História Holy Shit - Capítulo 10


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Categorias Austin Mahone, Becky G
Personagens Austin Mahone, Becky G, Personagens Originais
Tags Austin Mahone, Becky G, Becstin, Hot, Rebbeca
Exibições 26
Palavras 2.571
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Ficção, Hentai, Romance e Novela
Avisos: Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


BABY LOOK WHAT YOU'VE DONE TO ME

Eu ia esperar

eu juro que ia esperar as views do cap anterior aumentarem.
Provavelmente só ia soltar esse sexta. Mas eu amo vocês.
Comentem bastante eu não me importo.
boa leitura amores de mamãe

Capítulo 10 - Nineth


Fanfic / Fanfiction Holy Shit - Capítulo 10 - Nineth

Austin havia deixado Becky em casa, ficando com a promessa de que ela o visitaria no dia seguinte para tratar-lhe os hematomas. Estranhamente isso o deixou ansioso e atrapalhou seu sono.

Só de imaginar que veria Rebbeca mais uma vez seu estomago gelava.

Ele tentou afastar aquela sensação e se concentrar em dormir. Estava cansado e atribui o gelar no estomago ao soco que havia recebido de Justin.

E com esse pensamento adormeceu.

Com Rebbeca a coisa foi parecida, ela geralmente nunca tinha problemas para dormir. Mas agora sempre que pegava no sono sonhava com Austin, e ele conseguia ser tão sexy em seus sonhos quanto era pessoalmente.

Quando amanheceu ela já estava acordada e sentia o baixo ventre ferver. Por que Austin conseguia aquilo dela apenas por aparecer em seus pensamentos? Ignorou isso e resolveu tomar uma ducha gelada para corrigir seu problema.

Lavou o cabelo e vestiu-se com uma roupa comum. Uma calça azul estampada que combinava com a camisa. Calçou seus amados tênis brancos e se perfumou. O perfume que Austin gostava.

Em tempos antigos ela o teria jogado fora apenas pelo fato de que ele agradava Mahone.

Tinha prometido a ele que iria à sua casa cuidar das feridas que ele havia adquirido no dia anterior. Decidiu que faria isso no fim da tarde para dar a ele tempo para descansar.

As horas demoraram a passar e quando seu relógio marcou 18h00min ela deixou sua casa e atravessou a rua chegando logo à casa dos Mahone's. Tocou a campainha e sorriu quando Michelle, a mãe de Austin veio atender. Ela tinha um grande carinho por Rebbeca e foi gentil ao recebê-la e avisar que Austin estava o quarto.

Becky subiu e bateu a porta que estava entreaberta lhe dando uma pequena visão de um Austin sem camisa, jogado na cama. De repente todo o calor de mais cedo voltou e ela sentiu as pernas bambearem. Como conseguia estar excitada apenas de ver o peito nu do rapaz?

Carter virou o olhar para ela e sorriu. Ele já estava certo de que ela não viria mais.

- Entra Beca. – chamou-a pelo apelido que a muito já não usava, e isso tirou um pequeno sorriso da morena.

- Trouxe a caixa de primeiros socorros. – ela mostrou a caixa branca enfeitada com uma cruz vermelha que trazia nas mãos.

Austin se sentou dando espaço na cama de casal para que a morena sentasse.

- Agora fique quieto. – Marie alertou e abriu a caixa branca tirando de lá o que ia precisar.

Primeiro analisou a figura de Austin. Ele tinha um olho roxo, uma sobrancelha partida, lábios partidos e alguns roxos espalhados pelo corpo.

Pegou o algodão e curvou-se um pouco para frente. Tocou sua sobrancelha o vendo fazer uma careta. Desceu mais os dedos e tocou seus lábios, Carter fechou os olhos e os deixou entreabertos, arrepiando apenas com aquele mínimo toque de Becky.

Austin tentou beija-la, mas ela logo mirou sua concentração para outro lugar, tocando o hematoma com a ponta dos dedos. Ele fez outra careta, então segurou as mãos da morena com uma das mãos e com a outra seu queixo mirando o olhar dela em si.

- Fugindo de mim? – ele perguntou com um sorriso. Desde que Becky entrara ali as suas feridas já não representavam mais nada.

- Apenas concentrada. – respondeu calmamente e voltou a se concentrar no que fazia.

Ela tinha a mania de morder os lábios quando se concentrava demais em algo. E isso foi a morte para Carter que precisou respirar fundo para conter seu próprio corpo, que à essa hora só queria obedecer a Rebbeca.

- Essa é sua forma sútil de me dizer que não quer me beijar?

Para Mahone, Becky era uma mistura de toda pureza e malicia juntas, aquele jeito descontraído a boca era quase tão fofo quanto provocador.

Aquela voz fazia Gomez arrepiar, e ela de verdade torcia todas as vezes para que ele não notasse. Sorriu imediatamente e ergui o olhar o mirando os olhos do moreno.

- Se for, sinto em dizer que foi tarde demais. – ele completou antes de se levantar.

Rebbeca se levantou também, confusa foi até a mesinha deixar lá a caixa de primeiros socorros.

Caminhou até a porta e trancou a mesma e quando voltou estava diferente. Andou em direção a ela como um leão caminha até sua presa. Cada passo para perto a respiração de Marie acelerava um pouco mais.

A mão direita fez caminho direto a sua nuca entrelaçando seus cabelos a pressionando contra a mesa que havia atrás dela.

Carter deixou os lábios tocarem os seus levemente, mas sem beija-la, somente em um ato de provocação, sua cintura colada na dele que avançava fazendo seu corpo curvar para trás, desviou de seus lábios e observou a morena com um sorriso.

- Acho que... Posso tirar proveito disso - disse calmamente e mordeu seus lábios enquanto sua mão esquerda subiu a lateral de suas pernas parando em seu quadril.

Por um momento Carter fez menção de beijar Rebbeca novamente ao deixar uma leve mordida sobre seu lábio inferior.

Ela respirou fundo apertando um pouco as mãos sobre a mesa, tinha medo de cair já que as pernas bambeavam. A mordida só piorou tudo. E ele apenas a deixava na expectativa.

Desvirou o curso da mão e pegou um algodão dentro da pequena caixinha que estava logo atrás dela, que revirou os olhos quando ele se afastou e aproveitou para me recompor.

- Que tal brincarmos um pouco?- o moreno se sentando de forma despojada sobre uma das poltronas do quarto e cruzou uma perna a encarando esperando sua reação.

Era realmente divertido provoca-la.

- Brincar? – Marie encarou-o confusa. Franziu as sobrancelhas e sentou-se na cama ficando de frente para ele. Sabia que era impossível esconder dele o quanto as pequenas provocações tinham lhe aquecido. - Brincar de que?

Austin observou sua expressão e acabou rindo. Ele já tinha certa noção do tipo de reações que causava no corpo de Becky.

- É bem simples. Faremos perguntas um ao outro pra cada erro... Uma peça retirada. – o sorriso faceiro dele cresceu. - O que acha? Se você errar demais vai estar com bastantes problemas.

Naquele momento os hematomas nem lhe doíam mais.

Rebbeca sentiu o ventre revirar com a proposta. Mas porque nega-la se já estava ali, praticamente entregue a Austin Mahone.

- Hum... Ok! Não vejo nenhum problema. – a voz aveludada da morena estava confiante, o que a surpreendeu já que jurava que gaguejaria. – Comece.

- Minha primeira pergunta é... - Levantou indo até ela e sorriu brincalhão, colocou as duas mãos uma para cada lado do corpo de Rebbeca, encarando seus olhos como se a impedisse de sair. Aproximou o corpo do dela e sussurrou em seu ouvido. - Qual a cor da box que estou vestindo?

Rebbeca passeou os olhos por seu rosto, aproveitando que ele estava perto, parou sobre seus lábios. Por ela acabaria o jogo naquele momento apenas para beija-lo. Abanou a cabeça tentando conter os pensamentos. Então notou que estava sem saída, notou também que aquele sorriso sínico era irritante.

- Baseada em todas as vezes que eu vi sua box... Eu acho que preta. -Era um chute arriscado e ela sabia que ia errar

- Olha só... – ele aplaudiu fazendo a morena sorrir. – Seria um ótimo palpite, mas... – Sorriu de forma provocativa e umedeceu os lábios sentindo os músculos se contraírem – Quem te disse que estou usando? – Perguntou soltando um riso sínico no canto do rosto e deixou um pequeno selinho nos lábios da morena antes de se afastar.

Encostou-se a mesa e permaneceu com o olhar vidrado nela.

- Você quem escolhe o que eu devo tirar? – ela questionou um tanto irritada, odiava perder para Austin.

- Essa já é a sua pergunta? Não precisa pressa, vou acabar tirando uma por uma.

- É por isso que vou começar pelos sapatos. – Riu baixo e se curvou um pouco para alcançar os tênis que tirou, segurou os dois com uma das mãos e os colocou ao lado da cama. – A pergunta é: quantos centímetros de cabelo eu cortei?

- Jura? Não poderia colocar as meias junto pelo menos? – ele a encarou desapontado. – 30 centímetros? – arriscou, aquele era o tipo de pergunta que nunca acertaria. Foi logo tirando uma das meias que usava.

- Vinte.

- Onde você me encontrou a primeira vez?

A morena cruzou as pernas, brincando com as pontas dos dedos sobre uma de suas coxas, pensando em como ele já tinha conseguido desvia-la completamente de seu real objetivo ali.

- Foi na escola, quando eu me mudei de cidade e acabei indo pra sua escola. No maternal eu acho. – deu de ombros, a lembrança a tinha feito sorrir um pouco.

Levantou da poltrona e caminhou até ele parando em sua frente, ficando no espaço entre as suas pernas. De forma natural mirou o olhar diretamente a sua boca, depois desviou, não podia ser tão fraca.

- Por que escolheu o caminho mais longo se tinha formas mais rápidas de conseguir o que você quer? – questionou sorrindo leve. As pontas dos dedos tocando a pele quente do homem logo a sua frente. Tirando dele pequenos arrepios.

Mahone segurou o queixo dela sorrindo brincalhão.

- O desafio me motiva. – disse sorrindo sínico e soltou seu queixo fitando seus olhos. – E você errou, devia lembrar que nos conhecemos ainda no ônibus. – aproveitou a surpresa envolveu sua cintura puxando seu corpo e colando contra o próprio, deixou os lábios tocarem o canto da sua boca e logo desviou ao seu ouvido.

- Ou será que sua calcinha completamente molhada está fazendo seu corpo gritar mais alto do que seu cérebro amor?

Involuntariamente o corpo todo de Rebbeca tremeu. Tanto pelos toques quanto pela forma que ele a chamara. Mesmo que ela soubesse que não havia nenhum significado na palavra.

- Acontece que eu estou jogando com um trapaceiro – Sussurrou baixo quando tive seu corpo colado ao dele.

Para ela aquilo se chamava tortura. Ele estava a colocando ao ponto de não raciocinar mais de tão desejosa.

E ele insistia nesse jogo.

- As meias podem esperar. – Ela riu fraco e se afastou dele um pouco. Tinha decidido que também entraria no jogo.

Levou as mãos à barra da camiseta e a tirou deixando no chão em seguida. Marie cruzou os braços dando uma leve impressão de que seus seios ainda cobertos pelo sutiã parecessem maiores e apenas manteve o olhar secante sobre ele.

- Ainda quer que eu faça alguma pergunta?

- Algo me diz que se dependesse de você já teríamos parado esse jogo... Estou certo? – sorriu malicioso e parou como se pensasse um pouco. – E se quiser acabar com o jogo é só tirar o restante das peças.

Gomez abanou a cabeça levemente e manteve a mesma distância dele, sorriu de canto e virou de costas tirando a calça devagar até que chegasse ao chão. Virou-se para ele apenas para observar suas reações. Austin praticamente babava. Sorriu travessa e primeiro se livrou das alças do sutiã, depois do fecho deixando o mesmo cair no chão. Virou-se outra vez de costas e repetiu com a calcinha o mesmo que havia feito com a calça.

O membro de Austin já latejava de vontade de senti-la, e para piorar a situação ela havia se empinado completamente enquanto tirava a calcinha dando a ele uma visão privilegiada daquilo que no momento o pertencia.

Ela voltou para perto de se colocando nas pontas dos pés apenas para alcançar no seu ouvido.

- Agora é só pegar o que quer.

- Imagino que você tenha duvidas se eu realmente estava sem. – Falou abrindo o botão da bermuda que vestia, era sua ultima peça e devagar ele a tirou deixando a mesma cair por meus pés. Estava excitado, e o sussurro foi apenas o dedo que faltava para o gatilho.

Rebbeca abriu a boca na esperança de conseguir dizer algo, mas apenas o observou da cabeça aos pés, umedecendo os lábios por fim.

Tentou se afastar outra vez, mas teve seu pulso puxado a forçando colar seu corpo no do moreno. As mãos dele urgentemente invadem sua nuca e finalmente ele a beija. Um beijo intenso, ao mesmo tempo em que andava em direção à parede.

As intimidades coladas quando Rebbeca foi pressionada contra a parede, e teve suas duas mãos presas acima da sua cabeça a deixando completamente exposta e indefesa.

Mahone observou sua presa com desejo e desviou os lábios a seu pescoço rapidamente deixando deslizar ao seu pescoço deixando um chupão ali, arrancando dela um gemido baixo. Ela tentava de todas as formas negar a si mesma que gostava quando ele a marcava.

Becky tinha consciência do quanto havia provocado. Mas estava descobrindo que não existia um limite para aquilo quando estava com Austin.

O moreno subiu beijos até o seu ouvido e mordeu seu lóbulo levemente enquanto descia a mão por sua cintura passando pelo seu quadril. Apertou com gosto o traseiro da garota, então levou a mão a sua perna a fazendo se levantar unindo sua intimidade completamente molhada em seu membro rígido sem penetrar.

Outro gemido, dessa vez, mais alto. A parede fria era o contraste perfeito com seu corpo quente de Carter. Arfou sentindo a respiração desregular e enlaçou também a outra perna ao seu quadril, rebolando para conseguir algum tipo de atrito na mais nova provocação.

- Austin... – seu nome escapou como um gemido. – por favor...

Ele suspirou, soltou suas mãos e segurou suas pernas andando com ela a colocando em cima da mesa. Sorriu malicioso sentindo sua intimidade úmida fazendo seu membro deslizar para dentro de seu sexo devagar. Ele não cansava de provocar, queria fazer Rebbeca Gomez enlouquecer e pedir por mais.

Becky gemeu, estava tão excitada que meu primeiro orgasmo veio junto com a primeira estocada. Ele sabia intensificar e deixa-la transbordando de prazer, luxuria desejo qualquer palavra que definisse o momento. Enlaçou os braços ao redor do seu pescoço ganhando apoio e apertou ainda mais as pernas ao redor de seu quadril.

Estava completamente entregue. Mas quando não esteve?

Carter desceu os lábios devagar a sua clavícula, trilhou beijos por seu pescoço e foi descendo até parar entre seus seios. Passou a ponta da língua nos seus mamilos arrepiados e sorriu ao perceber que ela estava de olhos fechados.

Cansado da provocação ele se apoiou na mesa. Então começou a movimentar-se dentro dela. O som dos quadris se chocando preenchia o quarto, e ele a beijava para abafar os gemidos que podiam chamar a atenção de sua mãe.

Agarrou suas pernas mais uma vez e sem quebrar o contato entre as bocas carregou-a até a cama.

Deitou-a ali e veio logo por cima. Fez ela abrir um pouco mais as pernas e novamente segurou suas mãos antes de preenche-la por completo em uma estocada forte.

Rebbeca mordeu os lábios para não gemer e logo teve a boca de coberta pela de Austin.

Beijavam-se enquanto se completavam. O suor se misturava e os gemidos também. Carter gemeu rouco ao sentir ela se contrair alertando que havia alcançado um de seus melhores orgasmos. Em seguida deixou jorrar dentro dela seu prazer quente.

Conectados e satisfeitos, beijaram-se mais uma vez.

Por fim ele deitou ao seu lado e cobriu os dois. Ela fez menção de levantar. Ele apenas a abraçou e sussurrou um pequeno "shh". Ficaram ali, e ali adormeceram.


Notas Finais


Uma dica depois desse capitulo? um bom banho, frio de preferencia kkkkkjjjj
Titia Isa ama vcs

All The love I <3


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