História Hora de amar - Capítulo 9


Escrita por: ~

Postado
Categorias Blake Lively, Ryan Reynolds
Personagens Personagens Originais
Exibições 20
Palavras 745
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Famí­lia, Ficção, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)

Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 9 - Capítulo 9


Era preciso manter distância para não se magoar, Caio respirou fundo que estava fazendo? Mas não havia nada de errado em desejá-la, e aceitou o convite com um gesto de cabeça.

Determinado a ver onde ela morava, seguiu Luiza porta adentro, o carpete estava muito gasto, e pela primeira vez censurou Socrates por ter enviado dinheiro para a mãe de Luiza e não para a própria Luiza.

Uma porta se abriu, e um cãozinho deu pulos tentando atingir os joelhos de Luiza com latidos de alegria. Ela o ergueu do chão como se fosse um brinquedo as enormes orelhas de morcego emolduravam os olhos negros, e o cão rosnou ao perceber a presença de Caio era um chihuahua, mas parecia mais um rato de desenho animado, ele pensou.

– Este é Baskerville, mas costumo chamá-lo de Bas, para encurtar...

– Ele estava louco para vê-la – disse a vizinha do apartamento ao lado, Martha, uma senhora idosa. – Não saía de perto da porta.

– Deveria ter telefonado para avisar que chegaria mais tarde – disse Luiza, baixando os olhos. – Obrigada por tomar conta de Bas. 

– Vou ficar com ele esta noite – disse Martha sorrindo e desaparecendo discretamente na sala de estar.

– Não se preocupe.

– Quer um café? – A voz de Luiza quebrou o silêncio profundo, mas não olhou Caio; estava tensa, insegura, porém decidira que não viveria mais com medo de cometer os mesmo erros da mãe.

– Não, quero você – admitiu Caio com voz rouca, apertando-a de novo contra o peito e esmagando sua boca com violência.

Luiza permitiu que a beijasse porque não conseguia mais resistir.

– Onde fica o seu quarto? – perguntou Caio, erguendo-a nos braços.

Rosie o olhou em dúvida.

– Não costumo fazer isso, Carlos não trago homens para casa.

– Não sou apenas um homem – confidenciou ele enquanto subia a escada.

– Primeira porta à direita – indicou ela, para logo corrigir. – Não! À esquerda!

Entraram, e a porta se fechou silenciosamente.

Caio encontrou o interruptor da lâmpada de cabeceira, e o pequeno quarto se iluminou era um quarto simples e impessoal.

Lembrando que ela se mudara havia pouco tempo, observou a linda cabeleira se espalhar pelo travesseiro quando a depositou sobre a cama.

O olhar de Luiza era de perplexidade sua boca estava inchada pelos beijos Caio desejava tirar toda a sua roupa e ver seu corpo. 

Insegura, Luiza se ergueu no cotovelo para baixar o zíper da calça de Caio mais ele afastou sua mão e assumiu o comando.

Ela se sentia uma ridícula angústia por não saber exatamente o que iria acontecer vendo sua aflição, ele tratou de suavizaro clima dizendo:

– Não mordo, a não ser que você queira.

– Não sou muito experiente – avisou Luiza na defensiva. – Não espere demais.

– Tenho certeza de que você será incrível, você é uma mulher muito sensual.

– Descobriu isso apenas com um beijo? – provocou ela.

– Foram vários – lembrou ele. – Noto sua sensualidade na maneira como me olha.

Então Luiza fechou os olhos e ele riu, admirando sua timidez.

– E como é que você olha para mim? – perguntou ela, erguendo as pálpebras devagar.

– Provavelmente do mesmo modo a primeira vez que a vi não consegui afastar os olhos...

Ela se lembrava, e isso a deixou mais confiante Caio retirou a calça de seu uniforme, desnudando as pernas torneadas para sua surpresa. 

Podia ser muito magra, porém tudo em Luiza era delicado e harmonioso, pensou enquanto afrouxava o nó da gravata.

Luiza ficou de joelhos sobre a cama, desejando participar mais, e retirou a gravata para ele.

Ele segurou o rosto adorável entre as mãos grandes e beijou-a de novo com fervor, gemendo de prazer.

Luiza mal sentiu quando Caio desabotoou sua túnica do uniforme, porém ficou rígida quando ele a tocou nos seios, o coração batendo com muita força.

Nunca usava sutiã porque não precisava, e chegara o momento de Carlos constatar que não tinha muito a oferecer em comparação com as outras e seus seios volumosos. 

Contudo, ele não hesitou nem ficou tenso de surpresa segurou entre as mãos o seio pequeno, deslizando o polegar sobre o mamilo, o que a fez estremecer de desejo.

Com a mão livre, ele a fez deitar na cama e tirou o paletó, deixando que caísse no chão.

– Qual o problema? – perguntou. – Está muito tensa...

– Posso ficar com a túnica? – pediu ela com voz débil.

– Não – foi a resposta firme, e Caio retirou a peça de roupa pela sua cabeça.

Luiza estava nua, exposta, e não gostou disso.

– Acho o seu corpo lindo – murmurou Caio com voz profunda. 



#Caluh💕



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