História Home To Mama - Capítulo 25


Escrita por: ~

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Categorias Justin Bieber
Personagens Alfredo Flores, Jaxon Bieber, Jazmyn Bieber, Jeremy Bieber, Pattie Mallette
Tags Drama, Justin Bieber, Romance
Exibições 37
Palavras 2.453
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Festa, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Desculpa a demora.

Capítulo 25 - You're Bae


Fanfic / Fanfiction Home To Mama - Capítulo 25 - You're Bae


 - Welcome to Carmel By The Sea. - falei pausadamente e com voz de aeromoça o que estava escrito na plaquinha da cidade na qual entramos.
Ele não disse nada.
Pelo menos até onde eu sei, ainda estamos na Califórnia.
- Então...- fiz uma pausa para ver se ele falava algo, ele só me olhou sorrindo. - porra cara. - disse um pouco puta. Ele começou a rir. - Justin é sério. É aqui?- ele só me olhou de novo. Cretino. Foda se. Coloquei um reggae pra tocar e fechei meus olhos, indo para outra dimensão. Não tem porquê ficar puta com ele. Vou curtir esses dias do começo ao fim, com ou sem ele. Mas de preferência com ele.
- Vai me responder ou não? - perguntei novamente sem obter resposta. - okay. Eu espero. - assim que eu virei meu rosto para tentar tirar um cochilo, meu celular começa a tocar.
- Tyler.
- Hey Lola. - senti Justin colocando uma mão na minha perna e me olhando assim que paramos em um sinal.
- É, eu liguei pra saber se você estava, está bem?
- Ahn? Como assim? Por quê eu não estaria bem? - perguntei olhando para Justin, que estava concentrado demais na nossa rota de carro.
- Você não viu o que estão falando?
- Ah tá. Sobre isso? Eu vi sim. Está tudo bem.
- Sério mesmo Lola?
- Sério. Não têm o porquê de ficar triste com esse tipo de coisa. Essas pessoas só estão sendo escrotas. Não vou ficar gastando toda a minha energia positiva com pessoas tão desnecessárias. Pensei que de todas as pessoas você fosse a que mais iria me entender.
- Ah porra Lola. Agora eu sou adivinha? Lola valeu. Tô saindo aqui.
- Não. Não Tyler. Desculpa. Não era pra soar dessa forma. Não queria ser grossa com você, meu amor. - pronunciei as últimas palavras com uma voz um pouco infantil, o que o fez rir. É uma mania nossa que toda vez que um de nós três estiver puto, é só fazer uma voz de criança que não se pode ficar bravo com o outro.
- Lola.
- Fala panda.
- Vai pro inferno - disse rindo.
- Você sabe que eu vou. - respondi gargalhando. - mas e aí, como é que você está?
- Ah Lolita. Eu estou..normal. Já me mudei para nossa casa.
- Mentira. Porra! Você não disse nada. Nos íamos os três juntos, Ty. Caralho.
- Calma Lola. Eu só não estava aguentando continuar lá. Meu pai.. depois eu te conto, quando vocês vierem para cá daqui a duas semanas. - Ah não. O pai dele é um puta de um louco, e Tyler é tão frágil.
- Okay então.
- Vou desligar Lolita. Tô indo sair pra comer.
- Okay. Divirta-se.
E fim. O viadinho desligou antes.
- Tudo bem? - Justin perguntou acariciando minha coxa.
- Sim. Ele só ficou preocupado.
- Com o quê?
- Nada com o que você precise se preocupar também. - disse sorrindo pegando sua mão e a beijando.
- Okay então. Ah Lolita, chegamos. - o bobão disse. Quando parei de olhar para ele e olhei para o imóvel a minha frente quase tive um heart attack. Porra. É uma puta de uma casa.
- Justin. Mas que porra é essa? - perguntei saindo do carro e olhando jardim.
- O que? Você não gostou? - perguntou também saindo do carro.
- Tá de zoação né? Eu amei. Amei muito, só que é caro. Tipo, muito caro mesmo.
- Lola para com isso. Em quanto você estiver comigo você não precisa se preocupar com essas coisas. - suas mãos foram de encontro a minha cintura, me deixando ainda mais próxima dele.
- Eu só não gosto que você torre seu dinheiro comigo. Acho desnecessário.
- Mas não é desnecessário se vai te deixar feliz.
- Ah Justin.
- Por favor diz.
- Eu amei. Amei só de ver a estrutura da casa. Mal posso esperar para ver como é por dentro.
- Vamos entrar? - afirmei com a cabeça o acompanhando para dentro da residência.
Um hall com pinturas de arte moderna, e logo depois era uma sala de tv seguida da sala de estar/ jantar. Tudo de bem aconchegante, e incrivelmente bem decorado. Entramos na cozinha, e puta merda. Parecia a cozinha do Gordon Ramsay.. Era linda, e ainda por cima possuía uma vista para os fundos, que puta merda. Ele só podia estar de zoação comigo.
- Justin.- disse sem palavras.Tinha uma puta de uma piscina com churrasqueira, espreguiçadeira e até uma mesa redonda gigante com um guarda sol fazendo sombra. Que perfeição, sem falar nas árvores do jardim e a floresta que tinha logo atrás da casa. Não quero nem imaginar os quartos.
  - Quer subir ? - perguntou sorrindo em quanto me analisava. Só afirmei com a cabeça. Não estou nem conseguindo falar.
  Voltamos para dentro da casa e subimos as escadas de madeira que dava um tom ainda mais aconchegante. Justin me puxou até a primeira porta das quatro que tinham ali em cima. Umas almofadas alternativas estavam repousadas naquele tipo de janela que ainda tem um descanso a madeira colado a mesma.
  Grande pra caralho. Foi a primeira coisa em que eu pensei. O quarto era num tom de lilás com branco. Extremamente lindo. A cama era uma King size e tinha um baú na frente cheio de almofadas para sentar. Uma tv gigante pendurada na parede com um xbox no chão. Eu amo esse garoto. Quadros do Nirvana e Pink Floyd estavam pendurados na parede onde estava a porta pro closet. Havia também uma varanda um tantinho grande demais com duas cadeiras e uma mesinha de descanso.
  - Justin. - o chamei ainda olhando para o horizonte, o quarto tinha vista para a pequena floresta com um mar um pouco distante, acho que 10 minutos de caminhada é o suficiente para chegar lá.
  Senti seus braços abraçando minha cintura por trás. Segurei sua mão e a beijei.
  - Obrigada Justin. Isso aqui - gesticulei minhas mãos em círculo para mostrar que eu me referia a casa. - é incrível. - virei meu corpo para olhar no seus olhos e mostrar o quão feliz eu estava. Ele é um fofo.
  - Fico feliz que...- não deixei terminar, beijei seus lábios lentamente.
  - Tá com fome ? - perguntei fazendo carinho nas maçãs do seu rosto. Ele só afirmou com um aceno de cabeça e sorriu. - vou pra cozinha.
  - Vou tirar as coisas do carro. Tem comida na geladeira e na despensa.
  Desci as escadas correndo e procurei pelo banheiro do primeiro andar. Tranquei a porta encarando minha face no espelho. Eu estou radiante. Sorrindo feito uma idiota, meu corpo ainda está em choque. Essa casa enorme só para nos dois, que bizarro. Molhei minhas mãos e esfreguei na minha nuca para ver se eu me acalmava. Sai do banheiro, indo para a cozinha.
  Puta merda. Quando ele disse que tinha comida ele não estava brincando. Tem de tudo até carne, mas eu relevei, ele é carnívoro, eu não. Acho que vou fazer o jantar. O que será que ele come?
  Abri uma garrafa de vinho que estava na geladeira e virei numa taça, deixando outra ali vazia para quando ele viesse se juntar a mim. Retirei um file de bife do freezer, o quiabo e batata da geladeira, e peguei um pote com chia e outro de orégano. Retirei também 5 dentes de alho, uma cebola e uma saco de arroz. Peguei uma frigideira e duas panelas de tamanho médio. Comecei a cortar a cebola, a batata e o quiabo, quando senti que tinha alguém me observando. Não virei, continuei o que eu estava fazendo. Temperei a carne e lavei o arroz, assim que terminei de picar. Coloquei as batatas para numa panela com água, e acendi o fogão. Ele encheu mais o meu copo de vinho, colocando a mão na minha cintura.
  - Não sabia que você sabia cozinhar. - ele disse sorrindo, depois bebendo um gole do seu vinho, não ouvi quando ele encheu o próprio copo, que estranho.
  - Têm muita coisa que você ainda não sabe sobre mim. - tirei sua mão da minha cintura e peguei uma frigideira para fritar o quiabo separado da carne. - você podia colocar uma música, né? - pedi com o meu melhor sorriso, fritando o alho junto com a cebola num fio de azeite na panela, deixei dourar e coloquei a chia e o arroz, mexi com uma colher de pau e depois adicionei dois copos de água, logo tampando a panela.
  - Pelo visto você gosta de se concentrar também, ainda não tinha te visto ficar tão séria.
  - Me diz uma coisa amor..- disse de forma irônica, colocando meus braços em volta do seu pescoço com o copo de vinho ainda em minha mão direita - em quanto tempo você acha que consegue conhecer uma pessoa? Realmente conhecer, a tal ponto que você saiba que as pessoas vão fazer, o modo como elas agem. - suas mãos foram de encontro a minha cintura, deixando antes seu copo de vinho na bancada onde estava apoiado.
     - Depende muito da pessoa, se ela for tão interessante quanto você aparenta ser, eu posso investir bastante tempo, mas se for sem graça, uma basic girl, eu invisto um dia maravilhoso de sexo com ela. As duas opções valem bastante a pena, são vantajosas. Mas depende bastante do momento que eu preciso de uma delas. - não disse nada, ele me pegou desprevenida. Fiquei encarando seus olhos castanhos caramelizados num silêncio extremamente intenso. - e no momento.. eu preciso de você. - Tá bom Lola Moore, sem pirar. Respira Lol, respira. 
      - Para cara! Justin Drew Bieber! Você não pode fazer isso comigo, não pode falar essas coisas maravilhosas e esperar que eu continue normal, porquê eu não consigo. - soltei. Não dá. Ele é demais para mim.
      - Por que? Porque eu sou quem eu sou? - perguntou parecendo um pouco estressado.
    - Porque Justin, eu não estou acostumada com carinho, palavras doces. E isso também é pelo fato de você ser o Justin Bieber. Sei que se fosse só sexo ia ser diferente, por isso que eu não dei pra trás, mas eu preciso que você se lembre que eu sou só uma adolescente com a mente fodida que está pegando um popstar. Me desculpa, mas a criação que a minha tutora me deu não foi amável.
    - Mas você é extremamente amável. Só você não consegue ver isso. Você é adorada. Sei que é cedo demais pra dizer isso, mas eu gosto muito de você. E me machuca o fato de você não perceber o quão é especial. Eu mal te conheço e sinto que já posso dizer isso.
    - Ah Justin. - o abraçei prendendo meu rosto no seu pescoço. - Obrigada - sussurrei no seu ouvido, depositando um beijo no seu pescoço em seguida. - vou terminar o jantar. - sai do abraço, pegando meu copo e matando o que restava ali.
   - Quer ajuda? - perguntou mexendo nas panelas.
   - Nã..na verdade eu quero sim, quer fritar a carne? 
   - Claro. 
  Preparei uma frigideira para fritar o quiabo, e comecei a amassar a batata, misturei com meio copo de leite assim que estava totalmente na forma de purê, e acendi de novo o fogão para esquentar. Desliguei o arroz, assim que vi que estava pronto. Fritei o quiabo, e voilá.
    -  Consegui! - Justin gritou do nada me assustando quando eu ia virar mais vinho goela abaixo.
   - Ai cara! - disse colocando a mão no peito.
   - Terminei. - ele disse olhando o bife com um sorriso satisfeito no rosto. Buda! Esse moleque raramente deve pisar na cozinha a não ser para pedir as coisas.
  - Parabéns bebê. - disse rindo - aposto que você raramente cozinha.
  - Verdade. Não dá pra ficar cozinhando quando se tem que o que fazer, como escrever música depois gravá - las , fazer apresentações públicas, manter contato com os amigos e família, é difícil ser eu gatinha. - disse e piscou um olho para mim. Que merda que eu acabei de dizer?! 
   - Merda. Desculpa Jay. Não foi minha intenção.
   - Não. Tudo bem. - larguei o copo de vinho e comecei a colocar a mesa junto com Justin, já que ele veio voluntariamente. Ele ligou o ipod numa caixa de som interna que ia para todos os cômodos.
   - Quer mais vinho? - ele perguntou colocando sem antes me deixar responder.
   - Você por acaso quer me deixar embebedar? - perguntei rindo. Era minha quarta taça.
   - Que isso? Longe disso. Preciso de você sóbria. - disse rindo. Sorri levemente vendo um sorriso de segundas intenções aparecer no seu rosto. 
    Comecei a me servir de tudo menos da carne. Caralho. Está muito bom.
   - Puta merda. Você cozinha bem pra caralho.- sorri. Estávamos sentados um de frente para o outro. - Porque você não senta do meu lado? Quer ficar distante?
    - Não. Desculpa. É que sei lá. - coloquei meu prato e minha taça do seu lado, e me sentei colocando minhas pernas por cima da dele. - melhor?
    - Com certeza. - disse dando um beijinho no meu pescoço. 
    - If you let me tresure you. Oh oh ohhhhh. You're my treasure. - cantei ao final da música de Bruno Mars rindo. Amo essa música. Amo esse cantor.
    - E não é que você também canta bem. 
    - Para de brincar comigo Justin. Fica falando falácias cara. 
   - Não tô zoando, mas o assunto vai morrer...morreu. - Ri, que garoto bizarro. - mas e aí. O que achou do álbum? 
   - Tá de zoação né? Aquela maravilha é bizarramente incrível. Está superando todos, menos Journals, porque em Journals você foi você pela primeira vez e isso foi o auge das Beliebers. Mas esse vai ter turnê e com certeza vai ser lactante, então. ..
   - Tá falando sério mesmo? 
   - Tô. Óbvio que eu estou. Olha a minha cara de quem mente para agradar aos outros. Vai ser o álbum em que você vai recuperar fãs, e ganhar muitos outros. Sei que não deveria, mas estou muito orgulhosa de você. - disse acariciando seus coro cabeludo.
   - E porque você não deveria? - perguntou me olhando nos olhos, o que sempre me deixa sem graça. Odeio que me olhem nos olhos. 
   - Porque eu não sou nada sua. - disse como se fosse óbvio.
   - Claro que é. Você é minha Belieber,  minha mais nova amiga de energia positiva, e você é Bae.
   
 


Notas Finais


Até. .


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