História Home - Capítulo 4


Escrita por: ~

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Categorias One Direction
Personagens Harry Styles, Personagens Originais
Tags Drama, Firsthkaos, Harry Styles, One Direction, Revelaçoes, Romance
Visualizações 19
Palavras 1.084
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Ficção, Luta, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oi gente, peço desculpas a todos por passar um mês - ou quase - sem postar.
Minhas aulas voltaram e eu fiquei completamente sem tempo, escrevi a maior parte desse capitulo durante minhas aulas, mas não dava para simplesmente parar de prestar atenção, certo?
Aqui está mais um capitulo: O PRIMEIRO NARRADO POR HARRY.
Aproveitem!

Capítulo 4 - Harry


Acordei num quarto bonito, confortável. Sentei na cama e percebi que estava apenas de cueca enrolado num lençol. Não entendia porque alguém que me sequestrou e teve o cuidado de me enrolar no lençol e deixar o ar condicionado ligado numa temperatura confortável.
A luz da janela batia em meus olhos e os mesmos ardiam, quase implorando para que eu fechasse a cortina.
Vi em cima da cadeira roupas, deduzi que eu deveria vesti-las. Era uma calça preta surrada e uma camisa de botões, em baixo da cadeira tinha botas marrons. A pessoa que escolheu conhecia muito bem meu jeito de me vestir.
Vesti toda aquela roupa e sentei na cama, não conseguia lembrar de nada do que havia acontecido. Tudo o que tinha na minha memória era que eu tinha saído para correr, como sempre, dois caras me abordaram na rua dizendo que suas filhas eram minhas fãs e tirei foto com ambos. Senti algo como uma picada de mosquito na lateral da minha barriga e apaguei.
Levantei a blusa e não parecia ter acontecido nada no local que antes doía. Passei a mão no cabelo, confuso. Como diabos eu havia ido parar ali?

Minutos depois um cara com aparentemente 35 ou 40 anos abriu a porta do quarto e atrás dele entrou uma mulher que talvez tivesse a mesma idade que eu. Ela era linda. Cabelos escuros e bem cuidados. Seus olhos eram castanhos escuros, mas quando a luz batia ficavam da mesma cor que uma deliciosa barra de chocolate ao leite.
Suas curvas eram evidentes naquela calça social preta com uma camisa social e sobretudo por cima. Algo nela me deixava intimidado, mas essa mesma coisa me excitava, me fazia sonhar e delirar apenas pensando o quão bom seria se minhas mãos passassem pelo seu corpo ou só imaginando como seria se em algum momento eu tivesse a oportunidade de beijá-la. Meus pensamentos logo foram interrompidos por aquele cara que me observava. Olhando para ele quase tive a certeza de que ele sabia no que eu tava pensando, enquanto o outro cara que parecia ter a mesma idade do primeiro parecia se perguntar o que diabos ela tinha visto em mim. Não sabe ele que a resposta para essa pergunta, eu também quero saber.

- Moça? Pode me dizer onde eu estou? Não consigo lembrar de nada.

- Você já vai entender tudo Harry.

- Como sabe meu nome? – Ele parecia completamente confuso.

- Antes de tudo, aceita comer alguma coisa?

Confirmei vendo pela expressão dos caras que deduzi serem seus seguranças que essa era minha única opção.

Já estávamos à mesa, mas eu não encostei em nada. Tinha medo de com que aquela comida estaria temperada. Talvez ela só esteja me dando uma ultima refeição. Mesmo com tantas possibilidades, a pergunta ainda martelava minha cabeça.

- Pode me falar por que estou aqui? – Perguntei, mais uma vez.

- Coma, Harry – Ela mandou, completamente autoritária. A forma que ela falou fez-me sentir obrigado a comer. Cheguei a imaginar se haveria uma recompensa por comer, mas logo afastei o pensamento da cabeça.

- Não. Eu quero saber por que estou aqui, como eu cheguei, quem é você e o que diabos quer comigo. – Falei quando me dei conta que realmente fui seqüestrado. Estava absolutamente irritado com a situação, estava tudo indo tão bem. Por alguns segundos, achei que ela havia gostado de ver-me alterado.

- Você está muito nervoso querido. Nem parece que é tão doce – Seu sorriso demonstrava completa malicia, teria ela feito algo comigo?

- O que? Você me...? – Ela gargalhou alto. Não saberia o que aquilo queria dizer. Minha respiração acelerou, estava assustado.

- Não querido, eu não te estuprei, se é isso que está pensando. – Suspirei em alivio total, mas me surpreendi com o que ela disse a seguir – Só queria ver sua reação.

- Você só pode ser louca – Falei indignado, como alguém chegara a tal ponto?

- Te garanto que quando fizer isso, você vai estar bem acordado – A olhei abismado. Senti algo dentro de mim ansiar por isso. Era errado, mas incrivelmente excitante a idéia de que ela poderia me prender e fazer o que quisesse de mim.

- O que diabos você quer comigo, finalmente? – Perguntei tentando afastar esses pensamentos absurdos da minha cabeça.

- No momento? Que você coma. Está começando a me irritar. – Ela me olhou, claramente me ameaçando. Sexy. Peguei o sanduíche a minha frente e comecei a comer – Bom menino. – Ela falou em tom de deboche, como se eu fosse um cachorro.

Olhei bravo para ela e jurei que a qualquer hora ela iria gargalhar, provavelmente não me achava ameaçador. Pude ver clara malicia em sua expressão, como se o único jeito de eu ser “ameaçador” fosse na cama. Não pude deixar de pensar que seria realmente muito bom.

- Okay, vamos às respostas. – Falou quando eu já tinha terminado de comer – Comece.

- Como cheguei aqui? – Comecei pelo mais obvio.

- Isso é obvio, gatinho. Eu te trouxe.

- Quem é você? – Falei afastando a minha cadeira da mesa. Admito, estava com medo da resposta.

- Sou sua nova dona, querido. – Me respondeu enquanto vinha em minha direção.

- O que quer comigo? – Minha respiração aumentou ao ponto de me deixar ofegante. Ela sentou em meu colo, me deixando tenso.

- Companhia. – Falou ela, me encarando completamente sedutora e então começou a acariciar meu ponto fraco. Nuca.

- Tem vários seguranças aqui, não é como se estivesse sozinha – Minha voz estava por um fio, até que ela falou, com sua boca encostada na minha:

“Não é desse tipo de companhia que estou falando”

Então ela me beijou, de forma lenta e deliciosa. Tentei relutar contra a minha carne, meu cérebro me dizia pra me afastar. Quanto mais cada célula do meu corpo mandava eu me afastar, mais eu tinha vontade de retribuir, apertá-la contra meu corpo.

Sua perna passou para o outro lado do meu corpo, e minhas mãos desceram quase que no automático. Senti que minha excitação apenas aumentava, até que ela separou nossas bocas.

- Não imaginei que você cederia tão fácil. – Sorriu, ainda olhando em meus olhos. – Joe! – Chamou, com o tom de voz um pouco mais alto.

- Sim, Becca? – Um dos caras que antes estavam lá em cima apareceu onde estávamos.

- Leve nosso querido Harry pra cima, no quarto de hospedes e avise aos cozinheiros que quero o almoço para meio-dia e trinta, certo? – O tal Joe assentiu e me levou com ele.


Notas Finais


O que acham, Little's? Cometem, please!


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