História Hora de amar - Capítulo 25


Escrita por: ~

Postado
Categorias Blake Lively, Ryan Reynolds
Personagens Personagens Originais
Exibições 20
Palavras 1.117
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Famí­lia, Ficção, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)

Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 25 - Capítulo 25


Caio viu sua vida virar de cabeça para baixo, tinha consciência disso, flexionou os dedos dos pés dentro dos sapatos de grife, Luiza alisou o tecido caro do vestido de maneira distraída e apoiou a cabeça no assento. 

Sentia-se como nos programas de princesa por um dia, refletiu em meio à sonolência, mais apenas roupas bonitas não transformavam ninguém em princesa, pois no íntimo continuava sendo a mesma Luiza Braga e não o tipo de garota que em geral era associada a um bilionário. 

E enquanto enumerava mentalmente todas as características que não a tornavam elegível, ela adormeceu. Caio quase caiu na gargalhada quando a viu adormecida; as mulheres nunca dormiam na sua companhia. 

Afinal, nunca passava uma noite inteira com uma amante, e elas estavam sempre ansiosas para agradar-lhe e impressioná-lo, que nem pensava em dormir.

 Entretanto, Luiza não fazia parte dessa categoria, refletiu não era uma atriz ou modelo ambiciosa procurando agradar para obter sucesso, e ele começava a descobrir que gostava muito do jeito como ela o tratava de igual para igual sem bajulação  e nem fingimento.

Luiza só despertou quando o helicóptero aterrissou; desceu os degraus ainda tonta, escurecera, mas a luz do luar iluminava uma gigantesca casa branca que sobressaía no pano de fundo negro da noite. 

Ela piscou diversas vezes sem saber exatamente o que via, pois era um prédio tão majestoso que mais parecia o cenário de um filme.

– Onde estamos?

– Em Banos, a ilha onde vivi na minha infância – explicou ele enquanto luzes surgiam do lado de fora da casa mostrando um homem já velho uniformizado que levava a bagagem dos dois até a casa.

– Uma ilha... e uma casa que parece um palácio – resmungou ela, ciente de seu cabelo despenteado e do vestido amassado, enquanto ao mesmo tempo se recriminava pelo excesso de vaidade.

 Será que roncara no helicóptero? Uma colega de escola certa vez dissera que ela roncava, e isso a deixou preocupada.

– Posso soltá-lo? – perguntou Caio enquanto Bas rosnava na sua casinha de viagem.

Em resposta, Luiza abriu a portinho, e Bas saiu como um raio, lutando para se equilibrar nas três patinhas sadias.

– Por quanto tempo ainda deverá permanecer com o gesso? – Caio quis saber.

– Mais um mês... – respondeu ela distraída. 

Pois sua atenção estava toda voltada para a magnificência da casa com sua linda varanda de colunas. A qualquer momento esperava que Scarlett O’Hara, do filme ...E o vento levou, surgisse nos degraus da frente.

– A casa foi inspirada em uma residência do sul dos Estados Unidos a pedido de minha avó – explicou Caio.

E nada poderia ser mais belo, pensou Luiza, que arregalou os olhos no vestíbulo de assoalho de mármore ornado com um enorme lustre de cristal, uma escadaria imponente, estátuas de bronze e as mobílias mais lindas que já vira. 

Não podia pensar que alguém morasse de verdade em um ambiente assim, e engoliu em seco quando um pequeno grupo de serviçais surgiu de uma porta lateral para saúda- los.

– Luiza, esta é Olympia, minha governanta – informou ele. – Ela a levará ao seu quarto...

A senhora gorda conduziu Luiza escadaria acima e abriu portas duplas que revelaram o quarto mais espaçoso que Luiza já vira a cama era de colunas, com uma colcha de seda que parecia pintada à mão.

Os tapetes eram tão elegantes que Luiza os rodeou em vez de pisar em cima, indo dar uma olhada no quarto e no banheiro que completavam as acomodações. 

Não tinha palavras, pensou, sentindo- se indigna de tanto luxo o que Caio teria pensando quando vira o quarto modesto onde ela morava? Mas isso não o assustara, concluiu com uma satisfação que a surpreendeu.

 Sua bagagem chegou e com elas uma empregada, que começou a arrumar tudo, pendurando nos armários sentindo-se muito bem por ser paparicada pela primeira vez na vida, Luiza pegou sua bolsa de higiene pessoal e foi para o banheiro, a fim  de ter um pouco de privacidade. 

Retirando a maquiagem que formara sombras escuras sob os olhos, despiu-se para tomar banho a água morna do chuveiro a animou um pouco, e usou o roupão de banho ali pendurado para voltar ao quarto.

Por sorte a empregada já terminara sua tarefa e por fim Luiza teve a oportunidade de examinar com mais calma as roupas que haviam chegado no dia anterior, pois tivera que embalá-las para a viagem sem perda de tempo.

 De uma gaveta retirou uma camisola diáfana azul-clara e a vestiu, notando que estava comprida demais uma batida à porta anunciou outra empregada trazendo uma bandeja.

Luiza se avançou sobre a comida, pois estava faminta, só percebendo isso quando sentiu o aroma delicioso dos pratos servidos ali. Depois de comer se olhou no espelho, ficou de perfil, e percebeu que ainda não havia o menor sinal de sua gravidez em seu corpo, fora os seios que começavam a crescer, o que deixava fascinada. 

Continuava muito cansada, e sabia que era devido ao início de gravidez, deitou na cama pensando que precisava repousar para o bem da manchinha... do bebê. Pelo menos ele, Caio, não agia com sentimentalismo ou dizia coisas superficiais só para lhe agradar. 

E ela também não precisava se sentir culpada por ser sua hóspede, já que a casa era enorme, sua mente sempre voltava a se fixar em Caio, e isso a aborrecia.

 Estaria com uma “paixonite” de adolescente? Fez uma careta sem obter respostas, e tornou a pensar sobre algo que continuava a martirizá-la... Quem era Adrianna? Teria a coragem de perguntar a Caio? Sem dúvida não tinha esse direito.

 Sua falta de disciplina a irritava: ali estava, morta de fadiga, mas com o cérebro fervilhando e zumbindo como uma abelha, o que a deixava incapaz de dormir.

Às 2h, tendo folheado várias revistas para passar o tempo e até ligado o aparelho de televisão à procura em vão de um canal inglês, deixou a cama de novo estava com fome outra vez, e não sabia como isso era possível. 

Bas dormia profundamente sobre um tapete, roncando como um trenzinho, e ela caminhou na ponta dos pés, não queria descer as escadas com o animal, pois poderia latir por qualquer coisa e acordar as pessoas, e deixou o quarto em silêncio.

A porta por onde a criadagem entrava e saía conduzia a uma escada que acabava em uma cozinha tão grande quanto a de um hotel pensou se Caio costumava receber muitos convidados, proporcionando jantares elegantes nos fins de semana selvagens. 

Era estranho parecia ser tão fechado, mas na cama se transformava, era muito quente e apaixonado, ergueu as mãos e pressionou as faces.

– Pare de se torturar – murmurou para si mesma.

– Quem a está torturando? – perguntou Caio com voz preguiçosa, encostado no batente da porta.







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