História Hollaback Girl - Capítulo 28


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Categorias 2NE1, B.A.P, Bangtan Boys (BTS), Big Bang, Block B, Cheetah, Lee Sung-kyung, Mamamoo, Monsta X
Personagens Bang Yongguk, Cheetah, Hwasa, J-hope, Lee Sung-kyung, Minji, Park Bom, Rap Monster, Show Nu, Solar, V
Tags Bangtan Boys(bts)
Exibições 12
Palavras 891
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Colegial, Famí­lia, Festa, Luta, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Demorei mais voltei então não queimem minha casa kkkkkk
Esse capitulo tem vários flashbacks sim to nem ai.

BOA LEITURA!

Capítulo 28 - "Porque confio em você!"


-Vá para o inferno! – Gritei agarrando em seu pescoço fazendo-o cair no chão.

“Como eu queria não ter acordado hoje!” “Porque simplesmente não fizemos uma festa pra Ye-Won em casa e deixamos o restaurante fechado por hoje?” Era a única coisa que vinha na minha cabeça, enquanto as lágrimas percorriam meu rosto traçando uma marca avermelhada.

Estava descontrolado sem noção das minhas ações! Atirava socos no rosto do ladrão arrancando sangue de seu nariz, e deixando uma grande marca roxa na maçã do rosto sem intenção de parar.

- Maldito! – Rosnou o ladrão sacando um canivete de seu bolso depois de ter conseguido me empurrar de perto dele.

E em questão de segundos tudo começou a escurecer pisquei os olhos diversas vezes com intenção que minha visão clareasse, estava de joelhos no chão e minha cabeça girava sem parar, quando uma dor absurda tomou conta do meu peito, toquei o mesmo e observei minha mão que agora estava coberta de sangue e ao lado o ladrão caído no chão com a garganta cortada, e não muito longe a família que perdi em tão pouco tempo e tão inutilmente, essas foram as últimas imagens que vi antes de perder a consciência completamente.

 

~~

 

- Namjoon? – A voz de Ha-Sun ecoava na minha cabeça.

- Namjoon? – Aos poucos fui abrindo meus olhos que pareciam estar pregados, e a imagem de uma mulher foi surgindo.

- Namjoon? - Com o passar do tempo minha visão clareou mostrando o rosto da minha mãe que estava com os olhos inchados de tanto chorar.

- Onde estou? – Olhava as paredes brancas e respirava aquele cheiro nada agradável de hospital.

- Acalme-se! – Pediu o médico ao me ver agitado sussurrando palavras sem lógica alguma.

- O ferimento irá abrir se não ficar quieto! – Disse a enfermeira ao lado do médico.

Senti uma dor no peito que não me era desconhecida e foi nesse instante que todo aquele episodio passou pela na mente, fazendo com que colocasse um dos meus braços por cima do rosto para que as pessoas presentes não vissem meu sofrimento.

- Eu sei que dói não precisa esconder as lágrimas... – A enfermeira dizia trocando o curativo.

- Se fosse meu peito que doesse ficaria feliz... - Falei virando meu rosto para direção oposta dela.

- Tudo tem solução! – Ela parecia confiante, já minha mãe só ficou sentada no canto do quarto quieta com os olhos em mim.

- Acho impossível quando vidas foram tiradas... – Sem nenhuma palavra minha mãe me abraçou.

- Tudo vai ficar bem... – Ela repetiu essa frase cinco vezes escovando meus cabelos com os dedos.

- Kim Namjoon? Poderia responder algumas perguntas sobre o episodio no restaurante? – Três rapazes com uniformes da policia entraram no quarto.

 

~Flashback~End

 

“Estava chocada com tudo que aconteceu e em pouquíssimos minutos”

- O filho da puta que sobrou teve a coragem de ir a policia, e colocar toda a culpa em mim! – Disse ele socando o braço do sofá.

- Até tudo ser esclarecido pelo detetive e o patife ser preso... O resto da minha família me odiou com todas as forças me impedindo de ir ao velório. – Continuou.

- Até meu próprio pai não queria olhar para minha cara.

- Jiyong me salvou do inferno que seria minha vida... – Diante de tudo a única coisa que consegui fazer foi ouvi-lo e estar pronta para conforta-lo.

- Jiyong?

- Ele era frequentador do restaurante, e acabamos virando amigos mesmo sem saber nada sobre ele, quando soube de tudo, correu para me ajudar sem ao menos ter certeza da minha inocência.

 

~Flashback~

 

- Porque me ajudou? Gastou seu dinheiro com uma pessoa que você só conhece no restaurante! – Não fazia sentido algum Jiyong me ajudar.

- Porque confio em você! – Disse ele simplista.

- Você está dando um tiro no escuro! – “Ele por caso é estupido?”.

- Você não me parece uma pessoa ruim, e por cima é receoso isso me faz querer confiar.

- Posso ser um assassino, usuário de cocaína... 

- Namjoon você é engraçado - Rindo descaradamente da minha cara.

 

~Flashback~End

 

- O emprego que tenho hoje devo a ele! – Deu um pequeno sorriso.

 

~Flashback~

 

-Uma tatuagem? – Perguntei confuso.

- Sim! – Disse Yong Guk.

- Ex- presidiário e funcionário de um casino, você necessita de uma. – “Esse cara acha que eu sou o que?”.

- Você acha que dissipo gangues inteiras e trafico heroína? – Com a sobrancelha arqueada.

- De verdade você é um grande bosta! Não sabe entrar no personagem. – Ele parecia desapontado.

- Você realmente tem um parafuso a menos chega a ser uma versão feminina da Bom – Disse enquanto ria lembrando das asneiras que a mesma falava enquanto comíamos waffles .

- Você se refere à garota nova que ninguém conversa?

- Sim, minha melhor amiga... 

 

 ~Flashback~End

 

- É difícil arrumar trabalho depois que as pessoas espalham fofocas sobre você ser ex- suspeito de matar sua própria família...

- Mas se já tinha sido esclarecido... Por quê?

-Simples Yola, as pessoas gostam de se sentirem perfeitas julgando as outras, mesmo sem saber. – Ele parecia abatido, mas ainda com aquela postura firme que de certa forma me dizia “Estou bem”.

- Você é forte...  Mas não precisa parecer sempre assim agora estou do seu lado. – Disse segurando suas mãos. O  mesmo me abraçou e afundou seu rosto na curva da minha clavícula.



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