História Hope - Capítulo 7


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Tags Ganância Morte Traição
Exibições 5
Palavras 1
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ficção, Mistério, Terror e Horror, Violência
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


 Fradique foi as pressas para casa Sam deveria estar com muita fome, a chuva seguia impiedosa, quando chegou Sam e os filhotes estavam dormindo, então ele deixou comida e foi fazer algo para comer, através da porta de vidro da varanda observava a chuva e o lago Orizon, esperava que essa chuva acabasse e se passasse amanhã seria um dia cheio e tanto.
 Sam parecia inquieta, havia algo errado mas Fradique nada percebeu então foi para o quarto deitar-se, queria estar disposto na manhã seguinte e ao chegar à cama se deu conta de que faltava um dos filhotes.
 Era esse o motivo de tanta procura. Preocupado também começou a procurar o sumido então ambos percorreram a casa inteira, para fora o gatinho não havia ido, pois Fradique sempre toma cuidado ao abrir e fechar a porta de casa. Então ele não poderia ter saído.
 Mas o gato parecia não estar em lugar nenhum, mas Sam começou a matutar e então foi para o banheiro, Fradique atrás dela apenas observando, já dentro do banheiro miava mais forte esperando por resposta, demorou e então o filhote miou e o curioso é que o som vinha do cesto de roupas sujas, o gato havia dormido. A mãe o pegou e levou para o leito onde pode descansar confortávelmente e o melhor: junto a ela.
Fradique foi dormir, aquele dia foi desgastante para ele.
Na manhã seguinte ele despertou com a claridade e se levantou o dia por incrível que pareça estava nublado, aparentemente ia chover, mas se manteve assim por muito tempo. Então o velho se arrumou e pegou seu carro e foi para a casa da irmã buscar Jhon.
 O jovem já estava de pé e arrumado até de mais para um encontro informal como aquele e se pôs do lado de fora da casa, ao avistar as vestimentas do garoto Fradique começou a rir, nunca presenciou uma cena como aquela, o menino com certeza nunca havia pescado na vida.
 Mesmo com aquela roupa muito formal os dois saíram para pescar Jhon ficou um pouco surpreso com Sam, não se lembrava bem dela mas sabia que havia algo de diferente na gata, até que Fradique explicou ao sobrinho sobre a gravidez e os filhotes de Sam e então ele entendeu o que havia de diferente.
 O velho explicou tudo ao menino, inclusive que ele deveria ter muita paciência.
 Os dois conversavam e bebiam livremente no lago enquanto pescavam assim parecia que o tempo passava depressa o garoto era impaciente,  mais parecia que não sabia que as coisas tinham seu tempo e que havia de se contentar com as contradições da vida ou nunca aprenderia a se satisfazer.
 Nada tinha sentido, nem tem e nem terá, talvez a vida seja realmente uma história contada por um idiota.
 Quando se está no meio de um lago não há para onde fugir à menos que saiba nadar a braçadas ou tenha paciência de aportar em uma das margens, é assim no lago, no mar e na vida.
 Fradique lembra-se que nessa idade era como o sobrinho: impaciente e insatisfeito.
 Precisava ensinar ao jovem como lidar com isso, assim como seu pai o ensinou, sabia que aquelas lorotas
 entravam por um ouvido e saiam por outro assim como aconteceu com ele na infância e na adolescência então resolveu deixar o garoto aprender sozinho.
 O garoto debatia insatisfeito com o tamanho dos peixes se botava insatisfeito a reclamar até que caiu do barco, era a natureza ensinando a ele o seu tempo. Fradique só conseguiu rir.
 O jovem não muito contente volta para dentro do barco e os dois buscam a margem. Fradique continua a beber enquanto isso Jhon se secava num outro canto da casa.
 Sam correu para longe do menino com medo da água, normal, coisas de qualquer gato. Os dois permaneceram sobre o som do silêncio por muito tempo, o silêncio era tão alto que apenas se ouvia a respiração que nem deles era, e sim da gata.
 Demorou muito até que o silêncio foi quebrado. Jhon disse que queria ir para a casa e eles entraram no carro, dentro do carro aquela parede invisível que os separava, nenhum dos dois sabia ao certo o "porquê" ou "o quê" mais eram estranhos.
 Logo estavam na casa de Vilma e Jhon desceu mais do que rapidamente e Fradique se manteve lá, até ver o jovem entrar na casa então saiu, queria voltar para a casa, mas estava inquieto, então resolveu ir à empresa. Era sua mesmo, ele podia entrar e sair a hora que quisesse ou bem entendesse. Chegou, e não tinha ninguém mas também não era para ter, sentou se em sua cadeira e começou a observar a janela com um copia do de gim em sua mão e a garrafa na outra, bebia despreocupado e distraído, tão distraído que não percebeu surgir no topo do prédio aquela mesma mulher.
Bêbado ele se quer conseguia discernir o que estava acontecendo, mas sabia quem era e supôs que como das outras vezes ela desistiria de pular e voltaria para o lugar de onde veio, mas isso, é claro era apenas uma suposição e na melhor ou na pior hora a mulher resolveu pular do auto do edifício.
Fradique obviamente não estava preparado para aquilo, mas saiu do escritório as pressas na intenção de socorrer a mulher. ligou para a polícia, porém estava tão embreagado que nem a atendente entendia aquele idioma. Logo ele pegou o carro na tentativa de chegar até a cidade e procurar socorro.
Não deu outra, na curva mais fechada da Ponte Arcaica bateu o carro, agora não era só a indigente que necessitava de socorros.
 

Capítulo 7 - O suicídio de Lindsay Lowell




Notas Finais


Estou sem tempo.


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