História Homem-Aranha: O Novo Vingador - Capítulo 3


Escrita por: ~

Postado
Categorias Homem-Aranha
Personagens Peter Parker
Tags Heróis, Homem Aranha, Marvel, Tony Stark, Vingadores
Visualizações 36
Palavras 3.286
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Ficção, Ficção Científica, Luta, Romance e Novela, Saga, Universo Alternativo
Avisos: Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


A partir de agora, todos capítulos terão mais ou menos 2 ou 3 mil palavras (por ai). 5 é muita coisa e não gosto de cansar as pessoas, por isso o ritmo sera mais rápido e terão mais ganchos. E o ultimo capitulo com 5 mil palavras, sera o 6, que finalizara o arco. Boa leitura:3.

Capítulo 3 - Um Mundo de Lendas - Parte 3


Fanfic / Fanfiction Homem-Aranha: O Novo Vingador - Capítulo 3 - Um Mundo de Lendas - Parte 3

 

Nova York — Mansão dos Osborn – Manhã — 09h45min.

O bilionário filantropo Norman Osborn ajeita a gravata de seu terno em seu quarto, se arrumando para seu evento de campanha na escola Midtown. Ele solta um longo suspiro, terminando de se ajeitar e dando uma breve olhada nele mesmo no espelho.  Após dar um passo para frente, ele olha diretamente para seus olhos por vários segundos, até que vê uma luz verde tomando conta dele, e de repente, seu rosto começava a ficar verde e sua pele enrugada, parecendo um monstro horrível, que solta uma risada assustadora. Norman balança a cabeça, fechando os olhos e abrindo novamente, vendo seu rosto normal. Ele leva um susto de uma voz fria e grossa, que diz:

—Com medo dos fantasmas do passado, Norman? — Pergunta o homem de terno azul, que já havia falado com Norman na Oscorp antes. Ele entra no quarto e se encosta na parede, olhando para Osborn, que se vira e da uma breve olhada no homem. Em seguida volta a se olhar no espelho.

—Eu não tenho medo de nada, senhor Martelo. — Disse de uma forma curta e grossa, ainda se olhando no espelho.

—Mas deveria ter. Você sabe do que eu estou falando, certo?

—Sei. Esta falando do Li. Aquele idiota fica roubando minha tecnologia e trazendo problemas para minha empresa. E a pior parte é que não sei como ele consegue parecer tão bonzinho quando não é um gangster misterioso. Nem a policia quer acreditar que ele é responsável, por isso estão descartando essa teoria. Mas eu entendo seu plano, deixar que um desses super seres acabe com ele. Eu só não sei quem faria isso. O tal demônio da cozinha do inferno, o tal justiceiro, não parece no estilo deles nem dos Vingadores.

—Paciência, meu caro Osborn. O Rei nunca erra, já te disse. Parece você vai ter uma preocupação, não é? Ouvi dizer que o garoto Harry voltou.

—Ele vai se virar sozinho, não tenho tempo para fingir ser o pai do ano. Só espero que pelo menos ele sirva para convencer seus amiguinhos idiotas a votar em mim. — Afirmou, se virando e olhando para o homem de terno azul, que é conhecido como Cabeça de Martelo.

—Tanto faz, por tanto que não atrapalhe os negócios. Agora tenho que ir, o Rei pescou um peixe interessante. — Disse Cabeça de Martelo, caminhando até a porta e saindo pela mesma.

—Tanto faz. — Afirmou, vendo o homem sair.

Escola Midtown — Pátio — 10h27min.

O jovem Peter Parker estava ao lado de sua tia na enorme multidão do pátio da escola. Todos estavam tirando fotos e esperando a chegada de Norman Osborn e seu grande discurso, a não ser Peter, que estava mais preocupado com o cara que o Shocker tirou da prisão. As coisas estavam ficando complicadas para o Aranha. Ele se perguntava o que o tal  ``Senhor Negativo´´estava tramando.

—Por que esta demorando tanto? — Se questiona May, olhando diretamente para o palco e nem notando o jeito estranho de seu sobrinho.

—Acho que sei lá. Até os ricos e poderosos gostam de dormir tarde no sábado, né? – Disse Peter, balançando a cabeça negativamente e colocando seu  capuz do casaco cinza que ele vestia.

Peter puxou suas mangas mais para baixo, escondendo mais seus lançadores de teia e colocou as mãos no bolso, soltando um suspiro. Até que o mesmo olha para o lado e observa Gwen chegando com sua mãe. Ele sente o momento todo em câmera lenta, apreciando a beleza da loira que usava sua jaqueta de couro de sempre e um batom preto. A mesma sorri para ele e ele da um pequeno aceno. Porem, o momento em câmera lenta acaba, quando Ned aparece na frente de Peter.

—Ah, eae Ned.

—Oi Peter, oi senhora Parker. Sabem por que esta demorando tanto?

—A gente tava se perguntando isso. — Disse Peter, olhando para o outro lado, vendo Flash e sua turma num canto. O mesmo percebe Max chegando e acena para o mesmo, que esta ao lado de seu pai, que parecia estranho, até mesmo bêbado.

Quando Peter ia falar alguma coisa, Norman Osborn sobe no palco e todos começam a aplaudir o mesmo. Ele levanta as duas mãos e solta um sorriso, que pra quem não o conhecia, era simpático. Peter também bateu palmas, até que todos pararam e então Norman tirou o sorriso do seu rosto, ficando um pouco serio.

—Alunos, pais e professores da nossa querida sociedade, todos nós ficamos tristes pelo que aconteceu com a nossa ultima prefeita, ela sempre será lembrada. Mas, todos nós sabemos a onda de crimes que domina nossa cidade. Sabemos os heróis que ela tem, mas também sabemos seus defeitos. É por isso que eu estou aqui, vamos resolver todos os problemas, juntos. Eu prometo! Prometo que nenhum mutante vai fazer mal a ninguém! Vamos dar um fim neles! Os deixar longe de nós, onde não poderão fazer estragos! Além disso, prometo regras mais justas pra cidade. Chega de pessoas virando bandidos pra comprar um pão! Tudo será justo quando eu estiver no comando...Eu prometo! E para comemorar, para aqueles que têm interesse, a Oscorp oferece um estagio e uma visita aos nossos andares mais ricos em novidades. Vocês tem até o fim da tarde para se escreverem. Aproveitem! — Disse o mesmo, passando confiança em suas palavras. Assim, todos aplaudiram o mesmo e começaram a comemorar.

—Wow! Estagio na Oscorp! É seu sonho, Peter! — Disse Ned para Peter, que estava com um sorriso estampado no rosto.

—É, cara! A gente não pode perder essa chance. Posso, tia? — Pergunta o mesmo, completamente animado.

-Claro! Só tomem cuidado com as ruas, olhe para os dois lados e –

—Tia, não somos crianças.

—São sim. Volte cedo pra casa. — Diz a mesma, beijando a bochecha de seu sobrinho e dando tchau para Ned.

Após tia May ir, Peter olhou animado para Ned e logo Gwen se aproximou dos dois, com um sorriso no rosto e suas mãos no bolso.

—Vocês ouviram isso? Não to acreditando! — Disse animada, olhando para os dois.

-Nem eu, cara! Eu sempre sonhei com isso, a gente tem que ir pra lá agora! — Afirmou Peter, olhando fixamente para a mesma, algumas vezes olhando para Ned. Porem, quando Peter olha para o lado, ele vê um fantasma. Seu velho amigo, Harry Osborn, estava com uma espécie de terno preto, um cabelo meio emo e um sorriso estampado no rosto, enquanto olhava para os três e se aproximava lentamente. Ele retira as mãos do bolso e bate algumas palmas, ainda sorrindo.

—Peter Parker, Gwen Stacy e Ned Leeds! A turma dos nerds que tanto senti saudade!

-E-eu não acredito. Harry Osborn! — Disse Peter, soltando outro sorriso. Contente por ver seu amigo que sumiu a um ano. Logo, Gwen corre até os braços de Harry dando um abraço forte no mesmo. Peter se incomoda um pouco, mas ignora.

—Harry! Onde você esteve? — Pergunta Gwen, saindo do abraço.

—É uma longa história, mas eu conto depois. Vocês nerds vão pra Oscorp, certo? Meu pai conseguiu comprar vocês com papo furado pelo jeito. De qualquer forma também vou pra la.

—Cara, nunca vou entender por que você odeia seu pai. — Pergunta Ned, um pouco pensativo.

—Se tudo der certo, vocês vão saber em breve...—Disse Harry, meio sério. Até que o mesmo volta a sorrir e continuou —Olha só, tenho que por o papo em dia com o Pete, a gente vai caminhando mesmo.

—Vamos?

—Vai dizer que adquiriu preguiça? Só quero falar com o meu melhor amigo, pode não?

—Vamos então. A gente se vê ela, galera. — Responde Peter, dando uma risada e olhando para Gwen, até que ele e Harry se despedem dela e Ned, que foram procurar Max e Felícia para ir a Oscorp com eles.

Durante todo o caminho, Peter e Harry colocavam a conversa em dia e se abraçavam, enquanto caminhavam na calçada. Peter contou sobre a mordida de aranha que aconteceu na Oscorp e Harry falou como foi viver num internato horrível que seu pai o colocou durante um ano. Ele falou sobre as garotas loucas que ele pegava, fazendo Peter dar risada de cada garota que ele citava.

—É serio, ela realmente já me apontou um canivete porque eu não quis ficar com ela. Mas eae, e você? E as namoradinha, Peter? — Pergunta Harry, dando uma risada fraca. A pergunta faz Peter e ele pararem de caminhar, Peter fica pensativo e disfarça olhando para os lados.

—Bom...Eu meio que...E-eu, eu sei la. Não tenho nenhuma — Diz voltando a caminhar. Harry deu uma risada e voltou a caminhar do lado do mesmo.

—Pera ae, não me diz que- Você ainda é BV?

—Sou, ué. Você sabe como eu sou, Harry. Não deveria ficar surpreso.

—Mas, enquanto a Gwen? Tu não era apaixonado por ela?

—O-que??? Eu nunca gostei da Gwen desse jeito. Para de inventar! Vocês que ficam falando essas coisas. — Diz o mesmo, gaguejando um pouco, porem Harry realmente acredita, porque Peter nunca mentiria ou esconderia algo dele por causa da sua amizade forte.

—Ta bom...Eu entendi. Nós quatro sempre fomos melhores amigos. Eu, você, Gwen, Ned. Acha que tudo ficaria mais complicado. Mas, eu sei que você não gosta dela, tava só zoando. Mas, olha, vou fazer uma festa pra comemorar minha volta. Quero todo mundo la, e relaxa, não vou deixar o viado do Flash aprontar contigo. Aquele cara sempre foi um babaca.

—Nem me fale...E as garotas  ainda gostam dele..—Disse bufando. O dialogo é interrompido pelo motorista de Harry, que chega com uma limusine preta. Os dois entram no carro e começam a ir em direção a Oscorp.

Oscorp – Saguão de entrada.

Gwen, Ned, Max e Felícia entram na Oscorp e começam a ser guiados junto com outros alunos por uma mulher que trabalha no local. Ela começa a dar algumas explicações sobre em que ano Norman Osborn fundou a empresa e como. Gwen ficava pensativa sobre Harry e Peter, até que Ned percebe a mesma pensativa e pergunta:

—Ta tudo bem? Parece confusa.

—Eu só...Só tava pensando sobre o estagio, nada demais. — Responde soltando um sorriso para o mesmo. Logo Max olha para uma das telas da Oscorp e diz:
 

—Isso não é demais? Eles tem a própria I.A. feita pelo próprio Tony Stark! Fazer estagio aqui vai ser demais.

—Isso se passarem na prova. Ainda bem que não preciso me preocupar...As vezes não ter o cérebro de vocês é bom. — Diz Felícia, andando ao lado e Gwen. No mesmo momento, Felícia ajeita as mangas, abaixando as mesmas, porem antes de abaixar, Gwen percebe alguns machucados e roxos. Quando ia falar algo...Vários demônios entram pela porta, atirando no guardinha que tinha ali. Os jovens se assustam e acabam se abaixando no chão.

—O que-o que é isso? — Gagueja Max, olhando para seus colegas.

Não demora muito para alguns seguranças da Oscorp chegarem no saguão, começando um tiroteio intenso que os demônios vencem. E quando um guarda pega sua arma e se levanta, tentando atirar num demônio, ele é atingido por uma rajada de energia das luvas de Shocker, que entra do local do lado de Gargan, que estava vestindo uma jaqueta de couro verde e girando um canivete na mão.

—É-é o s-s-Shocker! — Diz Ned, abaixado no chão. Shocker caminha até mesmo e se abaixa, olhando diretamente nos seu olhos e dizendo:

—Eu mesmo. — Fala se levantando e olhando os demônios — Metade de vocês, venham comigo. A outra metade fica aqui e não deixa policial nenhum entrar. Gargan, você vai subir. Espere sua presa.

—Agora você ta falando minha língua. — Responde Gargan, passando a língua nos lábios e indo até o elevador.

—O resto, pega os reféns e leva pro andar dos protótipos de usina elétrica! — Ordena Shocker.

Do lado de fora da Oscorp, o carro de Harry chega e ele Peter saem do carro, vendo que o noticiário já estava no local. A mulher dizia para câmera:

—Aqui é a repórter Jennifer Toomes ao vivo da Oscorp. O local esta sendo atacado pela nova gangue conhecida como os demônios, não temos certeza de quantos, mas a confirmação é de que pelo menos 6 reféns estão la, tirando os funcionários. Espera- aquilo é um helicóptero? — Fala olhando para cima. Um helicóptero se aproxima do topo da Oscorp.

—Meu deus! A galera ta la, Pete! Peter? — Fala Harry, olhando para os dois lados, vendo que Peter tinha sumido. Na verdade, o jovem já estava no beco mais próximo, tirando seu casaco, sua camisa e suas calças, revelando assim seu uniforme ridículo. Ele tira a mascara do bolso e coloca.

(Não posso deixar nada acontecer com aquelas pessoas. Tenho que tirar todos de la...Mas como? Hora de improvisar).

Peter - digo Aranha, lança uma única teia que o leva até a parede Oscorp, assim ele começa a escalar o mais rápido possível para chegar no topo do local. Ele da umas olhadas la para baixo, ficando com um pouco de medo por causa da altura. Por mais irônico que seja, ele tinha um pouco de medo.

(Eu mereço...)

Enquanto isso, dentro da Oscorp:

Gargan usa o elevador para chegar no andar de cruzamentos de espécies, onde tinha pesquisas feitas pelo doutor Connors antes de ser demitido. Ele então puxa sua pistola da cintura e ve um funcionaria correndo. Ele corre atrás do funcionário, até dar um pulo e parar na sua frente, apontando a pistola para o mesmo.

—Aonde vai? A festa ta só começando...—Diz sorrindo.

O aranha continua escalando até o topo da Oscorp. Quando consegue, ele observa o helicóptero que fica apenas sobrevoando ao redor do topo, até que vai embora. O aranha lança sua teia numa antena que fica ali no topo/terraço. Ele ve três demônios fazendo a guarda.

(Eles vão me dizer onde os reféns estão.)

Ele, então, da um pulo, parando no meio dos três caras, com a posição clássica com as mãos no chão, como um animal. Ele sente tudo em câmera lenta e vira, ficando de costas no chão, vendo que um cara ia tentar dar uma porrada nele com a arma. Então o aranha da três pulos pra trás e lança uma única teia, que gruda na barriga do cara, e ele o puxa, o jogando pra longe. Quando o cara iria se espatifar na calçada, ele lança uma teia no pé do cara e amarra a teia num cano, deixando ele pendurado. Os outros dois, ele só pula pra perto deles e começa a dar socos e chutes rápidos, até derrubar um e o prender no chão com teia. Ele da um chute na barriga do outro e o prende no chão também, só que ele vai em cima dele.

—Bom, vou te dar uma única oportunidade de fazer algo útil nessa sua vida idiota e medíocre. Então responda: Onde estão mantendo os reféns?
—No-no andar das usinas elétricas ou sei lá o que.

—Bom garoto. — Diz lançando teia na boca do cara, o calando. Em seguida, Peter entra por uma porta que dava no terraço e começa a descer as escadas rapidamente. Ele abre uma porta e vê alguns caras armados andando pelo andar. Ele sai de fininho e fecha a porta devagarinho.

Ele solta uma teia no teto e fica grudado la, se movendo lentamente para não chamar atenção dos bandidos.

(São muitos caras para enfrentar. Preciso chegar nos protéticos de usina logo, não vou deixar nada acontecer com meus amigos.)

Enquanto andava pelo teto, o herói vê Shocker entrando numa sala. Ele solta um suspiro.

(O Shocker...Se eu acabar com ele, posso conseguir informações sobre o Senhor Negativo. E ele ta no caminho pra usina, não tenho tanta escolha).

Ele então segue grudado no teto na direção da sala, até que usa teia com os pés pra descer lentamente pro chão. Assim que desce ele entra pela mesma porta que o Shocker e já usa sua teia para grudar novamente no teto, vendo que Shocker estava olhando algumas mercadorias da Oscorp

—Fala ai, Consertador. O que tenho que pegar? — Fala Shocker, com o dedo no ouvido, em sinal que estava falando com alguém a distancia.

(Consertador? Onde foi que eu já ouvi esse nome?).

Gargan caminha pela sala de cruzamentos de espécies, apontando uma arma para o funcionário que estava assustado. O funcionário usa seu cartão de acesso para entrar na sala onde tinha vários frascos da Oscorp com algum tipo de liquido amarelo.

—Essas coisas amarelas, fazem o que?

—Elas..Elas podem...Elas- não foram testadas..Elas

—Responde, porra!

—Vão te deixar diferente...Como um mutante, eu não sei!

—Mutante, é? Agora você ta falando minha língua. Injeta!

—Senhor..Eu..Não recomendo.

—INJETA, FILHO DA PUTA! ESSA DAI COM SIMBOLO DE ESCORPIÃO, ANDA!

O aranha desce  lentamente com sua teia, ficando atrás de Shocker. Ele fica de pé, cruzando os braços, até que da uma tossida para chamar atenção de Shocker, que se vira para tras.

—Kk eae Shocker. Como vai sua mãe? – Assim que ele pergunta, Shocker ja da uma rajada, que O Aranha desvia, dando um salto e depois parando no mesmo lugar.

—Caramba, que educação!

—Eu vou acabar com você, pirralho. Já ta enchendo a porra do meu saco! — Diz dando duas rajadas, uma de cada mão, assim quando o Aranha desvia para o lado acaba tomando a segunda e batendo de costas na parede.

-Da um tempo, choquinho. Não to afim de te dar uma surra... — Diz se levantando e olhando Shocker, que fica pressionando o botão de soltar a rajada da luva, mas sem atirar, fazendo a luva brilhar.

—Que de dane, to sim! — Afirma o Aranha, dando um salto, desviando de uma rajada, e quando outra vem, ele fica com as mãos no chão, erguendo seu corpo pra cima e abrindo as pernas, fazendo a rajada passar por la.

—Por pouco! Ai, me diz quem é o Senhor Negativo que eu não te quebro muito!

—Por que ta fazendo isso, garoto? Isso é coisa de adulto. Além do mais, Norman Osborn não é quem você pensa. — Diz soltando múltiplas rajadas, que o Aranha ficou desviando com altos e piruetas.

—Serio? Ele vai me falar isso quando eu acabar com ele, uma coisa de cada vez, certo. E geralmente é assim com as pessoas, eu pensava que você era um vilão legal, o meu primeiro super vilão, só que você não tem porcaria nenhuma de super, não é nada sem essas luvas — Fala desviando das rajadas e soltando teia no teto, pegando impulso e dando um chute na cara de Shocker, que o jogo no chão.

—Seu pirralho maldito, eu vou te matar — Diz, se levantando e soltando ainda mais rajadas. Eram tantas que ficava confuso pro aranha defender, e como ele ainda é muito lento, uma das rajadas acaba pegando ele, o jogando longe. Em seguida Shocker acerta outra nele, e outra, e outra, até ele bater as costas na parede de novo.

—Au... — Diz o aranha se levantando. Até que ele percebe que Shocker fica assustado, olhando para ele.

—Que foi? Eu sou tão feio assim? — Pergunta confuso, até que sente uma baba caindo na sua mascara, e quando olha para cima, ve uma espécie de escorpião humano, babando verde nele. O aranha se afasta lentamente e olha para tras, vendo que Shocker foge. Quando olha para o bicho novamente, ele não esta mais la e então, uma cauda se enrola no seu pescoço e o puxa para tras, jogando longe contra um vidro. O aranha fica no chão, cocaçando a cabeça, e de repente, o monstro pula na sua frente. O bicho com uma pele verde escura, uma cauda grande de escorpião, olhos verdes e rosto verde nem tão escuro, mas assustador.

—Puta que.. —Resmunga o aranha, completamente assustado.

—Hom...romen..homm..romen arranha! — Diz o Escorpião humano.


Notas Finais


Comente! E ah, se tudo der certo, o próximo sera postado amanhã.


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