História Hora de amar - Capítulo 7


Escrita por: ~

Postado
Categorias Blake Lively, Ryan Reynolds
Personagens Personagens Originais
Exibições 22
Palavras 1.103
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Famí­lia, Ficção, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)

Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 7 - Capítulo 7



Luiza caminhava para a parada de ônibus quando um homem grande e musculosa saiu das sombras.

– Luíza? Estava à sua espera.

O bom humor que ainda restava em Luiza desapareceu, era Jason, namorado de Mel, sua ex-colega deapartamento. Louro, de olhos azuis e com ar ameaçador ficou aborrecida com a insistência, já que deixara bem claro não queria conversa com ele.

– O que faz aqui? – perguntou erguendo o queixo. – Por que estava à minha espera?

– Queria vê-la e falar com você... só isso.

– Mas eu não tenho nada para falar – retrucou Luiza, claramente de mau humor.

Jason a segurou, sua mão parecia uma garra de ferro.

– Mereço uma chance...

– Por que acha que merece? – gritou Luiza. 

Estava cansada, e a última coisa que desejava era ser confrontada por um homem que já lhe causara muitos problemas. 

– Graças ao seu egoísmo perdi a amizade de Mel e minha casa!

– Mel e eu nos separamos, sou livre de novo por isso estou aqui – informou Jason com ar convencido.

– Não tenho interesse... largue-me, Jason! – exclamou Luiza com impaciência enquanto tentava se livrar da mão enorme e pesada.

– Relaxe, garota como já disse, só quero ter uma conversinha...

– Largue meu braço! – gritou ela furiosa. – Agora mesmo!

– Largue-a – disse alguém com  a voz calma.

Jason se voltou de supetão, arrastando Luiza, que fez uma careta de dor.

– O que você tem a ver com isso? – perguntou com agressividade. 

Luiza arregalou os olhos para Carlos, ele devia ter visto o que acontecia  ao deixar o prédio. O rosto de Jason estava lívido de raiva e claramente ameaçador.

– Largue a Luiza – comandou Caio com frieza.

– Não se envolva nisso – pediu Luiza com voz ansiosa, tentando de novo se libertar do aperto de Jason.

Apesar de não estar acostumado a salvar donzelas em perigo, Caio não hesitou. Viu o encontro dos dois ao sair do prédio e soube que precisava intervir, pois sem dúvida Luiza estava tendo problemas com o grandalhão.

– Isso mesmo, não se meta... ou vai se arrepender! – girou Jason com raiva. – Esta conversa é particular...

– Não quando está claramente machucando uma mulher – interrompeu Caio impaciênci. 

Praguejando, Jason avançou de punhos cerrados, porém com grande agilidade Caio aparou o golpe e deu um soco no peito do outro. 

Jason recuou com uma careta e largou Luiza com brutalidade, empurrando-a para longe, Luiza se desequilibrou e soltou um grito de dor ao cair. 

Quase ao mesmo tempo, ouviu um outro grito de fúria e passos de alguém que corria, no espaço de um minuto, Caio se debruçava sobre ela e a levantava.

– Não tente se mover – ordenou, notando o sangue que escorria da calça do uniforme dela. – Pode ter quebrado alguma coisa.

– Acho que não... está só doendo – murmurou Luiza.

Caio desligou o celular, em que estava falando em grego, e avisou:

– Vou levá-la ao médico.

– Não é necessário – replicou ela tentando se levantar, mas o movimento súbito fez sua cabeça rodar, obrigando-o a ampará-la.

– O que aconteceu com Jason? –Luiza quis saber segurando a cabeça com a mão.

– Fugiu quando notou a minha resistência, precisará dar queixa na polícia contra ele.

– Não quero procurar a polícia por causa de Jason – respondeu Luiza, pois não desejava mais confusão o que Jason queria com ela?

Neste instante, um carro parou ao seu lado, e o motorista desceu correndo e abrindo a porta de trás.

Caio a suspendeu nos braços, chocado com sua leveza, e concluiu, com um suspiro, que por baixo da roupa devia ser apenas pele e ossos. 

Ajeitou o corpinho frágil no assento de trás do carro e se acomodou ao lado o carro partiu.

Cheia de perguntas, Luiza fitou Carlos Ruso, que a fitava também com a testa franzida.

– De quem é este carro? – perguntou ela. – Quem está dirigindo?

– O carro é meu um dos seguranças se ofereceu para trazê-lo até aqui e dirigir para que eu pudesse tomar conta de você.

– Se está convencido de que preciso de um médico, por que não chamou uma ambulância? –  perguntou ela com curiosidade.

– Sabia que seria mais rápido ir de carro, e você precisa ver um médico você foi atacada.

Luiza baixou as pálpebras, fraca demais para responder Caio era dominador, e ela jamais gostara desse tipo de homem. 

Achava que todos os mandões eram como Jason sua ex-colega de apartamento, Mel, admirava o que chamava da grande masculinidade de Jason, até perceber suas mudanças de humor e crises de raiva, sem mencionar o hábito de flertar com as outras mulheres. 

Mas não era justo comparar Carlos e Jason, refletiu Luiza apesar de ser um quase estranho, Carlos se arriscou para socorrê-la, o que a espantava.

– Jason o machucou? – perguntou ela, imaginando o que ocorrera durante a briga depois de sua queda no chão.

Caio esfregou o queixo com força.

– Ele me deu um soco antes que eu o atingisse para valer fiz boxe na faculdade vou ficar com um hematoma, porém nada mais do que isso.

– Lamento – murmurou Luiza. – Não esperava rever Jason...

- Ele é seu ex-namorado?

– Céus, não! Jamais me envolveria com alguém assim, ele saía com minha amiga.

Caio ficou pensando qual seria a verdadeira história de Luiza com o homem das cavernas, que devia tomar anabolizantes que afetavam seu cérebro.

Fitou Luiza era tão pequena e frágil que teve ímpetos de tomá-la nos braços no entanto não faria isso. 

Desde quando consolava mulheres? Sexo era uma coisa... demonstração de carinho era outra, que só trazia complicações. 

Tudo bem que a salvou do brutamonte e agora iria garantir que recebesse cuidados médicos, porém nada mais que isso.

Já tinha decidido que iria falar bem de Luiza para o avô dela e sobre o modo rude como ela se dirigira a ele antes, demonstrava apenas que era honesta e direta. 

A próxima vez que a encontrasse seria na Grécia com Socrates pensou que devia estar contente por ter terminado sua missão, mas algo o incomodava, deixando-o de mau humor.

O carro estacionou em frente a uma casa luxuosa Luiza franziu a testa enquanto Caio descia e a tomava nos braços antes que pudesse protestar.

– Posso caminhar! – exclamou ela. – Onde estamos? Pensei que fosse me levar ao pronto-socorro.

– Onde teríamos que esperar durante horas para você ser atendida Dmitri Vakros é médico e meu amigo. Está acabando uma cirurgia e já nos atenderá – explicou Caio.

Uma enfermeira saudou Luiza e ajudou-a a vestir uma camisola, depois a conduziu para uma sala onde um grego baixo e troncudo pediu que se sentasse na maca.

Franziu a testa diante das manchas escuras em seu braço, escutou seu coração e seus pulmões, enquanto a enfermeira cuidava do machucado em seus joelhos provocado pela queda. 







#Caluh❤



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