História Hope - Capítulo 2


Escrita por: ~

Postado
Categorias Barbara Palvin, Justin Bieber
Personagens Jaxon Bieber, Jazmyn Bieber, Jeremy Bieber, Justin Bieber, Personagens Originais
Tags Amor, Drama, Novela, Romance
Visualizações 27
Palavras 4.033
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Luta, Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Estupro, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Hey gente, não postei ontem por que tinha que estudar haahaa.
Achei que esse capítulo ficou fofo, não sei.
Muito obrigada pelos cometários e favoritos (mesmo que ainda seja poucos).
Beijos, e muitooo boa leitura <3

Capítulo 2 - We can meet again somewhere


Fanfic / Fanfiction Hope - Capítulo 2 - We can meet again somewhere

E se você estiver afundando. 

Vou pular nessa água fria por você.

E apesar do tempo nos levar a lugares diferentes.

Eu ainda serei paciente com você. 

E espero que você saiba. 

 

Agatha Helena Moon Point Of View. 

- Tu sabe que faculdade só é perda de tempo Agatha, não quero tu metida nisso. -  Meu pai fala ao se aproximar de mim e assegurar meu braço para que eu não me afaste. 

- Pai, é o meu futuro, eu preciso ser alguma coisa, por favor eu só peço isso pro senhor. - Ele ri me olhando com reprovação logo em seguida. 

- Querida, você sabe quais são minhas condições pra isso. - ele me olha malicioso e passa os dedos de leve em alguns fios do meu cabelo, eu tento me afastar mais o aperto da sua mão no meu braço aumenta me fazendo dar um pequeno gemido de dor. 

- Eu não vou fazer isso. - respondo reclusa, meu pai me olha com tanta raiva que eu podia jurar que ele iria me bater. 

- Que pena, tu não vai poder cuidar dos teus pacientes. - ele debocha gargalhando o que me deixa com nojo de olhar pra sua cara. 

- Por que você faz isso comigo?, eu quero fazer a minha vida sozinha!, eu quero viver droga da minha vida!, por que me machuca tanto pai? - eu explodo mesmo sabendo que isso poderia deixa-lo com muita raiva, eu só não estava aguentando mais, eu já estava chorando quando ele me deu um tapa na cara me derrubando no chão. 

- Porque tu é uma vadia. Porque tu matou a tua mãe e tirou a mulher da minha vida de mim, eu não tenho mais ninguém pra mim quem iria me querer? a culpa de tudo isso é tua Agatha, tu merece ser espancada e eu só não fiz isso ainda por que não é hora, vê se ti coloca no teu lugar, acha mesmo que tem chance em alguma porra de faculdade? - ele me encaro sério enquanto gospia todas essas palavras na minha cara me fazendo chorar mais, e não receber nenhum remorso da parte dele - pessoas que nem você, foram feitas pra servir, e servir em casa!. 

Ele fala isso e se vira pronto pra ir embora, antes ele se vira novamente pra mim. 

- Eu deixei uma lista de comprar em cima da mesa, quero elas em casa até a noite - ele fala com nojo, e dessa vez se vira indo embora.

Eu não podia acreditar que esse inferno era mesmo realidade, as possibilidades da minha vida dar um pouco que seja certo estavam indo por água a baixo, eu não podia fazer faculdade, o que ele queria de mim afinal? que eu fosse sua empregada pelo resto da minha vida? eu tinha 19 anos eu já tinha idade pra começar a minha vida adulta sozinha, vai fazer um ano que eu terminei o ensino médio e só matando pra conseguir entrar numa faculdade. 

Minha mãe tinha morrido a dois anos atrás, e sim eu não tirava a razão do meu pai tinha sido culpa minha, eu poderia ter evitado mas não fiz, como de costume eu fui covarde. Mas que ser humano na terra não tinha errado na vida? mesmo que esse grande erro custe a vida de outra pessoa, ele se tornou mais horrível ainda depois disso, o cúmulo foi em uma noite quando ele tentou me beijar, ele era nojento, e infelizmente era meu pai. 

Subo as escadas pro meu quarto e limpo as lágrimas que molhavam meu rosto, assim que entro no meu quarto vou até a cama e me deito, coloco minha mão por baixo do meu travesseiro e tiro de lá uma camisa. 

Yeaah, a camisa do Justin, eu sei que deveria ter colocado ela fora, ou doado pra alguém, vendido num leilão. Até porque se meu pai visse ela aqui provavelmente ficaria muito puto, mas eu não consegui além de ela ter um cheiro tão bom (sim eu era uma porca por não lavar a camisa) ela não deixava com que as lembranças daquele dia fossem embora, eu sabia que com ou sem camisa com certeza eu lembraria ainda de tudo minha mente é muito boa então eu nunca esqueceria, mas, eu queria que ela ficasse comigo, por sorte meu pai não me viu com aquela camisa naquele dia, só mais tarde, faziam duas semanas que tinha acontecido ele provavelmente tinha esquecido, afinal, Justin Bieber né?. 

Meu celular começa a tocar, então eu o pego em cima da cômoda e atendo sem ver quem era. 

- Alô?. 

- Adivinha só? - Mendi falo alto demais pra não perceber que não é ela. 

- Conseguiu o dinheiro que me devia? - falo apenas isso e ouço ela me xingando do outro lado, rolo os olhos e sento na cama apoiando minha cabeça na cabeceira da cama. 

- Aggie, eu estou tão feliz, é uma grande oportunidade pra nós duas - ela fala eu faço uma careta. 

- Como assim?. 

- Foi um pouco complicado no começo, mais eu tenho certeza que valeu a pena. Você tem que estar pronta as 23:00, eu vou ir te buscar mais sem atrasos por favor, e veste a sua melhor roupa, por que a noite vai ser nossa - ela fala isso eu fico séria. 

- Do que você tá falando?, eu não posso sair - Tudo bem que meu pai não vai ficar em casa, eu sei que o lance das compras era só pra me meter medo, mais né...

- Ah Aggie nós duas sabemos que você é uma péssima mentirosa. E se você não quer que eu arranque seus cabelos sugiro que faça o que eu peço - ela fala brincalhona e eu rolo os olhos. 

- Não, primeiro me fala onde vamos. 

- Tá eu vou falar rápido por que to com presa pra me arrumar - ela fala apressada, eu imagino minha melhor amiga mexendo no seu guarda-roupa nesse momento e fazendo uma bagunça - Digamos que eu consegui duas entradas Vip pra boate onde o gostoso do Justin Bieber e seus amigos vão estar. 

- O que? - eu coloco a mão na boca assim que percebo que gritei. 

- Eu te vejo as 23:00, esteja pronta, eu te amo. 

- Madelaine Button sua vadia! - eu falo sem acreditar,e ela me ignora, desligando na minha cara. 

Eu contei tudo pra Mandi do que tinha acontecido, tudo bem que ela quis me matar no dia, mais depois passou, ela sabia que eu tinha uma camisa dele aqui, e eu não queria encontrar ele de novo, quer dizer parte de mim não queria, eu realmente não podia sair hoje a noite. eu poderia dar um jeito pelo menos, eu sei que meu pai sairia de casa uma hora ou outra, droga, e como ela conseguiu essas entradas? eu temo que ela tenha feito coisa errada pra conseguir isso, e sim eu falo de dormir com algum cara, eu amava muito minha amiga, mas nessa questão ela era muito vadia. 

(...)

- Aggie, onde você guardou seu sapatão preto? - Sim, ela tinha vindo na minha casa horas antes só pra ter certeza de que eu aceitaria essa loucura e depois de tanto brigar com ela pra não ir, ela me convenceu novamente, a ir onde ela queria. 

- Achei que não gostasse dele - falo indiferente começando a passar batom. 

- E não gosto, é pra você colocar - eu me viro, a encarando. 

- Eu estou bem com as minhas sapatilhas. - falo terminando de passar o batom. 

- Ah, por favor Agatha, são pessoas famosas que vão estar lá, nós temos que estar arrasando, e essa sapatilha já passou muito do tempo né - ela me estende os sapatos e eu rolo os olhos indo até a cama e os colocando. 

- Por isso mesmo que eu não queria ir - falo e ela sorri marota pra mim. 

- Quem sabe você não encontra o Justin sozinho? e aproveita a noite inteira com ele? na cama dele - ela fala isso e eu jogo meu travesseiro na sua direção, me levanto e olho meu reflexo no espelho. 

Eu estava com um vestido vermelho que ficava bem justo ao corpo, ele parava bem acima da coxa e apertava bem na minha bunda deixando ela um pouco "maior". o vestido tinha duas alças finas nos ombros e eu neguei com cabeça ele parecia muito decotado também, o tecido era tão fino que eu tinha medo de rasgar. 

- Você tá gostosa demais amiga, acho que Justin não vai resistir - ela fala batendo palminhas e eu rolo os olhos.

- E eu tenho certeza que algum amigo dele vai querer passar a mão nesse corpinho ai - falo a olhando de cima a baixo e rindo. 

- Todos os amigos do Justin vão babar quando me virem - ela pisca pra mim e sai rebolando até a saída do quarto e eu gargalho. 

Assim que descemos eu abro a porta, e Mendi já sai praticamente correndo em direção ao seu carro. 

- Cuidado se não a única coisa que você vai pegar hoje é uma fratura no pé - Falo rindo enquanto tranco a porta e ando em direção ao carro. 

- Anda logo, não tenho o tempo todo - Ela fala assim que eu entro no carro e fechar a porta. 

- Não esquece que você que me obrigou a vir - murmuro pra mesma e ela dá a partida.

- Algumas coisinhas que você precisa saber, estamos indo pra um lugar muito famoso - ela morde o lábio e me olha de relance eu noto seu nervosismo e levanto uma sobrancelha - Se te perguntarem qualquer coisa seu nome é Pâmela e o meu é Emma, mas não acho que seja necessário...

- Que merda você fez Madalaine? - questiono nada feliz e ela sorri nervosa. e nesse momento que eu mando ela dar meia volta e voltar pra minha casa que eu não quero mais ir? é pois é e nesse momento que eu fico com raiva da minha melhor amiga por ter feito merda, só que não tinha como voltar atrás mais eu tinha gastado duas horas dizendo não até ela me convencer, agora já era. 

Assim que eu noto ela diminuindo a velocidade eu reparo que estamos cada vez mais perto do local,noto um fila não muito grande mais carros espalhados ( e os carros) eu fico chocada, aqui só frequentava quem tinha muito dinheiro e eu nem Mendi éramos tão boas de vida assim, eu gostaria de estar em casa assistindo Netflix com pipoca. 

Mendi para o carro em frente o local e descemos, logo eu vejo um cara pegando o carro e levando para alguma vaga do estacionamento enorme. 

- Mendi, desculpa eu vou embora - Ela me puxa pelo braço não deixando eu me virar. 

- Não mesmo, a gente já chegou, agora você vai entrar. 

- Você fez o que pra conseguir entradas pra isso aqui? você não precisa fazer de tudo pra conseguir algo como isso Mendi, é meio sem noção sabia?. 

- Ah lá vem a lição de moral, não se preocupe como consegui, não importa - ela fala isso e vai entrando comigo, indo a parte interior do lugar que mais parecia uma boate, ela entrega o que parece ser as entradas pro segurança e ele deixa a gente passar, e como posso dizer que era lá dentro?, Perfeito!. - Você vai se divertir, beber, dançar, ou pelo menos tentar por mim Aggie, é uma coisa que nunca fizemos é uma chance legal poxa - ela reclama pegando uma bebida da mão de um dos garçons que andavam com bandejas nas mãos e eu a olho sem acreditar. 

- Sabe as vezes eu fico em dúvida do porque você é minha melhor amiga - falo e ela faz uma careta. 

- Qual é Aggie, olha só esse lugar - ela passa as mãos pelo meu ombro e me vira de frente pra pista de dança - Não parece divertido?. 

Tinham muitas pessoas dançando enquanto alguma música aleatória tocava, mas era um ritmo tão contagiante que eu tinha vontade de ir pra lá de dançar pra sempre, era raramente que eu conseguia sair de casa e quando conseguia com certeza não era pra sair em festas, essa devia ser a terceira que ela me faz vir, eu não era do tipo "princesa" eu tava mais pra  Cinderela sem a parte do sapato e sem príncipe encantado, eu conhecia algumas coisas da vida como bebida, garotos, tudo bem que a última vez que eu beijei alguém foi a quase a um ano, mais qual é era tão ruim assim?. 

- Sim, parece muito divertido. 

- Essa é a Agatha que eu amo! - ela me puxa até o meio da pista de dança, e começamos a dançar no ritmo da música, eu não queria nem pensar que teria que cuidar dela depois, a última festa que a gente venho ela vomitou em cima do cara que ela estava ficando, eu não gosto nem de lembrar como foi o ocorrido. 

Depois de ficar quase meia hora dançando, eu olho pra Mandi e ela congela, olhando pra um ponto fixo atrás de nós o que faz eu estranhar e olhar, engolindo seco logo em seguida. 

Sim, era ele. 

Dessa vez ele estava sem óculos escuros, e usando uma camiseta preta do mesmo modelo que a outra, ele olhava pra qualquer outro ponto daquela boate por isso devia não ter me percebido, mais tinha um sorriso sacana no rosto ouvindo as coisas que um dos garotos que estavam junto com ele fala ao seu ouvido. Então, ele me olhou e como eu sabia disso? pelo simples fato de ele morder o lábio e dar um sorriso maroto (como se lembrasse de tudo), droga. 

- Mendi, eu vou tomar um ar, e pegar algo pra beber, não saia daqui - falo e não dou chance dela responder, por que vejo que ele descia os muitos degraus da área vip e vinha na nossa direção. 

Vou até o bar e fico pensando no que eu iria fazer pra ir embora, quem sabe eu fingo estar mal? um quase desmaio seria bom - Ai, desculpa!. - Falo quando bato contra Ele. 

- A minha garota está fugindo de mim - ele fala parecendo mal - Eu deveria me sentir magoado?. 

- Eu não sou sua garota! - Faço uma cara de brava, ele sorri e eu olho ao redor tentando achar Mendi naquela multidão, mais aquela vaca já devia estar se pegando com um dos amigos do Justin, eu não duvidava

- Tentando arranjar uma desculpa pra fugir de mim? - Ele fala com a voz arrastada e eu nego na hora. 

- Não, claro que não!... eu só, ah, eu.. a minha amiga - eu sorrio nervosa e ele retribui. 

- Venho acompanhada? - ele questiona - Com um namorado, quer dizer além da sua amiga?. 

- Eu não tenho namorado - respondo ele sorri, Justin estava mesmo tentando dar em cima de mim?. 

- Tu quer beber alguma coisa? - ele aponta pro bar e eu nego. 

- Na verdade eu acho melhor eu ir embora, já está ficando tarde  - sorrio nervosa e ele ri. 

- A festa começou a recém, tu devia aproveitar - ele debocha. 

- Eu não estou me sentindo muito bem - falo e fingo cara de enjoo. 

- Quer tomar um ar?, vem vamos lá fora - Antes mesmo que eu pense ele já me puxa, caminhando entre aquelas pessoas e indo em direção a porta de saída que por acaso estava muito próxima, ele abre a porta e a gente sai, era uma área mais reservada não tinha muitas pessoas um ou duas fumando, e graças a Deus não era perto de fotógrafos. - Se sente melhor?.

- É. - eu respondo num suspiro. 

- Eu senti tua falta - ele fala de repente e eu o encaro, era irônico como ele podia sentir minha falta se nem me conhecia?, nós dois não conhecemos nada um do outro, nem ao menos éramos amigos. 

- Mentira - falo segurando a risada e ele rola os olhos. 

- Eu senti falta daquele dia, foi um dia que eu pude me sentir um pouco de paz. 

- Você sentiu falta do banheiro então - falo sarcástica e ele ri. 

- Senti falta da garota que tinha nele - o Justin fala enquanto anda em direção banquinho próximos a nós e eu fico parada com uma cara de idiota, até voltar a realidade e ir na mesma direção do banco e sentar. 

- Sabe eu pensei que tivesse esquecido - falo e eu ouço seu resmungo - Porque você deve ser cheio de coisas. 

- Ser cheio de coisas me enche - ele reclama bufando logo em seguida - Mas não, eu não esqueci se te faz ficar mais feliz. 

- Não eu só  - eu suspiro - esquece. 

- E então, o que minha garota fez durante essas semanas? - ele fala simples e eu rolo os olhos. 

- Não me chame de sua garota Justin - eu falo completamente incomodada - Minha vida é um tédio, você não iria querer saber. 

- Conte-me - ele fala parecendo interessado e eu suspiro. 

- Passei a semana inteira em casa, tentando convencer meu pai que faculdade não é um erro - falo sincera e ele me encara. 

- Teu pai não deixa tu cursar faculdade? - ele fala e na hora eu nego me arrependendo o que eu estava revelado a ele. 

- Deixa pra lá. 

- Como assim deixa pra lá? - ele parece sério e eu suspiro - Tu não quer cursar alguma coisa?, ser alguém na vida?.

- Talvez não seja tão importante. 

- Agatha, é o teu futuro, teu pai não pode negar algo assim pra ti - ele não parece nada feliz e eu rolo os olhos. 

- É e isso não é problema seu Justin!, até onde eu sei você não me conhece, então não tem direito de palpitar na minha vida! - eu falo ele fecha a cara como se estivesse bravo. 

- Desculpa por me meter então - ele ironiza e eu rolo os olhos me encostando no banco olhando pro outro lado. 

Percebo que ele acende um cigarro, então eu arregalo os olhos. 

- Você vai fumar? - questiono espantada. 

- Não, eu vou fazer uma fogueira com meu cigarro - ele fala irônico, e eu bufo. 

- Você sabia que isso pode te matar, não é? - eu questiono quando ele da a primeira tragada e ele gargalha. 

- Não matou até hoje. 

- Justin é sério! - respondo brava e começo a tossir por causa da fumaça forte - Pare de fumar perto de mim pelo menos, não quero morrer aos 19 anos. 

- Ah qual é garota, tu tem asma por acaso? - ele questiona e eu nego na hora - Então fica quietinha. 

- Você não vai fumar essa droga! - grito avançando pra sua mão tentando pegar o cigarro, mais ele é mais rápido e levanta do banco antes que eu pudesse tocar na sua mão - Justin Bieber me da isso. 

- Vem pegar - ele ri enquanto da mais uma tragada e coloca o cigarro pra cima assoprando a fumaça, eu poderia achar isso realmente sexy se eu não odiasse tanto cigarro, levanto do banco e vou na sua direção e ele coloca o braço mais pra cima ainda. 

- Eu estou de salto, não vou pular - ele gargalha. 

- Então não vou parar - eu bufo nervosa. 

- Então morra com câncer no pulmão, seu idiota. - falo irritada e me viro pronta pra entrar pra droga da festa de novo, mas antes que eu de um passo Justin me puxa me impedindo de continuar. 

- Tudo bem, desculpa. - ele joga o cigarro no chão e amassa com o pé - Pronto, melhor?. 

- Você está cheirando a cigarro. - Ele sorri pra mim, como é que ele conseguia ter os dentes tão brancos mesmo fumando?. 

- Você adoraria sentir meu cheiro de perto, eu sei - Ele envolve minha cintura me puxando para um abraço, mesmo com o pouco cheiro de cigarro que tinha nela, eu ainda podia sentir o cheiro do seu perfume e posso dizer era um cheiro bom - Tu poderia  pelo menos fingir que está gostando do abraço. 

- Eu não costumo fingir emoções falsas - falo rindo quando ele me solta, Justin me encara sério. 

- Tu ainda tá brava? - ele questiona preocupado. 

- Não é questão de estar brava Justin, mais poxa, você sabe o quanto essa droga faz mal pra você, quer ter um problema de pulmão ou algo assim? eu acho que você não quer isso pra tua vida, entenda você tem 22 anos Justin, tem que se cuidar, tem tanta vida pela frente. 

- Tu sabe a minha idade? - questiona surpreso e eu rolo os olhos. 

- Você é um babaca - falo brava e ele ri. 

- Tá, desculpa - ele me olha com piedade- Mas é um vício Aggie, não tem como eu parar, sabe?. 

- Me prometa que vai tentar Justin. - eu imploro quase me ajoelhando ali na sia frente, eu sei que eu não tenho nada a ver com a vida dele, mas qual é ele era tão novo, não precisava se estragar assim, não como meu pai se estraga todo dia - Pelas suas fãs. 

- Só se você prometer não sumir da minha vida. - ele fala e eu sorrio, meu olhar desvia por alguns instantes pro seus olhos eram tão castanhos que pareciam claros, eram tão bonitos também. 

- Justin...

- É serio Aggie, não pense nisso como uma cantada - ele debocha rolando os olhos - Eu gostei mesmo de ti, eu quero ser teu amigo, eu não quero te pegar se é isso que tu pensa. 

- Justin, você que tem que prometer que não vai fazer eu sumir - respondo sincera - Você é famoso, vive viajando por ai, é lógico que vai me esquecer. 

- Eu não conseguiria te esquecer mesmo que eu tentasse - ele fala e eu coro - Eu fiquei essas duas semanas só pensando em você. 

- Para, isso tá parecendo uma declaração - confesso meio incomodada com a situação e ele ri. 

- Mais é uma declaração! - ele exclama parecendo ofendido - Uma declaração de amigos, mas é uma. 

- Eu não sei como, nós dois temos vida diferentes, eu não sei se você vai querer ser amigo de alguém como eu. 

- Eu quero Aggie - ele suspira e pega o celular do seu bolso - Me passa teu número. 

- Que? - questiono quando ele estende o celular na minha direção. 

- Eu vou te ligar, mandar mensagem - ele fala simples e eu levanto uma sobrancelha. 

- Isso não é um tipo de plano, não é? do tipo você vai querer dar em cima de mim, pra ficar comigo querer "me comer" e depois me largar chorando e com o coração quebrado? - falo e ele rola os olhos. - Porque fique sabendo eu não sou esse tipo de garota. 

- Caralho, eu só quero teu número, eu prometo que é sem segundas intenções. 

- Acho ótimo, qualquer coisa eu troco de número - falo irônica e ele bufa, pego o celular da sua mão e anoto o meu número e entrego o celular novamente em suas mãos. 

- Eu tenho que ir, te mando mensagem mais tarde - ele fala guardando o celular e se aproximando de mim pra beijar minha bochecha e eu sorrio - Não suma da minha vida, minha garota. 

Rolo os olhos e vejo ele rir antes de se virar e ir pra dentro da festa de novo, sumindo da minha vista. 

- Eu espero que você não suma da minha vida - murmuro pra mim mesma - Justin Bieber. 

Continua...

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 



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