História Homophobic. - Capítulo 11


Escrita por: ~ e ~AnnaLinspector

Postado
Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Amigos, Amor, Bebidas, Família, Fobias, Gays, Homofobia, Sexo, Teens, Violencia
Exibições 101
Palavras 3.005
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Bishounen, Escolar, Famí­lia, Lemon, Romance e Novela, Yaoi, Yuri
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 11 - Want Me.


Fanfic / Fanfiction Homophobic. - Capítulo 11 - Want Me.

[ Capitulo 11 -  Say that you want me. ] 

{ Pillowtalk - Zayn Malik }

Oliver Morningstar.

— Ollie, preciso te contar uma coisa. – Gary me olhava nos olhos com seu rosto super corado, ele mexia sem parar em uma mexa de seus cabelos.

— Pode falar Gary, sou todo a ouvidos. – Sorri para ele e suas mãos foram para meu rosto, assim como seus lábios se juntaram aos meus, e como eu queria que aquilo fosse verdade mas na verdade eu só estava dormindo mesmo.

Me sentei em minha cama e bufei, estava sonhando com Gary dês do dia da briga e todos os sonhos eram parecidos ele chegava dizendo que precisava me contar algo e me beijava, outros ele aparecia completamente nu e a gente transava.

Ouvi a porta se abrindo e lá estava minha mãe com um grande sorriso no rosto, segurando umas roupas minhas passadas.

— Bom dia meu querido. – Ela me olhou e depois olhou para as roupas. – Filho...

— Eu sei mãe, eu vou guardar... – Me levantei e peguei as roupas da mão dela, começando a separa-las e coloca-las nas gavetas.

— Filho, você não quer conversar? – Não fiz questão de olha-la, quando terminei de guardar as roupas, suspirei aliviado e peguei um short.

— Sobre? – Vesti o short e olhei para Hope, meus machucados tinham cicatrizado e meu olho de roxo foi para um amarelo.

— Sobre você estar apaixonado? Sobre você se tornar violento por alguém? Sobre você estar apaixonado pelo filho dos meus amigos? – Minha mãe riu enquanto eu colocava uma camiseta.

— Mãe, eu estou em um amor platônico não é nada demais... – bocejei – Tem comida?

— Desculpa filho, mas sua mãe saiu daqui correndo e esqueceu de fazer o café da manhã. – Ela fez um beicinho.

— Ok, eu vou na loja dos pais do Gary e é isso. – Coloquei os chinelos nos pés e fui direto para o banheiro, lavei meu rosto e escovei os dentes.

— Filho, mande um oi para o Austin e para o Ashton. Não esqueça de ser educado com eles, eles são como se fossem da família e são seus sogros. – Ela riu e eu senti meu rosto esquentando, coloquei uma touca em minha cabeça e sai do quarto.

Vi Eliott no vídeo game e lhe dei um oi, indo diretamente para a porta e saindo de casa seguindo em direção para a casa do Gary.

Eu não morava longe mas andar logo cedo até lá era um saco pois eu estava lento demais, mas eu cheguei pela boa vontade de Deus e assim que entrei fui recebido com três grandes sorrisos.

— Oi tio Austin, tio Ashton, Lucia. – Falei e fui dar uma volta na loja, procurando algo para comer e não vendo Gary em lugar algum, ele devia estar lá em cima...

Gary H. Knox

Acordei feliz, motivo? Simples, não tive nenhum dos meus pesadelos tenebrosos, abri os olhos devagar e peguei meu celular para checar o horário, 8:30 da manhã, meu Deus, eu perdei o horário da escola, levantei num pulo e corri para o banheiro, tomei um banho super rápido e coloquei o uniforme de qualquer jeito, arrumei os cabelos com as mãos e desci correndo com minha mochila no ombro... 

—Ei mocinho, onde vai com tanta pressa? - Meu pai Austin perguntou com um olhar confuso. 

—Pai eu estou muito atrasado, eu preciso ir. - Falei ofegante por ter corrido muito. 
Meus pais e Lucia começaram a rir da minha cara, será que eu disse algo engraçado? 

—Gary hoje é sabado, você não tem aula. - Lucia falou ainda aos risos. 

E eu me apressei tanto atoa, bati com a palma da mão na minha testa e soltei um risinho bobo, depois deixei minha mochila ao lado do balcão e fui procurar algo para comer quando encontrei com o Oliver, ele segurava um pacotinho com bolinhos recheados na mão, como eu não vi ele antes aqui?

O Oli não parava de me olhar, ele mal piscava, deve ser por que eu estou meio desajeitado e com o uniforme do colégio, quando eu vi que ele não ia parar de me encarar caminhei até ele e o recebi com um abraço, como ele não correspondeu então eu me afastei meio sem jeito. 

—O que foi Oli? 

—Hã.. não, não foi nada Gary, eu só me distraí. - Ele respondeu coçando a nuca meio sem graça. 

Dei de ombros e voltei a procurar alguma coisa para tomar um café.

Oliver Morningstar.

Ele estava realmente lindo, desarrumado, mas lindo. Observei enquanto ele procurava algo para comer e eu fiz questão de segui-lo, tentando puxar um assunto.

— Você realmente achou que hoje teria aula, Gary? – Falei apontando para suas roupas dando um leve risinho em seguida.

— Eu achei que estava atrasado. – Ele riu e eu juro que não o ataquei ali porque os pais dele estavam nos olhando.

— Como andam suas aulas? – Pergunta inútil que eu fiz, temos as mesmas aulas, porra Oliver!

— Eu estou com uns problemas em biologia, mas o resto esta tudo bem. – Ele pegou uns biscoitos e logo observamos a porta da loja se abrindo, arqueei a sobrancelha ao ver quem era.

— Ora ora... – Era o debochado do garoto que prendeu Gary no armário, só que dessa vez ele estava sem suas hienas.

— O que veio fazer aqui... Espera, eu não sei seu nome de tão apagado que você é. – Ri e o vi ficando vermelho seus olhos não estavam em mim e sim em Gary.

— É Dilan... – Ele sussurrou e eu juro que não ouvi.

— Que? Fala mais alto que daqui não te escuto. – Sorri e pude ver um olhar de reprovação de Gary.

— É Dilan! Dilan Dirk! – Eu ri e recebi um leve soco de Gary, parei em seguida.

— Ok, boas compras, Dilan. – Peguei a mão de Gary e o puxei, peguei sua mochila ao lado do balcão e o levei para a sua casa pedindo licença para os pais dele, claro. – Me mostre suas duvidas em biologia, eu não sou o Matheus mas quem sabe eu não possa te ajudar?

Ele sorriu e me levou para seu quarto, lhe entreguei sua mochila, me sentando em sua cama enquanto o observava retirar o caderno da mochila.

Enquanto ele me mostrava o conteúdo que estava aprendendo, observei seus lábios mexendo e logo fui acordado do transe com uns estalos na frente de meus olhos.

— Você está entendendo, Ollie? – Ele me perguntou.

— Você pensou sobre o assunto, Gary? – Eu não queria ter perguntado aquilo do nada, mas só veio e eu não podia voltar atrás.

— Qual assunto, Ollie? – Ele fechou o caderno e se sentou na minha frente, ah Deus porque eu não podia abusar dele ali mesmo? Se controle Oliver!

— Sobre eu estar apaixonado por você. – Gary ficou vermelho e ficamos ali, nos olhando sem dizer nada.

Gary H. Knox 

Olliver Moningstar estava se declarando para mim? Fiquei sem ação por pelo menos uns trinta segundos enquanto sentia minhas bochechas esquentarem, o que eu digo? Eu gosto do Ollie mas, mas...ok eu não tenho nenhuma desculpa boa para dizer...eu sempre me senti diferente em relação a ele contudo, eu não esperava nem por um minuto ser correspondido, nunca me senti o bastante para ele... 

—Ollie eu nem sei o que te falar. - Quebrei o silêncio constrangedor que estava entre nós. 

—Diz me quer tanto quanto eu te quero. - Ollie falou segurando meu rosto com a mão direita. 

Ok, agora eu devo estar vermelho até as pontas do meu cabelo, o que eu faço agora? Eu já devia ter notado isso antes, todas as vezes que ele olhava para mim, é estranho ouvir ele me dizendo essas coisas, eu deveria me sentir feliz mas, a verdade é que eu estava surpreso demais para ter uma reação descente. 

Quando eu vi ele se aproximar eu já sabia o que ele iria fazer e desviei o rosto, foi um movimento automático eu juro, ele se afastou devagar encarando as próprias mãos com os olhos marejados, me partia o coração ver meu Ollie assim. 

Aproximei meu rosto do dele devagar, sentia meu corpo tremer e eu não sabia dizer se era de nervoso ou pelo que eu estava prestes a fazer, talvez fosse o nervoso pela atitude que eu estava tomando, fitei aqueles olhos por um instante tomando a coragem necessária para concluir o que eu havia começado. Rocei levemente meus lábios nos dele, sua boca era quente, sorri minimamente contra seus lábios e Oliver me surpreendeu com um beijo carinhoso, foi calmo, lento, não tínhamos pressa de parar, foi melhor do que eu esperava. 

Ollie segurava meu rosto com as suas mãos macias me enchendo de selinhos, e a partir desse momento eu comecei a nos enxergar como um casal.

Oliver Morningstar.

Eu não sabia reagir ao que tinha acabado de acontecer, a pessoa que eu mais amava no mundo tinha acabado de me beijar e os lábios dele eram perfeitos! Me levantei e sai do quarto, fechando a porta atrás de mim.

Meu Deus, Gary havia me beijado e eu acabei de sair do quarto sem dizer nada, okay... Respira fundo Ollie!

Me virei para a porta e bati novamente nela, quando ela se abriu um Gary com o rosto vermelho estava ali e Deus eu tinha feito meu menino chorar, qual é o seu problema Oliver?! Entrei desesperado no quarto, colocando minhas mãos em seu rosto e fechando a porta com o pé.

Comecei enchendo seus lábios de selinhos, pedindo desculpa entre os leves beijos que eu dava ali e logo o abracei, escondendo meu rosto  na curva de seu pescoço sentindo levemente seu perfume.

— Me desculpa... Eu fiquei realmente surpreso com o que acabou de acontecer... E-Eu não achei que você poderia me corresponder... – Falei enquanto o apertava no abraço mas esse abraço não durou muito, Gary me fez solta-lo e me empurrou na cama, subiu em cima de mim e me apertou em um novo abraço.

— Não faça mais isso... Eu quase morri do coração achando que beijava mal Ollie! – Ele me olhou com os olhos marejados e eu ri, beijei sua testa e o apertei conta o meu corpo sentindo meu corpo um pouco quente demais.

— Acho que... você me fez ficar excitado com sua fofura... – Virei meu rosto para o lado, sentindo minhas bochechas ficarem vermelhas eu sabia que não devia dizer isso mas era verdade.

Ficamos ali sem dizer nada, Gary não se movia e não dizia nada enquanto eu não fazia questão de dizer algo, meu membro estava começando a ficar mais desconfortável dentro da calça pela aproximação de nossos corpos e eu não podia ficar assim então decidi tomar iniciativa.

— Eu acho que eu vou no banheiro... – Tentei sair debaixo de Gary mas ele me segurava em um abraço. – Gary... se você não me deixar ir eu não vou me segurar... – Mordi meu lábio inferior e ficamos ali, eu não sabia o que fazer e eu acho que Gary também não.

Senti sua mão passar por cima de meu corpo e chegar em minha mão livre, ele a segurou e a puxou para seu rosto.

— Olha pra mim, Ollie... – Fiz questão de virar meu rosto para o dele e pude ver que ele estava tão vermelho quanto eu, desci meu olhar para sua calça e notei que não era só eu que estava excitado.

Não falei nada, apenas ataquei seus lábios enquanto colocava minha mão por dentro de sua camiseta. Segurei seu quadril e arranhei ali, ouvindo-o suspirar entre o beijo.

— Acho melhor a gente se livrar das roupas primeiro... – Eu não sabia o que estava fazendo, Gary também não então nós dois nos levantamos e começamos a nos despir.

Ficamos apenas de cueca e foi naquele momento que a terra parou para nós dois, eu olhava em seus olhos e ele olhava nos meus as vezes fugindo para observar outra parte do meu corpo e eu não fazia questão de julga-lo porque eu me encontrei olhando para suas coxas.

— Para de olhar para elas... – Ele sussurrou com o rosto vermelho.

— Então para de olhar para minha barriga... – Sussurrei de volta e dei um leve riso.

— O que devemos fazer agora? – Gary passou a mão na própria nuca e eu me aproximei.

— No três a gente tira a cueca juntos, ok? – Sugeri e ele balançou a cabeça. – Um...

— Dois...

— Três. – Tiramos a cueca juntos e naquele momento eu juro que ninguém estava olhando nos olhos de ninguém, Gary conseguia ser fofo até nessa parte. Quando voltei meu olhar para seu rosto ele não voltou o olhar para o meu rosto. – Você... quer tentar...? – Perguntei e isso chamou a atenção dele, ele engoliu saliva e sem trocar palavras comigo se ajoelhou enquanto encarava meu membro. – Você não preeee... Meu Deus!

Quando eu estava pronto para dizer que ele não precisava fazer aquilo ele abocanhou a glande de meu membro, fazendo um gemido sair de meus lábios. Seus lábios soltaram levemente a glande e Gary fez questão de lamber toda a extensão de meu membro, voltando a abocanha-lo depois disso.

Minha mão foi automaticamente aos seus cabelos sem força-lo a nada apenas me ajudando a reforçar que aquilo que estava acontecendo era real, sua boca era linda e fazia maravilhas para alguém tão inocente como Gary.

Em um momento ele simplesmente parou de chupar meu membro e subiu pelo meu corpo me enchendo de beijos, começando pelos meus poucos pelos pubianos, subindo pela minha barriga e indo até meu queixo pois Gary não alcançava meus lábios a menos que eu abaixasse a cabeça.

— Eu estou pronto para você... – Eu jurei que aquilo saiu como um gemido.

Ele pegou uma camisinha na cômoda ao nosso lado e me entregou, fiquei observando ele se encostar na parede e se empinar para mim.

— Gary? – Falei enquanto abria a camisinha.

— Sim...? – Ele suspirou e agora eu havia notado que ele tocava timidamente seu próprio membro.

— Isso aqui é real? – Arrumei a camisinha em mim, passei meus dedos por suas costas.

— Ollie... Eu quero você... agora... – Ok, isso me excitou mais ainda. Levei três dedos a boca dele e pude sentir sua língua passando pelos meus dedos lentamente, sua respiração estava quente assim como seu corpo.

Levei um de meus dedos lubrificados pela saliva de Gary até sua entrada e o coloquei lentamente, ouvindo o mesmo soltar um gemido sofrido e apertar meu dedo. Beijei seus cabelos e movimentei meu dedo, introduzindo o segundo enquanto descia meus lábios para sua orelha.

A respiração de Gary já estava ofegante e eu sabia que ele estava muito excitado, introduzi o terceiro dedo e ele elevou a cabeça, gemendo em seguida.

— Por favor... Ollie... – Ele arfava entre as palavras e eu sabia que ele me queria o mesmo tanto que eu o queria, retirei meus dedos de sua entrada e segurei seu quadril enquanto eu ajeitava meu membro com a outra mão.

— Você tem certeza disso? – Sussurrei perto de sua orelha e pude ver sua cabeça se movendo positivamente, consegui inserir apenas a glande ali e aquele momento era maravilhoso ele gemia enquanto eu tentava entrar completamente, suas mãos encostadas na parede faziam questão de arranha-la.

Quando preenchi seu canal apenas nossa respiração era ouvida no quarto, beijei seu ombro e logo dei uma mordida leve ali enquanto me colocava a me mover lentamente. Gary suspirava e arfava sempre que eu me movia, e eu juro que aquilo não era o suficiente para mim.

Eu queria tudo dele e eu faria questão de ganhar.

Marquei seu pescoço com um chupão e levei minha mão até seu membro, começando a fazer um vai e vem com minha mão na mesma velocidade que eu fazia com meu próprio quadril, nesse exato momento Gary gemeu e em meu corpo pude sentir uma corrente elétrica não era algo ruim, era algo bom, ótimo, perfeito.

Aumentei a velocidade enquanto eu e Gary trocávamos gemidos, nossos corpos se encaixavam perfeitamente e aquilo chegava a ser engraçado para mim pois sempre achei que Gary nunca faria essas coisas comigo.

Retirei meu membro de sua entrada e recebi um gemido de reprovação, o virei para mim e ataquei seus lábios em um beijo sensual. O puxei para a cama, me sentando e o ajudei a se sentar em meu colo.

Observei Gary ajeitar meu membro na própria entrada e sem muita demora ele começou a se mover, essa foi a primeira vez que pude ver o quão ele era sexy enquanto gemia. Seus lábios vieram de encontro com os meus, eles faziam sons obscenos assim como nossas partes inferiores também faziam, arranhei suas costas e o ajudei a se mover mais rápido em meu membro.

Seus gemidos ficaram altos e não demorou muito para que seu ápice chegasse, sujando nossas barrigas.

Gary H. Knox.

Cheguei a imaginar minha primeira vez algumas vezes, mas o Ollie acabou superando minhas expectativas, quando cheguei ao meu ápice ele me jogou na cama e atacou meus lábios enquanto suas mãos macias tocavam meu corpo quente e suado com tesão. 

Eu me perdia entre os nossos beijos, nossa sintonia era perfeita, mas ele ainda precisava se aliviar, sem desgrudar nossos lábios comecei a masturba-lo, entre um beijo e outro Ollie gemia, num movimento acelerado da minha mão ele chegou ao seu ápice gemendo entre minha boca sujando minha mão. 

Oliver abraçou meu corpo e por um minuto não se ouvia mais nada além das nossas respirações... 

— Gary, obrigado. - Oliver falou beijando meu rosto. 

— Obrigado pelo o que exatamente? - perguntei enquanto olhava distraído ele entrelaçar seus dedos nos meus. 

— Por não ser um sonho. - Sorri meio bobo com o que ele me disse, Ollie me deu um selinho e me chamou para tomar um banho. 

Ele me ensaboava com o sabonete e entre uma brincadeira e outra trocamos mais alguns beijos, ele não parava de me olhar enquanto eu me enxugava com a toalha. 

—Por que está me olhando assim? - Perguntei sem jeito. 

—Por que você é lindo. – Ele beijou minha bochecha e me abraçou.

 Terminamos aquela manhã na minha cama trocando beijos e confissões...



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