História Hope - Capítulo 2


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Categorias Batman, Esquadrão Suicida, Mulher Maravilha, Superman
Personagens Bruce Wayne (Batman), Clark Kent (Superman), Comissário James "Jim" Gordon, Coringa (Jack Napier), Damian Wayne, Diana Prince (Mulher Maravilha), Harleen Frances Quinzel / Harley Quinn (Arlequina), Pamela Lillian Isley, Personagens Originais, Selina Kyle (Mulher-Gato)
Tags Arlequina, Batman, Coringa, Mulher Maravilha
Exibições 43
Palavras 2.119
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Ficção, Romance e Novela, Universo Alternativo, Violência, Yuri
Avisos: Adultério, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Oi gente ahahshshs <3

Capítulo 2 - Bilionário Idiota


Hope! - Ivy tentava acordar a jovem a cutucando levemente. - Meu deus menina, já vai dar duas da tarde e você não acordou! - Disse sem paciência.

Ivy já irritada, pegou um balde cheio de água e então jogou na jovem, que antes estava dormindo, acordou assustada.

- QUAL O SEU PROBLEMA? - Hope gritou se debatendo em meio aos lençóis molhados.

- Feliz aniversário de 18 anos, Hope! - Ivy estava sorrindo, ver a cara de Hope ensopada em um dia de festa era a melhor coisa que poderia acontecer.

- Eu juro que faço picadinho do seu quintal se você  não sair do meu quarto agora! - Hope gritava furiosa, estava com sono e com um péssimo humor, odiava aniversários.

Ivy não a respondeu, apenas saiu de seu quarto indo direto para sala, precisava ligar para certa palhaça loira. 

" É bom essa doida atender", Pensou.

Assim que terminou de discar os números foi atendida em meio aos gritos de sua amiga.

- BOA TARDE RUIVAAAAA!!! - Harley gritava do outro lado da linha. - Qual é a boa?

- Qual é a boa? Sério. - Ivy estava irritada, Harley havia esquecido o aniversário de sua própria filha. - Você sabe que dia é hoje? - Perguntou.

- Quinta-feira? - A loira respondeu confusa.

- SIM E NÃO SUA BURRA! - A ruiva gritou. - Hoje é aniversário da sua filha!

- Não precisava gritar! 

- Olha, eu sei que você está em uma missão com o Esquadrão, mas pelo menos mande uma mensagem para Hope! Tenho certeza que ela irá gostar. 

Ivy estava sendo sincera, Hope podia não demonstrar mas sentia falta de sua mãe. Exatamente quatro anos atrás Harley foi presa, assim, tendo que ir novamente em missões com o Esquadrão Suicida para diminuir sua pena.

- Tudo bem Ivy, você venceu. - Deixou escapar um suspiro de alívio. - Mas agora realmente não dá! Se souberem que eu tenho um celular aqui me matam! Beijos e manda um abraço pra minha filhota. - Harley não esperou Ivy se despedir e desligou em sua cara.

"Idiota", pensou.


                    Hope On.

Faz exatamente duas horas desde que eu acordei, sério um dia eu ainda mato Ivy.

Agora eu estava andando pela famosa Gotham, onde de dia babacas milionários como Bruce Wayne dominavam e de noite um idiota vestido de morcego batia em uns criminosos.

Nada melhor do que passar o aniversário indo visitar um palhaço louco em um lugar cheio de gente doida. Sim, estava indo visitar meu pai no Asilo Arkham.

Faz uns dias que Coringa foi pego pelo morcego enquanto roubava kriptonita de um careca milionário. Diz ele que além de Batman, Superman e a Liga se tornaram um grande problema para ele e seus amigos.

Eu nunca entendi essa obsessão que meu pai tinha pelo Batman, às vezes eu chegava a pensar em amor. Na real, um cara que passa mais tempo planejando a morte de um idiota fantasiado do que com sua própria filha é um cara apaixonado.

Chegando ao Arkham, fui recebida por um guarda que começou a fazer perguntas mais desnecessárias do que uva-passa no arroz.

- Por favor me acompanhe até a cela do paciente 69. - Disse o guarda.

Segurei o riso, até preso aquele desgraçado consegue fazer graça, e olha que ele nem está aqui.

O guarda me deixou em uma cela bem sofisticada pra falar a verdade. O local era todo pintado de branco com detalhes em azul, havia também uma cama enorme no final do quarto, televisão e uma pequena geladeira, sem contar uma porta que eu deduzi ser o banheiro.

- Gostou do meu quarto filhinha? - Escutei o desgraçado falar, sério, até a voz dele me irrita.

- Para um cara preso você é cheio de mordomias, senhor 69. - Respondi me sentando em uma cadeira que havia ali.

Como sempre o idiota começa a rir sem motivo, o cara é maluco.

- Eu tenho meus contatos minha cara. - Tocou em meu cabelo abrindo um enorme sorriso. - Você me lembra sua mãe antes de enlouquecer. - Sorriu. - Ela me dava medo. - O sorriso desfez-se dando lugar a uma cara assustada.

- Haha, muito engraçado Coringuinha. - Fiz uma careta de nojo, apelidos realmente são meu ponto fraco. - Mas agora é sério, eu preciso de sua ajuda. - Rapidamente mudei minha expressão, estava séria.

- Vocês mulheres, sempre acabando com a diversão! - Se sentou em minha frente fazendo cara de poucos amigos. - Então, o que quer? - Perguntou.

- Quero ir na festa daquele idiota do Bruce Wayne! - No mesmo momento que terminei de falar ele deu mais uma de suas risadas idiotas. - Qual é a graça?.

- Você realmente quer ir na festa de uma bilionário metido a gostosão do que passar com seu paizão? - Perguntou e eu assenti. - Então assim será. - Disse por fim.

- Eu vou precisar de um vestido, sapatos e tudo o que tenho direito! - O idiota revirou os olhos, sério, esse cara é um chato.

- Ligue para o Jonny, ele irá te dar o que precisa para comprar essas coisas. - Fez uma careta mostrando sua língua, estava na cara que ele não gostou da idéia. 

- Você é o pior pai do mundo! - O abracei. - Se você não tivesse tentado me matar uma vez eu juro que te beijaria na bochecha. - O soltei. - Thau velhote. 

Quando estava prestes a sair de sua "cela", ele simplesmente disse:

- Cuidado Hope, eu realmente não gosto desse Bruce, ele me lembra uma pessoa que não gosto. - Escutei ele suspirar. - Feliz aniversário Hope.

Não respondi, apenas me retirei do local, o desgraçado estava me fazendo chorar.

             Cinco Horas depois.

Estava dentro de uma limousine super grande e luxuosa, usando um vestido preto lindo com sapatos da mesma cor, tenho que manter minha imagem de gótica suave.

Sério, o velhote arrasa nos contatos, até a cabeleireira dele é do mal! 

- Senhorita Quinzel, chegamos. - O motorista avisou.

Assim que me retirei do carro vários olhares se voltaram pra mim, não vou mentir, adoro.

- Seu nome por favor. - Pediu um homem com um tablet em suas mãos.

- Hope Isley Quinzel. - Os olhos do homem rapidamente se arregalaram. 

- Entre senhorita Quinzel. - Me levou até uma grande porta, assim a abrindo.

O lugar era estupidamente grande e luxuoso, Bruce Wayne sabe mesmo como dar uma festa para a alta sociedade de Gotham.

Peguei uma bebida qualquer e comecei a andar pelo local, havia uma grande mesa onde uns idiotas faziam apostar milionárias em um jogo estupido, já em outra parte do grande salão estava uma bela moça sentada sozinha em um sofá enorme.

Fui em direção a mulher, mas, infelizmente fui interrompida por um homem alto com cabelos morenos e sinceramente ele era um gato.

- Senhorita Quinzel, Bruce Wayne. - O homem estendeu sua mão para mim, claro que eu dei minha mão para ele que a beijou, não sou doida o suficiente para recusar.

- Meu deus, Bruce Wayne falando comigo? - Fiz minha melhor cara de surpresa para Bruce. - Minha tia nunca irá acreditar!

- Hope Isley Quinzel? Um nome bem peculiar. - Ele fez uma cara de desconfiado. Isso me lembra criminosas como Harley Quinn e Poison Ivy. - Riu.

- Muitos falam o mesmo Senhor Wayne. - Respondi sem graça.

- Por favor, me chame de Bruce. - Pediu.

- Certo, Bruce. - Respondi.

- Ouvi falar muito de você Senhorita Hope. - Como assim o cara mais rico de Gotham sabia sobre mim? - Melhor aluna da universidade de Gotham aos 16, se formou ano passado com apenas 17 anos e contribuiu com o governo em algumas invenções! Um dia, se quiser, gostaria de trabalhar com você. - Ok, agora eu posso morrer.

- Será uma honra Bruce! Mas me diga, como você consegue... 

Não consegui terminar a frase, a porta que servia com entrada do salão acabou explodindo dando visão a uma homem barrigudo com um nariz enorme passando por ela, ou pelo menos o que restou.

- Ora ora, então quer dizer que as pessoas mais ricas de Gotham estão dando uma festa e não chamaram o bom e velho Pinguim? - Ótimo, um amigo do meu pai para entregar a festa! Até quando o velhote não está por perto consegue ser insurportável.

Me virei para perguntar a Bruce se havia um esconderijo aqui mas o desgraçado não estava mais lá! Que cara medroso, deixando damas "indefesas" sozinhas no perigo enquanto mete o pé!

- Se a polícia não faz nada, faça você mesma. - Disse só para mim.

Andei em direção ao Pinguim, o idiota claramente me olhava, espero que ele não me pergunte nada sobre o palhaço.

- Seu idiota! - Gritei jogando uns camarões nele fazendo as pessoas ao redor me olharem assustadas. - Você está estragando a minha noite seu velho idiota metida a vilão de filme de super-herói! - Joguei a bandeja em sua direção mas ele acabou desviando.

- Veja se não é a jovem Hope! - Riu enquanto se aproximava de mim. - Me perdoe pela noite, mas precisava comparecer e pegar alguns presentinhos dessas adoráveis pessoas! - Passou a mão em meus cabelos, nojento!

- Tire a mão de mim seu traste! - Dei um tapa em sua mão, o mesmo as retirou. 

- Ora sua abusada! - Ele levantou seus punhos para mim prestes a me dar um soco, mas foi impedido pelo Batman que chegou bem na hora.

- Não se bate em mulheres. - O morcego disse antes de lhe dar um soco. 

Sai correndo para fora do local, se meu pai descobrir que eu encontrei o Batman ele me mata.

Corri entre as ruas de Gotham, já havia escurecido o que dava um ar assustador ao lugar.

Tive a sensação de está sendo seguida, então corri para a casa mais próxima. Tentei arrombar a porta mas não tinha força o suficiente, assim, rasguei parte de meu vestido e segui a corrida. Se for para correr que seja sem sair do salto.

Olhei as escadas de incêndio de um prédio que estava a minha frente e comecei a subi-las até chegar no terraço. Depois tenho que agradecer a Selina por ter me dado algumas aulas para casos de emergência.

- Hope. - Escutei um voz grossa chamar meu nome, assim me assustando e caindo do terraço.

Antes que meu corpo chegasse ao chão, senti ele ser agarrado por braços fortes e grandes, assim que olhei para cima era Batman, o idiota me salvou!

- Você está a salvo. - Disse olhando em meus olhos.

Senti uma dor enorme invadir minha cabeça no momento, meus olhos pareciam que iam pegar fogo a qualquer momento.

- SOCORRO! - Gritei.

- Meu deus! - Pude escutar Batman falar.

Assim que a dor foi parando fui abrindo meus olhos lentamente, tendo visão do que estava acontecendo.

Batman estava parado em minha frente me olhando incrédulo, enquanto eu estava jogada no chão.

- Segure minha mão. - Se ofereceu para me ajudar, assim aceitei.

Assim que levantei, olhei para seus olhos, tudo então pareceu mudar para mim.

Em minha frente estava sua ficha completa, sua idade, habilidades, nome e seu rosto. Sim, eu conseguia ver o rosto por trás da máscara de morcego, era Bruce Wayne.

- Bruce? - Perguntei assustada.

Tentei me afastar, mas logo tudo foi ficando estranho, tudo escureceu do nada.

        
                            ~•~

Bruce On.

- Então você quer que eu acredite que aquela garota ali descobriu sua identidade apenas te olhando? - Diana zombava da situação. - Sem chances.

Não podia culpa-lá, ainda estava tentando processar tudo o que aconteceu até agora; Uma garota com com o sobrenome "Isley Quinzel" aparece em minha festa e ainda descubro que ela é filha de Harley e Coringa! Sem contar com sua habilidade parecida com a de Selina para subir edifícios de tal altitude e seus olhos se tornando roxos depois de um ataque daqueles? É loucura até para um homem como eu.

- Os olhos dela ficaram ricos do nada. - Diana me olhou confusa. - Logo após isso ela apenas disse meu nome e desmaiou.

- Interessante. - Ela foi até a garota que estava deitada sobre a mesa da caverna. - Talvez a queda tenha desencadeado algum poder que já havia dentro dela. - Franzi a testa. - Já ouvi muitas histórias assim Bruce, acredite.

- O que vamos fazer agora? - Perguntei.

Diana pareceu pensar, sinceramente essa situação estava me deixando confuso.

- Vamos treiná-la. - Disse por fim.

 


Notas Finais


Desculpem a demora, tive alguns problemas com criatividade mas ok né ahahshshs.

Espero que tenham gostado de coração <3


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