História Hopeless - Um caso perdido - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Little Mix
Personagens Jade Thirlwall, Jesy Nelson, Leigh-Anne Pinnock, Perrie Edwards
Tags Hopeless, Jerrie, Little Mix
Exibições 70
Palavras 574
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Romance e Novela
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Olá,
essa é minha primeira fic, é baseada num livro que amei - Hopeless. Resolvi fazer uma adaptação Jerrie.

Capítulo 1 - Domingo, 28 de outubro de 2015 as 19h29


Levanto e olho para a cama, prendendo a respiração com medo dos sons que estão surgindo do fundo de minha garganta.

Não vou chorar. Não vou chorar.

Ajoelhando-me lentamente, apoio as mãos na beirada da cama e passo os dedos nas estrelas amarelas espalhadas pelo azul-escuro do edredom. Fico encarando as estrelas até começarem a desfocar por causa das lágrimas que embaçam minha visão. Aperto os olhos e afundo a cabeça na cama, agarrando o cobertor. Meus ombros começam a tremer enquanto os soluços que tentava conter irrompem de mim violentamente. Com um movimento rápido, eu me levanto, grito e arranco o cobertor da cama, jogando-o do outro lado do quarto. Cerro os punhos e olho ao redor freneticamente, procurando mais alguma outra coisa para atirar. Pego os travesseiros da cama e os arremesso no reflexo do espelho, na garota que não conheço mais. Fico observando a menina do espelho me encarar de volta, soluçando de forma patética. A fraqueza de suas lágrimas me deixa furiosa. Começamos a correr uma em direção à outra até nossos punhos colidirem no vidro, quebrando o espelho. Vejo-a se desfazer em um milhão de pedacinhos brilhantes sobre o carpete. Agarro as bordas da cômoda e a empurro para o lado, soltando outro grito que estava preso há muito tempo. Após o móvel cair, abro uma das gavetas e arremesso o conteúdo pelo quarto, rodopiando, jogando e chutando tudo o que encontro pela frente. Agarro as cortinas azuis e as puxo até o suporte quebrar e estas caírem ao meu redor. Estendo o braço para as caixas empilhadas no canto do quarto e, sem nem saber o que tem dentro delas, pego a que está no topo e a lanço na parede com tanta força quanto meu corpo de 1,60m consegue reunir.

— Odeio você! — grito. — Odeio você, odeio você, odeio você!

Estou jogando tudo o que encontro pela frente em cima de tudo o que está na minha frente. Toda vez que abro a boca para gritar, sinto o gosto de sal das lágrimas que me escorrem pelas bochechas. De repente, os braços de Perrie me seguram por trás e me prendem com tamanha firmeza que fico imobilizada. Eu me balanço, me viro e grito mais ainda até parar de pensar no que estou fazendo. Passo a reagir apenas.

— Pare — diz ela calmamente em meu ouvido, sem querer me soltar. Escuto o que ela diz, mas finjo que não ouvi. Ou simplesmente não me importo. Continuo me debatendo em seus braços, que me apertam mais.

— Não encoste em mim! — grito o mais alto que posso, arranhando-lhe os braços. Mas Perrie não liga para isso.
Não encoste em mim. Por favor, por favor, por favor.

A pequena voz ecoa na minha cabeça, e imediatamente amoleço o corpo em seu abraço. Fico mais fraca conforme minhas lágrimas se fortalecem e me consomem. Eu me transformo num mero recipiente para as lágrimas que não param de cair. Sou fraca e estou deixando ela vencer. O aperto de Perrie fica mais fraco, e ela põe as mãos nos meus ombros. Em seguida, me vira para ela. Não consigo nem sequer encará-la. Eu me derreto em seu peito de tanta exaustão e frustração, agarrando sua blusa enquanto soluço. A bochecha encostada em seu coração. Sua mão toca a parte de trás de minha cabeça, e ela leva a boca até meu ouvido

— Jade. — A voz dela está calma, inabalada. — Você precisa sair daqui. Agora

 

 

 

 

 

 

 

 

 


Notas Finais


Espero que gostem.
May :)


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