História Hora de amar - Capítulo 27


Escrita por: ~

Postado
Categorias Blake Lively, Ryan Reynolds
Personagens Personagens Originais
Exibições 19
Palavras 925
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Famí­lia, Ficção, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)

Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 27 - Capítulo 27


O desejo vibrou no meio das coxas de Luiza, fazendo-a erguer os quadris em um oferecimento, ele se inclinou para beijar os seios pequenos e redondos.

– Esperei muito por isto – murmurou ele, deslizando os dedos pela carne trêmula dela. – E valeu a pena esperar por você... meu bem...

Trêmula, Luiza se deitou de costas, admitindo que desejava tanto estar com ele que não se importava com a ausência de promessas e compromissos. Caio entreabriu suas pernas e mergulhou um dedo dentro de seu corpo, o que a fez gemer e se contorcer.

– Só vai alcançar o clímax depois que a penetrar – murmurou ele sem rodeios. – E estou me controlando ao máximo.

– Não espere mais – pediu ela, louca para senti-lo rijo dentro de si.

Sem se fazer de rogado, Caio enquanto se posicionou e a penetrou com uma estocada firme.

– Machuquei você? – murmurou com voz rouca, enquanto a fazia segurá-lo com as pernas.

– Não, só senti prazer – retrucou ela, em êxtase.

– É tão quente – disse ele com satisfação enquanto se movia com ritmo, penetrando e se afastando e provocando sensações inebriantes no corpo da sua amante.

Os movimentos foram se tornando mais intensos e frenéticos, Luiza mal conseguia respirar, pensar, e apenas sentia a incrível e poderosa força masculina enquanto espasmos de excitação percorriam seus membros.

  Por fim veio o clímax, e Caio também se deixou levar e rugiu como um leão quando o prazer o dominou, depois continuou abraçado a ela com a respiração entrecortada. Quando Luiza tentou se mover para o lado, ele a segurou com mais força, os corpos banhados de suor.

Por fim rolou para apoiar a cabeça no outro travesseiro e a fez ficar por cima, afastando o cabelo louro de seu rosto para estudá-la com atenção.

– Já estou imaginando como será da próxima vez – confessou. – É isso que você faz comigo, e é sempre melhor.

– Verdade? Da primeira vez adormeci logo em seguida – murmurou Luiza com simplicidade.

Caio se sentou na cama de supetão e a tomou nos braços, indo para o banheiro e ligando o chuveiro com os dois embaixo.

- Isso não acontecerá hoje à noite – prometeu – porque desejo possuí-la muitas e muitas vezes.

– Qual a razão para tanto entusiasmo? – perguntou Luiza arregalando os olhos.

– Porque me cansei de ficar desejando você e não conseguir tê-la sempre que quero.

Ela o abraçou enquanto a água morna a reconfortava, e murmurou:

– Estou aqui agora.

– E não vai se afastar de mim – garantiu Caio em tom de posse. – Não no futuro próximo.

– Às vezes você é tão mandão. – suspirou ela, arqueando as costas quando ele começou a ensaboá- la com as mãos grandes, lenta e metodicamente, a espuma encobrindo seus seios e o ventre.

Luiza começou a se excitar novamente, até que ele a carregou de volta para a cama ainda molhada e a cobriu com seu corpo entre risadas voltaram a se amar com intensidade e adoração.

Depois Caio a olhou com os olhos ainda embaçados de desejo e certo aborrecimento Luiza o tinha na palma de sua mão pequena, e ele não gostava disso embora jamais antes desejara saber o que se passava na cabeça de uma mulher, a curiosidade o dominava em relação a Luiza, sabia apenas que ela oqueria sexualmente, mas não pensava em se casar com ele. A raiva foi crescendo, e perguntou:

– Então sou bom para dormir com você mas não para ser seu marido? – murmurou com voz preguiçosa, que disfarçava a animosidade.

Luiza piscou diversas vezes.

– Não é assim tão simples – respondeu, tentando ganhar tempo, necessitando que seu cérebro enevoado pelo sexo voltasse a funcionar direito.

– É simples, sim – rebateu ele com desagrado.

Começando a ficar com medo do tom macio em sua voz, ela enrijeceu, e com grande dificuldade, porque ele era muito maior e mais pesado, conseguiu afastá-lo; já não se sentia confortável com a intimidade de seus corpos despidos e seus membros entrelaçados sentou-se e fez uma careta, dizendo:

– Você já deixou claro que não gosta de relacionamentos sérios, e o casamento é um compromisso muito sério.

– Seria diferente com você, você vai ser a mãe de meu filho. – E com um gesto súbito a fez cair de novo sobre o travesseiro e espalmou seu ventre. – Aí dentro está o meu filho.

Surpresa com a raiva e o gesto dele, Luiza saltou da cama como se uma mola a impelisse, agarrou a camisola e começou a se vestir com mãos tremulas.

– Isso não significa que é meu dono.

– Claro que sim! – resmungou ele com raiva. – E se acha que vou ficar de lado e esperar que se envolva com outro homem, está muito enganada!

Embora intimidada com o rompante de fúria, Luiza ergueu o queixo bem alto e o fitou com frieza.

– Pode ser o seu filho... ou sua filha... mas sou dona do meu corpo. Além do mais, deixe-me lhe dizer algo que certamente não sabe por viver em um mundo de milionários: a maioria dos homens de classe média não aceitaria se envolver como uma mulher grávida ou mãe solteira!

– Menos mal, você é minha mulher acostume-se com isso!

– Não sou sua mulher e nem de ninguém – rebateu ela. – E não vou me atrelar a você só porque tem um jato particular e montanhas de dinheiro! Esse não é o meu sonho... não é o que desejo da vida!

– E que diabos quer de mim? – retrucou ele aos berros, sem entender os motivos dela.

– Sentimentos, seu cabeça-dura! – berrou ela ao passar por seu lado, sem conseguir compreender como ele ainda não percebeu. – Ser bom amante e provedor não é o suficiente!




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