História Hora de amar - Capítulo 28


Escrita por: ~

Postado
Categorias Blake Lively, Ryan Reynolds
Personagens Personagens Originais
Exibições 36
Palavras 975
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Famí­lia, Ficção, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)

Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 28 - Capítulo 28


 Caio deixou a cama com um pulo.

– Acha que vou me apaixonar por você como um adolescente ridículo? – gritou, enfurecido pela crença de Luiza em uma fantasias de contos de fadas.

– Isso mesmo... ria dos meus sonhos! – disse ela com os dentes cerrados. – Mas não exijo amor, apenas carinho, desprendimento, bondade...

– E não tenho sido carinhoso? Bondoso? – retrucou ele furioso por ainda estar na defensiva.

Luiza refletiu, percebendo que ele tinha demonstrado carinho e bondade, porém era preciso mais que isso.

– Você não quer nosso bebê – acusou ela.

– Quero você – replicou ele. – E começo a pensar no bebê como um ser unido a você, não é o suficiente para começar?

Saber que ele a queria significava muito para Luiza, e não podia negar, contudo, algo em seu íntimo ainda se recusava a aceitar um casamento sem amor verdadeiro e um homem que considerava que sua enorme fortuna acabaria com todos os problemas.

– Agradeço a proposta – murmurou no esforço de acalmá-lo; haviam desfrutado de uma intimidade tão grande nas últimas horas que ela não desejava estragar isso. – Em especial se tratando de alguém pobre como eu.

A raiva diminuiu, e ele a fitou com os olhos velados.

– Isso não vem ao caso você é uma das melhores pessoas que já conheci.

– Não conhece muita gente boa? – brincou ela escondendo a satisfação com o elogio.

– Não está interessada no meu dinheiro – continuou ele sem lhe dar atenção. – Não tenta tirar vantagem de mim, e gosto da sua companhia acredite, essas coisas importam muito – confessou com seriedade. – Mas não tenho capacidade emocional para lhe dar amor jamais amei na vida.

– Nunca? – Luiza estava chocada.

– Tudo sempre se resumiu ao sexo para mim, nada muito complexo – reconheceu ele de má vontade. – E gosto mais de sexo com você do que com qualquer outra mulher.

Luiza resistiu a uma súbita vontade de chorar.

– Bem, já é alguma coisa – murmurou com voz trêmula, surpresa com a confissão dele, mas estranhamente emocionada também. 

Caio sabia desencadear uma onda de emoções contrastante em seu íntimo.

– É mais do que costumo oferecer, meu bem– replicou ele.

– Pois aí está a maior diferença entre nós dois – disse ela segura. – O sexo é o mais importante para você, mas não para mim. E se dar muito bem na cama não significa que vamos nos dar bem no dia a dia.

Condenado pelo único vínculo que tinham, Caio teve vontade de dar um murro na parede, porém permaneceu em silêncio. 

Nenhuma mulher jamais o enfurecera tanto, e o pior era que não sabia o que responder pela primeira vez na vida se sentia sem palavras. Então apenas rangeu os dentes. 

Ela se aproximou e passou os braços pelo seu pescoço.

– Não quero discutir com você, Caio.

– Mas está discutindo.

Luiza deslizou a mão para seu torso, adorando a sensação de calor da pele rija, e pressionou o peito ao dele, sabendo que estava escolhendo o caminho mais fácil.

– Vamos voltar para a cama...

O alívio invadiu Caio estava voltando para o terreno firme entendia tanto de desejo físico quanto do ar que respirava. 

Era uma emoção honesta e não dava margem para mal-entendidos, baixou a mão de Luiza para seu membro.

– Lembra que me pediu conselhos? – perguntou fazendo-a recordar-se de quando lhe perguntara como deveria acariciá-lo ali.

Ele tivera uma longa lista de amantes sofisticadas e experientes, mas nada se comparava à excitação provocada pela ingenuidade de Luiza e sua entrega inocente e total.

E pouco se importava se ela neste momento fazia os movimentos corretos e o acariciava com seguranca, pois o importante era fazê-la feliz.

E era felicidade que brilhava nos olhos dela quando despertou na manhã seguinte; Caio estava ali a poucos centímetros de distância, e a sua presença fazia seu coração cantar.

Luiza desejava penetrar em seu cérebro e saber o que pensava de verdade, desvendar seu segredo, o desafio que ele apresentava entretanto, sabia que isso não iria mudar o que sentia por ele.

Assustava-se ao perceber o poder que Caio já exercia sobre sua vida não deixara conscientemente que isso acontecesse, mas acontecera apaixonou-se por ele com tanta facilidade, mas a recíproca não aconteceria; isso era evidente. 

Ela não passava de uma novidade para Caio Stavroulakis, refletiu, uma faxineira que fora virgem para sua cama sem dúvida era diferente de suas outras amantes, mas por quanto tempo essa novidade manteria o interesse dele?

Apreciaram um longo e preguiçoso café da manhã no terraço com vista para a praia... uma faixa comprida de areia branca beijada pelo mar sob um céu de anil. 

A paisagem maravilhosa era digna da casa também maravilhosa, e que Luiza visitara antes do café era linda, mas parecia parada no tempo, como se ninguém jamais tivesse vivido ali o suficiente para imprimir sua marca e personalizá-la. E Luiza procurara fotos de família sem encontrar nenhuma.

– Não éramos esse tipo de família – comentou ele quando ela perguntou sobre isso. – Nada de fotos.

– Mas deve ter sido muito divertido quando criança morar aqui com essa praia a seus pés.

Caio não respondeu, e o silêncio se tornou desconfortável, mas a curiosidade a dominava, e insistiu:

– Não teve uma infância muito divertida, teve?

– Não – concordou ele por fim –, mas fui muito bem educado e cuidado – tratou de acrescentar. – Vamos dar uma volta...

O passeio pela praia interrompeu a conversa que estavam tendo, ela pensou que Caio fez de propósito.

Molhava os pés na água de modo distraído, quando ele recebeu um telefonema no celular falou em grego e sorriu antes de apoiar a cabeça em uma rocha, fazendo um gesto para Luiza se sentar ao seu lado. 

Era o tipo de convite que a fazia pensar que ele se importava um pouco com ela fora da cama, ela enterrou o nariz em seu ombro e ele a abraçou afinal, neste momento não se tratava de sexo... Caio não precisava abraçá-la assim.




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