História Hope - Capítulo 6


Escrita por: ~

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Categorias Chaz Somers, Justin Bieber, Pattie Mallette, Ryan Butler
Personagens Chaz Somers, Jaxon Bieber, Jazmyn Bieber, Jeremy Bieber, Justin Bieber, Pattie Mallette, Ryan Butler
Tags Drama, Revelaçoes, Romance
Exibições 23
Palavras 4.230
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Festa, Luta, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 6 - Capítulo 6 - Batidas.


Fanfic / Fanfiction Hope - Capítulo 6 - Capítulo 6 - Batidas.

 

Alice Campbell Point Of View. 

Torne- me mais forte. 

Eram as seguintes letras escritas no pequeno caderno de cor marrom envelhecido que eu tinha encontrado nas coisas de Justin sendo mais realista nas coisas que eu acabará de mexer, que eu tinha acabado de bisbilhotar. 

Esse seu caderno, "diário" como quiser chamar parecia ser velho, não que eu soubesse de cada data que ele tinha sido escrito, mais o caderno por si tinha sua aparência suja, com pó e bem envelhecida. eu estava na primeira página, tinha acabado de encontrar e me sentar no chão depois de ter o tirado daqui com uma desculpa que precisava dormir, pedi se podia tomar um banho, e ele assentiu então me senti mais limpa e sem o cheiro de bebida assim que sai daquele chuveiro dos deuses. 

Eu não tinha nada pra fazer, então resolvi mexer em suas gavetas e pra minha surpresa eu encontro um caderno além claro de camisinhas, algumas abertas o que me deu nojo só de olhar, por que ele fazia coisas aqui no quarto de hospedes quando se podia fazer no seu quarto? era tipo totalmente ridículo ele não colocar as suas "coisas" usadas no lixo, extremamente nojento, me lembre de vomitar mais tarde. 

Mas emfim eu achei esse seu 'diário" e me chamou atenção eu sei que é bem errado ler as coisas dos outros, mais se ele achava tão importante assim por que não guardou no seu quarto e em um lugar seguro? onde pessoas curiosas como eu não mexeriam, bizarro, na sua primeira folha tinha uma poema, um poema que não rimava com nada, então resolvi levar como um pequeno desabafo o que ele fez ali. 

" Torne-me mais forte, para que eu possa passar por cada coisa sem querer voltar. 

Torne-me mais forte, para que cada batalha que eu passar eu mesmo seja o ganhador. 

Torne- me mais forte para que eu não abaixe minha  cabeça para os meus inimigos. ". 

Era estranho, mais Justin não parecia ser o garoto que tinha problemas, não que ele não pudesse ter como qualquer pessoa, mas ele parecia ser tão bom, tão rico, e tão feliz, problemas pareciam ser a última coisa que ele tinha na sua vida. 

"Nunca achei necessário esse negócio de "diário", mas como ninguém me escuta talvez um caderno que nem fala possa entender os meus problemas ou talvez eu queira só desabafar sem precisar ouvir nada em troca, mais o fato é eu estou completamente apaixonado, e como todos sabem Justin Bieber não se apaixona, essa garota me deixa maluco, mas ela quer que eu abra a mão de tudo, e o que eu faço? eu aceito sair da minha diversão pra me divertir com ela?, não seria má ideia, por que além de linda ela é uma gostosa.. já reparei naqueles peitos... 

Fechei o diário rápido eu não ira ler Justin descrever o quanto a garota que ele gostava era gostosa, nem ele falar sobre coisas maliciosas sobre ela não mesmo, minha curiosidade iria me matar um dia, mais eu podia mata-la mesmo eu não iria ler isso, além de nojento era machista demais, que garoto idiota, bufei comigo mesma jogando o caderno pra baixo da cama, passei as mãos no cabelo e levantei do chão. 

- Nojento - resmunguei pra mim mesma. 

Justin tinha uma namorada, ele tinha uma namorada linda por que ele queria que eu viesse pra sua casa? com certeza qualquer pessoa que soubesse me chamaria de vadia por estar na cada de um homem comprometido, e era isso que eu estava me sentindo uma vadia completa, caramba!. 

Eu não iria mais ficar aqui, eu iria ir pra casa e sim eu não estava nem ai se teria que acordar aquele idiota se fosse preciso, tirei o moletom de Justin e coloquei aquela roupa molhada que fedia a bebida, fiz uma cara de nojo antes de sair do quarto e andar pelos corredores buscando a porta do quarto do Justin, bati uma, duas, três vezes, na quarta eu entrei. 

Vi somente sua cabeça pra fora da cama, bufei e fechei a porta devagar enquanto ia em direção a cama, ele estava de barriga pra baixo dormindo tranquilamente, helllou Deus faça um ser humano que não fique bonito até dormindo por favor, apertei minhas mãos sem saber o que fazer, talvez essa não era a hora certa de eu ir embora, e eu apenas esteja sendo criança demais, eu vou voltar pro meu quarto e tentar dormir sem pensar nas nojeiras que ele pode ter feito. 

Assim que me virei andando um pouco pronta pra sair eu escorreguei, sim eu escorreguei e cai de bunda no chão, acho que meu grito foi tão agudo que até os vizinhos ouviram. 

Fechei os olhos. 

Eu podia ouvir Justin resmungar de alguma coisa, quando os abri novamente tomei coragem e levantei, com toda certeza quase caindo novamente, olhei em direção a Justin e o mesmo piscava algumas vezes tentando assimilar o que tinha acontecido, ele parecia ainda um pouco sonolento me senti mal por te-lo acordado dessa forma, mais agora não tinha mais jeito, e afinal eu precisava ir embora. 

- Justin me desculpe - sussurrei assim que cheguei perto da cama - não era pra ter te acordado desse jeito. 

Justin se sentou na cama de lado pra mim, comecei a ficar incomodada ele estava sem camisa, eu realmente não devia ter entrado aqui, com certeza eu devia ter ficado no quarto lendo suas histórias enquanto me indignava com cada coisa escrita, deveria ir embora dali, tipo agora. 

- Hum, Justin? você pode me levar pra casa? - Perguntei esfregando minhas mãos um na outra, e engolia seco olhando pro chão. 

Ele se virou pra me encarar com a testa franzida, coçou os olhos e sorriu de leve. 

- Hã? - ele falou confuso. 

- Eu perguntei se pode me levar pra casa, tipo agora, eu preciso ir pra casa. 

Ele me olhou confuso e se levantou, eu estava certa de que ele estava sem camisa, mas não era só sem isso que ele estava na verdade ele só usava uma cueca preta, ele estava praticamente nu na minha frente, minhas bochechas deviam estar mais vermelhas que um pimentão minhas bochechas queimavam. eu tinha que sair dali, fugir agora. 

- Pra casa? mas são - Justin olhou pra escrivaninha e pegou seu Iphone olhando a hora - três da manhã, por que que ir pra casa?. 

Falou e se aproximou, assim que largou o celular e volta. não percebi mais quando vi estava quase caindo pra trás de tanto passos que dava pra trás, impedindo qualquer tentativa de aproximação entre nós dois. 

- Hã.. - mordi o lábio em nervosismo senti minhas pernas trêmulas. 

Ele chegou tão perto de mim que todos os meus pelos se arrepiaram. eu conseguia escutar meu coração bem alto, eu era bem baixa perto dele talvez uns centímetros bem a baixo dos seus um pouco mais abaixo do seu queixo, pra minha surpresa ele esticou o braço e ligou sua luz a forte luz fez ele semicerrar os olhos e eu engoli seco me, e eu fiquei feliz em ver distancia entre nós. 

- Por que eu não quero ter que explicar pros meus pais onde eu estive. 

- Diga que estava comigo - ele me olhou um pouco confuso, e eu sorri. 

- Está brincando? - ri - se eles não deixam eu nem ter amigas, imagina se souberem que fiquei na sua casa. 

- Hum.. que cheiro é esse? - ele franziu a testa e me encarou - é você?. 

- São minhas roupas, eu levei um banho de bebida - neguei com a cabeça o que estava acontecido, suspirei encarando seu rosto - espero você lá em baixo, obrigada. 

Falei e sai correndo pra baixo. 

Cheguei na sala respirando fundo só então percebi que eu tinha trancado minha respiração enquanto estava no seu quarto, eu acho que eu nunca tinha ficado assim tão perto de um garoto, nunca mesmo meu pai não deixava eu chegar nem perto dos meus primos que tinha o dobro da minha idade e já eram casados, especialmente se eles estivessem seminu, ainda bem que ninguém estava aqui pra perceber minhas bochechas vermelhas e quentes, qualquer um perceberia. 

Ri e relaxei meus ombros, andei até o sofá e sentei talvez eu estivesse maluca mais eu nunca vi algum peitoral tão definido quanto o de Justin.. pra falar a verdade eu nunca vi um peitoral definido. meus olhos eram completamente tapados quando eu passava por qualquer academia e isso não era modo de dizer, eu literalmente tapava meus olhos, eu colocava as mãos ou os fechava fortemente passando pela academia, claro que não era nada bom, por que algumas vezes eu batia coma cabeça num poste ou caia com tudo no chão, mais fingia sempre que nada tinha acontecido. 

De repente, ouvi passos pela escada, e Justin apareceu usando apenas uma calça Jeans, meus olhos se arregalaram e minhas bochechas voltaram ao rosado que estavam antes, ele passou por mim indo até a cozinha e eu acompanhei com o olhar como se ele fosse uma lembrança muito constrangedora da minha vida. por que ele não colocou uma camisa?. 

Percebi que estava parada com uma cara de tacho sentada no sofá, voltei a realidade balançando a cabeça. me levantei do sofá e segui caminho até a cozinha onde ele se encontrava de pé tomando alguma coisa. 

- Vai demorar pra me levar pra casa? - perguntei calma. 

- Não vou levar você pra casa Ally - falou com indiferença. 

- E por que não? - reclamei brava - você não pode me obrigar a ficar aqui. 

- Estou segurando seus pés por acaso? - ele se virou me encarando com a sobrancelha erguida - quer ir embora? pode ir mas se depender de mim você fica aqui até amanhã. 

- Não era você que estava preocupado com a garota que pode ser estrupada? - falei indignada - eu não preciso de você, eu pego um táxi. 

- Mesmo? - disse rindo - e vai pegar dinheiro de que lugar?. 

- Não me faça ficar irritada Justin - fechei os olhos fortemente antes de continuar a falar - me leve pra casa agora. 

- Olha se você é acostumada a ganhar tudo assim - o ouvi suspirar - comigo não é assim. 

- Justin.. se você não me levar pra casa agora, eu não vou ter nenhuma desculpa pra falar pro meu pai - comentei - nem mesmo a casa de uma amiga, por que eu não tenho amigas. 

- Você tem a mim - ele falou - e por que está tão preocupada não é como se a gente tivesse transado. 

Minhas bochechas ficaram mais vermelhas ainda, observei Justin que me fitava com seus olhos castanhos, enquanto eu engolia seco minha vergonha inteira. 

- Olha não quer me levar tudo bem - sorri irônica me virei pronta pra sair da cozinha - eu vou sozinha. 

Sai da cozinha e fui em direção a sua porta, girei a chave e abri a porta, em seguida sai batendo a porta com força. parei no meio do corredor e olhei pros dois lados eram mais o menos mais que três e meia da manhã, eu tinha uma fobia enorme de elevadores então com toda certeza eu não iria encarar um a essas horas , ainda mais sozinha, minha roupa estava fedendo então se descesse pelas escadas qualquer pessoa que chegasse de uma balada falaria que eu era uma maluca drogada, andando pela rua eu não digo ao contrário. 

- Ally - Justin me chamou, segundos depois de eu ir em direção a porta do elevador, eu vi que ele vinha em minha direção com uma camiseta e quase caindo enquanto corria e colocava seu casaco ao mesmo tempo, se eu não estivesse tão estressada eu riria - Você venceu, eu levo você. 

- Ah é mesmo? - perguntei cruzando os braços - pois bem, sou eu agora que não quero ir com você. 

- Sério isso Alice? - comentou me encarando com a cara fechada - não acredito que vai fazer birra por isso. 

- Não é birra - retruquei ofendida - mas se você não quer levar, pode voltar pra sua cama, eu sou acostumada a fazer as coisas sozinhas. 

- É birra sim - afirmou - vamos logo, e afinal eu sou a única pessoa que aguenta seu cheiro de bebida. 

- Como é? - falei o encarando de boquiaberta - você é ridículo. 

Justin riu e bagunçou meu cabelo e eu me aguentei pra não dar vários tapas na sua cara, apertei o botão do elevador então ele desceu até o andar, entramos e eu achei muito estranho o comportamento de Justin ali dentro, ele parecia meio nervoso  e não só agora como antes quando viemos pra cá, ele esfregava suas mãos uma nas outras e olhava pra cima esperando penso eu, que o elevador parasse logo. 

- Onde está seu carro? - perguntei assim que chegamos na garagem e eu observava os enormes e luxosos carros daquela gargarem. 

- Estragou - comentou, enquanto andávamos pela garagem - meu pai mandou eu pegar um dos outros. 

- Um dos outros? - perguntei, com a expressão confusa. 

- Sim, meu pai tem muitos - comentou - então ele não se importa de pegar outros, se bem que ele fica uma fera assim que estrago algum. 

- Nossa Justin, a sua humildade me deixa emocionada - falei colocando a mão no peito enquanto chegávamos na frente de um carro cinza, ouvi a risada sem humor de Justin, enquanto ele pegava as chaves e ligava o carro - nós vamos nisso?. 

- Nisso não - ele explicou - Vamos na minha Cher.

- Cher?que tipo de ser humano da nome aos carros?. 

- Justin Bieber minha querida - ele começou dando um pequeno sorriso, mais logo desmanchando - agora, entra logo antes que desista de te levar. 

- Não seria uma má ideia - resmunguei baixo pra não ouvir, mais ele parecia ter ouvido por que fechou a cara, abri a porta do seu carro e sentei, aquele cheiro de carro novo me dava uma sensação boa, eu nunca entrei num carro desses de forma alguma eu era adapitada ao simples, meu pai trabalhava numa empresa não muito famoso e nem conhecida no Canadá, nós não eramos a família mais rica daqui, claro a gente tinha muito mais condições que muitas pessoas aqui, mais nada tão luxuoso, nada tão Justin Bieber.. 

Pouco antes de Justin se aproximar da minha casa, ele parou no sinal e eu engoli seco receosa. 

- Pode me deixar uma quadra antes? - perguntei, olhando pro sinal nervosa. 

- Pra que? só te deixo mais no perigo - comentou, voltando a dirigir ao ver o sinal abrir. 

- Justin eu te peço que não discuta comigo por causa disso também - respondi, o olhando sem humor - só me deixe uma quadra antes, está bem?. 

Justin revirou os olhos e continuou a andar, ele parou o carro numa rua próxima da minha casa, observei o fora e não parecia ter perigo nenhum, só tinha o movimento de alguns carros passando em alta velocidade mais não tinham pessoas andando pelas calçadas, suspirei e encarei Justin que me olhava. 

- Não quero que saia sozinha pela essa rua - comentou seco - é perigoso. 

- Você não é meu pai - respondi da mesma maneira - e eu vou ficar bem. 

- Porra! quer ser estrupada? ou morta garota? - ele gritou me olhando com raiva. 

- Como se você se importasse - esbravejei enquanto saia do carro e batia a porta com força. 

Dei de ombros e comecei a andar em direção a minha casa, olhei uma vez e seu carro ainda estava lá parado da mesma maneira, revirei os olhos e continuei andando, meus queixos tremiam por causa do frio, virei um quarteirão até ver minha casa branca bem perto, agradeci a Deus por chegar viva e passei pelo portão apressada, minhas mãos trêmulas por sorte conseguiram alcançar a maçaneta a abrir a porta com delicadeza pra não acordar ninguém, ao entrar em casa e fechar a porta as luzes estavam todas apagadas, suspirei e me virei de costas tentando encontrar o interruptor e ligar as luzes, quando finalmente consegui me virei de frente e vi meu pai. 

Meu coração pulou de susto, ele estava parado na frente do sofá com seus braços cruzados olhando na minha direção sério, engoli seco e sorri de lado. 

- Papai - falei - ainda acordado?. 

- Estava esperando você chegar - por onde esteve?

Ele descruzou os braços e venho passos a minha direção, eu não sabia o que fazer, nem o que dizer talvez eu não pudesse mentir por que fosse péssimas nas mentiras, mais talvez essa seja a única alternativa pra não ganhar uma surra, e eu estava com medo, eu estava com muito medo, meu coração batia fortemente que quase os sentia sair pela boca, minhas mãos suavam quente e minha respiração era bem acelerada. 

- Eu estava na Biblioteca - comentei - acabei dormindo muito por lá, me perdoe por chegar a essa hora papai. 

- Biblioteca ficam abertas até a essa hora querida? - perguntou desconfiado. 

- É por isso que é uma das minhas preferidas - falei e sorri - você pode entrar no mundo da imaginação a hora que quiser. 

- hum... vejo que você pensa que eu nasci ontem - falou com arrogância - VOCÊ PENSA QUE EU NASCI ONTEM ALICE?. 

- É claro que não papai - minha voz soou trêmula. 

- ENTÃO POR QUE DIABOS ESTÁ MENTINDO PRA MIM? NUMA BIBLIOTECA FAÇA- ME RIR ALICE, VOCÊ TÁ CHEIRANDO A BEBIDA, O QUE É EM?, QUIS VIVER A VIDA COMO UMA VADIA LOUCA?. 

- n-não pa-pai e-eu. 

-  CALA ESSA BOCA, VOCÊ PENSA QUE EU TE CRIEI PRA ISSO?, ESTÁ MUITO ENGANADA. 

Com um movimento rápido ele me pegou pelo pulso os apertando com força, me sacudindo rápido antes que pudesse falar alguma coisa recebi um tapa estalado no rosto, que foi dado com as costas da mão dele, e me fez cair no chão, deixei as lágrimas rolarem depois do grito agudo que eu dei, as lágrimas rolavam pelo meu rosto enquanto eu colocava uma das minhas mãos no rosto sentindo a ardência. 

-  VADIA! VOCÊ QUER SER ISSO? UMA VADIA?. 

- Muito diferente de você não é papai? - falei com amargura enquanto o encarava - o senhor é muito certo em trair minha mãe com um bando de vagabundas sem futuro. 

Sem falar nada ele veio em minha direção, e me arrastou pelos cabelos com força, senti chutes sendo atingidos diretamente na minha barriga me fazendo perder a respiração, ele parou e andou em volta de mim enquanto eu me recuperava, com muita dificuldade tentei me arrastar até a porta, eu sentia dor de cabeça, e falta de ar, antes que eu conseguisse senti meus pés sendo arrastados brutalmente até o centro da sala, ele então subiu por cima de mim com uma perna de cada lado da minha cintura e assegurou meu rosto com força bruta.. 

- QUEM  VOCÊ PENSA QUE É PRA ME DESAFIAR ASSIM? EM ME RESPONDE CARALHO. -  antes que pudesse responder senti um soco fortemente no meu rosto, senti o gosto de alumino na boca, então vi que dali saia sangue, muito sangue, seus olhos estavam vermelhos e pela primeira vez podia jurar que estava drogado, meus peitos assim como o resto do meu corpo recebiam socos, e eu gritava desesperada mesmo sem o ar que eu tinha. 

- PELO AMOR DE DEUS, PARA VOCÊ VAI MATA-LA PARA - ouvi a voz da minha mãe berrando, fechei os olhos fortemente protegendo meu rosto com os braços, quando finalmente senti seus braços longe de mim suspirei com alivio , eu via as coisas totalmente turvas - você se descontrolou amor. 

Mamãe falou doce, me arrastei novamente até a porta com dificuldade com uma mão na barriga, quando finalmente consegui levantar eu sai pra fora, minhas pernas não aguentariam tanto tempo, assim como meu corpo que gritava por socorro, a falta de ar era mutua, eu só ouvia meus suspiros... até eu não ver mais nada. 

Justin Bieber Point Of  View. 

Eu estava realmente preocupado com aquela garota, eu não devia ter deixado ela sair nessa rua, eu deveria realmente ter a largado de mão mais porra, eu não conseguia por mais irritante mimada, e dengosa que ela fosse saber que ela podia estar correndo perigo por ai não me deixava nada bem, não que eu tivesse algum sentimento por ela ou estivesse atraído nada do tipo, eu só me preocupava por motivos que eu nem sabia, ela foi a primeira garota que não deu em cima de mim ao me ver, e isso é de outro mundo entende?. 

As garotas dão em cima de mim até pelo olhar. 

E eu não estou me gabando, só estou falando o que eu vejo realmente, não que eu gostasse eu tenho uma namorada e eu a amo com certeza não a trocaria por nenhuma loira siliconada, nem nada disso, mais Alice não deu em cima de mim em nenhum momento o que ela tem feito é me xingar e me chamar de idiota, o que é típico. 

Ela era uma puta de uma gostosa irritante pra caralho, eu estaria sendo muito mentiroso e cara de pau se não falasse que a acho bonita por que ela é linda, além de ter um corpo de morder os lábios de prazer, ah tudo bem tenho namorada e não devi pensar essas coisas sobre essa garota, mas eu não podia mentir, Selena também era gostosa e muito. 

Eu nunca iria dar em cima de Alice, se eu fosse solteiro eu até podia soltar umas piadinhas e não dava dois dias pra ela estar na minha cama, Puta merda! eu só penso nisso, mas eu estou tentando ser melhor, eu juro que estou Selena me fez prometer que pararia com todas as minhas loucuras pra ficar com ela. 

Mas é difícil eu admito. 

Bati duas vezes no volante antes de sair do carro e ir ver se aquela maluca chegou bem, qual é ela era uma maluca mesmo, ela quase quebrou todo meu quarto de hospedes por que teve um crise, e sim  culpa foi minha ela parece querer ser tão forte, tão corajosa e isso me irrita, me irrita pra caralho. 

Andei um pouco e subi pra calçada, eu nem sabia qual era a casa dela. 

Bufei e olhei pro chão, minhas mãos gelaram quando vi um corpo caindo no chão. 

Me aproximei receoso e me agachei, e tirei os cabelos do rosto da menina, meu coração acelerou mais quando vi que era ela. 

Suas bochechas estavam rosadas de frio, sua boca estava com uma ferida e com muito sangue, observei seu corpo e pude ver que elas estava com machucados e roxos pelos braços, assim como suas pernas que pareciam bem feridas. pisquei algumas vezes custando a a acreditar que era Alice caída e parecendo morta no chão, passei as mãos entre os cabelos e respirei fundo. 

- Meu Deus - esbravejei sem reação, não pensei duas vezes coloquei seus braço ao redor do meu pescoço e com um impulso a peguei do chão, corri o mais rápido que podia até meu carro, abri a porta de trás e a coloquei com delicadeza lá dentro, entrei dentro do carro e de partida dirigindo o mais rápido que podia, e me permita. 

Estacionei no primeiro lugar que achei no Hospital, sai do carro e fui pra parte de trás pegando Alice novamente, e sai correndo pra dentro do hospital. 

- Por favor alguém me ajuda - Gritei, algumas mulheres vestidas com roupas de hospital me olharam com os olhos arregalados enquanto os homens viam com uma maca na minha direção, coloquei Alice deitada na maca, e acompanhei eles que andavam pelo Hospital. 

- O que aconteceu? - pediu uma das mulher ao meu lado, mais eu não respondi eu ainda tentava entender que aquilo realmente estava acontecendo, e como isso foi acontecer - Senhor precisamos saber o que aconteceu. 

- Eu não sei porra! - gritei irritado - eu encontrei ela na rua assim. 

- Senhor, precisamos que fiquei aqui - ela falou me impedindo de entrar assim que entrarão com Alice por uma porta. 

- O que? - perguntei - preciso ver se ela vai ficar bem. 

- Você não pode passar - ela falou com grosseira enquanto já entrava - e ela vai ficar bem. 

- Mais que merda! - exclamei irritado, bati na parde com força e me encostei. 

Eu não conseguia parar de pensar o quanto isso era culpa minha, eu deveria ter trancado a merda da porta e não ter deixado ela passar, ela não estaria num hospital eu não estaria aqui aflito sem saber notícias sem saber se ela estava bem  ou não, que tipo de merda eu era?, mas que droga! a última vez que estive num hospital foi quando eu tive que me internar sim me internar, por que eu era merda e um drogado compulsivo, fora isso eu nunca estive num hospital mais. 

Eu nunca me perdoaria se ela não ficasse bem.. nunca. 

 

 

 

 



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