História Horrortale: O Último Assassino - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias Undertale
Personagens Alphys, Asgore Dreemurr, Asriel Dreemurr, Chara, Flowey, Mettaton, Napstablook, Papyrus, Personagens Originais, Sans, Toriel, Undyne
Tags Anzo, Horrortale
Exibições 83
Palavras 1.025
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Sobrenatural, Survival, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Canibalismo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 2 - Uma Vida Esquecida


De repente, ambos chegaram em uma espécie de casa, estava totalmente destruída, era como se alguém tivesse a atacado.

Anzo: Toriel... o que aconteceu aqui?

Toriel: Oh... Não se preocupe com isso minha criança, está tudo perfeitamente normal.

Anzo reparava que Toriel babava muito, ela parecia ter sérios problemas mentais.

Anzo e Toriel entraram dentro da casa, como era de se esperar, estava tudo imundo, mas o cheiro de comida podre, estranhamente agradava Anzo.

Anzo: Que belo aroma no ar.

Toriel: Que bom que você acha isso, eu realmente estava preocupada com o que você acharia do cheiro.

Toriel olhava nos olhos de Anzo com um olhar maníaco, parecia que iria agarra-lo a qualquer momento.

De repente...

Toriel: Por favor criança, me siga até seu novo quarto.

Anzo seguiu Toriel até um quarto, ele parecia mais uma prisão do que um quarto, Anzo entrou sem nenhuma hesitação, logo em seguida, Toriel fechou a porta com força, o trancando lá dentro.

Anzo: ... Bem, tanto faz.

Neste momento, Anzo deitou na cama que estava lá, e dormiu tranquilamente, esperando o tempo passar.

 

*Algumas horas depois*

 

Anzo abriu seus olhos, o quarto estava infestado com um cheio bem ruim, ele então olhou para o chão, e viu uma torta, Anzo ficou encarando a torta por alguns segundo, a pegou na mão e logo em seguida a jogou com tudo no chão, assim se revelou o segredo daquela torta, ela estava cheia de mini laminas, muito bem afiadas por sinal.

Anzo: Desculpe Toriel... Em um mundo como esse, não se da para confiar em ninguém, parece que seu plano não deu muito certo...

Anzo percebeu que a porta estava aberta, ele então a abriu e pegou a faca de sua cintura, estava muito escuro, quando de repente, ele tomou um empurrão, caindo no chão, ele olhou para a direção de quem o empurrou, só havia como se ver dois olhos verdes, arregalados e fixados em Anzo.

Toriel: Não tenha medo... minha criança... você gostou da torta que fiz a você? Eu fiz com todo o meu amor, carinho e... SANGUE...

Anzo: Estava muito boa Mãe Cabra, as vitaminas estavam na medida certa, mas acho que você exagerou um pouco no ferro.

Toriel invocou uma bola de fogo em sua mão, quando Anzo percebeu, havia vários esqueletos pelo lugar, como ele não havia visto isso antes.

Anzo: Uau, Toriel, você me impressiona cada vez mais.

Toriel: Obrigada minha criança... eu fico feliz em ouvir isso... o bom que você poderá se juntar a todos eles em alguns minutos, apenas tenha paciência...

Antes que Toriel pudesse fazer qualquer movimento, Anzo deu um chute em sua perna, fazendo o osso sair completamente. Toriel gritou de dor,ela caiu no chão, ela ficava segurando a perna, a dor era insuportável, lágrimas caiam de seus olhos.

Toriel: P-Por que?!

Anzo: ?!

Toriel: Por que nenhuma das minhas criança fica comigo...? Por que todas me abandonam? Só gostaria de saber isso............

Anzo: Talvez se você parasse de mata-las, ela continuariam com você... só não sei se isso seria contra a vontade delas ou não. Tem algumas perguntas que eu gostaria de fazer a você Mãe Cabra.

Anzo: Primeira... Como é este mundo no geral?

Toriel: ...

Anzo então pisou na perna de Toriel, a fazendo gritar de dor.

Anzo: RESPONDA!

Toriel: N-Neste mundo, é matar ou morrer... eu não gosto de matar... eu não gosto de matar.... eu não gosto de matar.... eu não gosto de matar......

Anzo: ...

Anzo: Segunda... Existe alguém que valha a pena neste mundo?

Toriel: Eu não gosto de matar..... existe um certo alguém que achei muito interessante.... não sei o nome dele, ele tinha uma voz grave, e estava sempre contando piadas, pelo menos elas me agradavam....

Anzo: Terceira................. Quem é o chefe desde lugar?

Toriel: Pelo menos elas me agradavam.................. Asgore Dreemurr.... ele é o rei que toma conta de todos, mas ele, matou muitas crianças.... eu não gosto dele.... eu não gosto dele..... eu não gosto dele...... eu não gosto dele.........

Anzo: Hum... pois bem, acabaram minhas perguntas.... agora, é melhor se preparar.

Anzo levantou sua faca em direção a Toriel, mas foi impedido pela voz dela.

Toriel: Eu lembro-me de meu filho.... ele era uma criança tão doce, ele nunca me abandonou.... ele nunca me abandonou.... ele nunca me abandonou...... eu me lembro, ele adorava torradas no café da manhã....

Neste momento, memórias vem na cabeça de Anzo.

???: Anzo! Você quer torradas amanhã de manhã?

Anzo: Quero sim mamãe!

Anzo então voltou a si mesmo, ele abaixou a faca, e disse.

Anzo: Não vale nem a pena matar você.... sua criatura miserável.... apenas morra sozinha, na sua solidão... junto a esses montes de ossos.....

Neste momento, Anzo se retirou em direção das escadas, deixando Toriel sozinha no chão, lagrimas escorriam de seus olhos.

Toriel: De novo... outra criança me deixou.... de novo.... de novo..... de novo.....

Anzo estava indo em direção da saída que havia depois das escadas, quando ele ouviu.

???: dksdijs klfkçsjdfka jd kflklsaf?

Anzo: Não me incomode agora com isso... Não tive pena daquela mulher cabra... apenas não vale sujar as mãos tanto assim com lixo...

Anzo saiu das ruínas, e se viu no meio do inverno, o frio era intenso, mas ele continuou sem nenhum problema, ele foi andando, sempre olhando para frente, quando de repente, ele viu uma figura adiante, parecia que alguém estava em uma espécie de barraca, quando Anzo chegou perto, começou a ouvir batidas na madeira.

???: E ai garoto...

Anzo: Que interessante, o que nós temos aqui?

???: Sou Sans. Sans o esqueleto.

Sans era um esqueleto baixinho, seu olho esquerdo tinha uma pupila vermelha, havia um buraco em seu crânio, parecia ter tomado uma pancada de alguém, ele usava um casaco azul acinzentado, e metia seus dedos dentro do olho direito.

Anzo: Sans, hum? Nome legal, esse machado meio cutelo que tem atrás de você é bem interessante...

Sans: Você sim é interessante... o que acha de um bom e velho cachorro quente, parece que você está faminto...

Anzo: Talvez depois... Ainda há coisas que preciso ver...

Uma aura tenebrosa apareceu sobre os dois assassinos.



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