História Hora de amar - Capítulo 24


Escrita por: ~

Postado
Categorias Blake Lively, Ryan Reynolds
Personagens Personagens Originais
Exibições 16
Palavras 953
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Famí­lia, Ficção, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)

Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 24 - Capítulo 24



Suportando a expressão divertida no rosto da tia, Luiza perguntou:

– O que Socrates está dizendo para Caio?

– Isso é tão divertido quanto uma novela de Mexicana  – retrucou a mulher mais velha com satisfação. – Segundo meu antiquado pai, sua reputação está estragada para sempre...

Bem, veremos, pensou Luiza com exasperação, levantando depressa e se aproximando dos dois homens, que discutiam acaloradamente.

Caio não gritava, porém ela sabia pelo olhar selvagem que estava furioso e que apenas o respeito pelo senhor mais velho o mantinha em silêncio.

– Fique fora disso – avisou ele, respirando com dificuldade quando viu Luiza ao seu lado.

– Não, isso é injusto e não estamos na Idade Média! – protestou Luiza, focalizando a atenção no rosto congestionado do avô e falando diretamente com ele:

– Por favor, acalme-se- implorou, pois tinha certeza de que era o foco da briga entre os dois. – Não teria vindo se soubesse que causaria tamanha comoção entre o senhor e Caio. Não é bom para o seu coração tanta emoção... e não diga mais nada contra Caio, ele me pediu em casamento.

– Você... pediu? – Socrates se voltou para encarar o afilhado com espanto, a raiva desaparecendo visivelmente diante da informação.

– E eu recusei – acrescentou Luiza, antes que o velho ficasse entusiasmado demais.

– Recusou? – repetiu Socrates, dessa vez se voltando para ela com os olhos arregalados. – Está maluca, esta carregando um filho de Caio dentro de si e recusou sua proposta de casamento?

– Creio que devemos deixar a poeira baixar – sugeriu Luiza, encostando uma mão trêmula no braço de Caio – Vovô, voltarei para visitá-lo quando estiver mais calmo.... caso ainda seja bem-vinda aqui.

– Claro que será bem-vinda – apressou-se Caio a dizer com incrível calma, como se nada tivesse acontecido. – Serei eu a não ser mais bem-vindo aqui.

– Se não vai casar com ele, não deveria ir a lugar nenhum com ele – disse Socrates Seferis lançando um último conselho frio.

Luiza girou o rosto do avô raivoso para a tia que não ocultava um ar divertido diante da situação que se criara, e decidiu que já cansara da reunião de família por um dia.

– Tomo minhas próprias decisões há muitos anos, e confio em Caio – murmurou.


(.... )

Assim que saíram e entraram no carro, perguntou a Caio:

– Por que não se defendeu? Afinal, foi Socrates quem o mandou me conhecer.

– Tenho um profundo respeito por Socrates. E, ele nada me disse que não fosse merecido tenho a reputação de namorador e, por uma vez na vida, deveria ter me controlado.

Entretanto, no íntimo estava muito contente por Luiza ter vindo em sua ajuda como uma lutadora em miniatura, defendendo-o da ira do avô.

– Talvez eu devesse ter mantido as mãos longe de você – murmurou Luiza, irritada por ele ter assumido toda a culpa como se ela fosse uma coisinha inútil e sem cérebro.

– Não, eu a desejava e estou acostumado a ter o que quero a todo custo – retrucou Caio respirando com fúria.

– Deveria ter me dado ouvidos quando pedi que não contasse sobre minha gravidez logo no primeiro encontro com Socrates. – ela suspirou, desejando que Caio fosse mais fiável para aceitar conselhos.

– Precisava dizer a verdade para meu padrinho. 

– Minha tia é muito bem humorada... divertiu-se a valer com a cena entre vocês dois – comentou ela – Por que não me falou sobre Sofia?

– Não queria influenciar sua opinião. Afinal,  trata-se de sua família e de seus parentes – defendeu-se ele – Em geral Socrates é um homem liberal e caloroso, mas tem pavio curto como você, a essa hora já deve estar arrependido do modo como a tratou e por você ter ido embora de sua casa. Quanto a mim, não previ sua reação é claro que seus valores são tradicionais e antiquados, e eu deveria ter pensado nisso.

Caio a levou de volta ao aeroporto, foi um choque quando uma multidão de fotógrafos e repórteres os rodeou, berrando e fazendo perguntas.

Luiza se encolheu ao lado dele, cega pelos flashes, mal notando os seguranças que lutavam para manter a turma a distância.

– Quem é a garota? – gritavam os jornalistas. – E onde está Adrianna Lesley?

Esses jornalistas eram os famosos paparazzi, refletiu Luiza, enquanto, de boca fechada, Caio a fazia caminhar adiante com dezenas de olhos curiosos sobre os dois.

 A equipe de segurança do aeroporto se uniu à de Caio para controlar os membros mais afoitos da imprensa e permitir que os dois prosseguissem. 

Luiza estava gostando de ver como Caio era famoso, mas, ironicamente, era a sua presença anônima ao lado dele que criava o tumulto.

Tentava com força não pensar em quem seria Adrianna uma namorada? Bem, o que sabia, afinal, sobre a vida particular dele?

– Desculpe a agitação – disse ele depois de entrar com ela e Bas em um helicóptero, deixando os paparazzi se afastando para longe.

– Sempre acontece isso com você? – murmurou ela com um olhar apreensivo.

– Sim.

– Por que estavam todos tão curiosos a meu respeito?

– Você chegou em meu jato particular, raramente sou visto viajando com uma mulher. Alguém no aeroporto provavelmente deu a notícia para os paparazzi.

Caio soava tranquilo, como se isso fosse um fato corriqueiro na sua vida e não lhe desse muita importância, porém, na verdade, pela primeira vez se enfurecera com a bisbilhotice da imprensa.

Luiza ficou assustada e esta grávida, isso não deveria ter acontecido desejara tomá-la nos braços para protegê-la, mas sabia que se assim procedesse iria incitar os jornalistas a uma abordagem ainda mais agressiva.

– Para onde vamos agora? – perguntou ela sufocando um bocejo e acariciando a orelha de Bas ao seu lado.

– Para um lugar particular – respondeu Caio flexionando os ombros largos sob o paletó e relaxando diante dessa perspectiva.

Luiza estava tão sonolenta e cansada com os eventos do dia que pouco se importaria se ele dissesse que iam para lua..... 











#caluh 



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