História Hospício - Capítulo 39


Escrita por: ~

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Categorias Naruto
Personagens Fugaku Uchiha, Gaara do Deserto (Sabaku no Gaara), Hinata Hyuuga, Ino Yamanaka, Itachi Uchiha, Jiraiya, Kakashi Hatake, Kankuro, Karin, Kiba Inuzuka, Kurenai Yuuhi, Mikoto Uchiha, Naruto Uzumaki, Orochimaru, Sakura Haruno, Sasuke Uchiha, Shikamaru Nara, Temari, TenTen Mitsashi, Tsunade Senju
Tags Amor, Drama, Drogas, Gaahina, Hinata, Hospicio, Itasaku, Karinaru, Karinsasu, Louco, Loucura, Luta, Mansão, Morte, Naruhina, Naruino, Narukarin, Narusaku, Naruto, Orochisasu, Platônico, Primeira Vez, Sakura, Sasuhina, Sasuino, Sasukarin, Sasuke, Sasumaru, Sasusaku, Sexo, Solidão, Tragedia, Traição, Uchiha, virgem
Exibições 373
Palavras 2.744
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Escolar, Harem, Hentai, Josei, Mistério, Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Yaoi, Yuri
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


PENÚLTIMO CAPÍTULO AAAAAH VOU MORRER
Já to com saudade de vocês e da história ;-;

Capítulo 39 - Capítulo 39


Fanfic / Fanfiction Hospício - Capítulo 39 - Capítulo 39

SASUKE~

- Olá, seu grande filho da puta traidor.

As palavras gentis do meu irmão mesclaram-se em seu sorriso de canto, numa falha tentativa de me dizer que ele não estava na pior como parecia. Pelo mau comportamento dele, o policial permitira apenas um dos familiares terem uma conversa com o novo presidiário, e, por alguma razão que eu não compreendia nem fodendo, Itachi me escolhera. A sala em que conversávamos era pequena e suja, sendo mobiliada apenas por dois cadeiras paralelas uma à outra e um grande sujeito marrento a nos observar na passagem da porta.

Com as mãos atadas por trás da cadeira, restara a Itachi apenas a opção de aceitar as consequências do seu jeito obsessivo e psicótico. Na imagem dele, eu podia muito bem ver a minha refletida caso eu não tivesse me apaixonado novamente. Se não fosse por Hinata, talvez seria eu ali, com as mãos algemadas e com os pais enlouquecidos de preocupação. Eu sabia que um dia pagaria por todos os pecados que eu já havia cometido, e isso era meio assustador.

- Veio caçoar de mim? – perguntou com cinismo.

Olhando-o, notei seu supercílio aberto, além de um grande inchaço no beiço. O restante do seu rosto também não estava muito apresentável; algumas lascas de pele, sangue e feridas se amontoavam em lugares diversificados, e tudo aquilo me levava a crer que a surra que ele tomou foi bem sutil.

- É tão divertido quando o mundo dá voltas, não acha? – brinquei com o meu típico sarcasmo, ousando sorrir assim que ele fizera uma carranca desgostosa. – Eu não vim aqui caçoar de você, irmão, vim apenas pedir que maneire o que for falar para a mamãe. Ela não merece passar por isso. – neste instante, Itachi gargalhou.

Sua risada era insana, fazendo-o parecer louco. Talvez o seu interior estivesse em ruínas, assim como a sua sanidade. Desde que ele vira a Sakura, fizera coisas que eu jamais pensei que ele fosse capaz. Tinha um jeito tosco que às vezes me arrepiava, mas aquele era o jeito dele. Entretanto, o tempo o fizera piorar, e lá estava ele, selado em uma cadeira velha, aguardando apenas algumas autoridades levarem-no para uma pequena cela.

- Não vai perguntar o que aconteceu? – indagou persuasivo assim que retomou o fôlego. Eu neguei com displicência, certo de que minha resposta não alteraria em nada a sua vontade de desabafar. Assim era nossa relação; mesmo entre socos e tapas, tratava-nos como irmãos, por mais ódio que tivesse envolvido. – Eu consegui. Eu finalmente transei com a Sakura.

- Eu sei. – falei por fim, observando com cautela o novo sorriso maníaco que deformava o seu rosto.

- Foi incrível, do jeito que eu sempre sonhei. Só que ela não gostou muito da ideia quando eu sugeri e, como pode ver, o pai dela não curtiu quando descobriu. E sabe qual foi a melhor parte?

- É impossível imaginar algo melhor do que as coisas que você já listou. – respondi-o irônico, mas sem senso de humor. Itachi curvou a cabeça e arrastou a cadeira para frente, diminuindo a distância entre mim e ele. O policial na porta levou a mão até o revólver preso na cintura, mas gesticulei que ele nada fizesse. Com o Itachi eu sabia lidar. Quando ele ficara próximo o suficiente para fazer nossos joelhos se tocarem, ele me olhou nos olhos, revelando algo semelhante ao medo que aquelas írises negras carregavam.

- Descobrir... que ela... te odeia. – ele falou pausadamente, mantendo o mesmo tom sombrio que um vilão consegue ter.

Eu suspirei. Não era uma informação tão inédita quanto ele imaginava, mas permiti que o gostinho de vingança continuasse fresco na língua dele. Eu prometi que tiraria o Itachi da casa dela e nunca mais permitiria que ele a tocasse, mas fui um idiota e não agi como homem. Adiei uma coisa que era tão simples e deixei que ela sofresse as consequências da minha omissão. Ele a violentou, tocou-a e a machucou, e o pior de tudo aquilo era que a culpa conseguia ser totalmente minha.

Se não fosse por mim, ela ainda seria virgem, seguiria no colégio como a presidente do conselho estudantil, mostraria sua capacidade e encantaria os professores com o seu jeito certo e brilhante. Encontraria um cara legal quando entrasse na faculdade, faria passeios românticos com ele, discutiram coisas triviais e no baile iriam para a casa dele terem a sua primeira vez, algo romântico e único.

Se não fosse por mim, Naruto não teria implicado tanto com a Sakura. Não teria a traumatizado com o seu jeito irritante e mandão e nunca a teria machucado. Ele não se meteria em encrencas e não arrombaria as portas do armário, afinal, ele não teria a mim para dividir a mesma dor que eu sentia, e então encontraria um jeito de seguir em frente sozinho. Talvez faria algumas amizades verdadeiras pelo caminho, chamaria a atenção de um olheiro de liga mirim de beisebol e ele conseguiria uma bolsa de estudos em uma faculdade estadual.

Se não fosse por mim, a Hinata nunca teria enfrentado tantas tragédias. Ela ainda seria virgem e deteria a inocência de uma criança pura e doce. Ela não teria sido abusada por Itachi, nem por Naruto e nem por mim. Viveria feliz em sua mente, visitando pessoas imaginárias que a faziam sentir-se viva e bem.

Mas eu existi na vida dessas pessoas e baguncei todo o caminho que o destino poderia ter lhes reservado. Fui eu quem acabou com o sossego e o coração da Sakura. Fui eu quem deu estia para as maluquices do Naruto que o levaram à morte. Fui eu quem fez a Hinata sofrer mais que sua mãe. Era eu quem deveria estar ali, com as mãos presas, com o rosto inchado e com os ombros doloridos por carregar todos aqueles fardos.

- Eu vou fugir. – revelei por reflexo. O olhar do Itachi ergueu-se até o meu, dividindo a sua surpresa com um sentimento de confusão. – Vou terminar a escola e nunca mais vou voltar aqui.

- Acha que você e ela vão conseguir construir alguma coisa das cinzas? Acha que só porque você gosta dela que ela vai ser capaz de recomeçar? Aquela menina carrega mais fardos que o Papai Noel carrega brinquedos. A mente dela é uma droga, repleta por paredes de papéis rasgados e vidros trincados. E ela não é a única.

- Eu sei que parece loucura. Eu não planejei isso, mas quero tentar esquecer, e seria bom se você tentasse fazer o mesmo. – eu me levantei, deixando que o olhar dele me acompanhasse. – Eu me arrependo, Itachi, eu me arrependo de verdade e sei que vou levar essa culpa comigo para sempre. Mas e você? Se arrepende? – eu olhei para o guarda e anuí. Não havia mais nada para conversar com o meu irmão.

- A culpa é sua! – berrou Itachi, fazendo-me parar. – Se não fosse você e esse seu jeitinho idiota de achar que é perfeito, ela teria gostado de mim! Ela teria me dado uma chance!

- Eu reconheço a minha culpa. Pena que você não reconhece a sua. Eu te desejo sorte, irmão, sei que alguns anos preso aqui vai te permitir refletir.

- Está bancando o puritano e isso é patético. – debochou entre um rosnado.

- Não. Eu estou querendo fazer a coisa certa por ela. E vou continuar tentando até não aguentar mais.

Deixando-o sozinho, fui até os meus pais que pareciam tão desesperados quanto eufóricos. O rosto de Mikoto estava tomado por lágrimas, enquanto que o de Fugaku se desmanchava em arrependimento. Eles fizeram algumas perguntas para mim em relação ao Itachi, e eu optei em lhes responder o mínimo, omitindo na maior parte do tempo e até mudando algumas lascas da história. A preocupação deles não merecia ser abalada um pouco mais.

Depois de Fugaku muito discutir com os policiais, a fim de ter o direito de conversar com o filho, voltamos para casa. Não havia nada ali que pudéssemos fazer para reverter aquele quadro; a ação penal iria ser iniciada e a prisão cautelar mantida. Itachi não iria para longe por muitos e muitos anos. Um defensor público cuidaria do caso e, enquanto isso, eu seguiria a minha vida e trancaria aquela parte da minha história em uma caixinha velha. Em casa, Hinata me recebeu com um abraço. Foi um alívio poder vê-la e foi um alívio maior ainda saber que ela estava bem.

Subimos para o quarto e demos privacidade aos meus pais que pareciam ter muita coisa para conversar e digerir. Com a porta trancada, eu deitei-me na cama e estranhei quando ela não fizera o mesmo. Sob a luz baixa, Hinata parecia uma mulher adulta. Os traços marcantes ganhavam suavidade nas sombras de sua silhueta.

- Eu estive pensando, - falei, quebrando o silêncio – quero terminar o último ano antes de irmos. Eu sei que tanto as minhas notas quanto as suas não são motivo de orgulho, e sei que o nosso quadro de faltas ainda vai enlouquecer o diretor e os professores, mas acho que... devemos tentar.

- Tudo bem. – disse apenas.

- Tudo bem. – repeti. Estendi os braços em sua direção, mas ela nada fizera.

Eu sabia que ela estava assustada. As coisas pareciam estar acontecendo rápido demais, por maior que fosse o tempo que já havia se passado. Numa hora ela tinha amigos idosos e debilitados que faziam companhia, contavam histórias e lhe ajudava em seu dia a dia, em outra descobria que eles eram apenas frutos da sua imaginação criativa.

- Eu... sei que já pronunciei muitas vezes a palavra ‘desculpa’ para você, mas sinto que todas foram sempre muito vazias e sem importância. Ver o meu irmão preso mexeu... com o meu psicológico. Eu não sei se você vai entender, mas... eu queria que soubesse que eu sinto muito. Muitíssimo mesmo. De verdade. Eu queria muito conseguir voltar no tempo e mudar muitas coisas, mas, infelizmente, a vida é só uma. Ela é um caderno em branco que a gente vai pincelando ao longo do tempo com tinta permanente. Por mais que tentemos pagar o que foi escrito, não conseguimos. Então, eu peço que me perdoe e... vou entender se não quiser me desculpar.

As palavras saíram involuntárias, tão naturais quanto respirar. Eu queria que ela soubesse e entendesse que eu sabia o impacto que eu causei na vida dela e queria mais que tudo que ela me perdoasse por isso. Eu queria ser homem o suficiente para largar o meu egoísmo e me afastar dela; não por arrependimento, mas por saber que ela não precisava de alguém como eu para atrair mais desgraças para a sua vida sofrida. Entretanto, eu me sentia prepotente demais para ir tão longe assim. Eu queria ficar do lado dela, ter uma vida de verdade com ela. Não uma perfeita, mas com altos e baixos, como tem sido a vida dos meus pais. Eles, por mais que brigassem de vez em quando, por mais que dessem tudo de si na pizzaria, eram felizes e se amavam mais que qualquer coisa no mundo. Nada era capaz de tirar aquilo deles, nem eu, nem o Itachi, e era algo assim que eu desejava ter.

Hinata enfim se aproximou, sentando-se de costas para mim na beirada da cama. Fechada em sua habitual mudez, ela colocou a mão aberta sobre o colchão e a rastejou até ir de encontro a minha. Entrelaçamos o dedo e eu pude sentir que aquela era a nossa promessa. Nada mais seria como antes.

Puxei-a para mim, trazendo o seu corpo esbelto com desejo na pele ardente. Ela estava quente como de costume, fazendo-me sentir calor. Eu estava excitado, aliás, a presença dela já era capaz de me excitar, e, por mais que eu soubesse que o sexo poderia machucá-la, eu o fiz. Eu a desejava tanto que apenas carícias, beijos e palavras doces não saciariam o meu desejo impróprio e impuro. Retirei a minha camiseta e a joguei no canto do quarto, deixando de me mover quando notei as írises dela se fixarem nas minhas. Brilhavam como duas estrelas cadentes, e, olhando para elas, eu fiz o meu pedido.

- Sabe o que eu quero? – Hinata negou com a cabeça, algo que eu já esperava. – Te fazer feliz.

Hinata se inclinou para me beijar. Seus lábios úmidos estavam tão doces quanto uma maçã-do-amor caramelada. Nos beijamos sem pressa, disfrutando de algo que teríamos sempre que ela desejasse ou pedisse. Sua cintura pedia a minha para dançar enquanto nossas bocas se ocupavam em dividir por desigual a ternura e simplicidade que detinham seus lábios puros e tímidos. Minhas mãos brincaram com a sua cintura, depois com suas costas e, por fim, com seus mamilos.

Seu corpo se retorcia enquanto eu os amaciava e acariciava, transpassando a sensação gélida da minha pele à sua, causando um choque térmico que arrepiara tanto ela quanto eu. Os pelos eriçados faziam cócegas em meus dedos ágeis que trabalhavam nos seus seios endurecidos pelo tesão que dividíamos. A cintura dela rebolava sobre a minha, simulando naquela preliminar o próprio sexo que eu tanto almejava. Tirei-lhe a blusa e mamei o seu peito, deixando minha língua lambuzá-la em minha baba enquanto eu só a desejava mais e mais.

Quanto maior fosse a força que eu a mordia, mais intenso era o encontro de nossas genitálias escondidas dentro das calças. Eu estava tão excitado que me sentia cego. Arranhei suas costas, impressionando-me com o quão fina era sua carne e músculos. Meus dedos passaram pelas ondulações da sua costela e surfaram nelas, sem se dar ao luxo de retroceder. Hinata gemeu gostoso, expressando o seu prazer em compartilhar a sua intimidade.

Sem suportar a pressão abafada do ar, eu puxei a minha caça, assim como retirei a dela. Meu pau já estava duro como uma rocha, ansiando por ela, desejando-a intensamente sobre ele. Naquele instante, ela hesitou em se sentar, e isso me levara a crer que ela se recordava da dor que sentira em nossa primeira vez. Eu ignorei e a conduzi até a minha ereção, forçando a vagina dela contra ele.

Devagar, ela permitiu que eu a penetrasse. A sensação fora tão avassaladora que eu gemi em êxtase, contorcendo-me sobre o colchão, repuxando os meus músculos e pele enquanto o prazer me enlouquecia. Hinata gemera comigo, agarrando os meus ombros para afastar a dor que possivelmente sentia. Meu pau não era colossal, mas isso não o impedia de feri-la por dentro. Podia sentir o aberto que suas membranas e paredes exerciam sobre ele, esmagando-o intensamente, proporcionando-me um prazer muito maior do que eu poderia cogitar.

As unhas de Hinata cravaram-se em minha pele que ardia como o fogo. Sua boca retorcida tentava abafar toda aquela loucura. Eu não queria que ela se calasse, eu precisava ouvi-la, saber todo o impacto que eu causava nela, não só em sua mente, mas também em seu corpo frágil e doce.

- Geme para mim. – eu pedi, sacolejando sua cintura enquanto ela não se livrava do meu pênis. – Geme, amor, geme. – ao contrário do que eu pedia, ela gritou. Gritava alto à medida que eu tentava me afundar mais dentro dela. Puxei seus cabelos para trás, deixando seus seios apontados em minha direção. Ela estava tão linda.

- É... muito... grande! – dizia com dificuldade entre arfadas e gemidos. Podia senti-la tentar se afastar de mim, contudo, eu não permitia. Não queria penetrá-la novamente, queria apenas manter-me dentro dela, apreciando o seu rebolado furtivo. – Dói!

O tempo bastaria para fazê-la se acostumar, e disso eu não tinha dúvida. Até lá, Hinata deveria aprender a me suportar. Por mais que não fosse pelo sexo que eu estava preso a ela, Hinata me devia aquilo de alguma forma. Isso era um egoísmo meu que eu não estava disposto a abrir mão. A cabeceira da cama se chocava contra a parede; as pernas de madeira se arrastavam pelo chão, rangendo, gemendo conosco. E, quando meu corpo não suportou mais, eu gozei. Ela gritou em surpresa e, quando eu achei que havia terminado, fui surpreendido por ela que também gozara.

Exausta, Hinata debruçou-se sobre o meu peito agitado e fatigado, fazendo uma pausa para retomar o fôlego que havíamos perdido.

- Eu... poderia fazer isso... o dia todo. – revelei com um sorriso abobalhado e satisfeito. Hinata riu baixinho, não por estar caçoando da minha ilusão, mas por estar feliz, e aquilo fizera tudo valer a pena.

Era amor demais.

 


Notas Finais


Então, parece que tem um pouco de olho na minha lágrima T-T Espero que estejam gostando, o próximo será o Epílogo para sanar qualquer dúvida que restou, além do rumo que tomou a vida de cada um

Aliás, tem alguma dúvida em relação a história? Deixe-a aí nos comentários, farei de tudo para que não fique nenhuma lacuna em relação a nada :3


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