apenas essa roupa e ficaria... – ele tirou uma das mãos da cintura e coçou o queixo com barba a fazer. - ...ficaria pelo tempo que você quisesse. – essa última frase saiu em um tom meio dramático.

- Eu não posso te oferecer isso que você está querendo, eu sinto muito.

- Posso saber o por que?

- Porque não Jared. – ela cruzou os braços irritada. – Eu não fiquei nem com o Gael que era estável e seguro, imagina se eu ficaria com você que de uma hora para outra pode se cansar.

- Você ouviu tudo que eu acabei de dizer?

- Eu ouvi. – ela confirmou com a cabeça. – E me tocou, de uma certa maneira, mas eu não posso te oferecer isso, a única coisa que eu posso te oferecer é sexo, nada mais que isso.

- Ótimo. – ele abriu os braços. – Eu vou embora então.

- Jared, não seja...

-...sim, eu estou sendo criança e indo embora.

- Isso significa nada de sexo? – ela tentou fazer uma ‘piada’ e mudar o clima, mas ele estava extremamente chateado.

Jared não disse nada, embora tenha pensado em mandá-la se fuder, mas achou melhor ficar quieto, dar uma boa olhada nela, como se fosse a última, e ir embora.



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