História Homem-Aranha: O Novo Vingador - Capítulo 4


Escrita por: ~

Postado
Categorias Homem-Aranha
Personagens Peter Parker
Tags Heróis, Homem Aranha, Marvel, Tony Stark, Vingadores
Visualizações 31
Palavras 3.057
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Ficção, Ficção Científica, Luta, Romance e Novela, Saga, Universo Alternativo
Avisos: Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Mais um capitulo! Se preparem, o próximo vai ser de chorar:c. Literalmente.

Capítulo 4 - Um Mundo de Lendas - Parte 4


Fanfic / Fanfiction Homem-Aranha: O Novo Vingador - Capítulo 4 - Um Mundo de Lendas - Parte 4

(Onde paramos mesmo? Ah, sim. Alguma coisa me diz que vou morrer hoje, e eu ainda nem exclui o histórico do meu computador!)

—Que-que coisa é você? — Pergunta o amigo da vizinhança, olhando diretamente para o monstro Escorpião em sua frente, que parecia um cachorro rosnando.

—Romen Arrha bai mirrer! — Fala o monstro rosnando, pegando o Aranha pelo pescoço e o erguendo no alto. As unhas grandes eram agonizantes de se ver, e mais agonizante porque ele apertava o pescoço do teioso.

—S-sai..Sai de mim, ca-capeta — Diz com dificuldade para falar, até que  lança uma teia na cara do Escorpião, fazendo ele o soltar e tentar tirar aquilo do rosto.

—Eu to assustado demais pra fugir! — Diz colocando a mão no pescoço, que estava doendo.

O Escorpião rasga a teia da sua cara com suas unhas e olha para o Homem-Aranha de um jeito assustar. Em seguida,  ele tenta pegar o Aranha pelo pescoço de novo, mas o jovem herói dispara uma teia no teto e fica lá em cima de cabeça para baixo, olhando o monstro. E para a surpresa do Aranha, ele vê o escorpião tatuado no ombro do monstro, lembrando do cara que prendeu no banco.

—Hey, você é aquele ninja assassino do banco! O que aconteceu cara? O que fizeram com você? — Pergunta olhando para o monstro, que apenas grita ``Arranhia´´´.

(Por que essas coisas só acontecem comigo?)

O aranha solta um suspiro de decepção e pula, girando no ar, e soltando uma teia no teto enquanto cai no chão, assim pegando um grande impulso, tentando acertar um chute na cara do monstro. Só que, o monstro segura o pé do herói e bate ele no chão do lado pro outro, como se fosse um brinquedinho. Depois, o lança longe, fazendo atravessar um vidro e bater de costas na parede.

—Ai...Eu devo ser o herói que nunca bate, só apanha...Argh, que saudade dos demônios! — Reclama, se levantando com um pouco de dificuldade e estralando o pescoço. Quando ele olha para frente, o bicho pula nele, o derrubando no chão e fazendo um arranhão com suas unhas na barriga do mesmo, enquanto baba verde na sua mascara, o fazendo soltar um grito.

—AHHH! Filho de uma rapariga! Isso dói mais que friendzone! — Fala, tentando tirar o monstro de cima dele, mas não conseguindo.

—Cara, da um desconto! Eu tenho que salvar os reféns! — Fala olhando para o monstro, que tentava arrancar sua mascara. Porem quando a boca ficou para fora, o aranha da um soco na cara do bicho e vira, ficando por cima do monstro, em seguida dando saltos para trás pra respirar um pouco, com a mão em sua barriga, vendo o corte.

—Desgraçado! Como vou explicar isso pra tia May? — Reclama abaixando a mascara e olhando o bicho, que se levantava com uma fúria extrema.

(Tenho que chegar nas usinas logo. Espera...É isso, as usinas! Você é um gênio, Peter Parker!)

—Ai, seu monstrengo. Quer provar essa Aranha deliciosa? Vem pegar! — Disse fazendo sua clássica pose com as mãos no chão, como um animal. O bicho corre na direção do aranha, tentando dar uma arranhada, porem ele desvia para o lado e solta teia com as duas mãos no teto, grudando no mesmo de cabeça para baixo.

—Que peninha, não consegue subir, não? — Fala debochando do monstro, o deixando ainda mais furioso. Nesse mesmo momento, o herói começa a se mover até onde Shocker saiu e acaba saindo por uma janela, ficando num corredor da Oscorp.

—3,2 e - — Conta, vendo o Escorpião destruindo a porta e olhando para ele.

—Hora de brincar de pega pega! Ta com você! — Debocha, começando a correr pelos corredores do prédio, indo até a direção da sala dos protótipos de usinas elétricas.

(Tem que dar certo, certo? Vai dar certo! Só corre, Peter! Corre!)

Depois de alguns segundos correndo, o Aranha encontra a entrada sul para a sala de usinas. Os reféns deveriam estar do outro lado da sala, que é separada por um vidro impenetrável.

—Você é lento. Deveria ser tartaruga, não escorpião! — Fala entrando na sala que se abre quando alguém se aproxima. Assim que o Escorpião entra, o aranha lança varias teias no mesmo, afim de dar tempo, e enquanto o bicho tenta tirar as teias na sua boca e do seu rosto, o aranha vai até o painel e digita uma sequencia de números que bloqueia a porta.

—De vantagem aos inteligentes, a gente sabe se defender. E também hackear painéis com um sistema fraco. — Disse dando um soco no ar, comemorando, até que ele senta uma mão no seu pescoço, a do Escorpião, que já estava solto e que o joga longe.

—Desgraçaaaaadooo! — Fala no ar, até que bate de cara no vidro, olhando para os reféns que estavam do outro lado e escorrendo até cair no chão.

—Já to de saco cheio de você. Aranhas sempre serão superiores a escorpiões, otario! — Fala indo até o outro painel, da porta que daria no outro lado da sala. Ele ve o escorpião vindo em câmera lenta e olha para seus lançadores de teia, soltando varias teias e prendendo um braço do bicho num dos protótipo gigante  e o outro braço no outro protótipo gigante, o impedindo de o alcançar, deixando seu rosto próximo dele por centímetros. Assim o bicho grita, jogando baba verde na mascara do herói, que cruzou os braços apenas.

—Que que foi? Não consegue me alcançar? Que peninha! — Disse indo até o painel e bloqueando a porta. O aranha olhou para cima, vendo um duto de ventilação, que daria no outro lado da sala. Então ele lançou uma teia na tampa e puxou, a tirando e jogado perto do escorpião.

—Pega a tampa ai! — Diz olhando para o Bicho, que começa a se soltar, então o aranha lança teia na entrada do duto e entra la dentro, rastejando lentamente até a outra sala e chutando a tampa, fazendo cair no chão, perto de um dos 3 demônios que faziam Gwen, Max, Flash, Ned, Felicia e Norman Osborn (que já havia chegado) de refém. Ele em seguida pula no meio dos demônios e já da um chute num deles e lançando teia na arma de outro, puxando a arma.

—Nada disso! — Fala indo até o demônio e dando uma sequencia de socos.

—Vai Homem-Aranha! Nunca critiquei! — Grita Flash, sorrindo para o herói. Gwen revira os olhos.

Após acabar com 2, o ultimo pega Felícia como refém e se afasta, apontando a arma pra cabeça dela.

—Fica ai, se não eu atiro nela! — Felícia entrou em desespero, tremendo nos braços do demônio que apontava uma pistola pra cabeça dela, que estava na frente dele.

—Se vai atirar em alguém, atira em mim! — Grita o Aranha, preocupado com a situação.

—Ta bom! — Diz o bandido, soltando Felícia e dando dois tiros seguidos no herói, que ele desviou indo do lado pro outro e dando um salto no ar, lançando teia na pistola, jogando ela longe e lançando teia no teto, pegando impulso e dando um forte chute na cara dos demônios.

Assim que a luta acabou, Gwen ficou ajudando Felícia, que ainda estava assustada.

—Ele me salvou...Ele — Fala Felicia, tremendo.

—Hey, Homem-Aranha. O Shocker ta indo pro terraço! — Diz Max, se levantando com Ned.

—Todo mundo bem aqui? Sim? Ótimo, senhor Osborn, leva essa gente pra algum lugar seguro, tipo o banheiro, sei la. A policia já vai entrar, e os demônios já estão indo embora, mas tomem cuidado. — Diz grudando na parede e começando a escalar até o duto de ventilação que venho.

No terraço, O Aranha sobe pelas escadas e abre a porta dando de cara com 5 demônios.

—Kk eae men! — Diz, coçando a nuca, até que os caras vão pra cima do mesmo. Ele começa a distribuir socos e chutes, porem eles conseguem o segurar, e tirar sua mascara. Porem ele abaixa a cabeça e consegue se libertar, dando saltos pra trás e de cabeça baixa, usa a teia para prender todos os inimigos e bater neles de cabeça baixa. Assim que todos caiem no chão, ele olha para o mesmo helicóptero de antes, que voava mais perto do terraço para buscar um homem de terno branco, que estava virado de costas. Um guarda ferido, caído perto do homem, pega sua pistola e quando vai disparar contra o homem, ele se vira com sua espada cinza, dando um único corte rápido, que parte o homem no meio, liberando uma espécie de ´´fumaça`` preta. Assim, ele olha para o aranha sem mascara, e o aranha o reconhece! Martin Li é o Senhor Negativo!

—Não..Não! Martin Li??? — Fala baixo e assustado, colocando a mascara rapidamente e vendo o Negativo subir no helicóptero e se mandar.

(Não consigo acreditar numa coisa dessa...Não! O politico mais gente boa e generoso...É um vilão?!)

Pier — Armazem comprado por Martin Li em 2010

O helicóptero pousa na marca certa dentro do armazém que tinha o teto aberto. De dentro dele sai Martin Li, Shocker e vários demônios com caixas da Oscorp. Eles começam a deixar tudo num canto, perto do Consertador, um homem gordinho e barbudo que fica mexendo em equipamentos da Oscorp para vender.

—Bom trabalho, devo admitir. Mais alguns ajustes e vamos poder vender. Você é bom nisso, Li. Acabar com os rivais por dentro e ainda lucrar com isso. — Diz o consertador, soltando uma peça na outra.

—É SENHOR NEGATIVO! E obrigado, Manson. Você já enfrentou Tony Stark e o Homem de Ferro, todos nós temos nosso valor, certo? O Li é só um idiota. Eu sou quem fez tudo isso. — Responde o Senhor Negativo, olhando ao redor.

—Ai, chefe. O Gargan deve ter sido pego. O cara sumiu. Outra coisa, quando eu tava lutando com aquele garoto de novo uma espécie de bicho apareceu e começou a lutar com ele...Porra, foi-foi assustador! — Diz Shocker, tirando sua mascara e suas luvas.

—O aranha apareceu de novo, certo? Hum...Eu tenho que fazer uma coisa, volto jaja.. — Fala indo até a saída e entrando numa limusine.

Saida da Oscorp, frente.

Todos os reféns e Peter saem pela porta da frente e se abraçam com seus familiares. Gwen com seu pai, Felícia com seu pai e Max com seu...Pai também (ata). Peter fica abraçado com Tia May.

—Oh meu deus, Peter! Você esta bem? O que fazia la dentro, Harry disse que você sumiu! Eu fiquei tão preocupada! — Fala ela, olhando seu sobrinho que estava de casaco cinza e capuz.

—Tudo bem tia, eu só queria...Entrar la e fazer algo, sei lá. Ajudar meus amigos...

—Você não é o super-man , querido...Mas herdou essa coragem do seu pai. Mas nunca mais faça isso de novo, me ouviu?

—Sim, tia...Eu entendi. — Fala ele, ainda meio chocado por Martin Li.

Depois, Peter falou com Gwen e Ned, abraçando os mesmos e contando a mesma coisa que contou pra sua tia. Gwen diz para ele que eles precisam conversar sobre a Felícia e ele diz que eles podem ir pra casa dele. O capitão Stacy deixa Gwen ir por confiar nos Parker e fica cuidando do perímetro com os policiais.

Do outro lado da multidão, Norman Osborn  pega o telefone do seu bolso e liga para o Cabeça de Martelo, contando sobre tudo que aconteceu. O martelo diz a mesma coisa de sempre: confie no plano do Rei.

Queens — Casa dos Parker

Depois de alguns minutos, May leva Peter e Gwen para sua casa em seu carro. Assim que se aproximam, eles vem uma limusine estacionada na frente da casa. Peter olha para sua tia e engole o seco.

(Não seja ele..Não seja ele...Por favor, Deus...)
 

Assim que sua tia para o carro, Peter desce e vê Martin Li, sorrindo e olhando para eles. Peter fica espantado e começa suar frio. Até que ele da alguns passos para frente, seguindo sua tia  e Gwen, que cumprimentavam Martin Li.

—Senhor Li? A que devo a honra dessa visita? — Pergunta May, sorrindo.

—Bom...Eu vi o incidente na TV, resolvi fazer uma visita para ver como vocês estão. O pequeno Peter esta bem? — Pergunta ele, passando total confiança em suas palavras, o que ele dizia era realmente verdade. Era uma ótima manipulação, mas será que era manipulação mesmo?

—Peter? — Pergunta Gwen, olhando Peter, que não conseguia dizer nada, apenas encarar Li.

—E-e-eu estou bem...É que-que o senhor é famoso...Nunca estive diante de um antes... — Gagueja, tentando esconder seu medo, que já tomava conta do mesmo.

—Ora, não fique assim. Eu nem sou tão famoso! — Diz com um sorriso simpático no rosto.

Eles acabam entrando e tia May faz um café para todos. Peter fica apenas sentado no sofá do lado de Gwen, que nota que o mesmo esta muito tenso. Ele nem toca no café, apenas fica encarando Li e segurando a xicara. Gwen sussurra para o mesmo:

—O que foi? Você ta tremendo.

Ele não responde, apenas continua encarando Li, que não parecia fazer mal a uma mosca.

—A senhor Li, eu apenas faço meu trabalho! — Diz tia May para Li.

—Você é a melhor funcionaria do nosso abrigo, May. Por favor, me chame de Martin quando não estamos trabalhando. Dar lar para para os desabrigados me da uma sensação boa, se eu  for prefeito quero expandir isso.

—Meu marido Bem gostaria de conhece-lo. Ele faria o mesmo que nós, reconheceria o homem fantástico que você é.

—Apenas quero cuidar da cidade que tanto amo. Mas, e vocês garotos? Como esta indo com a escola?

—Ah...Bem, quer dizer, a oitava serie não é tão fácil quanto falavam, né Pete? — Fala Gwen, forçando um sorriso no rosto e bebendo o café.

—Bom, o que é fácil de mais não vale a pena — Fala Li, sem tirar o sorriso de seu rosto.

Peter permanece calado, até que se levanta e deixa sua xicara em cima da mesa.

—Eu...J-já volto tia, vou buscar um desenho que queria mostrar pra Gwen. — Fala subindo até seu quarto, até que ele ouve que Li disse que ia no banheiro e May diz que é la em cima. Então Peter aperta o passo e corre até seu quarto. Quando ele ia fechar a porta, Li coloca o pé entra no quarto, sorrindo.

—Algum problema, Pete? Parece que não gosta de mim. Se for por causa da sua tia, eu não quero nada com ela, além do mais, faz pouco tempo que ela perdeu seu tio. — Diz de um jeito educado, tão verdadeiro que Peter começa a ficar confuso.

—E-eu...Não é nada...Eu só estou...Eu — Gagueja fingindo que procura algo na gaveta.

—Peter...Esta tudo bem? Pode me contar. Sua tia fala muito bem de você, eu só quero o bem de vocês e de todos da cidade...

—Eu sei, senhor Li. Eu..

(A tia ta aqui...Ele sabe quem eu sou...Eu vacilei deixando os caras tiraram minha mascara! O que eu faço, Tio Ben?

—Peter- — Li é interrompido pela sua pele, que começa a ficar totalmente cinza. Ele quase cai para trás, mas se mantem de pé quando seu rosto também fica cinza e seus olhos assustadores. — O que foi? Ta com medinho do titio Negativo? — Pergunta sorrindo...

Peter começa a tremer e se vira, olhando para o Senhor Negativo, que ficou andando pelo quarto e fechando a porta.

—Você-você é...

—Sim, eu sou. E você é o aranhazinha, né?

—Eu-eu-eu s-s-sou o homem a-aranha... — Gagueja encarando ele.

—Homem? Você nem tem 16 anos ainda. Aiai, esses jovens de hoje. Isso que da um mundo cheio de super heróis metidos. Sabe, na minha época não tinha essas coisas. Na do Li também não.

—Por que ta falando de si mesmo na terceira pessoa, n-não faz sentido.

—Porque...Não sou eu...Acredita em fantasma, garoto? Bom, eu acredito...E quando entrei nesse corpo, achei que não daria certo. Mas o Li nem se lembra de nada quando eu assumo...Ele é um fantoche...E tudo que ele disse? É verdade! Ele não mente. É o melhor homem do mundo...Eu? Não se pode dizer o mesmo. Sou um velho espirito que ficava numa espada até Li compra-la e usa-la. Eu sou muito velho, garoto...

—Você..Você...

—Vou ser sincero, chega de brincar de super-herói, Pete. Não se mete comigo, porque eu mato você, a loirinha, seu amigo gordinho que sua tia já citou, sua tia, todo mundo que você ama. Você não é herói, é só um garoto tentando ser útil e arriscando sua vida por pessoas que vão morrer de qualquer jeito, um dia vão! Se eu te matar, acha que alguém se importaria? Você é um fracasso, garoto. Sua tia? Iria superar ou se suicidar, mas seria a única que se importaria. A loira? Ela acharia um namorado e eles seriam felizes para sempre e tudo seria melhor sem você, porque você sendo o homem-aranha esta colocando eles em perigo agora mesmo. Eu faria um favor pro mundo te matando. Você não vai durar, é a verdade. Fique longe dos meus planos, aranha. Você não é um herói, é uma criança que um dom...E esse dom não vai te salvar de mim...Você tem até amanha a meia noite para jogar sua roupa ridícula no rio. Se não fizer isso...Vou te espancar  tanto, que vai deixar estar morto...—Fala saindo do quarto, enquanto sua pele volta ao normal.

Peter ficou apenas tremendo e suando frio. Ele não sabia o que falar, o que fazer, como agir. Ele se segurou para não chorar e apenas ficou sentado na cama por vários minutos, até que Gwen entrou no quarto e sentou do lado do mesmo.

—O Senhor Li já foi...Peter, o que ta acontecendo? Me diz, por favor...

—Só-só estou com um mau estar...Vai passar...Eu não quero falar disso, Gwen...O que queria falar sobre a Felícia mesmo? — Pergunta ele, sem tirar a mente de Li, lembrando de cada uma de suas palavras.

—Eu-eu acho que o pai dela...Ele bate nela... — Fala Gwen olhando para ele, Peter arregala os olhos e olha para Gwen.

Oscorp — Sala dos protótipos de usinas elétricas.

Alguns policiais ainda estavam verificando os locais por onde os demônios passaram. 4 deles entra na sala de usinas e ficam apenas observando.

—Essa sala estava trancada...O que houve aqui? — Pergunta um policial.

—Sei la, esses demônios são malucos...Tu sabe. — Responde outro.

De repente, O Escorpião pula na frente deles e fica rosnando.

—Romem Arranha! — Grita o bicho, pulando nos policiais. Só é possível ouvir gritos de dor.


Notas Finais


Até outro dia, seres humanos!


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