História Hora de amar - Capítulo 23


Escrita por: ~

Postado
Categorias Blake Lively, Ryan Reynolds
Personagens Personagens Originais
Exibições 19
Palavras 838
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Famí­lia, Ficção, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)

Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 23 - Capítulo 23


Duas horas mais tarde, Luiza se sentava na limusine que os conduzia pelos bairros de Atenas onde morava Socrates Seferis, cada vez mais nervosa.

– Quem mais mora com meu avô?

– Atualmente, apenas sua tia Sofia.

Luiza relaxou um pouco.

– Vamos dizer que estou grávida... isto é, como vamos anunciar isso? – Luiza se sentia muito mal a esse respeito. 

Nem conhecia essas pessoas e já estaria em desvantagem logo de início.

– Não somos adolescentes, Luiza – lembrou ele.

– Do modo como procedemos, bem que  poderíamos ser – observou ela.

– Tomarei conta disso, não precisará dizer nada.

– Quem sabe possamos evitar o assunto por enquanto... da minha gravidez ainda não é evidente – murmurou ela.

Ele cerrou os lábios.

– Prefiro ser honesto desde o princípio.

Luiza resistiu à vontade de dizer que gostaria de que ele tivesse sido honesto desde o início com ela. A limusine parou em frente a uma casa moderna, com jardins bem-cuidados. 

Luiza desceu, apertando a mão de Caio para se equilibrar nos saltos altos.

– Você mal consegue caminhar com esses saltos – comentou ele.

– Mas valorizam a aparência, e, segundo você, é isso que importa – respondeu ela de forma agressiva.

– Não ligo se você andar descalça.

Considerando que ele não se importara em vê-la usando uniforme, Luiza refletiu favoravelmente sobre suas palavras um empregado os recebeu em um grande vestíbulo arejado, e em seguida um senhor corpulento de cabelo grisalho surgiu de uma porta e a observou de cima a baixo com olhos sagazes.

–Luiza?

O sorriso caloroso de boas -vindas desfez a ansiedade e tensão, e Luiza também sorriu com timidez.

- Vovô...?

– Caio – acrescentou o velho, demonstrando sua satisfação em ver o afilhado.

Pela primeira vez, ao ver a expressão carrancuda de Caio, Luiza refletiu que ele não estava nada satisfeito com esse encontro... sabia Deus por quê.

– Sorria – pediu Socrates. – Este é um dia para celebrar você me trouxe minha neta.

Foram convidados a entrar em uma enorme sala iluminada pelo sol, e uma mulher pequena e loura, de cerca de 40 anos e sem nenhuma beleza, aproximou-se deles, se apresentando como Sofia. 

Mas seu sorriso não era caloroso Socrates começou a fazer uma série de perguntas para Luiza sobre do que gostava e não gostava, se tinha hobbies. Pela primeira vez na vida, Luiza se sentia o foco das atenções.

Porém o inglês do senhor não era tão bom quanto o de Caio, que sempre precisava intervir na conversa para explicar o que Socrates desejava dizer. Quando Luiza contou sobre seus estudos, ele acenou em aprovação. 

Ela quase falou sobre seus planos de ir para a faculdade, logo se lembrando de que o bebê não a deixaria fazer isso logo, quanto mais Socrates conversava com Luiza, mais Sofia ficava tensa e silenciosa, até que ela tocou o braço de Luiza.

– Nós duas precisamos nos conhecer melhor tenho fotografias da família para lhe mostrar. – Obrigou Luiza a caminhar pela sala até um sofá e colocou um grande álbum sobre os joelhos.

– Estou muito curiosa a respeito da família – murmurou Luiza folheando as páginas do álbum enquanto Sofia ia apontando e explicando de quem se tratava. 

Luiza viu o pai como adolescente na praia, bonito, sorridente e cercado por garotas não combinava com a foto desbotada que a sua mãe lhe mostrara de Troy Seferis.

 Quando a tia apontou para o tio Timon, Luiza perguntou se iria conhecê-lo,  Sofia franziu a testa.

– Não sei Timon está na recuperação de novo, meu irmão é viciado em drogas desde os 17 anos, e meu pai ainda luta para recuperá-lo.

Luiza absorveu essa triste informação sem fazer comentários, desejando que Caio a tivesse alertado antes e procurando com desespero mudar de assunto.

– Pode me contar alguma coisa sobre meu pai Troy? – perguntou com esperança.

– Apenas que, com exceção de meu pai, os homens da família são todos uns inúteis – declarou Sofia com amargura. – Timon tem dois filhos que trabalham em um dos hotéis de papai e só pensam em extorquir dinheiro.

Luiza ficou espantada com a franqueza do comentário sobre os primos.

– Meu Deus... – murmurou sem saber o que dizer quando o avô se levantou da poltrona que ocupava do outro lado da sala com um vigor surpreendente e disse algo em grego para Caio.

– O que aconteceu?

Caio estava tenso e com expressão sombria Luiza jamais o vira assim aborrecido Socrates continuava a falar com ele em grego e ele mal respondia.

– Minha cara, você pode ser tranquila e comportada, mas sem dúvida é muito ardilosa – comentou Sofia, lançando um olhar satisfeito para Luiza.

Percebendo que a tia entendera a discussão entre Socrates e Caio, Luiza se controlou e disse:

– Por que pensa assim?

– Engravidar de um bilionário é um golpe de mestre e, sem dúvida, não foi por acaso. Não como a sua, que tentou o mesmo com meu irmão caçula! – disse Sofia com um riso divertido, porque, na verdade, não falava por mal, apenas com franqueza. – Imaginei que você viria aqui para encantar e impressionar meu pai não. Ele ficou chocado e furioso... – murmurou, lancado um olhar na direção de Socrates.




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