História Hora de amar - Capítulo 30


Escrita por: ~

Postado
Categorias Blake Lively, Ryan Reynolds
Personagens Personagens Originais
Exibições 16
Palavras 981
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Famí­lia, Ficção, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)

Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 30 - Capítulo 30



Socrates Seferis balançou a cabeça devagar.

– Não entendo por que não quer se casar com ele... sentindo o que sente – murmurou. – Enfim... tem idade suficiente para saber o que quer.

Depois disso, Socrates lhe contou sobre os próprios problemas com a família, e Luiza admirou sua honestidade o avô admitiu ter estragado os filhos com mimos na tentativa de compensá-los pela perda da mãe.

 A seguir falou que pediu a Caio que a conhecesse e que fizesse um relatório sobre seu caráter Caio interrompeu a conversa surgindo com Bas e avisando que o jantar logo seria servido. 

Com uma camisa aberta até o peito e jeans, ele deixou Luiza sem o fôlego, ela ergueu Bas no colo e o apresentou ao avô.

– Bas ainda não confia muito em mim – brincou Caio, fazendo uma carícia na orelha do animalzinho.

– Não foi bem treinado quando pequeno – desculpou-se Luiza.

– E você o mima, Bas é um bicho, não uma pessoa – censurou Caio.

– Bem, nem por isso vou colocá-lo em um canil! – retrucou ela com frieza.

Socrates observava a discussão encantado, como se assistisse a um grande espetáculo. Percebendo que Luiza corou, refletindo se de fato ela e Caio formavam um casal como dera a entender para o avô.

Após o jantar, os dois homens conversaram com naturalidade, e isso também relaxou Luiza. O helicóptero chegou para levar Socrates para sua casa ela retornou à sala ao lado de Caio, de repente tímida de novo, ciente do seu relacionamento sem vínculo, laços ou definição.

– Socrates pediu para acompanhá-lo até sua casa? – perguntou Caio solenemente, admirando de soslaio a maciez de seus lábios.

– Sim.

– E o que você respondeu? – murmurou ele muito atento.

– Que ainda não desejava ir. – ela engoliu em seco, sabendo que isso significava não desejar deixar Caio nem sua cama.

Ele sorriu de maneira sensual.

– Que bom.

– Entretanto – prosseguiu ela –, pretendo aceitar o convite em breve tenho certeza de que logo você vai viajar a trabalho.

Caio não respondeu longo.

– Pretendo tirar uma folga – respondeu ele por fim. – Quando deseja viajar?

– Dentro de... uma semana? –  respondeu Luiza. – Não creio que poderei adiar por mais tempo afinal, viajei para ficar com ele e ainda estou aqui com você.

Caio passou um dedo sobre sua boca de modo provocador.

– Uma semana não é o suficiente para o que desejo, meu bem... 

– Nós... isso... – balbuciou ela – não vai nos levar a nada.

De repente, ele a tomou nos braços, ignorando Bas que corria em volta de suas pernas latindo sem parar.

– No momento, vamos para a cama.

Sexo, seu porto seguro, seu mundo de emoção, pensou Luiza desesperada.Mas o que importava se desejava ficar com ele? Mas o que importava se desejava ficar com ele? 

Afastou as dúvidas e inseguranças, lembrando que recusou um casamento que o amarraria ela para sempre.

Luiza não queria se tornar um fardo com o tempo, só porque carregava seu filho no ventre com o passar dos anos, Caio se ressentiria de tal sacrifício. 

Não o pouco que tinha neste momento era melhor do que um casamento de segunda classe, tratou de dizer a si mesma e tinha certeza de que Caio não era homem de aceitar nada de segunda classe.


(...... )


Uma pergunta ficava martelando o cérebro de Luiza sem parar quando iria contar a Caio? Revelar que estava partindo no dia seguinte? O avô já lhe conseguira transporte e havia marcado a data para a festa prometida no fim de semana.

Afinal, sua partida não seria uma grande surpresa para Caio, refletia ela, pois sua estada na ilha já se prolongara preguiçosamente por duas semanas.

 E apenas os constantes telefonemas de Socrates a  haviam convencido nalmente a partir Socrates era seu avô, um homem de quem já gostava e que respeitava sabia muito bem que ele só estava pensando no bem-estar dela. 

Querer deter o tempo com as mãos não era coisa de adulto estava grávida; precisava pensar no futuro e não podia se dar ao luxo de ficar nessa situaçã eternamente na vida.

Precisava estruturar uma nova vida pelo bem da criança que ia nascer, e o avô estava oferecendo o primeiro passo em direção a um objetivo sensato ela ficou com Caio porque esperara que por fim ele demonstrasse sentimentos além do desejo sexual.

Infelizmente, isso não acontecer e também ele não insistir mais com a proposta de casamento desde o dia em que avisara estar retirando o pedido, o que dava a entender que casamento de fato não era para ele.

Seu silêncio era muito irônico, levando-se em conta que Luiza começava a mudar suas convicções e pensar que, afinal, qualquer matrimônio podia se basear em outras coisas além do amor mútuo. 

Caio era muito bom para ela; nenhum homem jamais a tratara tão bem, e isso acontecia com ele no dia a dia haviam visitado a ilha juntos, tomado banho em praias idílicas e desertas, e jantado na taverna com comida caseira que ficava em um vilarejo empoeirado perto do porto. 

Por ali andavam os pescadores que conversavam com Caio sem se importar se ele era um bilionário, ali ele não precisava de guarda-costas, e por isso apreciava tanto seus dias de liberdade.

 Chegara a levar Luiza para pescar, porém fora uma calamidade porque o movimento do barco e o cheiro de peixe a deixaram muito enjoada para consolá-la, Caio a levara a rédea no dia seguinte, achando graça por Luiza preferir caminhar pela cidade medieval a visitar as lojas mesmo assim lhe comprara um pingente espetacular de diamante em uma joalheria exclusiva.

– Presenteio você quando quiser! – gritava ele aborrecido quando ela dissera que não se sentia bem aceitando o presente. – Dorme na minha cama, está carregando meu filho... por que espera que a trate como uma desconhecida? E, afinal, qual o seu problema? Tudo que está usando neste instante, do vestido à calcinha, fui eu que comprei, e estou louco para arrancar do seu corpo! 





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