História Hope - Capítulo 3


Escrita por: ~

Postado
Categorias Barbara Palvin, Justin Bieber
Personagens Jaxon Bieber, Jazmyn Bieber, Jeremy Bieber, Justin Bieber, Personagens Originais
Tags Amor, Drama, Novela, Romance
Visualizações 95
Palavras 3.629
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Luta, Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Estupro, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Estou sem palavras depois desse capítulo.
Vejo vocês no próximo.
Boa leitura<3

Capítulo 3 - I'm going to set you free and put you in my kingdom.


Fanfic / Fanfiction Hope - Capítulo 3 - I'm going to set you free and put you in my kingdom.

Talvez dessa vez estejamos quebrado. 

Porque não sei pra onde ir a partir daqui. 

Talvez dessa vez. 

E se nós não podemos voltar atrás, amor?

Eu não quero afogar em lágrimas. 

O Nosso amanhã simplesmente desparece. 

Talvez dessa vez estejamos quebrado. 

Nós estamos quebrados. 

 

Agatha Helena Moon Point Of View. 

- Você pode por favor largar esse celular? - Mendi fala já irritada, eu abaixo o celular do meu olhar a encaro. 

- Eu não posso - retruquei irritada - Justin está discutindo comigo por causa de um presente. 

- Presente? - ela questiona confusa e eu suspiro. 

- Ele quer me trazer um presente quando voltar de Nova York. - expliquei e já vi um sorriso malicioso surgir no rosto dela - Mas eu disse que não precisava. 

- Já estão nessa fase? - ela debocha e eu rolo os olhos. 

- Nós somos apenas amigos, você sabe disso - Falo para ela enquanto a vejo levantar da minha cadeira e ir até a batente da porta se apoiando com um sorriso irônico. 

- Isso porque você se faz de "menina difícil" se não vocês já estariam se pegando a muito tempo - ela ironiza e eu rio, eu e Justin começamos a conversar desde do dia em que ele pediu meu número, ele era um cara legal e cumpriu o que prometeu mesmo mandando algumas mensagens um pouco "atiradas" eu cortei o cavalinho dele rapidamente mais desde de então, não paramos mais, já ia fazer um mês que ficamos apenas trocando mensagens até por que no dia seguinte da última vez que nos vimos ele foi pra Nova York e eu fiquei Liverpool, mesmo assim ele me mandava mensagens de dia e noite, o tempo todo talvez?, Mendi falou que ele estava dando investidas em mim mais eu não acreditei muito, a amizade em que eu e Justin entramos parecia ser muito amizade pra se tornar qualquer outra coisa que passe pela cabeça dela. 

- Ele tem namorada - tudo bem, era mentira, ou quase, Justin tinha me falado a umas semanas atrás que estava gostando de uma modelo chamada Carly, ele me pediu conselhos de como chegar nela já que eu era menina e conhecia o que uma mulher gostava, quando ele finalmente conseguiu a chama-la pra sair eu esfreguei na cara dele que eu era uma ótima amiga e que ele estava me devendo um presente por isso (mas eu realmente estava brincando), eu não quero que as pessoas me associem a amiga explorada de Justin Bieber, mesmo que nenhuma dessas pessoas não saibam que eu sou, e espero que nem saibam. 

- Eu sou mil vezes Agatha Moon - Meu celular vibra nas minhas mãos eu encaro Mendi e ela rola os olhos - Eu tenho que ir, cuidado pra não se apaixonar. 

Ela fala isso e se vira, saindo do meu quarto rebolando (o que ela sempre faz, e eu acho estranho). 

" O que você prefere?, Joias, roupas.. ou talvez um celular novo?. "

Eu arregalo os olhos, a pouco tempo atrás eu tinha dito que meu celular estava ultrapassado, mas não era uma reclamação do tipo "eu preciso de outro", era só um desabafo. 

" Tá maluco? eu disse que não preciso de presentes Bieber.. não me faça perder minha pouca paciência. "

Respondo sentando na cama e mordendo o lábio com a resposta. 

" Qual é Sweet, tu merece muito mais que só um, vou dar esse por que tu merece, minha melhor amiga merece tudo". 

Ele só podia estar brincando.

Ele me liga então eu atendo rapidamente. 

- Melhor amiga?. Eu falo e escuto sua gargalhada. 

- Senti falta de ouvir tua voz, Sweet - Ele fala e eu escuto vozes atrás dele, claro que ele estaria ocupado agora, mas estava me ligando como sempre. 

- Justin, você me ligou ontem - Falo isso e olho o horário no meu relógio, meu pai estava quase chegando, então eu não poderia ficar tanto tempo falando com Justin. 

- Você acha que algumas horas não são suficiente pra mim sentir saudades da voz da minha melhor amiga? - Ele fala e eu rio com ironia. 

- Eu acho - respondo convencida - Por que eu não sou sua melhor amiga. 

- E quem decidiu isso? tu?. 

- Não Justin, não fui eu, mas você acha que não está muito precipitado não?, eu posso ser sua amiga, mas não a melhor não acha?, você conheceu garotas a sua vida inteira, duvido que nenhuma já tão tenha ocupado esse cargo. 

- Tu tem razão, conheci garotas ao longo da minha vida, e claro que tem uma em especial que ganhou esse cargo. 

- Viu. 

- E o nome dela é Agatha Moon, a garota mais difícil que eu já conheci, e ao mesmo tempo a mais incrível. - eu rolo os olhos. 

- Eu desisto de você. - eu falo séria e ouço seu suspiro. 

- Tu não vai discutir comigo por causa disso, não é mesmo Sweet? - ele fala já mais grosso e eu suspiro - Eu vou levar um presente pra você e eu não quero ouvir reclamações, ouviu senhorita Moon?. 

- Eu odeio você - falo com voz de desgosto e ele ri. 

- Não tem como não me amar Sweet, espero te ver amanhã, estou com saudades - eu não iria dizer a mesma coisa por que eu era orgulhosa e envergonhada demais pra isso, desde de que começamos a conversar Justin sempre foi fofo assim, ele parecia me tratar como se eu fosse uma namorada..., mais era estranho falar, por que o fato de ele me tratar com carinho não quer dizer que ele é apaixonado, mas apenas que ele se importa. 

- Jura? você nem fala isso todo dia - ironizo e rio em seguida. 

- Demonstrar meus sentimentos é errado? - ele questiona, parecendo sério mas eu sei que o palhaço, estava fazendo piada com a minha cara.  - Você devia começar a fazer a mesma coisa sabe, dizer que me ama de vez em quando, não cai a boca. 

- Pra você ficar mais convencido do que é?, não obrigada - respondo e ouço ele bufar. 

- Agatha! - Meu pai me grita e eu pulo da cama rapidamente. 

- Jus.. eu preciso desligar - falo num sussurro, não queria que meu pai ouvisse - Nos falamos depois, Beiju. 

- Tudo bem Sweet, não suma. - Desligo a ligação e largo meu celular em cima da cama. 

- Agatha! - meu pai fala dessa vez batendo na porta, eu engulo seco e decido abrir a porta pra ver o que ele quer. 

Meu pai entra no quarto agressivo e eu vou pra trás no susto, eu cruzo os braços e o encaro enquanto ele olha ao redor parecendo procurar alguma coisa. 

- Cadê? 

- Do que você tá falando pai? 

- Cadê o cara que estava contigo na porra desse quarto Agatha? - ele fala e eu me sinto ofendida - Onde você escondeu o filho da puta?. 

- Como é? eu não sei do que o senhor tá falando eu....

- Como assim não sabe sua vadia! - ele grita e eu me assusto dando dois passos pra trás - Me ligaram do meu trabalho dizendo que tu tava dando o cú pra um cara na merda desse quarto, quem é o filho da puta garota, anda fala. 

- Não tem cara nenhum, se você quiser pode olhar o quarto inteiro - respondo cruzando os braços meu pai então começa a bagunçar todas as minhas coisas, jogando no chão e inclusive quebrando alguns perfumes e coisas minhas, e eu só conseguia sentir raiva de cada coisa que ele jogava no chão, ele foi em direção a minha cama e então pegou o meu celular eu rapidamente gelei. - Devolve meu celular. 

- Por que? - ele fala com um sorriso irônico quando eu tento pegar o celular da mão dele, ele então começa a olhar - Quem é Justin?. 

- Ele é só um amigo. 

- Você é uma puta! - ele berra e joga meu celular no chão com força, ele então vem na minha direção e aperta meu braço com força me forçando a olhar pra ele - Eu te criei que nem uma vadia?, sua mãe te ensinou a ser uma puta?, tu pergunta depois por que faço todas essas coisas contigo, por que tu merece, porque vive sendo uma baita de uma cachorra pelas minhas costas!. 

- Eu não fiz nada, ele é só meu amigo - Eu falo num sussurro com os olhos já cheios de lágrimas - Eu juro que não fiz nada pai, eu juro por tudo. 

- Cala boca, cachorra - ele berra na minha cara, me jogando com força em cima da cama - Já que tu tá toda arrombada já, não seria tão mal eu te mostrar o que acontece quando mente pelas minhas costas - ele sorri maroto, e então ele sobe por cima de mim, com uma perna de um lado e outra de outro, ele se aproxima do meu pescoço e então eu começo a me debater. 

- Não, eu não vou permitir que você faça isso comigo - eu começo a bater no seu peito tentado me soltar, mas ele prende minhas duas mãos na cama impedindo que eu mexa os mesmo - Me solta, por favor pai.

- Cala essa tua boca de merda - ele grita enquanto aperta cada vez mais meus pulsos, e eu choro já descontroladamente, ele começa a beijar meu pescoço e eu tento me esquivar, ele começa a chupar meu pescoço fortemente eu gemo de dor. 

- Para, pelo amor de Deus, para - eu grito desesperada recebendo um tapa na boca forte, dando mais um grito, seus olhos estavam escuros ele parecia estar fervendo de ódio e desejo ao mesmo tempo o que me dava nojo, eu queria vomitar - Você não precisa fazer isso comigo pai. 

- Se você falar mais uma palavra, eu juro que te espanco até tu não poder andar mais - eu estremeci - Papai vai cuidar de você agora, Agatha. 

Ele começou a subir minha camisa e ainda a deixando um pouco abaixo dos seios, começou a beijar chupar minha barriga, o que me fez gritar de dor. 

- Não, eu não quero - eu gritei desesperada já em meio aos soluços - Para,pai, para. 

- Eu mandei tu calar a boca caralho! - ele grita acertando em cheio um soco no meu olho, e aquilo por Deus, doía tanto que eu só consegui gritar, eu não conseguia abrir o olho que foi atingindo eu sentia que podia desmaiar - Vamos Bebê, papai vai ser carinhoso. 

Ele tentou me beijar, mais eu mordi o seu lábio com força, o que resultou nele segurando meus lábios com força, era tanta força que eu poderia jurar que saia sangue dos meus lábios, assim como saia dos dele. 

- Vadia - ele fala com nojo, ele solta meu rosto e começa a beijar a minha barriga novamente, e eu só consigo chorar e chorar cada vez mais. 

- Que merda tá acontecendo aqui? - Eu ouço o grito de Mendi de longe então eu viro meu rosto pra encarar ela que olhava aquela cena, parecendo espantada - Sai de cima dela seu desgraçado. 

Mendi vem na nossa direção e ataca meu pai, o puxando pra longe de mim, eu realmente não sei de onde ela tirou tantas forças, ouvi um boato que ela já tinha feito aula de defesa pessoal, mas não acha que fosse verdade, meu pai tenta bater nela mas ela segura seu braço. 

- Se você encostar um dedo em mim ou nela de novo, eu juro que te mato com as minhas próprias mãos, seu verme - ela grita contra seu rosto e meu pai parece estar com mais raiva ainda, ele não parece relutar, ele apenas me olha com raiva pela última vez e se vira indo embora no meu quarto. 

- Meu Deus, Aggie - Mendi venho na minha direção, eu estava sentada na cama com a cabeça apoiada nos joelhos, meu olho doía demais, mesmo assim eu não conseguia parar de chorar. ela passou os braços ao redor de mim, e me abraçou mais forte resultando no meu choro mais alto - Você está bem?. 

Eu não respondi nada, apenas conseguia chorar, e chorar mais, meu peito doía tanto, meu corpo estava tão dolorido, eu queria morrer, eu queria sumir dessa vida pra sempre, eu levantei a cabeça e olhei pra Mendi que arregalou os olhos. 

- O que esse monstro fez com você? - ela pergunta furiosa - Nós temos que sair daqui. 

- Pra onde eu iria? - Falo com angustia. 

- Pra minha casa - ela responde me ajudando a levantar da cama - Qualquer lugar menos aqui. 

- Mendi, eu não quero que mais pessoas saibam disso - falo me referindo aos seus pais. 

- Qual é Agatha, o verme que você chama de pai, devia estar na cadeia - Ela grita irritada e eu abaixo a cabeça - Mas tudo bem, eles não vão saber, coloca um óculos escuro pelo menos, mas a gente vai denunciar ele, vou te dar um tempo pra pensar. 

(...)

Eu estava perdida. Depois que eu vim pra casa da Mendi, por sorte seus pais não estavam em casa, ela me deixou subir e tomar um banho pra descasar mesmo assim, eu me sentia suja, ela cuidou do meu olho passando um remédio pra curar mais rápido mas não evitaria que ele ficasse roxo no dia seguinte, e ele ficou. 

Eu passei a noite inteira chorando e ela ficou comigo me consolando e falando palavras de conforto que por mais que elas não entrassem naquela hora, eu sabia que um dia elas iriam me fazer bem, eu tinha certeza que ela estava fazendo tudo aquilo pra me ver bem, e ela tinha razão também quando dizia que meu pai deveria ir pra cadeia, ele quase me estuprou além de ter me batido iam ser dos crimes e ele merecia ser punido; mas eu era uma covarde e não tinha coragem nenhuma de denunciar meu pai, que apesar de ser esse monstro que não devia estar na terra, ele era a única pessoa que eu tinha. 

Meus avós tantos maternos,quanto paternos, tinha morrido. minha mãe tinha tido apenas uma irmã e a mesma estava morta e não tinha filhos, eu temia que os irmãos do meu pai que eram 5 fossem todos iguais ele, e não importaria se não fosse a última vez que eu vi algum deles foi quando eu tinha 5 anos, não soube se tiveram filhos, nem esposas; resumindo eu estava sem ninguém, tudo bem que eu tivesse a Mendi, mas eu não queria ser um fardo pra sua família sua mãe estava grávida e eu não queria que eles se preocupassem com uma menina de 19 anos que tinha problemas com o pai problemático. 

- Ei, raio de sol - Mendi entrava no seu quarto com uma bandeja cheia de comidas de café da manhã, eu me sentei na cama me espreguiçando e ela sorriu colocando a bandeja em cima da cama e se sentando - Se sente um pouco melhor?. 

- Na medida do possível. 

- Eu fiz torradas, e mamãe comprou seu bolo preferido - ela fala animada apontando pro bolo de laranja em um prato pequeno, eu sorrio fraco. 

- Não estou com fome. 

- Aggie, você não comeu o dia inteiro ontem - ela fala preocupada e eu suspiro - Eu não queria falar sobre isso logo de manhã, mas, você vai ter que tomar uma providencia, seu pai não pode ficar por ai, olha o que ele fez com você. 

- Ele é a única pessoa que eu tenho - falo baixo, e a ouço bufar. 

- Quantas vezes eu vou ter que te falar que você tem a mim?, e não venha com seu discurso barato que não quer ser um fardo, você nunca vai ser um fardo pra nós Aggie, o que não pode é você ficar com o homem que você chama de pai, eu te amo demais pra te deixar sofrer nas mãos daquela monstro. 

- Eu não posso - falo num sussurro - E sua mãe está grávida, eu não quero preocupar ela. 

- Você sempre vai ter a nós, você sabe que ela não vai se importar - ela se aproxima pra me abraçar - E você tem a Justin também. 

- O que Justin tem haver com isso? - questiono, surpresa por ela ter mencionado ele, o que me fez até lembrar que ele viria hoje, como iríamos nos encontrar? comigo nesse estado?. 

- Quando ele souber, vai querer te ajudar. 

- Ele não vai saber sobre isso Mendi - Falo meio brava, e ela levanta uma sobrancelha. 

- Você não vai contar pra ele? - eu nego na hora - Desculpa, mas você vai sim, e vai ser hoje, por que vão se encontrar. 

- Não vamos não, ele não precisa saber - falo apenas isso e ela faz uma careta. 

- Vão sim, falei com ele hoje - ela comenta e eu arregalo os olhos - Não se preocupe não falei nada, isso eu vou deixar pra você. 

- Como sabe o número dele? - questiono curiosa. 

- Eu sempre dou meu jeito amiga, caso não queira ir sozinha eu vou com você - ela se aproxima pra beijar minha testa - coma, se não eu te faço engolir até farelho desse bolo, ah e esteja pronta as 14:00. 

- Eu não posso me encontrar com Justin, Mendi - eu grito quando ela já esta de costas saindo do quarto, ele não podia me ver assim, com um olho roxo, além de eu estar horrível ele iria me fazer perguntas, minha visão ainda estava meio turva no olho que foi atingido, bufo colocando um pedação enorme de bolo da boca de nervosismo, como ela conseguiu o número dele?, eu tinha medo de como minha melhor amiga conseguia as coisas. 

Olho pro relógio das princesas que tinha no seu quarto e eram 13:30, arregalo os olhos quase me engasgando com o bolo e correndo pro banheiro. 

(....)

- Mendi, me leva pra casa de volta, por favor - falo quando nos aproximamos do lugar em que Justin marcou de me encontrar, eu percebo que é um lugar um pouco deserto, parecia mais um campo, que não tinha pessoas, ele queria me preservar, pensei comigo mesma. 

- Agora que já chegamos aqui? - ela fala e eu rolo os olhos - Nem a pau que eu gastei gasolina por nada, você sabe que foram quase meia hora vindo até aqui, e gasolina hoje em dia não está barata amiga, além do que eu não sou tão rica assim e..

- Eu já entendi - a interrompi frustrada, coloquei meus óculos preto e ouço um murmuro vindo de Mendi - falou algo?. 

- Você não vai usar isso. 

- Não só vou, como já estou usando - respondo sarcástica enquanto descia do carro e ela fazia a mesma coisa, tudo bem não estava fazendo tanto sol, mas eu não tinha que dar explicações pra ninguém por que estava usando óculos escuros num tempo nublado e frio., eu sigo Mendi, até conseguir ver o garoto de baby sorrindo e vindo na nossa direção, céus como ele conseguia ficar cada dia mais lindo?. 

- Sweet, eu senti muito tua falta - Ele fala apenas isso e me puxa para um abraço, seus braços contornam minha cintura me apertando mais forte, eu retribui sentindo o forte cheiro bom dele invadindo minhas narinas. 

- Eu também Justin. 

- Está tudo bem? - ele questiona e eu e estranho - Você disse que também sentiu minha falta, só pode ter acontecido algo. 

- Cala boca - eu falo enquanto saio do abraço e dou um soco no seu peito, fazendo mesmo rir. 

- Oi, Mendi - Justin fala e ela sorri cruzando os braços. 

- Oi Justin - ela responde e olha pra mim com uma sobrancelha levantada.  

- Está.. tudo bem meninas? - ele questiona intercalando o olhar entre mim e Mendi. 

- É claro que está. - respondo calmamente. 

- Está mesmo Agatha? - ela fala com ironia e eu rolo os olhos. 

- O que houve? - Justin me olhou e eu engulo seco. 

- Nada, Justin. 

- Conta pra ele Aggie - ela fala e eu a fuzilo - Ou melhor, mostra pra ele. 

- Mendi - murmuro nervosa.. 

- Qual é Aggie, mostra logo. 

- Você não tem o direito - eu rio nervosa negando com a cabeça, e olhando pra Justin que só assisti a cena parecendo muito confuso. 

- Tira o óculos Agatha, ele deve saber, você sabe que é o melhor - ela fala calmamente. 

- E desde de quando você sabe o que é o melhor? - eu grito me aproximando dela e ela rola os olhos, mas Justin me puxa me fazendo olhar pra ele. 

- Do que ela tá falando Aggie? - ele questiona me encarando, eu já sinto meus olhos se enchendo de lágrimas, droga! por que diabos ela estava fazendo isso?. 

- Pede pra ela tirar o óculos Justin - Justin a encara sério, e depois me olha eu nego com a cabeça quando o vejo aproximar a sua mão pra tirar meu óculos, e assim ele tira eu tento virar pro lado pra ele não ver nada, mais era impossível ele me seguia com o olhar. 

- Mais que porra... - ele toca delicadamente no meu rosto me fazendo o encarar - Quem fez isso contigo Sweet?. 

Continua...

 

 

 

 

 

 

 

 



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