História Hora de amar - Capítulo 26


Escrita por: ~

Postado
Categorias Blake Lively, Ryan Reynolds
Personagens Personagens Originais
Exibições 18
Palavras 981
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Famí­lia, Ficção, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)

Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 26 - Capítulo 26


Caio acendeu as luzes e Luiza deu meia-volta, assustada, a camisola azul grudada no corpo pequeno.

– Também não conseguiu dormir? – perguntou ela.

– Não. – Ele a analisou enquanto Luiz abria as portas duplas da enorme geladeira para retirar dali carne assada fria que começou a devorar mesmo de pé.

– Deve estar com muita fome – comentou ele.

Luiza corou e acenou com um gesto de cabeça, porque estava com a boca cheia, mas isso lhe deu a oportunidade de admirar a figura sexy de Caio com seu tórax musculoso, vestido apenas com um jeans desbotado. 

Sem camisa, com a pele bronzeada à mostra, ele a fez prender a respiração e desejá-lo com uma intensidade louca, ele precisava muito fazer a barba, pois uma sombra escura cobria o queixo forte, emoldurando sua boca sensual, como se comer aliviasse sua tensão sexual, Luiza procurou um prato com queijos dentro da geladeira.

– Não lhe serviram o jantar mais cedo? – perguntou ele polidamente, mas espantado com tanta fome.

Ainda mais corada, Luiza fez uma careta entre bocados de queijo e acenou com um gesto de cabeça

– Talvez seja por causa da gravidez – sugeriu Caio com displicência, admirando seu rostinho iluminado pela massa de cabelo muito louro, e sentindo também um enorme desejo físico.

 Ansiava por Luiza como nunca ansiara por outra mulher.

– Talvez o bebê precise de proteínas – murmurou ela.

– Por que estava falando sozinha quando entrei?

Luiza fechou a porta da geladeira.

– Só pensava em voz alta... Não podia dormir...

Como um gato ágil, Caio avançou mais alguns passos, perguntando:

– Pensava em mim?

Luiza o fitou com os olhos verdes zombeteiros.

– Por que estaria pensando em você?

Caio sabia que estava pisando em terreno perigoso, pois nunca antes discutira sentimentos ou pensamentos com uma mulher.

– Deixo você nervoso? – provocou Luiza. 

Tentando permanecer dona da situação e não deixando que seu olhar percorresse o corpo másculo da maneira que queria, precisava, pois ficar longe de Caio mesmo por poucas horas a deixava mais vulnerável.

– Você é tão linda.. .. meu bem...

Luiza quase soltou uma gargalhada, mas então viu a expressão nos olhos dele e percebeu que falava sério. Então uma grande alegria a envolveu por um longo tempo apenas ficaram se olhando com os corações disparados Caio a segurou pelo pulso e a puxou para si. 

O cérebro de Luiza gritou no íntimo, o coração batendo como um tambor. Cérebro, volte aqui agora mesmo, ele a segurou pela cintura, ergueu-a no ar e beijou sua boca de maneira frenética. 

Você não deve fazer isso, lembrou o cérebro de Luiza nesse instante. Cale a boca, ordenou seu coração, enquanto ela passava os dedos pelo cabelo louro e lustroso, e uma descarga elétrica percorria seu corpo da cabeça aopés.

– Não parei de desejá-la desde aquela noite – confessou Caio, abrindo a porta para o vestíbulo indo com ela para a escadaria.

– Está se queixando? – perguntou ela. – Acha desagradável me desejar?

– Não, você me faz sentir vivo pela primeira vez em anos – retrucou ele, subindo as escadas de dois em dois degraus com ela nos braços como se fosse sua prisioneira. – Mas só me sinto assim vivo quando posso tocá-la.

A confissão provocou um curto-circuito no cérebro de Luiza, que murmurou:

– Não deveríamos fazer isso...

– Não fizemos nada ainda – lembrou Caio sem sorrir.

O desejo era conhecimento dos dois, refletiu Luiza, acariciando seus lábios sensuais não podia ficar perto dele sem desejar tocá-lo, voltaram a se beijar na escada, e quando se deu conta, Luiza estava deitada em uma cama grande de um quarto iluminado por uma única lâmpada de cabeceira. 

Era um quarto ainda maior que o seu lembrou-se de repente do que desejava perguntar a Caio, o assunto que a mantivera acordada até essa hora.

– Quem é Adrianna?

Ocupado em descer o zíper da calça jeans que usava, Caio a fitou e franziu a testa de surpresa.

– Alguém com quem dormi meses atrás – revelou com honestidade.

– Então não é um relacionamento sério? – quis saber Luiza.

– Não tenho relacionamentos sérios. – Foi a resposta breve.

Luiza conhecia essa estratégia muito bem, suas amigas sempre contavam que os homens costumavam dizer isso.

Frequentemente dava boas risadas quando ouvia as histórias que as colegas de trabalho lhe contavam, porém, por algum motivo misterioso, isso não a divertiu quando ouviu as mesmas palavras da boca dele. 

– Então por que os jornalistas perguntaram sobre ela? – persistiu.

– Adrianna concedeu várias reportagens para revistas dando a entender que havia mais entre nós dois do que um breve caso isso me acontece muito com as mulheres – admitiu Caio sem vaidade, sentando-se ao lado dela na cama como um deus bronzeado... e sexualmente muito excitado.

– Nossa! Como você é popular não é de admirar que tenha um ego do tamanho do sol! – exclamou ela. 

Caio riu, e a tensão desaparecendo de sua expressão nunca sabia como Luiza iria reagir às suas confissões.

– Sou popular? Tenho um ego imenso?

– Sem dúvida que sim – murmurou Luiza, se recostando nos travesseiros da cama dele e se sentindo muito sedutora.

Era por causa do modo como ele a fitava, os olhos brilhantes e examinando-a como um pitéu, como se fosse a mais desejável das criaturas.

– Mas isso não impressiona você, impressiona? – perguntou ele.

– Não, mas fiquei impressionada quando me carregou escada acima – confessou ela, pousando a mão em seu ombro.

– Você não pesa mais que uma criança – comentou ele.

– Em breve ficarei gorda e pesada.

– Então simplesmente terei mais carne para acariciar, meu bem – sussurrou ele, segurando a barra da camisola e erguendo para passá-la sobre a cabeça loura de Luiza, pega de surpresa, ela cruzou os braços sobre o peito.

– Planejou isso quando me trouxe aqui?

Ele riu de novo, mas escolheu a resposta com cuidado:

– Digamos que cultivei a esperança de ficarmos juntos outra vez.

Sem se impressionar, Luiza balançou a cabeça.

– Conheço você...e sei que planejou tudo.

Em resposta, Caio sorriu e tampou sua boca com seus lábios vorazes.





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