História Hora de amar - Capítulo 34


Escrita por: ~

Postado
Categorias Blake Lively, Ryan Reynolds
Personagens Personagens Originais
Exibições 21
Palavras 924
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Famí­lia, Ficção, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)

Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 34 - Capítulo 34



– De jeito nenhum nós terminamos... você deixou bem clari isso. 

- Não estava raciocinando direito – desculpou-se  Caio. – Você me pegou de surpresa e depois partiu antes que eu pudesse fazer alguma coisa!

– Ponha-me no chão! – berrou ela, desesperada para se livrar do abraço perturbador. – Partir há uma semana e você nada fez... nem me telefonou!

Caio a fitou com olhar de reflexão.

– Pensei que você fosse me telefonar.

E era verdade; ele pensava que após um breve tempo ela fosse telefonar, era tão tagarela, sempre com tanto assunto Caio imaginara que não resistiria à tentação, e se ressentira com o silêncio tanto quanto com a ausência dela.

Dando um súbito impulso, Luiza conseguiu se livrar e escorregou para baixo, sentindo a pressão do membro rijo sob a calça dele afastou-se com os olhos brilhando de raiva.

– Como ousa pensar que voltarei com você?

– É lá que você pertence... em minha casa comigo – informou ele com simplicidade.

– Você me largou! – repetiu ela aos gritos.

Caio fez de conta que não ouvia e murmurou:

– Quero-a de volta a minha casa, de volta para mim.

– Isso não vai acontecer! – retrucou ela de mau humor enquanto corria para a porta e abria. – Teve sua oportunidade e a perdeu!

Caio estava indignado sentia-se disposto a fazer concessões, conversar, porém não iria rastejar para ser ouvido sim, cometeu erros, mas ela também.

A porta do elevador se abriu e Socrates apareceu.

– Conversou com Caio? – perguntou com severidade, dirigindo-se a Luiza.

– Então foi você que orquestrou isso? – perguntou ela furiosa.

– Faria qualquer coisa para não ver os dois agindo como adolescentes teimosos cada um no seu lado da sala de festa – disse Socrates. 

– Mas já brigamos de novo – comunicou ela.

Caio  passou por Socrates e entrou no elevador antes que a porta se fechasse de novo.

– Sim – falou – mas vá em frente e anuncie nosso noivado hoje estou determinado em casar com você.

– Anunciar... o quê? Um noivado? Está maluco? Não quero me casar com você! – gritou ela enquanto o seguia para dentro do elevador, ultrajada com sua declaração.

– Por acaso disse que você tem escolha? – perguntou ele com raiva.

– E como pretende me convencer? – rebateu ela. – Por acaso percebe o quanto é arrogante?

– E por acaso você sabe quando ficar calada? Faz ideia da razão para estar brigando comigo?

– Você me largou... eu o odeio – respondeu ela voltando a dizer o que já dissera quando a porta do elevador tornou a se abrir.

– Vai sobreviver – acalmou ele agarrando-a de repente e passando-a por cima de seu ombro. – Vai voltar para casa comigo.

– Não, não vou! Ponha-me no chão agora mesmo!

Luiza mal podia acreditar enquanto ele ir para o vestíbulo em direção à porta principal, os olhares de todos cravados nos dois. De cabeça para baixo, sobre os ombros dele, as faces vermelhas de vergonha, os punhos também batendo em suas costas com fúria, ela gritou:

– Não vou repetir, Caio... Ponha-me no chão!

– Já deveria saber que não vou lhe obedecer e sou teimoso como uma mula.

Luiza piscou diversas vezes, horrorizada, enquanto flashes espocavam diante de seus olhos iluminando um mar de rostos sorridentes.

– CAIO... – gritou, chocada com o comportamento dele.

Ele a depositou com cuidado no assento de trás da limusine e se sentou ao lado, observando com indisfarçável zombaria o modo como ela tentava se aprumar e afastar o cabelo do rosto.

– Como pôde fazer isso comigo? – perguntou ultrajada.

– Não me deu escolha a perspectiva de alguns fotógrafos não me incomoda – admitiu ele com tanta calma que a deixou desconcertada.

– E para onde está me levando? – Luiza exigiu saber.

– De volta à ilha onde poderemos discutir com privacidade.

– Não vou voltar à ilha – teimou ela.

– Por favor, não me faça carregá-la nas costas por todo o aeroporto, chutando e gritando como uma louca – pediu ele com impaciência.

Luiza o fitou perplexa.

– Não sei o que aconteceu com você.

– Percebi que não encontro as palavras certas para persuadi-la e que as vezes as ações falam mais alto explicou ele.

– Não tentou me persuadir.

– Disse que a queria de volta.

– E esse foi o jeito que arrumou para me convencer? – ela arregalou os olhos diante do homem das cavernas que tinha ao lado. – Jamais o perdoarei pelo triste espetáculo que deu na casa de meu avô.

Caio fez de conta que não dava importância à ameaça e até sorriu quando Luiza desceu da limusine à entrada do aeroporto sem demonstrar o desejo de sair correndo, mas ela estava chocada demais e isso fez raciocinar.

 Estava muito abalada com os métodos drásticos de Caio para convencê-la e tê-la de volta em sua vida ele devia julgá-la muito importante e valiosa para agir daquele modo em público. 

E de certo ponto tinha absoluta razão: precisavam conversar e resolver a maneira de se comunicar por causa do bebê que ia nascer. 

O comentário do avô sobre “adolescentes teimosos” atingira Luiza em cheio e a deixara envergonhada.

Outras câmeras e flashes os receberam no aeroporto, fazendo Luiza imaginar se os paparazzi da festa haviam avisado os colegas. 

Mas se esperavam outro show estavam muito enganados, pois ela e Caio passaram por eles com elegância chegaram ao helicóptero antes decolar Luiza se lembrou de Bas.

– Bas! Ficou na casa de meu avô! – exclamou apavorada.

– Não, tomei conta dele antes de chegar à festa.

Luiza o fitou de esguelha.

– Do que está falando?

– Que Bas e seus pertences voaram mais cedo hoje – admitiu com relutância, observando o ar incrédulo no rosto dela. – Posso não ser romântico, mas sou muito prático, querida.

– E como foi que Bas o recebeu?


#caluh... 


Reta final 



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