História Honeymoon - Capítulo 3


Escrita por: ~

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Categorias EXO
Personagens Personagens Originais, Xiumin
Tags (seunome), Ciumes, Drama, Exo, Hentai, Honeymoon, Reconciliação, Romance, Viagem, Xiumin
Exibições 54
Palavras 2.638
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Fluffy, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Hey' guys!
Mais um capítulo e eu espero que gostem! xoxo.

Capítulo 3 - Segunda noite


Fanfic / Fanfiction Honeymoon - Capítulo 3 - Segunda noite

POV (SeuNomeCompleto)

Novamente eu estava sendo surpreendida durante o sono. Talvez MinSeok ache excitante o fato de me ter indefesa e vulnerável aos seus toques, penso isso por ter suas mãos massageando minhas costas nuas com firmeza enquanto estou deitada de bruços na cama onde dormimos daquela noite.

-De zero a dez, minha massagem vale quanto? –Ele perguntou em um tom de voz divertido após ouvir o suspiro de satisfação vindo de mim.

-Nove. –Respondi ao sorrir de lábios fechados, ainda sem abrir meus olhos.

-Nove? –Pude o imaginar erguendo as sobrancelhas e fitando com diversão- Então eu deveria me esforçar para ganhar um dez, não acha?

Sem que eu respondesse senti o colchão afundando ao redor de meus quadris, sabendo que Xiumin estava apoiando os seus joelhos naquela área, e também as suas mãos puxando o lençol que me cobria da cintura para baixo. Afundei meu rosto no travesseiro e sorri com malicia, afinal nunca escondi de MinSeok como amava a sua massagem, porém ele não precisava ver meus olhos revirando de prazer naquele momento.

Como uma provocação o coreano sentou-se no espaço entre as minhas coxas e bunda, encaixando seu membro já teso e livre de roupas nas minhas nádegas e o pressionou ali apenas para me arrancar um gemido de satisfação.

-Gosta quando eu faço isso, jagi? –Xiumin sussurrou no meu ouvido ao curvar seu corpo sobre o meu, grudando seu peitoral nas minhas costas- Se disser que sim eu prometo que farei ainda melhor.

-Eu gosto, oppa. –Murmurei com a voz abafada pelo travesseiro, mas sua mordida em meu ombro me deixou saber que ele havia escudado.

Ter sua pele quente e macia roçando na minha fazia com que eu me arrepiasse por inteiro, sua voz sussurrada no meu ouvido me excitava e suas mãos que agarravam minhas nádegas com força, as apertando entre os dedos longos, faziam com que minha intimidade ficasse úmida em poucos segundos. Eu o amava e venerava seu corpo maravilhoso e feito sobre medida para a realização de todos os meus sonhos.

-Por favor, oppa. –Pedi quando mais uma vez ele tinha pressionado o pau contra a minha bunda- Eu preciso de você dentro de mim...

-Precisa, jagi? –Minseok se afastou para voltar a se apoiar nos joelhos, me dando espaço para abrir mais as pernas e deixando que ele visse como eu estava molhada- O oppa também acordou precisando de você, querida.

Senti seus dedos tocando o interior de minhas coxas, apertando a região o suficiente para deixar as marcas. Antes que eu pudesse raciocinar ele havia tomado distância e agora se encontrava de joelhos entre as minhas pernas.

-Oppa? –Ofeguei.

E não demorou nem mais meio segundo para que eu sentisse a língua de MinSeok em minha intimidade, passando desde o centro de prazer até a entrada, a circulando e beijando ao mesmo tempo que suas mãos agarraram os meus glúteos, os apertando e dando alguns tapas fortes e sequenciados.

-O-o-oppa... –Gemi sentindo a ardência tomando conta da minha parte traseira.

Era estranha a mistura das sensações. Eu sentia seus tapas me deixando ardida e também sentia a sua língua fazendo um ótimo trabalho em meus clitóris, os deixando inchadinhos ao ponto dele poder prender entre os dentes e puxar de leve, os soltando e assoprando o local para vez como meus quadris começavam a se erguer na sua direção. Meu corpo implorava por mais de Kim MinSeok e minha mente por mas inebriada que estivesse não fazia questão de negar a todo aquele desejo.

Pouco a pouco seus dedos foram se aproximando de um ponto onde ele nunca havia se arriscado a acariciar antes. Não que sexo anal fosse um tabu entre nós, simplesmente MinSeok jamais tinha tentado e eu sentia receio por pensar que fosse algo dolorido e não higiênico. Mas ao sentir a pressão de seus dedos, molhados com o liquido que escorria de minha vagina, no pequeno botãozinho que se escondia entre as minhas nádegas foi impossível conter o gemido longo e alto, que se repetiu ao que ele continuava a estimular o local, assim como não consegui fazer com que a região parasse de se contrair.

-Ele está piscando para mim, querida. –Disse depois de deixar uma mordida em minha nádega esquerda- Eu devo preenchê-lo com o meu pau, é isso que o seu buraquinho guloso deseja?

-Sim... aaah... –Suspirei sentindo a ardência aumentar visto que ele havia empurrado a ponta de seu dedo indicador para dentro de mim- Com... Co-m cuida-do, oppa!

-O Oppa vai cuidar de você agora, jagi. –O ouvi sussurrando com malicia.

E Xiumin parecia estar mesmo cuidando de mim porque enquanto seu indicador entrava mais no meu traseiro os dedos da outra mão brincavam com meus lábios vaginais e massageavam a minha vulva sem parar, portanto a invasão perdia parte da dor.

Provavelmente ele havia planejado tudo até ali, desde que me acordou já tinha a intenção de me tirar a virgindade anal, mas honestamente eu não me importava em ter aquela primeira vez com o meu marido, mesmo que estivesse sendo dolorido quando MinSeok penetrou o segundo dedo misturado a uma certa quantidade de saliva.

-Eu quero que afaste mais as pernas, me deixe te ver por inteiro (SeuNome). –Pediu ainda com os dois dedos em meu interior apertado.

Fiz como ele tinha pedido e quase engasguei com minha própria saliva ao ter o meu buraquinho alargado por seus dedos. Uma lágrima escorreu até o travesseiro que eu apertava e um gemido esganiçado me escapou até que eu o sentisse retirando os dedos de mim.

Sem que a sensação de alivio durasse muito eu pude perceber sua glande passando nos meus grandes lábios, arrastando mais do liquido lubrificante para o buraquinho que ele estava há pouco tempo abrindo com os dedos. Pensei em pedir que ele parasse, dizer que sexo anal era mais doloroso do que eu esperava e que talvez não valesse a pena, porém antes que eu pudesse abrir minha boca seu pau começou a forçar meu botãozinho e logo sua glande entrava no meu traseiro.

Aquilo queimava como o inferno, muito mais que quando eu perdi a virgindade com o próprio MinSeok. Era como se o canal fosse estreito demais para aguentar seu membro, então tentasse o colocar para fora, no entanto Xiumin continuava a forçar passagem e mesmo com dificuldade ele ia ganhando da resistência formada pelos músculos.

-Você precisa relaxar jagi, senão vai doer ainda mais. –Murmurou curvando seu corpo, colando sua boca ao meu ombro para poder beijar a região- Eu sempre quis fazer isso, me deixe arrombar esse cuzinho gostoso e depois o oppa te recompensa fodendo a sua bocetinha do jeito que você gosta, tudo bem?

-M-mas... –Gaguejei ao sentir Xiumin indo mais fundo- Tá doendo!

-Vai doer só mais um pouquinho, eu prometo.

E realmente a dor não durou muito. MinSeok dedicava seus lábios a beijarem meus ombros e parte das minhas costas, uma de suas mãos continuava a me masturbar deliciosamente e seu pau foi rápido e duro para dentro de mim, ficando enterrado até o talo no meu canal que era, até poucos minutos atrás, virgem.

As primeiras estocadas foram dolorosas e eu resmungava para que ele fosse devagar, porém quando a ardência diminuiu eu comecei a sentir o prazer que quilo poderia me dar. Era gostoso quando seus testículos batiam contra minha pele e seus gemidos satisfeitos ao pé de meu ouvido era um incentivo maravilhoso.

Logo eu estava gemendo para que ele fosse mais rápido e forte. Eu queria sentir como seria ter MinSeok gozando naquela meu buraquinho, eu só precisava disso e gemia para que ele o fizesse.

A respiração pesada dele contra o meu ouvido ditava o ritmo das estocadas. MinSeok era do tipo atlético e forte, ele gostava de se exercitar e ficava feliz em exibir os resultados sempre que possível. Como praticava natação conseguia manter o fôlego facilmente, a força nos quadris veio com a dança e as pernas torneadas, assim como os braços e a barriga definida, eram graças à musculação. Poderia considerar meu oppa como uma máquina de sexo.

Ele penetrava fundo e apertava minha cintura para tornar o ato mais firme. Sua boca brincava comigo e por vezes eu revirava os olhos sentindo suas mordidas em meus ombros. Gostava de como ele fazia as coisas, de como deixava meu corpo quente e sensível, como me convencia a fazer tudo o que ele desejasse enquanto estivéssemos transando. Aquilo me deixava excitada ao ponto de perceber minha vagina se contraindo em um chamado pelo pau de MinSeok.

-Eu preciso que termine com isso, oppa. –Implorei com todo o ar que consegui reunir em meus pulmões.

 Xiumin acelerou os movimentos e nossos gritos dominaram o quarto. Eu queria que toda a França soubesse do homem incrível que era o meu marido.

Sem que eu previsse sua ação ele retirou o pênis de meu ânus e o levou para a minha vagina, penetrando com força e continuando no mesmo ritmo feroz de antes. Minhas pernas tremiam e se abriam mais, minhas unhas quase rasgavam o travesseiro fofo e eu sentia como se ele estivesse preenchendo a minha alma. Todos os pelos do meu corpo se ergueram e um tremor começou no interior da minha boceta, passando pelos clitóris, lábios vaginais, vulva e se estendendo pelo meu corpo até que eu já não sentisse mais nada além da contração da minha intimidade na sua.

MinSeok suspirava e empurrava seu pau para dentro de mim como se estivesse descontrolado, senti sua veias inflando e sua glande surrava um ponto delicioso no meu interior. Pensei que ele gozaria ali, porém para minha surpresa Xiumin voltou seu pênis para a minha bunda e novamente penetrou ali, deixando toda a sua extensão no meu interior até que o ultimo jato de gozo abandonasse seu corpo.

-Oh, (SeuNome)! –Ele resmungou deixando seu corpo ceder sobre o meu- Que gostoso!

Sorri pela maneira manhosa com que ele disse aquilo. Por mais que fosse um filha da puta no sexo, meu oppa ainda era o homem mais carinhoso e atencioso que eu havia conhecido em vida e isso não mudaria jamais.

-Todas as manhãs serão assim? –Brinquei ao fechar meus olhos e me concentrar no seu pau saindo lentamente de mim- Você vai me atacar durando o sono para conseguir se satisfazer?

-Talvez. –Seu riso anasalado me fez rir junto- Cuidado jagi, amanhã você pode acordar com o meu pau na sua boca.

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-Não acredito nisso! –Exasperei com admiração- Parece um sonho!

-É bonito, mas eu não entendo o porquê disso estar aqui, jagi. É legal, porém já vi coisas mais bonitas na Coreia. –Xiumin disse depois de gastar segundos observando o Arco do Triunfo com estranheza.

-Oppa, você está falando de uma obra napoleônica como se fosse nada! –O repreendi- Isso foi feito em comemoração as vitórias de Napoleão Bonaparte, tem muitas referências gregas e romanas nesse monumento, existe sim um significado e tem uma história. Tenha um pouco mais de paciência e tente refletir a respeito do que está a sua frente.

MinSeok suspirou e voltou seu olhar para o monumento, parecendo compenetrado. Sorri ao perceber que ele estava se esforçando em apreciar algo que eu achava bonito.

A verdade era que eu não gostava muito de Napoleão, contudo achava toda a história trágica e interessante o suficiente para que eu passasse algumas horas lendo a respeito. E no final das contas sempre fui amante da arte e cultura grega clássica, então gostava de ver monumentos inspirados por tal período.

-Você gosta mesmo disso, dá para ver pelo brilho no seu olhar.

Virei-me de supetão e dei de cara com um homem alto, com os cabelos de um castanho beirando o loiro e olhos verdes. Era bonito, não posso negar, porém eu não o conhecia e não compreendia porque ele estava falando comigo.

-É quase tão bonito quanto o Cristo Redentor. –Comentei.

-Já foi ao Brasil? –O desconhecido ergueu uma sobrancelha e me fitou fixamente, me analisando.

-Sou brasileira. –Dei de ombros e desviei o olhar em busca de MinSeok, que havia se afastado e estava comprando algo em uma barraquinha próxima dali.

-Eu também! –Ele disse em português e o olhei espantada- Seu inglês é ótimo, pensei que fosse americana.

-Obrigada. –Sorri abertamente.

Desde que me mudei para a Coreia não tenho tanto contato com a cultura de meu país e por isso encontrar um brasileiro era algo animador. Fazia meses que eu não conversava em português.

-Me chamo Benjamin, qual seu nome?

-(SeuNome).

-Eu moro aqui há dois anos e quase nunca tenha a sorte de encontrar brasileiros. Está visitando a França ou mora aqui, (SeuNome)? –Ele perguntou.

Não é seguro conversar com estranhos, essa lição eu aprendi desde criança, contudo Benjamin era só um cara simpático que estava puxando assunto porque provavelmente sentia saudades do Brasil tanto quanto eu, portanto todas as chances de conversar com algum brasileiro deveriam ser aproveitadas.

-Estou em...

Fui interrompida por um braço que passou em minha cintura e me puxou contra o corpo forte e quente que eu estava mais que familiarizada. Virei o rosto e encontrei com MinSeok encarando Benjamin em um misto de ódio e curiosidade. “Quem é?” ele me perguntou em coreano.

-Benjamin, ele é brasileiro e eu o conheci agora. –Expliquei tentando parecer calma- E este é o meu marido, Kim MinSeok. –Conclui em português para que o outro entendesse.

-Ah, está em lua de mel? – Benjamin arregalou os olhos- Me desculpe, devo ter causado problemas! –Pediu ao se dar conta da razão do semblante fechado de Xiumin ao meu lado- Foi um prazer conhecê-la, (SeuNome).

-Digo o mesmo. –Respondi ao vê-lo se afastando.

-Ele estava dando encima de você, não estava? –MinSeok questionou sério, com o olhar firme no meu.

-Ele só estava sendo simpático, oppa. –Dei de ombros- E mesmo que ele quisesse algo, nós dois sabemos que eu não sou capaz de olhar para outro homem.

-Espero que isso seja verdade jagi, porque eu não suportaria te perder. –Disse ao selar meus lábios de maneira lenta e gentil, sorrindo ao perceber a quão corada eu fiquei com sua demonstração de afeto em público- Comprei isso para você. –Estendeu-me o embrulho.

Desfiz o pequeno laço rosa que selava o presente e sorri largo ao perceber que era uma miniatura do Arco do Triunfo.

-Eu gostaria de te dar o verdadeiro, visto que admira tanto essa velharia, mas como não é possível espero que fique feliz com essa pequena recordação. –Explicou enquanto analisava minhas feições encantadas com a miniatura tão detalhada.

-Terá que me comprar uma em cada lugar que visitarmos.

-Eu irei.

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E naquela tarde MinSeok continuou ao meu lado dizendo que não fazia sentido uma cidade como Paris ter tanta “velharia”. Concordamos que no dia seguinte visitaríamos pontos turísticos do agrado de meu marido, ou seja, restaurantes próximos ao Rio Sena.

Quando voltamos ao hotel estávamos cansados ao ponto de somente ter disposição para uma janta simples antes de nos deitarmos um ao lado do outro para dormirmos.

-Estou tentando me convencer a não te foder agora. –Sussurrou Xiumin me apertando mais em seus braços.

-Meu traseiro ainda dói, oppa. –Confessei o fazendo rir.

-Existem outros lugares onde eu posso colocar meu pau, jagi. –Ele retrucou divertido- Você parece ter gostado da experiência, já não pensa em outras possibilidades. –Provocou.

-E você não tentaria foder a minha bunda? –O encarei com deboche.

Aquela viajem estava me dando a oportunidade de conhecer o homem com quem me casei. Se no inicio da nossa lua de mel me perguntasse adjetivos que descrevessem Kim MinSeok eu usaria calmo, carinhoso e gentil. Hoje eu provavelmente diria malicioso, insaciável e irresistível.

-Com certeza eu tentaria. –Sussurrou antes de beijar o topo de minha cabeça- Mas vamos descansar para amanhã, jagi.

-Boa noite, oppa.


Notas Finais


Como é de madrugada eu realmente estou cansada, contudo insisti em postar hoje! Enfim, se alguém gostou comente e favorite por favor! Porto o próximo em breve, amores! <333


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