História Hora de amar - Capítulo 33


Escrita por: ~

Postado
Categorias Blake Lively, Ryan Reynolds
Personagens Personagens Originais
Exibições 16
Palavras 1.018
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Famí­lia, Ficção, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)

Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 33 - Capítulo 33


Luiza virou o rosto, as faces muito coradas como se estivesse sufocando seria assim tão transparente? Será que seus sentimentos por Caio eram tão óbvios?

 Nos últimos dias mal conseguia comer e passava as noites acordada sem dúvida estava muito deprimida a cada dia que se passara sem uma visita ou um mero telefonema de Caio, Luiza sofria mais e lutara para manter as emoções sob controle. 

Certa vez, ficou tão desesperada que quase pegou o telefone para mandá-lo não ser tão estúpido, mas conseguira se controlar.

Velhos amigos? Ele e a tal Nina eram antigos parceiros de cama ou amigos de verdade? Nina Demas se agarrava a Caio como se ele fosse um salva-vidas em um mar revolto, Luiza afastou os olhos e sorriu para o jovem alto que a convidava para dançar nesse instante. 

Caio viu Luiza se dirigir para a pista de dança; ela parecia uma estranha o vestido que usava sem dúvida não pertencia ao guarda-roupa conservador e discreto que providenciara. 

Era curto demais, com um corpete apertado e tomara que caia; a saia cava logo abaixo da cintura e estava enfeitada com flores do mesmo tecido antigamente ela teria rejeitado tal roupa dizendo que era para uma mulher fútil e tola, porém precisava admitir que o efeito era estonteante e sofisticado, realçando sua sensualidade e beleza de um modo como Caio sempre se recusara a realçar... por ciúmes.

Ele gostava de sua simplicidade, sua orgulhosa falta de sofisticação e vaidade e não estava gostando agora de vê-la exibir os seios arredondados pela gravidez, as pernas bem torneadas, que deviam excitar aimaginação dos homens ao redor. 

Se não fosse pelo fato de ter dado o fora em Luiza, ele correria até onde ela estava e jogaria o paletó sobre seus ombros afim de escondê-la dos olhares masculinos que se cravavam em seu corpo. 

E Caio não gostava desse pensamento e também não gostava de vê-la remexer os quadris na dança de maneira tão sensual e provocante.

Que diabo ela pensava estar fazendo?

Caio fervia de raiva por trás do sorriso ameno que dava para Nina, ele viu a tia de Luiza se aproximar e falar ao seu ouvido.

– Papai deseja vê-la lá em cima em sua suíte por cinco minutos – murmurou Sofia.

Ainda arfando por causa da dança, Luiza entrou no elevador que a levaria à suíte particular de Socrates imaginou se aconteceu alguma coisa e se preocupou que o idoso tivesse abusado muito nas atividades e não se sentisse bem.

 Repousar bastante era um desafio para alguém tão inquieto e enérgico como Socrates Seferis, um trabalhador incessante. A porta da suíte estava entreaberta e ela entrou, olhando em volta, surpresa por se ver sozinha ali.

Poucos minutos depois, a porta se escancarou e Caio entrou com impaciência, parando de supetão, espantado, ao vê-la ali.

– Socrates? – perguntou.

– Não está aqui – respondeu Luiza com frieza, constrangida diante dos olhos penetrantes que a observava.

 Sentia a boca seca enquanto ao mesmo tempo o admirava com o terno formal, a pele parecendo bronze polido sob a camisa branca, o rosto sempre belo e másculo, mas tenso e severo.

– Ele também quer falar com você? – murmurou ela.

– Mandou alguém me dar um recado para encontrá-lo aqui, porém me parece que o objetivo era fazer com que nós dois cássemos a sós – retrucou Caio com um sorriso cético enquanto fechava a porta,  deixando-os em uma privacidade indesejável.

Luiza ficou imóvel.

– Nada tenho a dizer para você.

– Ótimo, porque eu tenho muito a lhe dizer! – replicou Caio com agressividade, analisando a figura muita exposta no vestido revelador. 

Os seios agora muito maiores sobressaíam e ele tentou não pensar nos mamilos rosados.

– O que pretende se apresentando vestida assim?

– Assim como? – Luiza quis saber em tom de desafio, intimidada contra a vontade pela figura alta que mais parecia uma torre na sua frente.

Sua mente projetava imagens de momentos eróticos entre os dois: Caio deixando-a em fogo com suas mãos experientes e a boca sensual; Caio fazendo-a enlouquecer da manhã à noite, seu desejo não conhecendo a saciedade.

– O que há de errado com minha roupa?

– Está mostrando o corpo demais para uma mulher grávida – declarou ele sem hesitação. – É indecente.

– Ainda não pareço grávida! – protestou ela com fúria, imaginando se seu ventre já começara a ficar protuberante, e receando estar ridícula.

– Mas você está grávida – lembrou ele com ar de satisfação. – E se atirar na dança no seu estado não é recomendável.

– Que autoridade tem para me criticar? – cortou ela, modificada com a descrição negativa de seu comportamento. – Aliás, nunca dançamos juntos isso não descreve bem nosso relacionamento? Nunca dançamos nem fomos ao cinema, nunca tivemos um primeiro encontro.

Caio ficou frustrado.

– É um pouco tarde para se preocupar com isso – resmungou.

– Odeio você! – exclamou ela de repente, sabendo que o irritara com suas palavras anteriores. – Está querendo me fazer sentir culpada pois saiba que aquilo que visto e faço não é da sua conta!

– Porém o bebê será sempre da minha conta – lembrou ele com simplicidade. – E é claro que não me odeia.

– Como sabe disso? Você me largou! – gritou ela com amargura na voz. – Achou que seria bom para mim e a criança? E que tal todo o sexo que tivemos juntos? Não significou nada?

– Nós nos divertimos – respondeu ele com segurança, analisando a boca carnuda e rosa à sua frente. – Você não se queixou na época.

O olhar intenso a fez pegar fogo, retesando os mamilos sob o vestido apertado e umedecendo a região entre suas coxas com um gesto rápido, Caio a segurou pelo pulso.

– Não! – exclamou ela, apavorada por sentir seu toque e revelando sua enorme perturbação.

Entretanto, Caio não lhe deu ouvidos e a beijou com fúria, ergueu-a do chão e a fez se encostar em suas pernas, em seu peito musculoso, enquanto suas mãos percorriam as coxas macias sob o vestido.

– O que pretende? – murmurou ela com a voz embargada, lutando contra a própria fraqueza.

– Quero você... você me quer também, meu bem é tudo muito simples – murmurou ele com voz rouca de desejo de encontro aos lábios dela. – Volte para minha casa agora.




#caluh.. 😚

Reta final 



Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...