História Hope - Capítulo 1


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Categorias Batman, Esquadrão Suicida, Mulher Maravilha, Superman
Personagens Bruce Wayne (Batman), Clark Kent (Superman), Comissário James "Jim" Gordon, Coringa (Jack Napier), Damian Wayne, Diana Prince (Mulher Maravilha), Harleen Frances Quinzel / Harley Quinn (Arlequina), Pamela Lillian Isley, Personagens Originais, Selina Kyle (Mulher-Gato)
Tags Arlequina, Batman, Coringa, Mulher Maravilha
Exibições 52
Palavras 1.117
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Ficção, Romance e Novela, Universo Alternativo, Violência, Yuri
Avisos: Adultério, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Boa leitura <3

Capítulo 1 - Nascimento


Ela estava correndo, estava desesperada, não sabia o que fazer, estava perdida em sua própria mente, em sua própria loucura.

- Eu não consigo Ruiva! - Falava enquanto buscava ar, estava correndo a horas. - Eu simplesmente não consigo mais!

Poison Ivy, que acompanhava Harley Quinn em sua fuga do Asilo Arkham, olhava a loira com preocupação. Harley nunca foi de desistir de uma fuga, ainda mais do lugar que a levou a loucura.

- Vamos Harleen! - Apoiou os braços da amiga em seus ombros. - Estamos quase chegando, você aguenta. - Passou a mão na barriga já grande de sua amiga. - Afinal, você aguentou o pior nas mãos daquele palhaço desgraçado!

Harley respirou fundo, uma parte sua odiava quando falavam mal de seu "pudinzinho", a outra já o odiava por tudo o que ele fez com ela, por todas as mentiras, por todas as agressões, por todas as ilusões.

- Você está certa Ruiva! - Segurou forte sua amiga. - Não podemos deixar nossos amigos esperando!

Assim, continuaram a fuga, mais rápidas e sem nenhuma parada, precisam chegar antes do amanhecer ou todo o plano seria mais inútil do que feriado em dia de domingo.

- Onde foi que isso tudo começou? - Harley disse em meio aos seus pensamentos.

Harley On.

Exatamente três dias atrás eu estava sentada em um canto qualquer da minha cela, adorável não é? Uma cela só para mim! Um dia devo enviar uma bomba em formato de buquê para os diretores desse lugar, com certeza seria uma estouro de surpresa!

Haha, quem estou tentando enganar? Em minhas condições a única coisa que posso pensar é em minha saúde e minha amada filha.

Exatamente a três meses o maldito morcego descobriu minha gravidez! Aquele homem não me dá um sossego, ainda por cima contou para aquele amiguinho Comissário dele. Dois chatos, me trancaram nessa cela sem graça sem ao menos poder chamar um advogado!

No começo fiquei chateada, estava fugindo do meu ex pudinzinho, sim "ex", aquele miserável tentou me matar no momento que descobriu minha gravidez. Se não fosse pelo bat-chato eu não estaria viva. Pois é, devo uma para o morcegão.

Para mim, foi difícil aceitar a idéia de que meu amorzinho nunca me amou, mas com a ajuda de Ivy, que fez questão de ser presa para "minha proteção" e alguns presentinhos de enfermeiras que se comoveram com minha história, eu comecei a aceitar melhor os fatos.

Exatamente há um mês Ivy me contou sobre um plano de fuga que o Esquadrão estava planejando para nós duas. Sim, meus amigos da Trupe Suicida não me deixaram de mão, até a chata da Katana estava dentro.

O plano seria Ivy fingir uma diarréia tóxica e ir para o primeiro banheiro equipado desse lugar, assim, após conseguir driblar alguns guardas, vir me libertar.

Claro que parece ser uma plano bobo, mas deu certo. Parece que esses médicos do Arkham tem mais medo de uma dor de barriga do que um palhaço psicopata.

Faz um bom tempos desde que fugimos, diria até uma hora por ai, e claro, graças a Deus estou usando o uniforme cafona de Arkham, eu não iria aguentar um minuto com minha linda e bela roupinha de Arlequim me apertando.

- Harley! - Ivy grita chamando minha atenção. Será que ela acha que eu estou surda? Eu hein, depois a louca sou eu.

Olho bem ao redor e percebo que chegamos ao local marcado. Credo, se a entrada já tem cara de funerária imagina como será lá dentro.

- Entra e faça cara de santa, sempre funciona. - Ivy disse enquanto me ajudava subir os degraus da maldita funerária Suicida. Sério, a trupe chapa-quente irá pagar por isso.

Assim que termino de subir com Ivy, percebo que todos estão bebendo enquanto assistem novela, sério, ótimos amigos nem pra dar uma mãozinha na hora da corrida.

- Seus idiotas! Bebendo enquanto eu e a Ruiva pagamos o pato! - Disse chamando a atenção de todos.

Olhando bem realmente todos estão ali, Dr. June, que deu a chave de minha cela para Ivy, Killer Croc que teve a idéia, sim o cara quando pensa não brinca. Pistoleiro, que ajudou o plano a andar, Katana, que arranjou essa espelunca e El Diablo, que não fez nada.

- Harley! - June rapidamente correu em minha direção me dando um abraço bem apertado. - Ficamos muito preocupados! - Disse enquanto me soltava.

- Se eu não estivesse exausta juro que faria um drama maior que Romeu e Julieta. - Disse enquanto sentava no sofá no meio dos garotos. - Mas eu estou com tanta dor que a única coisa que vou fazer agora é tomar um bom banho e dormir.

Floyd que antes estava sentado se levantou e deu lugar para Ivy, simplesmente um cavaleiro.

- Sabe pistolinha, depois dessa você ganhou uns pontos comigo.

- Harley querida, eu sei ser um bom homem nas horas certas. - Me respondeu enquanto acabava de beber um gole de cerveja.

Não liguei para ele, apenas me permiti fechar os olhos, eu precisava descansar, eu precisava limpar minha mente.

Harley Off.

Na manhã seguinte, Harley acorda soando frio, sentia dores enormes, estava gritando por ajuda, sua filha estava nascendo.

- AI MINHA SANTA DA BICICLETINHA, CADÊ ESSES IDIOTAS! - Gritava cada vez mais alto.

De repente, Katana e June apareceram, para o alívio de Harley.

- Finalmente! - Harley estava furiosa. - Eu sei que antes eu era uma doutora, mas eu tratava da cabeça não do que acontece depois que se perde o cabaço.

- Sem piadinhas Quinn. - Katana dizia enquanto ajeitava a mesma na cama. - Se vamos fazer isso aqui que seja de um jeito certo.

- Entendi chata. - Harley mostrou a língua para a amiga, mas logo se arrependeu quando sentiu uma pontada forte. A bolsa havia estourado.

Horas haviam se passado naquele quarto, foi um alívio para todos quando escutaram o som do choro do bebê, e claro, Harley parar de gritar.

- Ela é linda! - Ivy chorava entre as palavras, estava emocionada pela amiga. - Como irá se chamar?

Harley, que segurava a criança, olhou bem nos olhos da pequena, eram azuis como o oceano com um toque de insanidade.

Tudo o que ela havia passado até chegar ali, tudo o que ela sofreu, tudo o que ela mais desejava. Tudo isso não se perdeu graças a esperança que ela tinha para que tudo melhorasse. E era essa esperança que a mantinha viva.

- Hope. - Disse quanto olhava para a criança em seus braços. - O nome dela será Hope, ela será a chama da esperança que me aquecerá quando eu estiver sozinha.

 

 

 



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