História Hopeless - Capítulo 22


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Categorias Aaron Taylor-Johnson, Chris Evans, Jensen Ackles, Sebastian Stan
Personagens Aaron Taylor-Johnson, Chris Evans, Jensen Ackles, Personagens Originais, Sebastian Stan
Visualizações 24
Palavras 1.713
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Ficção, Romance e Novela, Sci-Fi, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oii amores ❤ Desculpem a demora, andei meio enrolada na semana passada, Mas cá estou Eu. 🤗
Espero que gostem

Capítulo 22 - Capítulo 21: Invasão


Fanfic / Fanfiction Hopeless - Capítulo 22 - Capítulo 21: Invasão

Mica:

- Major, estamos sendo atacados. Tenente Johnson solicita todas as tropas para contenção e evacuação de civis. E pediu os capitães Stan e Evans no reforço aéreo. – um dos soldados de Aaron se aproxima me olhando assustado

- Certo, providencie isso. – digo a um dos meus que acompanha a mim e a Juan – Encontrem os capitães e os deem as coordenadas.

- Sim senhora. – ambos dizem juntos

- Quero uma equipe aqui em no máximo vinte minutos, e toda a área evacuada.

- Sim senhora. – dizem antes de sair

- Então, é o tenente Johnson quem manda aqui. – Juan ironiza sabendo que iria me irritar

- Não, ele não manda. Trabalhamos juntos.

- Mas ele tem mais poder que você.

- Não, não tem. Somos uma equipe.

- Sei. – ri irônico – Estava conversando com seu pai, sobre vocês substituírem ele e a general Johnson. E como ela é mais influente que ele...

- Não é hora pra falar sobre isso, estamos no meio de uma invasão. – o olho irritada

As equipes se formaram e logo Jensen e Sebastian chegaram e se prepararam para dar apoio aéreo. Reuni uma equipe de contenção e segui com eles para o local da invasão. Era algo que eu nunca havia visto antes, tantos infectados juntos, correndo para dentro dos muros, arrasando tudo o que viam pela frente. Alguns soldados e civis não conseguiram escapar, os corpos espalhados pelo caminho, alguns deles ainda sendo devorados.

- Isso já aconteceu antes? – Juan me pergunta impressionado

- Não desse jeito. – suspiro desviando dos corpos e abrindo caminho até o local da invasão – Eles parecem, mais fortes.

- É uma carnificina. – exclama atordoado

Próximo ao muro, as equipes de contenção não parecem suficientes, são muitos infectados tentando entrar, tudo indica que o ataque foi planejado. Os caças sobrevoam o local, atirando sem descanso enquanto os soldados em terra tentam de todas as maneiras estabelecerem um bloqueio. Como Aaron e Chris já haviam dito, eles agora usam de armas rústicas nos ataques, lanças envenenadas, facas grosseiras, era algo que eu nunca havia visto. Inúmeros soldados abatidos nas proximidades do local, o maior massacre em invasões já visto.

Me aproximo rapidamente com minha equipe, abatendo o maior número que consigo, Juan segue em meu encalço disparando para todos os lados. Os gritos, grunhidos dos infectados caindo, e dos soldados sendo atacados é desesperador, nunca estive tão assustada em toda a minha vida. Alguns soldados de pé arrastam feridos para lugares mais protegidos, tentando salvar suas vidas, civis que não conseguiram encontrar abrigo também ajudam nessa tarefa. Carros se aproximam oferecendo apoio e resgate.

Barb:

O alarme de invasão é algo ensurdecedor e desesperador, depois que começa a tocar, os gritos e passos apressados nos corredores se misturam em uma sinfonia de medo e pavor. Logo o local fica vazio, não há sombra nem de soldados por ali, guardo minhas coisas, tranco as portas e saio, os corredores silenciosos me causam certo receio, procuro por qualquer coisa que possa usar como arma, caso algum infectado apareça, devia ter pensado nisso antes de sair do laboratório, nada ali me parece muito útil. Logo escuto grunhidos agudos vindos em minha direção, meu coração começa a disparar no mesmo instante, os grunhidos e passos se tornam cada vez mais intensos e próximos, agarro o extintor de incêndio preso na parede, e com as mãos trêmulas me preparo para acertar o primeiro que aparecer.

E ele não demora a aparecer, olhos famintos me olhando, gritos agudos, logo corre em minha direção, seguido por outros três. Sem muito tempo para pensar disparo golpes com toda minha força contra ele que a minha frente, mesmo que não esteja morto, não tenho tempo para checar, logo os outros aproximam e meu instinto é acertar cada um deles antes que consigam me pegar, vou me afastando a medida que os golpeio, um deles cai e puxa minha perna, os outros se aproximam e eu tento ao máximo acerta-los e acerta-los. Golpeio a cabeça de dois deles que caem em cima do que está segurando minha perna, o forçando a soltar. Aproveito para me levantar e correr o máximo que posso, logo sou alcançada pelo único sobrevivente, que me segura no chão apertando meus braços, começo a me debater em desespero antes que ele me ataque, mas ele não o faz, apenas me segura forte e me encara fixamente.

- O-o que você quer? – sussurro o olhando mas ele não responde, apenas me encara com seus olhos brancos intrigados e me segura com força impedindo que eu me movimente – Você vai me devorar? – ele solta um grunhido se aproximando um pouco mais, como se estivesse me analisando – Me solta, eu posso ajudar você. – digo e ele para me olhando fixamente nos olhos, me causando um arrepio de pavor por toda a espinha – Você entende o que eu estou dizendo? – o olho intrigada

- Barbara. – a voz de Chris ecoa no corredor e o infectado solta um grunhido agudo e se levanta me puxando para ele, Chris prepara sua AK para atirar e ele me aperta contra seu corpo gritando incontrolavelmente

- Não atira! Não atira Chris. – intervenho o fazendo me olhar confuso e se aproximar com cautela – Não atira. – repito o fazendo acenar com a cabeça positivamente embora continue se movendo em minha direção, o infectado se assusta e me puxa para trás – Ei, ele não vai atirar. – digo calmamente o fazendo grunhir mais baixo – Você me entende, não é? Eu sei que entende. Nós não queremos machucar você, queremos ajudar. Por favor, me solta e me deixa te ajudar. – digo o fazendo se concentrar inteiramente na minha voz, é quando Chris se aproveita e pula sobre nós, o jogando no chão e o imobilizando – Não machuca ele. – suspiro os olhando

- Não vou. – diz lutando para conte-lo – Mas preciso de ajuda aqui.

- Espera. – vasculho meu bolso a procura de algo que possa apaga-lo, preparo uma injeção e me aproximo para aplicar

- Cuidado. – Chris o segura firme para que ele pare de se debater, alguns minutos assim que aplico ele apaga

- Vamos levá-lo para uma sala de contenção. – digo me levantando

- O que você vai fazer? – ele se levanta e me olha curioso

- Estudá-lo. Ele pode ser a chave para enfim encontrarmos a cura.

Jensen:

Do alto, a situação parece preocupante, um número muito grande de infectados, e só parece aumentar. Como na vez que fui atingindo, eles parecem estar se organizando, o ataque parece algo planejado. Muitos atacam com flechas, lanças, facas rústicas e grosseiras. O tenente Johnson, no comendo da operação sugere algo como um contra ataque, por terem avançado onde nunca estiveram na expedição fracassada, francamente, com os últimos acontecimentos chego a pensar que ele tem razão.

- Precisamos de reforço no setor oeste, reforço no setor oeste. – Aaron pediu pelo rádio

- Deixa comigo, estou mais perto. – Sebastian respondeu

- Certo, vou cuidar dos externos e tentar conter a aglomeração fora dos muros.

- Faça isso. Vou montar uma barricada no muro. – Aaron respondeu

Sobrevoei a área externa disparando contra o aglomerado de infectados tentando entrar pela falha nos muros, alguns caíram outros se afastaram e os que me identificaram tentaram disparar contra mim. Desviei disparando novamente acertando boa parte dos disparos, logo a equipe de Aaron reagiu, montando uma barricada protegendo a fenda no muro. Segui sobrevoando os arredores, contendo os que tentavam se aproximar.

- Fui abatido, fui abatido. Estou caindo. – Sebastian chamou pelo rádio

- Qual sua posição?

- 500 metros noroeste... – disse antes de perder seu sinal

- Estamos mandando uma equipe de apoio agora. Jensen, mantenha sua posição. – Aaron respondeu

- Positivo.

- Major Cortez, na escuta?

- Coordenadas anotadas, também estou enviando resgate. – ela responde

- Certo.

Aya:

Nos abrigos o clima era de tensão, mulheres assustadas, crianças chorando, civis apavorados, os soldados traziam mais e mais feridos. Vicky e eu estávamos nos desdobrando para socorrer todos eles.

- Chegaram mais alguns. – Charlie se aproxima nos olhando – Chris e Aaron não estão entre eles. – completa percebendo minha apreensão

- Já vou lá. – suspiro terminando o curativo de uma criança, estar ali, durante aquela invasão, era assustador, eu me preocupava com Aaron, Chris, Barb, Sebastian, e James, de certa forma, me apeguei aquele soldado – Charlie, você conhece James Hunt? O viu? Sabe se está bem?

- James Hunt... – ele para e pensa por alguns instantes – Sim, o vi a pouco na contenção.

- Certo. – suspiro aliviada

- Eu preciso ir, há muito a se fazer ainda. – diz se preparando para se retirar

- Charlie. – Vicky se levanta e o abraça forte – Se cuida, por favor.

- Não se preocupe, eu volto inteiro pra você. - ele sorri e a beija, em seguida sai

- Vocês, é sério? – sorrio a vendo corar

- Acho que sim. – sorri – Se sobrevivemos né.

- Vamos sobreviver. – digo me preparando para socorrer os outros feridos, eram muitos, alguns deles em estado grave que não teriam condições de ser tratados ali, outros já haviam morrido. Fizemos o melhor que pudemos com as condições que tínhamos, e a todo momento eu esperava que Chris, Aaron e os outros entrassem pela porta, sãos e salvos

De repente ouvimos barulhos de tiros e gritos de soldados vindos do lado de fora. Todos se entreolharam assustados, os soldados que estavam ali tentaram manter as coisas calmas e se prepararam para nos defender. Podíamos ouvir os grunhidos dos infectados lá fora, tentando passar, era desesperador. Depois de alguns minutos em um silêncio tortuoso, um dos soldados decidiu abrir a porta e ver o que estava acontecendo, nesse momento, uma criatura estranha, como um lobo voou em seu pescoço e o estraçalhou em segundos, deixando todos chocados e aterrorizados, era como uma daquelas bestas que vimos na expedição, porém essa ficava em pé, correndo na direção dos civis, os soldados começaram a disparar freneticamente contra ela, que conseguiu estraçalhar mais três pessoas antes de cair, sem vida no chão.

- O que era isso? – Vicky perguntou assustada

- Eu vi algo parecido, na área inexplorada. – suspiro me aproximando

- Isso nunca foi visto por aqui. – um dos soldados se abaixou analisando a fera

- Você acha que eles seguiram vocês? – Vicky sugeriu

- Eu não sei... – ponderei pesando na possibilidade


Notas Finais


Criei uma fic nova, Com nosso amado Aaron (Meu amado ❤😍)

https://spiritfanfics.com/historia/second-chances-10949036

Com isso, a agenda se alterou um pouco, aqui está a nova:
https://www.instagram.com/p/BbcpI78DO95/


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