História Honeymoon Operation - Capítulo 20


Escrita por: ~ e ~Licci

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Categorias Got7
Personagens BamBam, Jackson, JB, Jinyoung, Mark, Youngjae, Yugyeom
Tags Got7, Jackson, Jark, Mark, Markson
Visualizações 200
Palavras 1.117
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Ficção, Lemon, Luta, Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Shounen, Universo Alternativo, Violência, Yaoi
Avisos: Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 20 - XX


Fanfic / Fanfiction Honeymoon Operation - Capítulo 20 - XX

De volta à ilha, Jackson entrou abruptamente no quarto, praguejando. Qualquer sinal da característica frieza do policial calmo e centrado evaporou-se no momento em que viu Mark seminu no quarto de Kunpimook. Seus sentimentos passaram de surpresa a um ciúme irracional e finalmente a uma raiva incontrolável. Mark agira sem consultá-lo, pondo em risco não só a missão como a vida de ambos. Que raio de coisa Mark tinha em mente?

- Sua manobra poderia ter nos matado - vociferou Jackson, ainda incapaz de controlar a raiva.

Mark fora suficientemente esperto para manter a boca fechada enquanto ele fizera o maior sermão sua já escutara em toda sua vida. Mas agora já estava começando a se exasperar.

- Não entendo o motivo de tamanha irritação - disse Mark, deixando-se afundar confortavelmente em uma poltrona. - Agora temos evidência suficiente para concluir este caso.

- Você não entende? - gritou Jackson, balançando a cabeça e olhando para o teto - Ele não entende! - repetiu, como se falasse para o céu.

Mark não entendia que ele quase enlouquecia só de pensar o que poderia ter acontecido. Que o simples pensamento de perdê-lo fizera seu coração quase parar de bater. Não fazia a mínima ideia de que ele teria matado Kunpimook com as próprias mãos se o canalha tivesse se atrevido a tocar em um só fio de cabelo de Mark.

Jackson gesticulou no ar e passou a mão pelos cabelos, desejando afastar a confusão de emoções que o impediam de raciocinar.

- Você tem alguma noção de que pode ter colocado em risco a missão?

- Claro que não. Quando o iate de Kunpimook for apreendido pela Guarda Costeira, eles mesmos o revistarão e encontrarão o compartimento, como eu encontrei.

Mark não deixava de ter razão, porém continuavam de mãos atadas até que a Guarda Costeira encontrasse alguma coisa.

Já haviam contatado Youngjae, que aguardava apenas uma ordem para entrar em ação. Jaebum também tinha sido avisado, mas enquanto K. Arthit não fosse interrogado nada podiam fazer a não ser aguardar.

Nenhum juiz emitiria um mandado de busca baseado apenas no fato de que o cunhado da pessoa em questão tinha sido preso com uma quantidade de drogas.

- E você ainda não explicou o que estava fazendo nu no quarto de Kunpimook - continuou Jackson.

- Eu não estava nu.

Jackson cruzou os braços na frente do peito.

- Oh, desculpe-me. Estava enrolado em uma toalha, o que dá no mesmo.

- Fiz o que tinha que fazer para evitar que acabássemos como comida de tubarões. Você sabe muito bem que eu estava fazendo o meu trabalho.

- Eu sei? Eu não sei de nada! A única coisa que sei é que você é perigoso, Mark. Você age por impulso e isso não é bom. Você tem um parceiro neste caso, sabia?

- Eu não tinha planejado revistar a cabine de Kunpimook - disparou Mark. - A oportunidade simplesmente surgiu e eu a aproveitei. E não venha me dizer que não teria feito a mesma coisa. Fingi estar mareado e pedi a Anne que fosse procurá-lo. Ela havia dito que Chen era juiz e não foi difícil somar dois mais dois. Só que, ao invés de chamar você, ela chamou Kunpimook, enquanto eu estava olhando um material muito importante no banheiro da suíte.

Dizendo isso, caminhou pelo quarto em direção a Jackson.

- Eu não tive tempo para pensar, Jackson. Apenas reagi. Como eles pensavam que eu estava mareado, fechei a porta do banheiro e fingi que estava passando mal. Isso me deu tempo para esconder as evidências que tinha encontrado. Fui até o chuveiro e finge que tinha sujado o minha roupa. A esposa de Kunpimook ficou penalizada e me emprestou uma calça jeans e uma camiseta de Kunpimook.

- O que aconteceu com o microfone que estava usando?

Um sorriso maroto surgiu nos lábios de Mark, enquanto baixava o zíper da calça. - Eu disse que ninguém o encontraria a menos que fizesse muito perto de mim.

Jackson não acreditava no que estava vendo. O aparelho fino como um cartão de crédito estava preso à cueca. Não podia sequer imaginar Kunpimook ficando tão perto dele a ponto de descobrir o microfone.

Mark retirou-o com cuidado, murmurando algo como não conseguir respirar com um dia tão apertado.

A boca de Jackson de repente ficou seca.

- Isso ainda não explica como ficou quase nu e sozinho com Kunpimook.

Mark lançou-lhe um olhar de impaciência.

- Por que está tão interessado nesse pequeno detalhe? Isso tem alguma importância?

- Claro que tem! - gritou Jackson.

- Por quê? - inquiriu Mark, livrando-se da calça.

Jackson encurtou a distância entre eles em menos de um segundo.

- Porque só de pensar em Kunpimook tão perto de você, fico louco! Você faz alguma ideia do que poderia ter acontecido se ele não tivesse acreditado na sua encenação?

Mark afastou-se dele, entrou no closet e vestiu sua própria calça.

- Eu estava apenas fazendo o meu trabalho, Jackson. E nós continuamos vivos.

- Não se trata de Kunpimook, Mark.

- Não? Então se trata de quem?

- Conte-me sobre seu último parceiro de missão.

Mark inclinou-se sobre a pia e debruçou-se na bancada de mármore, escondendo o rosto com as mãos. Os segundos passavam e Mark permanecia na mesma posição. Finalmente, levantou a cabeça e encarou-o através do espelho.

- Peniel e eu tivemos um caso - disse em um fio de voz.

- E foi apenas isso? - inquiriu Jackson, já sabendo a resposta. Porém precisava ouvir a verdade dos lábios dele. Precisava que confiada nele. Esperou pacientemente enquanto Mark lavava as mãos, depois o rosto.

- Você conversou com Youngjae sobre isso, não é mesmo? - perguntou Mark, pegando uma toalha. - O que ele lhe contou?

- Tudo que achava que sabia.

Virou-se lentamente e encarou-o. Angústia mesclada com medo se refletia em seu olhar, o que fez o coração de Jackson contrair-se. Detestava ter de fazê-lo passar por aquilo. Mas Mark tinha que confiar nele.

Mark passou por ele e entrou no quarto. Jogou-se em cima da cama, encolheu as pernas e abraçou-as.

- Ele não sabe nem um terço da verdade - informou Mark. - Ninguém sabe. Eu não tinha que me justificar para eles. Nem para ninguém. Fiz o que devia ser feito e ponto final.

A voz de Mark saía entrecortada. Jackson sentou-se na beirada da cama. Sentia uma vontade imensa de tomá-lo em seus braços e apagar todas aquelas lembranças de sua mente.

- Youngjae disse que você se envolveu em algo sujo.

Mark deu uma risada sem nenhum traço de humor.

- Isso mesmo, eu realmente fui envolvido em algo muito sujo...



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