História Hora de amar - Capítulo 22


Escrita por: ~

Postado
Categorias Blake Lively, Ryan Reynolds
Personagens Personagens Originais
Exibições 16
Palavras 1.017
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Famí­lia, Ficção, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)

Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 22 - Capítulo 22



Uma estilista elegante tirou as medidas de Luiza e questionou-a sobre suas preferências em matéria de roupas, Luiza aceitou tudo com obediência e ficou envergonhada por se mostrar tão submissa. 

Mas, depois do que acontecera na limusine com Caio, relutava em discutir com ele de novo, percebeu que ele pouco lhe contara sobre o avô e a família, embora sem dúvida os conhecesse muito bem. 

Estava convencida que se Caio a induzia a se vestir bem devia haver um bom motivo para isso, e Luiza estremecia ao pensar que o avô poderia se sentir envergonhado com uma neta usando roupas baratas e que viera de uma classe social muito pobre. 

No entanto, será que ela chegaria a gostar de pessoas que a julgavam unicamente por sua aparência?  Retornou ao momento presente quando a limusine estacionou na frente do prédio onde morava.

Caio  arqueacou as sobrancelhas, e ela soube exatamente o que ele estava lhe pedindo em silêncio gostaria de não saber, entretanto, sem dúvida Caio a estava convidando para voltar a sua cama outra vez. 

Seria apenas sexo, naturalmente maravilhoso, porém só complicaria as coisas Luiza sabe que foi muito ruim ter dormido com ele antes de conhecê-lo melhor, mas o que estava feito não podia ser modificado, e se tivessem intimidade outra vez com desejava que fosse seu cérebro e não seu corpo a toma a decisão por ela.

Faria o último exame e em seguida iria para a Grécia, disse a si mesma de maneira encorajadora sua mente estaria mais clara e poderia dominar melhor seus instintos a respeito de Caio. 

Mas não sabia por quanto tempo Caio permaneceria ao seu lado... E se ele já estivesse preparado para telefonar para outra mulher a fim de satisfazer seus instintos sexuais? Esse medo manteve Luiza acordada a metade da noite, e por fim decidiu que não podia ter tudo por mais que desejasse. Ou dormia com Caio ou aceitava que eventualmente ele fosse procurar outra. 


Luiza se acomodou no assento de couro do avião, colocado o cinto para a decolagem tudo era confortável, mas ela não se sentia bem. A opulência do jato particular a atemorizava.

Bas repousava em sua cesta ao lado da dona, escarrapachado em uma pose estranha com uma pata dianteira virada para baixo. Andava mais quieto desde o acidente e mais nervoso também, refletiu Luiza com tristeza, tentando desesperadamente pensar em outra coisa para não pensar sobre o sacrifício que seria encontrar o avô e a família em Atenas. 

Já não tinha confiança em si mesma, apesar do elegante vestido verde que valorizava seus seios pequenos, a cintura e os quadris, dando-lhe formas que nunca julgara possuir. 

Cada roupa que comprara fora alterada de modo profissional e eficiente para cair bem de acordo com sua pouca estatura. E ela nem queria pensar na fortuna que tudo isso devia ter custado, acostumada como era a fazer compras no setor infantil e juvenil das grandes lojas. 

Luiza  estava assustada com o guarda-roupa caríssimo que lhe fora entregue e que daria comodamente para vestir três mulheres. Será que esperavam que trocasse de roupa várias vezes ao dia como se fosse um membro da família real?

Suas provas haviam terminado, mas ela não pudera comemorar com os colegas na noite anterior, não podia beber por causa da gravidez e também não desejava enfrentar Caii com olhos inchados e o rosto pálido após uma noite mal dormida. 

Entretanto, desde quando se preocupava tanto com sua aparência? Essa nova consciência sobre seu corpo era o que a fazia neste momento usar saltos altos que realçavam suas pernas, mas que a incomodavam muito. 

Todas as coisas que antes eram prioridade em sua vida, como sua liberdade e independência, pareciam ter sido arrancadas de suas mãos, pensou no bebê e pedi desculpas a ele por estar tão mal-humorada.

Por outro lado, sem parecer perceber a ansiedade de sua passageira, Caio, sentado em frente, trabalhava no laptop a todo vapor. 

Estava certo de que Luiza ansiava por conhecer o avô e a família. Vira-a subir no avião com o cabelo muito louro dançando ao vento e brilhando à luz do sol, o queixo erguido em desafio. 

Isso o deixara feliz desejava Luiza como um homem faminto diante de um banquete; era tudo muito simples e... lamentável. E Caio não gostava de se lamentar.

Refletia sempre sobre o mistério desse desejo louco e não chegava a nenhuma conclusão. A obsessão que sentia por ela era como uma doença que abalava seu orgulho e ameaçava seu controle.

 Imaginava que se possuísse aquele corpinho frágil muitas vezes iria acabar com o desejo e curar sua mente, voltando à normalidade. Talvez acabasse se entediando... como sempre se cansava de suas amantes após um certo tempo, refletiu com súbita satisfação não seria diferente com Luiza.

– Onde ficarei hospedada hoje à noite? – perguntou Luiza com brusquidão, e o obrigando a retornar ao momento presente.

– Na casa de seu avô... – Caio arqueou as sobrancelhas de maneira curiosa diante da expressão esespantada dela. – Qual o problema? 

– Pensei que fosse ficar em um hotel... quero dizer, não conheço essas pessoas, e o fato de chegar grávida sem ser casada não vai ajudar as coisas, certo? – enfatizou ela com apreensão. – Vai ser muito constrangedor para mim.

– É uma preocupação compreensível – concordou ele com voz suave.  

Contente por ter a oportunidade de ajudá-la no momento em que ela parecia precisar de ajuda.

 – Eu deveria ter pensado nisso você quer conhecer Socrates de maneira mais tranquila e não como sua hóspede.

– Isso mesmo... – ela o presenteou com um olhar de alívio. -Fico feliz que compreenda.

– Não sou tão insensível como julga – rebateu ele por sentir que estava com vantagem.

 Levantou- se e acariciou a orelha de Bas ao passar por ele Bas virou a cabeça para traz e mostrou os dentes rosnando, em um aviso para Caio manter a distância.

– Não, Bas – disse Luiza com firmeza.

Reprimindo o riso, Caio pediu ao comissário de bordo que trouxesse refrigerantes, tinha vontade de dar socos no ar como faziam os jogadores de futebol após um gol. 

Essa era sua chance de levá-la para sua casa!






#caluh ❤



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