História Homeless | JB ✅ - Capítulo 8


Escrita por: ~

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Categorias Justin Bieber, Selena Gomez, Taylor Lautner, Taylor Swift, Zayn Malik
Personagens Justin Bieber, Personagens Originais, Selena Gomez, Taylor Lautner, Taylor Swift, Zayn Malik
Tags Amor, Angel, Anjo, Belieber, História, Home, Homeless, Justin Bieber, Less, Love, Sad, Story, Triste
Exibições 83
Palavras 1.730
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Crossover, Drama (Tragédia), Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Espero que gostem e desculpe pela demora amores 🙊💜

Capítulo 8 - Salvo...


Fanfic / Fanfiction Homeless | JB ✅ - Capítulo 8 - Salvo...

   — Obrigado por ter vindo... ~minhas falas pareciam sair de modo automático, eu estava vidrada em seus olhos, acho que ele estava fazendo de propósito, pois os aproximavam cada vez mais. Sinto um arrepio na nuca quando sinto a mão de Justin passar por baixo de meu cabelo e se encaixair atrás de minha orelha até o meio da bochecha puxando lentíssimamente meu rosto para mais próximo do seu, fecho os olhos para sentir melhor a adrenalina que subiu pela minha espinha, sinto a respiração dele bater em meus lábios e sua testa colar na minha, abro os olhos e vejo que ele estava com seus olhos fechados, mas senti os meus abertos e abre os seus também logo deixando um sorriso escapar... Apenas sorrio e fecho meus olhos, sinto seu seus lábios tocarem bem de leve nos meus, mas antes que o beijo acontecesse viro meu rosto de leve fazendo Justin beijar a minha bochecha.

   — Acho melhor você ir... ~falo sorrindo fraco olhando para o chão e com uma de minhas mãos em seu peitoral.
   — Também acho... ~ele fala calmo ainda bem próximo a mim.

  Ele se afasta e pega o violão que havia deixado sob a cama, caminho até a varando e Justin vem atrás.

   — Obrigado de novo por ter vindo e por ter tocado pra mim... ~sorrio.
   — Não precisa agradecer! ~ele sorri. Beijo seu rosto fazendo ele fechar os olhos para sentir o toque.
   — Boa noite! ~sorrio.
   — Boa noite. ~ele pisca e passa uma de suas pernas por cima da divisa, logo passa a outra, quando ele se apoia lhe entrego o violão e o mesmo salta feito um gato lá em baixo, se ajeita, me olha e sorri mandando um beijo com a mão, sorrio e fico ali o olhando até que ele suma na esquina. Entro para meu quarto e tranco a porta da sacada, fecho as cortinas, apago as luzes e finalmente me deito, no teto do meu quarto havia pequenas bolinhas que ascendia no escuro, as coloquei ali quando fiz 15 anos, eu as amava. Fico olhando para cada uma delas e pensando no beijo que quase aconteceu... Ele disse que já tem uma garota em especial, mas mesmo assim queria me beijar! Bom, pelo menos pareceu que ele queria tanto quanto eu... MAS QUE MERDA! EU NÃO POSSO CRIAR SENTIMENTOS DESSE TIPO POR ELE! Imagina se minha mãe descobre, ou pior meu pai! Eles são tão egocêntricos com relação a classe social das pessoas que se relacionam com eles e com a família, mas não posso negar que algo relativamente entranho está surgindo em mim por ele... O que fazer?
Fico ali pensando até que pego no sono.


            P.O.V Estela Collins.

    — Anthony! ~desço as escadas correndo ao sair do quarto de Hannah.
    — O que foi mulher? Parece que viu um fantasma! ~meu marido ri.
    — É sobre a Hannah! Ela está com um rapaz no quarto! ~falo sorrindo e me sento ao seu lado no sofá.
    — Um rapaz? NO QUARTO? Vou lá agora mesmo! ~ele se levanta, mas eu o seguro.
    — Calma! Deixa ela! Ela não tem mais 13 anos Anthony, nossa menina cresceu, e esse é o primeiro rapaz que vejo com ela além do Thiago, mas o Thiago não conta, eles são amigos a anos! ~sorrio.
    — Não me acostumo... Pra ela sempre será um neném! ~ele senta novamente.
    — Não vou mentir... O rapaz é lindo e tem uma ótima pinta pra modelo, eu adoraria investir nele! ~sorrio olhando pro nada.
    — Você sempre querendo agenciar esses meninos... Calma, talvez o rapaz não goste disso!
    — Sim, Hannah disse que ele é da área musical... Mas sabe o que me deixa muito feliz? ~pergunto.
    — O que? ~ele tira a atenção do celular e me olha erguendo uma de suas sobrancelhas.
    — O alívio de saber que nunca irei ver Hannah entrando aqui de mãos dadas com uma garota! ~suspiro.
    — Qual o preconceito? ~ele pergunta sério.
    — Nem um, sabe que não tenho e nem posso, nossa profissão não deixa! Advogados estão aptos a tudo, mas confesso que achei que nossa filha não gostasse de rapazes! ~gargalho.
    — Eu também já achei isso, mas talvez ela estivesse apenas procurando um certo querida! ~ele sorri calmo.
    — Bom, espero que eles sejam mais que amigos... Hannah precisa viver...
    — Deixa eles Estela! Se tiver de acontecer, vai acontecer! ~ele pisca pra mim.

           P.O.V Justin Bieber.

  Salto da sacada, me ajeito e olho para Hannah sorrindo, mando um beijo no ar com a mão para ela e vou em direção a casa de seu Jaime, preciso devolver seu violão. Chego lá em 5 minutos, ele mora na mesma rua que Hannah, toco a campainha com receio, por já ser um pouco tarde. Logo seu Jaime abre a porta.

   — Olá Justin! ~ele sorri.
   — Desculpa pela hora seu Jaime, mas eu precisava devolver... ~lhe entrego o violão.     — Muito obrigado! ~sorrio.
    — Sempre que precisar sabe onde pedir filho! ~ele pisca para mim.
    — Tenha uma boa noite seu Jaime, até manhã. ~me viro para sair dali, mas ele me chama.
    — Justin! ~ele fala. Paro e me viro.  — Pode tomar café da manhã na padaria a partir de amanhã, você é um bom rapaz! ~ele sorri e entra antes que eu possa agradecer.

  Saio dali com um sorriso enorme no rosto! Agora tenho onde comer pela manhã todos os dias, minha vida não podia estar melhor, tanta coisa acontecendo.... A Hannah, agora seu Jaime... Essa menina chegou para mudar minha forma de ver o mundo e as pessoas.

Uma semana depois...

  Durante essa semana que passou eu não vi muito Hannah, só uma vez depois daquela noite que foi na segunda feira, no dia seguinte para ser exato, para contar que depois do café da manhã seu Jaime me contratou como padeiro. Eu estava realmente feliz essa semana, menos pelo fato de não ver Hannah, ela estava bastante ocupada com a escola, hoje já segunda, começa minha segunda semana de trabalho, eu fui no sábado na casa de Hannah, mas ela havia viajado, tinha um bilhete na janela em baixo da sacada avisando.
Minha função na padaria era abri-la todos os dias, tomar café, tomar banho no banheiro de funcionários e começar a preparar a primeira massa de pães da fornada da manhã, já eram 6:00 AM, já faziam uma hora que havia aberto a padaria, os pães já estavam assando, seu Jaime chega e libera a padaria para funcionamento. Passo o dia trabalhando aqui, nessa semana que passou algumas pessoas me olharam extremamente feio, pois a maioria sabe que moro bem ali do outro lado da rua e quando me vêem vestido de padeiro e olham com nojo, como se eu não me higienizasse para trabalhar, porém eu não ligava.

Algumas horas depois...

  Estava quase no fim do meu expediente, Gustavo precisou sair mais cedo, um rapaz que trabalha aqui como garçon, então seu Jaime pediu que eu ficasse no lugar dele nessa última hora de trabalho, fiz. Servi várias pessoas, mas uma mulher acabou com o meu dia.

    — Olá senhora, boa tarde, o que a senhora deseja? ~me aproximo gentilmente sorrindo pronto para anotar seu pedido.
    — Vou querer... ~ela para de falar e me olha de cima abaixo e de baixo a cima.  — Onde está o garçon? ~ela pergunta seca.
    — Eu sou o garçon. ~falo ainda sendo gentil.
    — Não, você é o mendigo que mora do outro lado da rua! Eu não quero ser servida por você! ~ela se levanta.
    — Mas eu trabalho aqui senhora! ~falo normalmente.
    — Já tiveram funcionários melhores! Você é um mendigo sujo que não deveria nem passar na porta desse estabelecimentos! Seu Jaime, como pode deixar que um morador de rua trabalhe aqui! ~ela para no balcão frente a seu Jaime.
    — Tenha respeito dona! Ele está trabalhando como qualquer outro e é o melhor funcionário que já tive!  ~ele me defende.
   — Me sirva uma porção de pão de queijo aqui mesmo no balcão... Não quero pegar nem um tipo de contaminação. ~ela me olha com nojo.

  Aquela foi a gota d'água, segurei minhas lágrimas até estar fora da padaria, as palavras da quala mulher atingiram bem no fundo, mas na verdade ela está certa, sou apenas um morador de rua que não deveria está trabalhando num lugar tão fino como aquela padaria! Vou andando em direção a casa de Hannah, as lágrimas caiam como uma cachoeira, subo na sacada e bato levemente na porta.

         P.O.V Hannah Collins.

  Tinha acabado de chegar de viagem, nem fui a aula hoje, meus pais e meu irmão ficaram em Nova York, só eu voltei, eles ainda tem mais três dias por lá. Saio do banho e escuto batidas na porta da sacada, meu coração gela, minha barriga se revira, era ele, depois de uma sem vê-lo finalmente iria encontra-lo.

   — Já vou, vou me vestir! ~grito. Me visto super rápido, até eu mesma me impressiono, coloco a toalha no banheiro e abro a porta da sacada, vejo Justin parado me olhando, seus olhos estavam extremamente vermelhos, sua expressão era triste.
    — Entra Justin! ~ele entra rapidamente e me abraça forte.    — O que houve? Por que está chorando? ~falo ainda abraçada a ele.
    — Eu não sou nada Hannah, nada! Apenas um morador de rua que não pode trabalhar sem ser julgado! ~ele fala abafado, pois seu rosto estava em meu ombro, sinto lágrimas nele. Pego o rosto de Justin com as duas mãos para olhá-lo em seus olhos.
    — Não diga que você não é nada! Você é um ser humano, você é  maravilhoso, com um coração maravilhoso! Uma pessoa pura que mesmo com todas as dificuldades não virou um marginal qualquer, admiro muito você pela sua força de vontade em querer vencer, eu sou grata.... ~faço uma pausa, seus olhos mergulhavam nos meus enquanto falava.  — Sou grata por ter te conhecido Justin, você é... ~fui calada por um beijo lento, ele logo pediu passagem e eu cedi, era o melhor beijo de todos que já dei, paramos por falta de fôlego. Continuamos nos olhando com as testas coladas e respirações ofegantes.
    — Por que fez isso? ~pergunto ainda ofegante. Ele sorri.
    — Eu precisava ser salvo... Salvo pelo seu toque, salvo pelo seu beijo.


Notas Finais


C O N T I N U A ??


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