História Hospício - Capítulo 15


Escrita por: ~

Postado
Categorias EXO
Personagens Baekhyun, Chanyeol, Chen, D.O, Kai, Kris Wu, Lay, Lu Han, Sehun, Suho, Tao, Xiumin
Tags Baekyeol, Chanbaek, Darkfic, Hunhan, Kaisoo, Otp, Psicopatia, Sulay, Taoris, Xiuchen
Visualizações 94
Palavras 9.121
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Lemon, Romance e Novela, Shonen-Ai, Slash, Suspense, Universo Alternativo, Violência, Yaoi
Avisos: Bissexualidade, Drogas, Estupro, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Então
Oi
Eu tô com vergonha (MAS OBG 225 FAVES <3)
Primeiro por demorar (mas pra isso eu tenho motivos)
Segundo pelo cap de hoje (aaaaaaai, nossa cebola) espero que não tenha virado um cocozinho. Me avisem se ficou, é sério, eu posso refazer e deixar menos parecido com o que eu já escrevi em outras fics, mas a impressão acaba sendo essa TT e ficou enorme! Aí, socorro
É meio óbvio pelo nome do capítulo affe, vou embora que eu tô MT murcha
Boa leitura, pitéis sz

Capítulo 15 - I'm yours for the night


Fanfic / Fanfiction Hospício - Capítulo 15 - I'm yours for the night

    Chan Yeol observava o escuro da noite sentado em cima do pequeno monte de terra que ele mesmo havia ajeitado. Precisava respirar um pouco um pouco de ar sem aquele cheiro de sangue podre que nos últimos minutos se impregnou até em seus cabelos. 

    Havia quebrado sua rotina em uma luta que não acabou bem para seus oponentes e aquilo alterava seu emocional de um jeito bastante grave. Gostava de matar, não se importava de fazer isso, às vezes, chegava ao ponto de precisar, mas não era como não tivesse um método, uma rotina, seu próprio jeito de fazer aquilo.

    E aquela emboscada havia fodido com todo e qualquer plano que tivesse em sua mente. Ele não costumava matar, se não sentisse a necessidade de fazer aquilo, se não se sentisse cativado. Embora conseguisse sentir seus hormônios lhe dando boas sensações, não havia sido satisfatório. Havia sido muito mais exaustivo e estressante. 

    Aconteceu tudo muito rápido, o Park havia matado mais três daqueles padres e agora, não havia como perguntar de onde tinha vindo aquela emboscada. Mas não era como se não pudesse descobrir. Ele conversaria com Baek Hyun e daria um jeito naquilo, mesmo que tivesse que trabalhar um pouco mais fora de seu método. 

 Quando finalmente conseguiu derrubar seu último oponente, automaticamente ele sabia que precisaria dar cabo daqueles corpos, mas se sentia observado. Não seria indicado que tivesse alguém de plateia, e ele tinha visto Baek Hyun fugir. Ainda com a adrenalina no corpo, saiu do casebre depois de destrancar a porta, mas a única coisa que encontrou foi um gato na janela. 

    Soltou uma risada breve ao pegar o bichano pelo pescoço; era o gato do bispo. Um gatinho tão apreciado… Seria uma pena se ele fugisse. Não teria mais dois olhos amarelos brilhantes para presenciar cenas tão violentas. O animal até esperneou um pouco, mas Chan Yeol não se importava de receber algumas tentativas de arranhões, sendo que o máximo que recebeu foi um no pulso, bem pequeno. Sem demora, mandou o bicho para o outro lado do muro. Gatos eram espertos o suficiente para se virar, e se bobeasse ele apareceria na igreja ou no hospício na manhã seguinte.

    Já havia feito uma vez, por que não faria de novo? E a última coisa que Chan Yeol precisava era de empecilhos, enquanto se livrava dos três corpos que tinha dado cabo. Bastava o que tinha feito há poucos minutos.

Um por um, o maior jogou na vala que tinha cavado no jardim. Coincidentemente, encontrando o corpo enterrado por Chen e MinSeok já quase decomposto. Mas observou o rosto de cada um dos três que havia matado, acharia-os nas fichas depois. Os padres e freiras também tinham fichas no hospital, mesmo que não fossem virar experiências. Ainda precisou dar um jeito no casebre, a luta tinha feito bagunça, mas aquele escuro não o ajudava muito.

Estava estressado, o que mais queria saber era como haviam descoberto aquela investigação, se é que haviam descoberto, já que aquela freira sempre ficava de olho em Baek Hyun. Como um filho. 

Não tinha mais forças para fazer muita coisa, precisava relaxar urgentemente, embora não estivesse com sono, porém seu psicológico estava mais abalado do que em qualquer outro dia. 

Já deveria ser quase o fim daquele dia quando se levantou, em meio ao breu, e foi caminhando lentamente e com a cabeça erguida pela passagem do laboratório. Que se fodesse, se ainda tivesse alguém por lá, mas, pelo visto, os padres ainda estavam no retiro, ou preferiram não atuar naquela noite. 

O que mais o intrigava, entretanto, era como conseguiu matar sem todo o prazer que tinha fazendo aquilo. Eram três pessoas e fortes. Ele sabia reconhecer. E o pior: como aquilo refletiria? 


♥♥♥


Baek parecia calmo, mas, por dentro, seu corpo lutava contra sua própria mente, na tentativa falha de se convencer que Chan Yeol voltaria bem. 

Por que o maior tinha pedido que fugisse? Eram três pessoas. Ele poderia muito bem despachar alguma, também. Mas seria arriscado os dois ali. Muito arriscado. 

Sua mente se dividia entre pensar nos últimos acontecimentos como bons ou ruins, e ainda tentava convencê-lo de que, independente de Chan voltar vivo ou não, ele precisaria continuar seus objetivos. Porém, sem o Park, a maioria de seus planos teria que ser refeita e essa era a última coisa que desejava, visto o tempo que tinham e sua vontade de se livrar daquilo o mais rápido possível. 

Chan Yeol era uma peça de fundamental importância. Baek só não sabia se para somente o plano, ou para si mesmo também.

Seu coração batia mais rápido, mas não desenfreado, naquela espera. O tempo passava lento e aquilo não ajudava nem um pouco a melhorar aquela ansiedade completamente nova. Ele não era ansioso, muito pelo contrário, sabia que existia a hora certa de agir e que coisas aconteceriam, independente de sua vontade. 

Mas o fato de ter se deixado levar para a armadilha doía em seu ego. Arriscaram demais, mas, se necessário arriscaram de novo. Era necessário. Não havia mais tempo. Naquela agitação interna toda, ele ouviu alguém bater à porta calmamente. E diferente da pessoa, foi rápido ao chegar à saída de seu quarto para abrir. O que ele não contava era ver aquela figura e principalmente naquele estado. 

Chan Yeol ao menos teve tempo de perguntar algo, antes que pudesse passar, foi puxado para dentro e jogado contra a porta com violência, depois de o mais baixo tê-la trancado e teve seus lábios tomados com fúria por um baixinho que ao menos conseguia dizer o que se passava em sua mente. 

Ambos não tinham muito o que fazer, Baek Hyun conseguiu um jeito de descontar o nervoso que passou de uma forma que nem ele sabia explicar o motivo de ter beijado o outro com tanta ânsia. Chan Yeol suspirava contra os lábios do mais baixo, enquanto fazia pressão contra a nuca dele e sentia seus próprios cabelos serem puxados pelas mãos alheias com mais força ainda.

— Que merda aconteceu? — Baek Hyun perguntou ofegante, depois de separar os lábios.

O maior estava quase irreconhecível com todo aquele sangue. Apenas seus sapatos, rapidamente tirados, estavam relativamente limpos para que não sujasse o corredor, mas de resto, a camiseta parecia ter ganhado um novo tingimento. Aquela visão deixava Baek Hyun com tesão. 

Os braços longos, assim como uma parte do pescoço, mãos e um pequeno trecho do rosto também sustentavam uma quase seca tinta carmesim. 

— Bom, acho que eles não tiveram muita escolha. Vão adorar o Deus deles de perto, agora. 

— Você está ferido? — antes de continuar a conversar, Chan Yeol abriu as calças e as desceu pelas pernas de forma calma, enquanto tirava os maços de dinheiro que estavam em suas pernas. Baek, ao ver o que o outro fazia, foi rápido em entender e principalmente em ajudar, terminando de puxar a calça e jogando os amontoados de notas em qualquer canto limpo do quarto. 

— Não. Só alguns arranhões e socos. 

— Você está todo sujo. Me conta o que aconteceu. 

Chan Yeol estava extremamente estressado, e o outro moreno já duvidava que conseguiria manter sua frieza, diante do maior naquele estado. Simplesmente passou por Baek Hyun sem falar nada, apenas o puxando pela mão até o banheiro e deixou toda aquela pilha de dinheiro no chão mesmo. Ninguém mais entraria ali aquela hora. 

— Me ajuda com essas roupas. Precisamos limpar isso antes de amanhecer. Enquanto isso, eu te conto, embora não seja muito difícil de premeditar, se eu apareci vivo.

O Park abriu a torneira da banheira, apenas para acumular água e o Byun jogou a calça um pouco ensanguentada, mas bastante manchada de terra lá dentro. Além disso, ajudou o maior a tirar a blusa que vestia. Era mórbido como seus sentidos se fundiam em alívio e desejo ao mesmo tempo. Chan ficava delicioso com aquele suor no corpo, com todas aquelas pequenas marcas de machucados, com o sangue tingindo parte de sua pele. O cheiro ferroso misturado com o da pele do outro moreno, enchiam as narinas de Baek Hyun, quase despertando-lhe um instinto. Quase. Ele sabia que aquele desejo era racional.

Mas não era qualquer instinto. Não queria matar, não queria fazer mal — não, daquele jeito —, mas queria senti-lo. Queria sua pele na dele. Queria perder as estribeiras que tanto se policiava para não perder. 

O simples fato de Chan Yeol ter voltado já lhe deixava ainda mais confuso, mas tinha certeza que seu corpo e o dele precisavam de um relaxamento. 

Inconscientemente, passou as unhas curtas pelas laterais da cintura alheia, estando atrás do mais alto, enquanto ele esperava a banheira encher e soltou um riso anasalado com o suspiro que o amante deixou escapar. Logo ficando ao seu lado para que pudessem conversar olhos nos olhos. 

— Tive que matar todos. Era uma armadilha. Não sei para onde nos levariam, nem o que pretendiam fazer, mas vão ter que mandar outras pessoas no lugar — Chan disse, depois de fechar o registro, virando de frente para o menor. 

— Isso é bem ruim. Mas como fez essa proeza? 

— Eles tinham facas escondidas. 

— Eu deveria ter adivinhado que EunJung não era lá tão santa. 

— Será que eles nos viram na sala do bispo? Não lembro se LuHan deu jeito na câmera de novo. 

— Agora isso não é tão importante. Eles só vão ver amanhã de manhã e vão querer saber dos três que sumiram. Não podíamos premeditar e já aconteceu. Menos três deles. 

— Acho que não precisa mais aturar EunJung ou qualquer freira incômoda depois de hoje…

— Não sei do que eu gosto mais. Ela ou três coelhos numa tacada só — o sorriso completamente perverso que Baek Hyun dera enquanto falava foi prontamente correspondido da mesma forma doentia por Chan Yeol.

— Ela era forte. Bem forte. Apesar de você ter dado aquele golpe, ela não apagou completamente. Mas acho que você ajudou bastante a deixá-la confusa. Só arrematei o serviço.

Chan Yeol puxou o baixinho, o empurrando para o lado, ao mesmo tempo em que o dava um leve tapinha em sua bunda. Era hora de tirar aquela sujeira toda.

Apenas com uma bermuda, os músculos pouco definidos, assim como o corpo magro do Park ficavam expostos para os olhos curiosos de Baek Hyun, que não perderam uma única oportunidade de observar o físico alheio. Mas já era um costume, eles já conheciam as manias de cada um; não era como se fosse algo ruim. 

Ambos se esforçaram para tirar aquelas manchas. Seria óbvia a autoria do crime se deixassem qualquer detalhe passar. Já não bastando os passos mal calculados, eles teriam que tomar cuidado. E pensando nisso, a mente de Chan Yeol voltava a trabalhar. Automaticamente, a força imposta naquele trabalho diminuiu, ao ponto de ele soltar a força do corpo contra a banheira, relaxando os ombros e fechando os olhos. 

Baek Hyun não estava nem um pouco diferente. Ironicamente, era quase como se pudesse sentir a mesma tensão que o outro. 

— Não era seu costume. 

— O quê? — Chan Yeol questionou, confuso.

— Você saiu da sua rotina. Isso te deixa estressado. Você não tem costume de matar fora de um período. 

— Já matou pra saber? 

— Francamente, acho que estamos juntos a tempo suficiente pra saber identificar quando você está normal ou não.

— Assim como você ficou ansioso pra que eu voltasse. 

— Você que acha — o Byun desdenhou.

— Me explica o beijo, então. 

O olhar que os dois trocaram não foi nada hostil, muito pelo contrário. Tinham olhos de brincadeira, era uma forma de tirar a tensão que viria pelo dia seguinte. Um passo em falso, ambos, mais os dez do grupo, teriam sérias consequências, embora o que acontecesse com os outros não lhes fosse muito interessante. 

— Foi bom na hora, vê-lo sufocar, o ar diminuindo cada vez mais, e somente eu podendo controlá-lo — Jogando a cabeça para trás, Chan Yeol até tentava gostar de lembrar, mas a tentativa foi completamente frustrada por um suspiro incontido. 

— Mas depois você preferia que ele tivesse morrido quando você quisesse matá-lo, embora não se arrependa — completou o Byun, enxugando as mãos, ainda com cheiro ferroso, e as direcionando aos ombros do Park e fazendo uma massagem forte com a pressão das mãos.

— Está para nascer algo que faça eu me arrepender — riu. — Você está tão tenso quanto eu. Dá para sentir. 

— Mas preciso admitir que eu queria fazer aquilo já um bom tempo. 

— Se você não fizesse, eu faria. Eunjung não desgrudava de você.

— Relaxa. Amanhã nós podemos ver o que fazer pra nos livrar disso. Embora só tenham me visto com ela. Eles sabem que eu não seria capaz de fazer alguma coisa. 

— Sugiro que faça a mesma coisa, Baek Hyun. 

— É? E o que mais? Gosto das suas sugestões — o mais novo respondeu se aproximando mais.

— Podemos relaxar juntos… E eu sei um jeito que parece funcionar.

— Me ajuda a organizar isso rápido — parando a massagem, o moreno mais novo voltou a mexer na roupa que estava na banheira.

— Isso é um fora? 

— Não — a resposta veio com uma mordida rápida e até leve no ombro do Park. — É só pra acelerar esse processo aqui e você me mostrar como relaxar. 

Os dois deram um jeito ao torcer a roupa, tirando o resto da água misturada com sangue, abriram o ralo para que tudo aquilo desaparecesse. Limparam ainda as paredes da banheira, tirando algumas manchas que tinham ficado pregadas. Nesse processo, o Byun acabou com a roupa ensopada também e não hesitou em se livrar da parte de cima de suas vestimentas, atraindo o olhar de Chan Yeol, com sempre.

Ele via aquele corpo magro todo dia, mas se sentia hipnotizado por cada osso à mostra, desde as clavículas proeminentes até as costelas não importava a quantidade de vezes que o visse. Já fazia um tempo que a comida estava um tanto restrita, eles sabiam que uma hora precisariam diminuir a quantidade para que não comessem alimentos contaminados, mas mesmo assim, tanto Baek Hyun quanto Chan Yeol ainda estavam fisicamente saudáveis.  

Sentiam uma atração mútua e aquilo já tinha ficado mais do que claro, fosse nos beijos que trocavam, nos contatos mais íntimos. A diferença era como encaravam o relacionamento que haviam desenvolvido. Ambos se questionavam se não tinham criado um laço além do físico. Inconscientemente, confiavam um no outro, por mais que tentassem não se envolver. Só que isso era impossível, já que estavam entrelaçados quase até a alma. 

Seriam capazes de desfazer aquele laço com a mesma facilidade a qual não se importavam com o resto do mundo? Era óbvio que nunca foi amor, nem nunca seria, era algo tão emocional quanto, mas pela intensidade de não saberem definir o que sentiam e não um sentimento de querer estar perto, de querer cuidar, de querer construir uma vida junto com o outro. 

Os dois terminaram de juntar tudo e acabaram sentando na borda da banheira. Estavam extremamente exaustos. Não pelo trabalho de tirar as manchas das roupas, mas a situação em si. 

Aquilo estava começando a fugir do controle tanto de Chan Yeol e principalmente, de Baek Hyun. E eles sempre se mantiveram no controle. De si próprios, de suas vidas, de seus círculos sociais. O fato de ter a impressão de perda de controle, ironicamente, os enlouquecia. 

Eles não poderiam se controlar, não conseguiam controlar o próprio corpo. E uma hora teriam que ceder. Talvez essa hora estivesse próxima e eles sabiam muito bem disso.

— Baek... — chamou, com a voz visivelmente cansada. 

— Você quer o que eu acho que quer? 

— Eu quero esquecer disso por algum tempo. E aposto um braço no fogo que você também quer.

— Sabe… Eu acho que nós já enrolamos demais em realmente fazer o que nossas mentes querem. Talvez eu precisasse amadurecer um pouco a ideia, assim como você, mas estamos prontos.

Como em toda conversa, Chan Yeol não deixava o olhar leve de Baek Hyun escapar do seu. Se pudessem, ambos se engoliriam na escuridão de seus olhos. Cada vez que se olhavam daquele jeito, a sensação que tinham era que se afundar naquela relação estranha, naquele local estranho, naquela vida estranha era a mesma coisa que se deixar ser levado para dentro de um buraco negro. 

Mas eles não tinham medo do escuro. Muito menos medo da queda. 

— Você me desestabiliza, creio que já percebeu isso. 

— Não é como se fosse diferente comigo. Existem muitas coisas com as quais eu sei lidar e você não está nessa lista. Mas quanto mais eu te conheço, maior fica a minha confusão interna, e eu só quero esquecê-la com você.

— Eu nunca sei quando você é sincero ou não. Assim como não sei se conseguiria viver de sinceridade com você. Não é o que eu quero de você. 

— E o que você quer de mim?

Àquela altura, não era mais necessário que se aproximassem. Estavam quase peito com peito, mas nunca fora do olho no olho. 

— Eu não quero nada de você. Eu quero você. 

— Você sabe há quanto tempo me deixa insano, Chan Yeol? 

— Faz muito… muito tempo. 

— Aham — disse de forma arrastada, chegando ainda mais perto. — Nós não precisamos esperar.

Baek Hyun já não aguentava mais aquela tensão toda. Estava se segurando desde a hora em que abriu a porta para o mais velho. Quase podia sentir seu membro começar a dar sinais de vida. Sem mais enrolação, acabou o puxando com as mãos pelo pescoço, fazendo com que seus narizes se encostassem. 

Tudo em Chan Yeol o atraía de uma forma insana; talvez estivesse na hora de tentarem algo a mais, diferentes das chupadas costumeiras, ou de qualquer penetração com os dedos. Eles já estavam se preparando para esse tipo de contato há alguns bons dias, já conheciam bem seus próprios corpos para saber seus limites, mas isso não era motivos para que não se testassem constantemente.

O menor sentia a respiração alheia bater em seu rosto, e os olhos de ambos fechados só mostrava o quanto estavam envolvidos naquele momento de forma a descontar um no outro e juntos todo aquele estresse que passaram pela noite. As mãos do Park estavam imóveis uma nas costas e outra na nuca de Baek, sendo que a apenas seus dedos faziam pressão contra o corpo que estava colado à si. 

— Quero você comigo. Nós dois queremos i... — pediu o maior, aos sussurros.

— Shhh.

Mas não foi preciso que dissesse mais nada porque, antes que pudesse clamar por mais, o menor o puxou, bruto, para baixo, colando os lábios de forma abrupta. Que saudade daquela boca. Que saudade de cada chupada, fosse em sua língua, fosse em seu membro. Baek Hyun despertava seu lado mais luxurioso, mais sedento, mais doente, mas era gostoso demais como a língua dele envolvia a sua, sendo prontamente correspondido pelo Park, que apenas o apertou mais contra seu próprio corpo. 

Já tinham feito aquilo já poucos minutos, mas não era como se tivesse os deixado satisfeitos. 

Pelo inferno, morreriam queimados nas chamas de Lúcifer, mas repetiriam aquele beijo, aqueles toques até que não aguentassem mais, e não era como se estivessem lutando contra isso. Fazia um tempo que não ficavam juntos daquele jeito, apesar de terem experimentado algumas coisas antes, porque o plano que montavam não abria espaço para aquele tipo de momento e, às vezes, fazia falta.

Era o limite. Não tinham mais como suportar a abstinência.

Cada vez mais envolvidos, as mãos de Baek passeavam pelos cabelos desgrenhados de Chan Yeol, os puxando com a maior força que conseguia e arrancando suspiros sôfregos e mordidas fortes como resposta em seus lábios.

Caminhando às cegas, apenas pararam quando as canelas do mais novo colidiram com a cadeira da escrivaninha, esta a qual o menor chutou um pouco para que pudesse se sentar na mesa e puxar o moreno para entre suas pernas, fazendo todo o possível para apenas cortarem o beijo lascivo quando fossem respirar.

Chan Yeol correspondia cada apertão forte do menor com o mesmo gesto na cintura esbelta alheia e nos braços. Ao menos conseguia ver onde apertava, estavam completamente focados naquela experimentação de lábios, que já não era tão novidade, mas despertava os mesmo sentimentos toda vez que faziam. Necessitados um do outro. Talvez fosse a melhor definição para como se sentiam. 

Diferente das outras vezes, a vontade de transar crescia e eles sabiam que não poderiam e não queriam fazer outra coisa naquela noite.

Que se fodesse aquela exaustão.

Ainda aos beijos e completamente sem paciência, o maior puxou Baek Hyun pelos quadris, o fazendo entrelaçar as pernas em sua cintura, ao passo que, em nenhum momento conseguiram parar aquele beijo desenfreado. As mãos rápidas trabalhavam em abrir o botão e retirar a calça alheia o mais rápido possível.

Eles gostavam de toda aquela brutalidade, de toda aquela rudeza, do quanto podiam se satisfazer sem pensar no outro, mas paradoxalmente, eles pensavam, pensavam muito. Principalmente, quando sentiam a falta dos lábios possessivamente colados, como era o caso de Chan Yeol se livrando da calça de Baek Hyun. 

O moreno o observava completamente envolto de sensações de torpe, de como se apenas aquilo importasse no momento. A tensão em seu corpo ainda era forte, mas as mãos de Chan Yeol em suas pernas lhe retirando a calça, apenas com a pressão normal já lhe deixava arrepiado. Não era justo que entregasse seu corpo daquela maneira, embora o Park estivesse em condição de igualdade. 

Aquele sentimento só piorou quando o Park fez o caminho inverso das coxas até o quadril do mais novo com as unhas, chegou a fechar os olhos em aprovação e o mais alto não perdeu tempo em deixar pequenas mordidas no queixo alheio, recebendo ofegos fortes em resposta.

Baek Hyun ao menos aguentou ficar quieto, endireitando o tronco para se juntar ainda mais ao maior e puxar a bermuda alheia para baixo, restando apenas uma cueca que era completamente insuficiente para conter a elevação entre as pernas. Arrancaria aquela cueca até com a boca, contanto que seu corpo estivesse tão quente quando o outro. Empurrou um pouco o maior para que pudesse inclinar o corpo para baixo e chegar com a boca no abdômen alheio.

— Quando é que você ficou tão gostoso, hein, Chan Yeol? — Baek Hyun podia sentir o corpo de frente ao seu, ainda de pé, tremer com o raspar de dentes que deixava no osso do quadril, quase como se fosse mordê-lo, mas eram “apenas” provocações explícitas fruto de um desejo incontido. 

— Te pergunto a mesma coisa.

Sádico, o Byun apenas acariciava os contornos que já conhecia tão bem. Podia ver as veias ao lado do ilíaco se contraírem e o corpo do mais alto tremer de leve. Chan passava as unhas novamente pelos ombros e parte das costas descobertas do parceiro, sabia que ele gostava da sensação, tanto que estava completamente arrepiado. Por vezes, agarrava os cabelos da nuca de Baek e o empurrava contra seu próprio corpo. A respiração alheia estava quente e pesada.

Não podia mais enrolar. Não conseguiria se manter tão forte, apenas mordiscava a barriga de Chan Yeol com certa pressão, mas não o suficiente para marcá-lo. Mais um pouco e o maior não tinha certeza de suas próximas ações. Não precisou de muito e Baek Hyun puxou sua cueca para baixo, sem cerimônias, para tomar o membro semi-ereto nas mãos, começando uma fricção irritantemente lenta com os dedos bonitos Rapidamente a peça íntima foi parar em algum lugar do quarto, mas isso era o que menos importava no momento.

Com a outra mão disponível, o Byun fez o mesmo movimento que o Park fizera em si anteriormente, raspando as unhas curtas nas coxas alvas do outro. Chan Yeol não hesitou em expressar o prazer que sentia com um pequeno gemido rouco. Se pudesse vê-lo, Baek apostaria que ele estava de olhos fechados e mordendo os lábios. 

Ainda sem parar a masturbação, foi subindo a boca pela barriga magra, dando-lhe pequenas mordidas nos suaves músculos que apareciam pela contração muscular que o moreno alto fazia. Seu corpo estava quente e o contato da boca do mais novo ali, na mesma temperatura o dava a sensação de estar no nirvana. Baek Hyun já elevava o tronco novamente, enquanto passava as mãos pelas laterais da cintura fina, reduzindo o espaço entre os dois mais uma vez. Não se conteve em parar nos mamilos eriçados e pequenos de Chan Yeol. Dando mordidas mais fortes que as anteriores e as aliviando com pequenas sugadas. 

Antes mesmo que pudesse continuar seu caminho por tórax e pescoço, finalmente sentiu Chan afrouxar o aperto em sua nuca. Ele esperava pacientemente Baek Hyun brincar com seu corpo, poderia ser um indício que estava apenas o momento certo para retribuir cada tortura. 

O mais novo não se conteve em envolver o pescoço do maior com os braços, o sentindo voltar a acariciar suas coxas com firmeza, colando os troncos e respirando pesado atrás de sua orelha. 

— Aí é jogo baixo comigo — protestou, mas completamente satisfeito, e revidando com mais uma mordida na mandíbula do parceiro. 

— É? — Chan Yeol só fazia para provocar, e soltou um risinho soprado em desprezo, intencionalmente. Este que acabou virando um gemido audível quando sentiu Baek descer as mãos de novo direto para suas nádegas, dando aquela apalpada forte com os dedos. — Mas parece… que você também jogar. 

— Aham, quero. De preferência, naquela cama. 

O Byun olhou para a cama do Park como forma de indicar o que queria e quando voltou a olhar o maior, foi surpreendido por uma boca sedenta querendo a sua mais uma vez, não hesitando em corresponder ao beijo sem pressa, mas intenso ao ponto de fazer seu corpo inteiro vibrar em prazer. Chan não teve sensação diferente. Acabou empurrando o menor para cima da escrivaninha, ao menos perdendo tempo em vislumbrar o corpo que tanto desejava e continuando o ósculo por mais algumas poucas chupadas.

Cansado de não poder senti-lo tão nu quanto a si próprio, o mais velho parou o beijo abruptamente, saindo de cima de Baek Hyun e o forçando a ficar na mesa, só para arrancar a peça íntima restante que os impedia de ter o mais direto dos contatos. Baek já estava completamente duro e sentiu seu membro pulsar dolorido quando o outro manteve suas pernas abertas e as dobrou para que apoiasse os pés na bancada de madeira, enquanto se deitava por cima de si. 

Aquele movimento foi o suficiente para que acabasse gozando, em meio à tantos espasmos. Seria normal que ejaculasse cedo, e ver o baixinho se contorcer na mesa só para si fez o maior simplesmente enlouquecer, pegando a porra com os dedos e levando até a boca e Baek Hyun para depois se deitar em cima do corpo e tomar-lhe os lábios por lambidas, sugando todo o líquido branco para sua própria boca, sem nojo algum.

O choque foi duplo quando o seu pau encostou no de Baek, arrancando dois gemidos graves dos amantes. A face imersa em prazer do mais alto excitava o Byun de um jeito inexplicável. Estava mole por ter gozado, mas só queria continuar e mais um bom tempo em preliminares não seria algo ruim.

 Ele queria aquela expressão quando fizesse o outro gozar, queria arrancar dele todos os gemidos, ofegos sôfregos que pudesse, queria deixá-lo completamente exausto, mas ao mesmo tempo relaxado. Não havia um pingo de amor naquilo, talvez, amor ao sexo, ao desejo, à intensidade das sensações que um despertava no corpo do outro, mas não o sentimento cru. 

E não era como se fosse importante. 

Chan Yeol o mandou se apoiar direito em seu corpo, o puxando pela bunda para colocá-lo em seu colo e preso ao Park pelos quadris, o mais velho caminhou com Baek Hyun no colo o curto caminho até a cama, com ambos já completamente despidos e trocando leves selos. Não estava se preocupando nem um pouco se o machucaria quando o jogou por cima dos lençóis ainda esticados.

— Nós vamos até o final? — por fim, o menor sussurrou. — Sem interrupções? 

— Sem interrupções. 

E não querendo apenas beijar e apalpar o mais velho, Baek Hyun o puxou pelo braço, de forma que caísse ao seu lado, mas ao contrário do que imaginou, o Park não tentou nenhum movimento, não conseguindo conter um sorriso ladino, antes de perguntar para o moreno:

— Nós não chegamos nesse ponto antes. Acho que vai ter que me mostrar algumas coisas. Só seus dedos não vão me satisfazer. 

— Nem os seus. Eu quero é outra coisa.

— Vem.

— Espera, precisamos de algo para ajudar. 

Baek se levantou rápido, correndo para o banheiro, enquanto o outro moreno sentia-se completamente duro e excitado com a visão da traseira do amante. Ele poderia não imaginar, ou poderia, já que sabia do que era capaz e tinha um ótimo ego, mas exalava sensualidade de um jeito enlouquecedor.

Chan Yeol não se sentia menos do que isso.

Completamente enlouquecido. Não foi difícil abrir as pernas e começar uma masturbação torturante em seu próprio membro. Ele sabia que, apesar de ter tido experiências anteriores com o Byun, não iria durar muito. Além disso, precisava estimular o baixinho de novo, o que não parecia muito difícil.

Estava quase fechando os olhos em deleite, quando viu o companheiro voltar para o quarto e subir em sua cama com um pote de óleo em mãos. Um dos vários que tinha e gostava de passar no corpo.

— Aproveitando sem mim? 

— Não sei o que está esperando para vir aqui.

Não era como se fossem enrolar mais, Baek Hyun se aproximou devagar, com o óleo em mãos e raspando as unhas desde o tornozelo até as coxas de Chan, onde apalpou com gosto. Ele poderia ser magro, mas isso não fazia de seu corpo menos suscetível à apertões e apalpadas. Era igualmente gostoso diante dos olhos do baixinho. Surpreendendo, dessa vez, arrancou um gemido sôfrego do Park ao encostar na entrada alheia com os dedos cobertos pelo óleo que tinha buscado. 

Só conseguiu sentir uma repuxada ao ver o moreno se contrair para si. Mesmo que estivessem relaxados, num primeiro contato, depois de tanto tempo, era natural que precisassem de mais um momento para se acostumar.

E Baek já conhecia e entendia o corpo alheio melhor que ninguém, apenas ao envolver as duas bolas de Chan Yeol com as mãos já quase o fez entrar em um estado de torpe. O músculo relaxou, mas o pequeno continuou a apenas insinuar o dedo por entre as nádegas do maior. Quando já não aguentava mais, pouco se importando com o maior quase implorando para que começasse aquilo, inseriu o primeiro dedo sem muita dificuldade. Tinha bastante lubrificação na mão e poderia até mesmo sentir como o mais velho relaxava consigo. 

Logo, já inseria o segundo, aumentando a intensidade dos movimentos que fazia e resolveu aumentar o prazer alheio com a boca. Naquele momento, ele sabia que Chan havia desistido de qualquer relutância. Era prazer demais para ser contido. Ele sabia que se fosse uma penetração peniana seria muito mais doloroso, mas aqueles dedos lhe davam uma sensação de preenchimento estranha. Tão estranha quanto prazerosa. 

O incômodo se fazia gostoso pelo nível de excitação, e também pelo cuidado que tiveram de não ir a seco ou apenas com cuspe. 

Quando o mais novo chupou o testículo direito, Chan Yeol já se contorcia na cama, rebolando contra os dedos de Baek Hyun, se tivesse condições de soltar qualquer palavra, pediria por mais, sem sombra de dúvidas. Já o Byun conseguia sentir prazer ao ver o outro se desfazer com seus toques e não resistiu em se tocar com a mão livre, enquanto alternava a chupada com o estímulo anal no parceiro. 

Ambos os membros doíam, latejavam em expectativa e prazer, e por mais que quisessem mais, eles começavam a sentir a sensação de plenitude entre todas aquelas carícias. 

Baek Hyun era um sádico, não perderia a chance de fazer o outro gozar consigo na mais cruelmente deliciosa das torturas. Aliás estava adorando brincar daquele jeito. 

E, por um momento, o Park ousou abrir os olhos e olhar o Byun o engolindo. Ele se arrependeria pela fisgada que sentiu em seu pau, mas faria de novo, quantas vezes fossem necessárias apenas para não perder os olhos caídos o observando, enquanto a boca, vermelha pelo esforço, o engolia devagar. 

Era sacanagem Baek Hyun se empinar daquela forma. Não bastando, sua loucura ainda aumentou quando o baixinho resolveu dobrar os dedos dentro de si, resvalando em sua próstata. 

— Baek Hyun! — E aquele foi o primeiro gemido da noite falando seu nome. Não poderia sair mais gostoso aos ouvidos do Byun, que apenas cortou o contato visual, se dedicando ainda àquelas sugadas. Especialmente, na base, entre a extensão e as bolas. 

Era justo ali que o maior perdia completamente a razão. Justo por isso, não estranhou quando foi empurrado pelos ombros, o obrigando a retirar os três dedos que penetrava em Chan Yeol, e lhe foi roubado um beijo breve, sem línguas. Em compensação, a mordida que recebeu no pescoço foi suficiente para deixar a marca de dentes de forma profunda. 

Se não tivesse parado ali, Chan Yeol tinha a certeza absoluta que gozaria em questão de segundos. Baek sabia disso pelo sorriso que sustentava. 

Sorriu mais ainda quando o Park o jogou de quatro na cama, nunca perdendo a oportunidade de arranhar o corpo alheio, mas daquela vez, deixando beijos pela maioria dos vergões vermelhos que traçava. Era gostoso sentir aquela boca em suas costas. Baek amava a sensação de todo beijo. Fosse forte, fosse suave.

As surpresas não parariam ali, Chan Yeol não começou acariciando sua entrada como esperava, mas seu pênis, para que endurecesse por completo novamente. Não precisou nem pedir, e o Park já estava deitado de costas, arreganhando as pernas do menor para que pudesse puxar sua pélvis de encontro à boca cheinha. 

Em pouco tempo, Baek já se empurrava sozinho, dando liberdade para que as mãos de Chan Yeol fossem parar em sua bunda, devolvendo toda e qualquer apalpada que recebera outrora. O moreno que estava por cima só parou de se mover ao primeiro estalo. Veio doído, gostoso, extasiante. Não conseguia não amar os tapas que recebia na bunda. 

Pela prática de noites e noites anteriores, Chan Yeol já conseguia enfiar boa parte da extensão de Baek Hyun na boca. Não tudo porque era óbvio que precisaria treinar ainda mais, mas o suficiente para acolher boa parte sem se engasgar, embora Baek Hyun amasse fazê-lo engasgar-se com seu membro. 

Sua boca fazia sucções repetitivas a cada centímetro que sentia o membro entrar e sair dentro de si. As mãos não paravam inquietas, também, já ensaiando penetrar o primeiro dedo no mais novo. Só tentaria ser ainda mais sádico. De repente, empurrou o corpo mais leve para cima, chupando apenas a cabeça, e foi nisso que Baek saiu dos suspiros fortes para um gemido de propriedade. Audível. Como se tivesse canalizado todas as sensações boas que pudesse sentir para sua voz.

Aquilo foi um estímulo e tanto para quem o chupava, o pênis do menor crescia em sua boca; Chan Yeol não poderia se sentir melhor por excitá-lo àquele ponto.

O moreno chegava ao ponto de não conseguir sustentar suas pernas naquela posição, mais um pouco e desabaria sobre o rosto de Chan Yeol. Por isso, o maior terminou seu serviço com uma chupada mais forte, sendo agraciado pelo som mais alto que Baek poderia soltar aquela noite com a voz.

Ambos os corpos doíam pelos esforços anteriores àquela transa, mas já haviam feito muito para conseguir parar. Se parassem ali, provavelmente, terminariam a noite se masturbando e mesmo assim, não conseguiriam conter o desejo, nem amenizar a vontade de um sexo mais profundo.

— Não sei muito como continuar — o Park disse ofegante e sem vergonha, depois de deitar no travesseiro. — Me guia.

— Você tem que me preparar — respondeu. — Não é difícil, hm? Você já fez outras vezes.

Baek Hyun entregaria ao outro o pote de óleo, mas foi puxado sem que pudesse reagir, caindo em cima do maior, logo aproveitou a chance para dar-lhe mais um beijo. Àquela altura, não se importavam mais com excesso de saliva ou o gosto alheio nos lábios. Até que seu próprio gosto não era ruim e o de Chan Yeol muito menos.

As respirações falhavam, mas não tinha necessidade de parar aquele ósculo para respirar. Sentir o corpo quente um do outro os deixava mais insanos, mas o que lhes deixava realmente arrepiados era a temperatura amena em contraste com as peles nuas. 

Óbvio que o que estava por baixo não resistiria em apreciar o corpo do mais novo mais uma vez, e mais quantas quisesse. Aproveitaria aquele momento para sanar todos os momentos impróprios em que tivera desejos a respeito de Baek. Em pouco tempo, o moreno queria aquelas carícias em sua entrada mais do que em qualquer outra hora, principalmente com Chan Yeol passando as mãos por seu corpo de um jeito tão gostoso.

Tinha montado no colo alheio de forma que ficasse de costas para Chan e a posição foi suficiente para que o maior pudesse explorar a fez alva do jeito que bem quisesse. A começar com um belo puxão de cabelo, que arrancou um grito do Byun e muitas reboladas. Além de mordê-lo nos ombros, o Park só queria informá-lo que ele não seria perdoado.

E sem qualquer carinho, jogou o corpo pequeno para frente de novo, empurrando a cabeça contra o colchão de forma que Baek ficasse com a bunda empinada na frente de sua face. O mais novo podia sentir todos os seus osso da coluna estalarem naquela posição, e ficar exposto daquele jeito para Chan Yeol conseguia lhe deixar ainda mais excitado. 

O Park, com a mão livre e lambuzada de óleo, tentou forçar o primeiro dedo, mas precisaria que Baek Hyun relaxasse mais. Ele estava excitado, sim, e muito, mas apesar da posição ser boa para penetrar, o primeiro contato era mais difícil, assim como foi consigo. 

Nisso, acariciar a entradinha pequena e pensar como poderia alargá-la não foi nem um pouco difícil. Estava testando os limites de Baek Hyun e, se bem sabia, ele deveria estar odiando aquele misto entre prazer por ter seu local mais íntimo estimulado e a dor nos joelhos e pélvis pela posição que a mão de Chan Yeol o obrigava a ficar. 

Mas não poderia negar que o prazer aliviava um pouco daquilo. Se apoiou melhor com os cotovelos e ficando nos quatro apoios, perdia um pouco do incômodo. 

O primeiro dedo entrou melhor depois da manobra, e aquela dor já não podia ser classificada como algo ruim, não quando o maior colocava ainda mais óleo e fazia questão de entrar e sair devagar. Daquele jeito, era impossível não se contorcer todo. 

E apenas com um dedo. 

O segundo e o terceiro vieram com calma. Surpreendendo Baek Hyun, que esperava um tratamento mais rude. Não era como se o Park o esperasse se acostumar com a invasão, mas não forçava o ritmo, de forma que conseguisse conciliar a dor e entrar de vez no clima. 

Não aguentando mais toda aquela enrolação, apesar de saber ser necessária, os dois queriam se aliviar. Chan sabia que estava bem próximo daquilo apenas de observar como Baek se contraía em seus dedos, apenas de ver os contornos do corpo alheio, com seus poucos pelos, com a tonalidade avermelhada pelo inchaço do pênis e pelos diversos tapas que havia desferido enquanto o preparava. 

Já Baek Hyun, não resistiu em sair daquela posição e olhar para trás, vendo o Park completamente desgrenhado, suado, ofegante e com os olhos imersos em tesão. E sabia que era apenas por si. Não era como se precisasse ter seu ego massageado ainda mais, mas o pênis em riste do parceiro o fazia do que qualquer um. 

O maior não estava nem um pouco diferente por ver Baek naquele mesmo estado. 

— O que vai fazer? — o mais novo estranhou quando Chan saiu da cama, se ajoelhando num canto onde tinham algumas roupas jogadas para procurar algo. Mas apenas o observou deitado de bruços, soltando uma risadinha quando viu o que era. — Onde conseguiu isso? Ai.

— Segredo. 

Dando um tapa na nádega exposta do companheiro foi a forma que Yeol indicou para que ele se virasse, ficando de barriga para cima. O menor ficou um pouco perdido quando recebeu uma das camisinhas na mão, mas logo entendeu o que aconteceria.

Chan Yeol se posicionou com os joelhos na cama, braços na cabeceira e Baek Hyun colou o corpo ao dele, quase em um abraço por trás, mas que teria outras intenções, tendo o cuidado de meter mais alguns dedos antes de penetrar totalmente, com a camisinha já vestida. 

— Eu sabia que você ia querer também. 

— Duvido que me faça gemer.

— Já vai ter sua certeza. 

Baek alternava carícias com uma das mãos e a boca conforme se afundava no mais alto, já o maior puxava a cabeleira escura do baixinho contra seu pescoço, enquanto jogava a cabeça para trás. 

Os dois sentiam seus corpos tremendo, completamente arrepiados. Chan Yeol sentia a pressão para que seu interior se dilatasse e era agoniante de uma forma que o fazia se remexer, tentando se acostumar com aquilo rápido, mas era estranho. O movimento de fazer pressão para fora acabou ajudando e o Byun entrou melhor. Eles não sabiam definir o que passava pelos corpos com mais intensidade. 

O prazer ou a vontade de alívio. 

Com o mais alto já acostumado, depois de um tempo de adaptação e Baek Hyun se acostumando melhor a movimentar a pélvis, os movimentos começaram meio desengonçados, mas, por sorte, encostando nos pontos certos para a fricção ser prazerosa para ambos.

As estocadas não tinham a precisão de quem tinha prática naquilo, mas davam sensações novas aos dois garotos, de forma que os gemidos, que antes podiam controlar bem, já saíam esganiçados, transbordando em luxúria e êxtase. Eles sabiam que não aguentariam naquela posição, por estarem com as pernas fracas já naqueles primeiros momentos. 

Mas não podiam parar, não conseguiam parar e nem queriam.

Chan Yeol jogava o corpo para trás, buscando mais contato, ao mesmo tempo em que já buscava seu membro com uma das mãos, mas foi prontamente impedido por Baek Hyun, que segurou não só uma, mas as duas mãos, obrigando Chan a se apoiar com o rosto na parede, enquanto recebia estocadas mais certeiras. 

— Você não precisa se tocar, Chan. Não comigo aqui — o menor brincava com a sua própria sanidade e a do maior. Ele sentia tanto quanto Chan a necessidade, o ímpeto de se aliviar, sabia que estava próximo daquilo, e até estranhava o motivo de ainda não ter gozado de novo, mas o frio da barriga e o formigamento nas pernas ele sentia muito bem. 

— Você sabe que vai se arrepender, se eu te pegar. 

O ápice parecia próximo, mas a força se esvaía, até o momento em que o menor não conseguiu mais se segurar, dando uma mordida forte no pescoço alheio, para marcar mesmo, e saiu de dentro do interior quente, caindo sentado no colchão, ainda mais descabelado e suado do que antes. Os cabelos pregavam em sua testa e quando Chan o viu, ao virar o corpo, a respiração descompassou ainda mais.

Baek Hyun ficava lindo nu, sentado, vermelho e ofegante daquele jeito e o maior ignorou certo desconforto em sua traseira quando se sentou na cama, admirar o baixinho era mais importante e tê-lo consigo era ainda mais. O outro moreno também não podia negar que o grandão ficava extremamente gostoso naquela posição.

— Acho que essa é a hora…em que você me pega — disse, já engatinhando até se posicionar no colo alheio. — Me faz gozar, hm? Eu vou perder o juízo. 

— Acho que já perdeu. Agora vem cá. 

O baixinho ajudou o parceiro com a camisinha restante, que havia deixado na mesa ao lado, e o maior só sabia gemer com as mãos grandes de Baek lhe masturbando daquele jeito. Com um pouco mais de óleo, o mais novo sentou no colo do outro, já se alargando para facilitar, uma última vez, e foi controlando a entrada do pau de Chan Yeol em si. 

Suas pernas estavam fracas pelo esforço, e pela quantidade de prazer que estava sentindo com todos aqueles estímulos, o Park também já começava a dar sinais de cansaço por todo aquele esforço novo, mas a única coisa que fez, por ignorar qualquer outra ação, quando terminou de se sentar, foi jogar o corpo contra o do outro, enlaçando os braços em seu pescoço.

O que estava deitado, por sua vez, acolheu o menor, retribuindo o abraço pela cintura, e se afundou na cama, de modo que seus joelhos ficassem dobrados e suas coxas quase encostasse na bunda do Byun. Os gemidos foram fortes e uníssonos.

Foi involuntário que Baek rebolasse e se contorcesse para acostumar ao volume diferente dentro de si. Era diferente dos dedos, mas tão gostoso quanto, assim como a sensação estranha de preenchimento. Apoiando as mãos no ombro de Chan Yeol, enquanto o maior se endireitava para “cuidar” de seus mamilos, o moreno começou a se mexer, jogando a cabeça para trás, depois de alguns minutos se acostumando. O fato de o outro lhe estimular com a boca também ajudava a melhorar as sensações. 

A dor ainda estava ali, e agora, ele entendia o motivo de ter precisado esperar Chan Yeol por um tempo antes de começar a se mexer. Precisariam ir com cuidado se quisessem andar normalmente no dia seguinte.

Àquela altura, não havia mais o que os fizesse distinguir o que era real e o que era delírio. A mistura de sensações crescia e os dois amantes só queriam saber de continuar aquele movimento até que se aliviassem.

— Ah, Chan, me fode. Estou sem forças.

— Assim? 

O maior segurou a cintura alheia, forçando seus próprios pés contra a cama e fazendo Baek voltar a colar os peitos e continuou o movimento pélvico de um jeito mais acostumado, podendo entrar melhor no parceiro. A diferença é o Byun agarrou seus cabelos pela nuca, se movimentando também, simultâneo ao que se aproximava da boca alheia, hipnotizado. 

Naquele momento, sim, a proximidade dos rostos os fazia observar cada detalhe da face alheia, e os tapas que o maior aplicava nas nádegas do mais novo só o deixava fechar os olhos rapidamente para apreciar o ardor misturado ao prazer e à queimação. 

Em resposta, o moreno puxou o rosto de Chan pelo queixo, o abraçando pelo pescoço uma última vez e o beijando da forma mais intensa que conseguia pelo torpe das sensações. 

Aquele último beijo passava o sentimento de prazer do sexo, assim como as línguas entrelaçadas e quase dançando entre si fazia os choques aumentarem, ao ponto de arrancar gemidos de ambos os lados. Até o quadril do Park diminuiu consideravelmente a movimentação, dando estocadas ritmadas, mas devagar, como se estivesse apenas aproveitando a cavidade que entrava sem pressa. 

Baek mordia os lábios alheios brincando, sem qualquer força para arrancar pedaços e o maior retribuía chupando a língua alheia e soltando pequenos estalos com isso. Os dois sentiam o ápice chegar, e aquele ritmo mais lento, depois de toda aquela afobação parecia suficiente para satisfazê-los.

— Goza… Eu sei que você tá quase morrendo por isso, goza, Chan.

— Ah, Baek...

Em segundos, o gemido grosso veio, e com ele, Baek Hyun sentiu a camisinha encher de porra dentro de si, logo saindo de cima do pau do mais velho para que ele pudesse retirá-la. Logo, deixando seu corpo desabar em cima dele novamente. 

O moreno alto o surpreendeu ao jogar sua cabeça no ombro dele, voltando a masturbá-lo com os dedos e estimulando a fenda, principalmente. O baixinho gemia abafado contra o pescoço alheio, forçando o corpo contra a mão que lhe punhetava e não conseguia evitar morder ainda mais o tronco do parceiro, sendo prontamente retribuído. 

Estava sendo estimulado em dois pontos. Era muito jogo baixo. Em um sentia a dor das mordidas com propriedade que Chan Yeol lhe dava, no outro, não conseguia parar de mover a pélvis. Não foi preciso muito para que gozasse intensamente pela segunda vez, quase transparente na barriga de Chan, deixando o corpo desabar completamente em cima dele. No final, o maior também não aguentou o peso, caindo deitado com o corpo acima do seu no colo. 

Sem qualquer vestígio de força, acabaram apagando ali mesmo, sem pensar em mais nada.

No dinheiro, nos três corpos, no dia de amanhã. 

Dormiram sentindo a quentura do corpo alheio, completamente embolados um no outro.


♣♠♦


    Baek Hyun acordou ainda era noite, não deveria fazer nem três horas que haviam transado, mas estava um pouco atordoado. Principalmente, por estar deitado em algo quente, que nada se assemelhava à um tecido.

    Aos poucos, conseguiu olhar para frente, ainda no escuro, vendo o rosto calmo de Chan Yeol ressonando à sua frente. Além disso, começou a sentir seu corpo com mais propriedade, sentindo os braços do mais velho apoiados em suas costas sem tanta pressão. Sua memória começava a voltar aos poucos, assim como as dores em seu corpo, principalmente em um local específico. 

    Foi involuntário o sorrisinho perverso que deu ao se lembrar do que tinham feito há poucas horas. Nada mal. Estava com o corpo relaxado, sabia que precisava dormir mais, mas daquele jeito estava bem gostoso. Sua mente voltava a borbulhar com os acontecidos, e precisava pensar rápido. Embora não houvesse muito o que fazer estando nu, sujo de porra e completamente dolorido pelas marcas de arranhões que cobriam seu corpo. 

    Antes de deitar ao lado do outro naquela cama, já foi o cutucando para que acordasse. Eles precisavam resolver muitas coisas antes do dia clarear. Estavam próximos demais de algo dar errado e o objetivo era ser caçador, não a caça.

    — Acorda, Chan Yeol — o menor disse, sem muita vontade, logo se jogando, preguiçoso, no espaço restante na cama.

    — O quê? — retrucou, virando de lado, com os olhos inchados, mas conseguindo prestar atenção. Na verdade, tinha acordado quando Baek Hyun começou a se remexer. — Você não cansa? 

    — Estou exausto, bebê, mas acho que dada a situação, a última coisa que nós poderíamos ter feito é transado. Mas foi a melhor coisa que eu fiz hoje. Até faria de novo, se não estivesse completamente marcado.

    — Hm — o maior riu soprado, se aproximando para morder os lábios inchados do outro. — Exatamente. O que faremos?

— Eles vão dar falta dos três amanhã. 

    — Eu os enterrei muito bem, relaxa, bebê — retrucou o apelido. — Mas precisamos conversar com os garotos, o tempo está diminuindo e nós precisamos dar o fora daqui. 

    — Você também acha? 

— Óbvio. Eles vão querer matar nós dois e eu não tô a fim de sair da minha rotina de novo. 

— Isso cansa minha beleza — Baek Hyun sussurrou, se virando de bruços, depois de puxar uma coberta para os dois, mas não perdendo o contato visual

— Também estou ficando de saco cheio. 

— Você seria capaz de qualquer coisa? 

— Quer apostar que sim? 

— Não, porque sei que é — foi chegando perto, dessa vez, mas para arrancar alguns poucos pelinhos do peito de Cha Yeol, recebendo em resposta, o maior puxando os pelos de seu braço. — Ai. 

— Você também é. E agora, é tudo ou nada.

— E eu quero tudo. 

— Somos dois. 

Baek Hyun pegou mão do Park, entrelaçando os dedos mínimos. Aquele era o sinal mais do que claro do último pacto que fariam.

Pelo menos era o que achavam. 

— Onde vamos guardar aquele dinheiro todo, Chan? 

— Oh, merda. Eles também levaram um monte, mas aquele bispo é um idiota de deixar dinheiro daquele jeito, a menos que…

— A menos que ele imaginasse o que nós faríamos, e tivesse mandado aquelas pessoas de propósito. 

Os dois se olharam com os olhos mais em estado de alerta. 

— Mas, você se lembra de outros padres falando sobre aquilo, no refeitório, esses dias? 

— Sim, claro. Ele sabia que teriam outras pessoas para pegar aquela grana também. Nós só…

— Precisamos achar quem — Baek olhou com a cara mais faceira do mundo, em resposta.

— Às vezes, você é tão gênio incompreendido…

— Não, porque você me entende — retrucou mais profundo do que realmente queria transparecer, recebendo um olhar mais profundo do que Baek Hyun, de fato, queria lhe dar.. — E como vamos guardar aquela porcaria ali? Vai ser difícil explicar para nossas visitas porque tem roupas amassadas e dinheiro no chão. 

 O menor se levantou com certo custo, sentindo os ossos estalarem e o corpo todo criar resistência, mas não achava ruim de tudo aquelas dores. A dor não era uma inimiga. Poderia até mesmo ser gostosa. Chan Yeol também se levantou, meio relutante, mas sabendo ser necessário resolver aquilo.

— Eu busco alguma coisa pra nós nos limparmos e você guarda aquela porra ali.

— Tudo bem. 

— Chan… — o Byun chamou, calmo, tendo os olhos alheios sob si. — Bela bunda. Muito gostosa também.

— A sua também não é nada mal — Chan Yeol ousou dar um tapinha em sua própria bunda, para depois se abaixar e ir catando o dinheiro e a bagunça que haviam feito.

Seu corpo estava pesado, ele sabia que continuavam precisando descansar, mas sua mente estava mais limpa e relaxada depois do sexo. O resto poderia ser resolvido.

Baek Hyun voltou do banheiro e recebeu uma bermuda qualquer para que pudesse dormir, o maior já estava com uma calça de moletom e usou o papel úmido que lhe foi dado para limpar os vestígios de esperma em seu corpo. O baixinho já estava limpo, então apenas vestiu a peça, se deitando e sendo acompanhado pelo outro. 

— Sabe aquela aposta? Dos primeiros dias? Acho que venci. Transamos na sua cama e com você se enterrando em mim. É por isso que eu digo que não duvide de mim.

— Nem vem, uma hora nós dois sabíamos que ia acontecer. Não precisava ser adivinho para saber.

— Se sabia, por quê não fez antes? 

— Só para ver até onde você aguentava…

— Vai dormir — com a quebra de expectativa, o menor se cobriu, fechando os olhos, não seria difícil dormir com seu corpo daquele jeito. 

Chan Yeol não estava diferente, então repetiu os mesmos atos, se juntando ao parceiro, naquela cama de solteiro, e juntando os dedos de novo, por debaixo das cobertas. 

A noite não prometia mais nada, mas quem sabe a manhã seguinte não lhes trouxesse diversão?





Notas Finais


SURPRESINEAAAA KKKK
Desculpaaaaa se ficou mecânico. Eu odeio limão que é só ato e sem sentimento, mas eu queria fazer a porra do FLEX porque ChanBaek é mt FLEX pra mim hehehe
Então? Gostaram? Valeu a pena a demora q
Agora é rumo à reta final, temos mais 6 ou 7 capítulos.
Mereço beijos? Abraços? Amores?
Deixa eu pedir desculpa, de novo, se ficou mecânico. Aí, socorro
Bom, até a próxima att bitocas de morango


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