História Hope - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Barbara Palvin, Justin Bieber
Personagens Jaxon Bieber, Jazmyn Bieber, Jeremy Bieber, Justin Bieber, Personagens Originais
Tags Amor, Drama, Novela, Romance
Visualizações 198
Palavras 3.152
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Luta, Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Estupro, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oiii gente, então essa é minha primeira história com o Deuso do Justin, eu sei que pode ter muitos erros e tals e eu fico muito feliz se vocês gostarem é uma história em que eu pensei muito pra fazer.
Ela tem um desenvolvimento incrível e eu tenho quase certeza que todos vocês vão gostar.
Eu vou tentar postar quase todo dia caso eu não possa eu explico o por que, mais vocês sempre vão estar ligadas do por que eu não fiquei ativa.
Vou dar o meu máximo e espero que seja bom.
Boa leitura.

Capítulo 1 - My most beautiful storm


Fanfic / Fanfiction Hope - Capítulo 1 - My most beautiful storm

"Vamos acabar com as noites solitárias um do outro

Ser o paraíso um do outro.

Preciso de uma foto pro meu quadro.

Alguém pra compartilhar meu reino.

Diga a eles o que você quer beber.

Te direi o que tenho em mente.

Oh eu não sei o seu nome.

Mas eu sinto que isso irá mudar. "

Agatha Helena Moon Point Of View

 

Eu não conseguia acreditar. Eu estava indo a contra partida da minha vida, das minhas escolhas e dos meus pensamentos não que eu tivesse mudado de opinião de uma hora pra outra, mas que qualquer pessoa que me visse agora diria com toda certeza que eu mudei de pensamento; santa boca mentirosa a minha eu sempre falei pra Mendi que eu NUNCA  iria me prestar a um papel desse e que ela podia pedir tudo pra mim, TUDO mesmo (inclusive os sapatos mais caros que ela encontrou numa loja aqui perto da cidade, sim isso é verídico), mas noite passada... ah só Deus sabe o quanto eu precisava dormir, eu não aguentava mais ela falando o tempo todo no meu ouvido e pedindo, implorando até que eu aceitasse. 

Mendi minha melhor amiga, desde dos meus 7 anos me conhece como se tivesse me visto desde da barriga da minha mãe, nossos pais moravam no mesmo lugar desde de sempre, eu ela crescemos juntas até os 15 anos foi quando Mendi e sua família se mudaram pra um bairro mais longe eu nunca soube o que aconteceu de verdade (mas segundo fontes foi uma briga que aconteceu entro o pai da Mendi e o meu), mesmo assim não perdemos o contato, e bom ela me conhece dos pés a cabeça literalmente, ela conhece minhas fraquezas e sabe muito bem como me convencer de uma coisa mesmo que eu tenha dito que NUNCA a faria, e foi exatamente o que ela fez noite passada, me convenceu a vir no shopping com um monte de garotas malucas por um menino que não sabe de colocar calças na bunda direito. 

- Mendi - ah chamei, pra ser mais especifica gritei pra ela, e a mesma me fitou - Eu não deveria ter vindo, eu preciso ir embora. 

- Ah Aggie!, você sabe o quanto isso é importante pra mim - ela fala alto, mas ao mesmo tempo com a cara de cachorro que acabou de cair de um caminhão - Fica comigo.

- Eu não posso - solto um suspiro fundo - Meu pai.. 

- Seu pai? Agatha por favor, não me diga que ele te bate ainda? - ela fala parecendo irritada e eu rolo os olhos eu não iria discutir com ela sobre meu pai e as coisas que ele não deixou de fazer ainda, pelo menos não naquele momento e não naquele lugar além de eu não gostar de falar sobre o assunto o momento não era nada apropriado. 

- Eu vou indo, eu te ligo quando chegar em casa - ela bufa e rola os olhos olhando em volta e tentando encontrar o cara que ela e mais metade daquelas garotas estavam atrás me ignorando completamente!, dou de ombros e me viro o lugar em que eu e Mendi estávamos era praticamente no meio, então era um pouco "impossível" de encontrar uma saída já que aquelas garotas estavam todas amontoadas quase que sufocando umas as outras. 

- Hum... meninas, vocês podem me dar licença? - aumento o tom de voz para que elas possam me ouvir, porém algumas me olharam, SÓ olharam e não mexeram um músculo do lugar, outras apenas me ignoraram -  Ou não. 

Respiro fundo então começo a empurrar as que eu via na minha frente, e nem me importei com os xingamentos e empurrões que eu recebi de algumas, qual é eu tinha pedido com a maior educação do mundo, eu sorrio quando consigo ver um pouco da saída daquela multidão. 

- ELE TA SAINDO - ouvi o grito da menina de longe, e foi tão rápido quando elas começaram a correr, meu desespero era grande quando um monte delas começa a correr e me bater, eu grito quando sinto meu corpo sendo puxado logo de cara eu vejo que a pulseira de uma menina ficou presa na minha blusa e ela me olha com desespero. 

- Calma, você precisa tirar devagar - falo e ela nega quase chorando então ela puxa a pulseira com força e minha blusa rasga, e eu arregalo os olhos quando vejo o tecido cair no chão, eu estava quase nua no shopping ( bom talvez fosse exagero eu não vi onde exatamente rasgou mais provavelmente era perto dos seios já que meu sutiã estava bem amostra - Ou você pode rasgar. 

Gritei mesmo sabendo que ela estava tão longe que não iria ouvir, peguei o tecido da minha camisa e sai correndo o mais rápido possível pra dentro do banheiro, chego na frente do espelho e me encaro eu não poderia sair daquele jeito eu estava praticamente só de sutiã, a não ser pela parte de trás da blusa que continuava bem viva. 

- Se lembre de nunca mais aceitar as loucuras da Mendi - reclamo comigo mesma prendendo meu cabelo num coque mal feito, e tirando minha camisa, parte dela no caso, ficando só de sutiã eu resolvi prender como se fosse um simples top, por sorte as alças do meu sutiã era tão aparentes que pareciam feitos pra camisa, prendi num top a parte de trás, e me olhei novamente bati com a mão na testa frustrada. 

Eu parecia uma puta. 

Minha barriga estava toda a mostra eu estava calça Jeans mais ela não era de cós alto então não cobria nada, eu deveria estar em casa limpando algum móvel e ouvindo minhas músicas o que fez eu pensar que eu era o tipo de garota que podia ficar vindo nesses lugares? meu pai mesmo sempre disse que meu lugar era em casa de lá eu nunca deveria ter saído. 

Me virei pronta pra sair do banheiro indo até a porta, ouço os gritos das garotas de longe, e coloco a mão no rosto cansada da situação, quando levanto meu rosto eu sou empurrada com força pra dentro do banheiro novamente, batendo contra a lajota fria do local uma mão é posta na minha boca e meus olhos fitam logo a pessoa a minha frente, ou melhor o homem a minha frente. 

Eu dou de cara com um ser mais alto do que eu, mas não era isso que estava me chamando atenção, era o fato de ele estar com óculos escuros e eu não poder ver os seus olhos, ele estava com uma simples camiseta preta  mesmo sem poder me mexer eu via o destaque das suas várias tatuagens seu cabelo parecia estar entre um tom de castanho claro puxado para um loiro escuro. e senhor que lábios era aqueles? eles pareciam tão macios e chamativos que eu poderia beija-lo sem nenhum esforço, ele era lindo, mas mesmo eu tendo certeza disso eu sabia que ele era um problema. 

Ele me encara da mesma maneira que eu o encaro, ele da um belo sorriso de lado e eu pisco várias vezes voltando a realidade, e o empurrando com um pouco de força, fazendo -o ir pra trás. 

- O que você pensa que está fazendo? - o encaro e ele cruza os braços deixando eu ver totalmente suas tatuagens a mostra e seus músculos, Deus como eu poderia não olhar? eram tão grandes e... se concentra Agatha. foco. 

- Estou fugindo de algumas perseguidoras - ele fala sorrindo simples e eu suspiro. 

- E e eu por acaso tenho cara de quem tem algo a ver com isso? - falo indiferente e passo por ele, mas antes que eu continue ele segura o meu braço e me vira pra ele. 

- Tu não pode sair. 

- Como é que é? 

- Se tu sair elas vão pensar que eu estou aqui - ele fala rouco eu sinto minha raiva aumentar. 

- Olha eu preciso ir embora - ele morde o lábio me olhando de cima a baixo, só então eu me ligo novamente do jeito que eu estou vestida, solto meu braço com força e me viro de costas pra Justin, isso mesmo Justin Bieber - Você pode me deixar sair?. 

- Não da, elas vão me perseguir de novo - rolo os olhos e me viro novamente o encarando. 

- É serio garoto, olha o jeito que eu estou vestida, você acha mesmo que sou obrigada a ficar aqui logo com você? - fervo e ele me olha ofendido. 

- Tu não tá nada mal - ele pisca pra mim e eu rolo os olhos cruzando os braços. - é tão ruim assim ficar com Justin Bieber num banheiro?. 

Assenti com a cabeça e ele suspira. 

- É ultimamente eu tenho sido uma má companhia pra qualquer pessoa - ele confessa cabisbaixo - Ninguém me quer por perto sabe, todo mundo diz que eu sempre faço merda por isso não gostam de ficar perto de mim, nem sei como essas garotas ainda gostam de mim, eu devo ser a pior pessoa do mundo, um estorvo pra terra. 

- Ah não Justin, eu não quis dizer isso, você deve ser uma pessoa incrível eu só - começo já me sentindo mal por ter falado que a companhia dele era ruim, Justin me encara e então começa a rir e eu ergo uma sobrancelha - O que foi? por que está rindo?. 

- Eu estou brincando gatinha - ele fala e se aproxima logo em seguida - Deveria ver tua cara de culpada. 

- Não encosta em mim - dou um tapa agressivo em sua mão assim que ele tenta passar a mão no meu cabelo e ele ri ainda mais. 

- Qual é, tu ficou brava? - ele pergunta me olhando e eu rolo os olhos.

- Eu apenas, não tenho tempo pra brincadeiras infantis - falo como se fosse uma mulher de 30 anos que não sabe mais aproveitar a vida, eu deveria mesmo ter a alma de uma, mas não era minha culpa, eu não via tanta graça assim no mundo, eu já tinha 19 anos eu não podia brincar de casinha pra sempre.  - Eu tenho que ir embora. 

Passo por ele novamente mas ele não deixa, passa a mão na minha cintura me trazendo de volta. 

- Você não pode ir. 

- Eu pedi pra não me tocar!!! - reclamo irritada me soltando dele - Por que afinal está fugindo? elas são suas fãs. 

- Por que elas são malucas - ele fala e eu suspiro - Eu as amo demais, mas é chato ficar sendo perseguido sem nem ter descansado direito. 

- Olha eu sinto muito por isso, mas eu preciso ir embora, e você tá me atrasando - eu falo incomodada e ele me olha irritado. 

- Se quiser vai garota, tu tá sendo chata demais mesmo - ele reclamava grosso e eu rolo os olhos, caminho até a parede mais afastada da porta e me sento no chão apoiando minha cabeça nos joelhos e olhando pro lado - Você não ia embora?. 

- Ninguém me chama de chata sem me conhecer direito - falo fazendo birra e ouço sua gargalhada, vejo o mesmo se aproximar e sentar ao meu lado, seu cheiro parecia tão bom... tão cativante.

- Qual o teu nome? - ele pergunta de repente e eu continuo com a cabeça sobre os joelhos. 

- Agatha - respondo por fim - Mas por favor me chame de Aggie. 

- Não gosta do teu nome Agatha? - ele debocha. 

- Eu não gosto é de você, meu nome é um dos meus últimos problemas - falo ironicamente e ouço sua risada irônica. 

- Não gosta de mim? - ele finge uma careta triste e eu o encaro - Então quer dizer que eu não tenho nenhuma chance?. 

- Nem que você fosse o último homem dessa universo inteiro você teria alguma chance comigo - falo apenas isso e ele ri - Por que você está dando em cima de mim Justin?. 

- Desculpa, são meus instintos - encaro o Justin e rolo os olhos - Digamos que eu não posso ver garotas bonitas. 

Eu gargalho alto e logo coloco a mão na boca sessando o riso instantâneo, Justin me olha e sorri de lado e logo sinto minhas bochechas ficando quentes. 

- Desculpa. 

- Tu tá me pedindo desculpa por rir? - ele me olha sem entender eu balanço a cabeça positivamente - Qual é Aggie, rir é o melhor remédio pra dias como esse. 

- Você acha que elas não vão procurar você aqui?, é banheiro feminino qualquer uma pode entrar - falo fugindo completamente do seu assunto, ele me olha com uma sobrancelha erguida e ri de leve.

- Não - vejo sua expressão risonha e estranho - Por que esse é o banheiro masculino.

- Não,Justin - levanto rapidamente e abro uma das cabines na minha frente, vendo um mictório isso exatamente onde os homens fazem xixi - Esse é o banheiro masculino. 

E com isso eu suspiro sentando novamente do seu lado na mesma posição com a cabeça sobre os joelhos, envergonhada de mim mesma e com as mesmas atitudes de merda que são não olhar pra porcaria da porta quando passa. 

- Relaxa, eu já beijei um travesti uma vez - Ele fala sorridente recebendo logo em seguida um soco no braço, ele gargalhou o que só me deu mais vontade de bater nele. 

- Eu não sou um travesti, seu idiota - grito e espero ele ficar sério, mais ele não fica o babaca só ri ainda mais. 

- Não acredito, vai ter que me provar - Ele fala animado e eu rolo os olhos.

- Cala boca. 

- Cala pra mim - ele ironiza e eu rolo os olhos. 

- Se você não parar de dar em cima de mim, eu juro que saio daqui e não estou nem ai se suas fãs te cortarem no meio - o imbecil concorda então fica calado. - Você tem vários seguranças, por que nenhum deles ficaram com você?. 

- Porque eu mandei eles me deixarem em paz - ele fala indiferente então eu o encaro, das muitas vezes que eu vi as notícias sobre Justin foi como ele se comportava mal as atitudes dele hoje em dia, e pra ser sincera elas eram horríveis, demonstrava que ele era um garoto cheio de problemas com a própria personalidade. - Sabe, eu to um pouco cansado de tudo, eu sei que eu decidi ter isso tudo eu podia ter negado essa porra toda, mais se eu soubesse o quanto era cansativo e que eu teria tanta pressão em cima de mim, eu pensaria mil vezes antes de aceitar. 

- Eu.. eu só queria que por um segundo minha vida normal voltasse - eu engulo seco, eu não sabia que Justin se sentia assim eu costumava achar que ele tinha tudo, ele realmente tem tudo, mas não parece ser o suficiente, parece algo faltar nele, algo de bom, algo que seria tão essencial quanto o amor. 

- Justin - eu começo sem saber como terminar então eu levanto e dou o meu melhor sorriso pra ele - A vida é tão leve, tão cheia de magia por ai mesmo que as vezes ela pareça um buraco negro sem fim, você pode distrair sua cabeça as vezes, mesmo que seja por um pouco de tempo - Minha vida não era perfeita, ela nunca foi, era na verdade um inferno eu era covarde demais e nem sabia como tais palavras saiam da minha boca, eu não achava isso realmente ou eu apenas achava porém eu não vivia, a escuridão que era minha própria vida já estava tão escuro que eu não tinha tempo pra nenhum tipo de magia, mesmo que pouco de mim acreditasse que ela existia. 

- Distrair com tipo o que? - ele questiona enquanto me olha. 

- Sei lá - eu sorrio nervosa - Tipo, dança?. 

- Você gosta de dançar? - ele questiona já se levantando do chão e vindo na minha direção. - Dança comigo?. 

- Não temos música Justin - eu falo nervosa, ele então coloca a mão no seu bolso e tira seu celular de lá, mexendo no mesmo e colocando uma música sorrio fraco assim que Love Yourself começa a tocar  -  Estamos no banheiro masculino. 

- E qual é o problema? está vendo mais alguém além de nós? - Ele se aproxima mais de mim, eu fico vermelha quando suas mãos tocam a minha cintura e ele me puxa pra perto, o momento se tornava mais constrangedor ainda pelo fato de eu estar quase sem camisa na frente dele - Cadê a formalidade Aggie?. 

Uma das suas mãos passa pele pele frágil do meu braço até chegar na minha mão, ele entrelaça as mesmas e logo em seguida as levanta com igualdade, então eu suspiro assim que ele consegue me guiar nos passos certos em sincronia com a música, seus olhos pareciam analisar cada parte minha, parece bizarro mais era como se ele tivesse me vendo nua, eu desvio o olhar e então encosto minha cabeça no seu ombro. 

Era muita loucura se eu falasse que aquilo estava me fazendo um bem do caramba?, é o primeiro instante da minha vida que eu sinto paz, como eu nunca senti antes, Justin era tão quente, seu corpo parecia me acolher, eu escutava sua respiração e meu coração batendo acelerado devido ao nervosismo, não que eu fosse me apaixonar por ele não mesmo, ele era Justin Bieber eu era eu e eu nunca iria me apaixonar por ele, assim como ele nunca se apaixonaria por mim, mas eu senti algum carinho a mais, uma afetividade maior, talvez fosse algo amigável quem sabe. 

-  Senhor Justin? - ouvimos um pigarro então eu me separei de Justin, eu encarei um homem na porta do banheiro o que parecia ser um dos seus seguranças - As meninas já foram embora, você pode sair. 

- Certo, obrigada - ele sorriu, o segurança assentiu então Justin se virou pra mim. 

- O que você tá fazendo? - falo ao perceber que ele está tirando a camisa. 

- Tu não pode sair desse jeito - fala e o mesmo sorri terminando de tirar a camisa e me estendo a mesma em seguida, eu quase fico de boca aberta ao olhar pro seu corpo, lembra dos músculos? pois é a parte de frente é bem melhor. 

- Eu..

- Além do mais vai ficar uma lembrança pra você - ele sorri e eu faço o mesmo, pegando sua camisa. 

- Lembrança?. 

- É lembrança do nosso dia diferente - ele sorri diferente pra mim indo em direção a saída do banheiro, onde o mundo real aguardava ele. 

Continua...

 

 

 

 

 



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