História Hot Calls - Capítulo 7


Escrita por: ~

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Categorias Justin Bieber
Tags Charlotte Murray, Disk Sex, Hot Calls, Justin Bieber
Exibições 665
Palavras 2.164
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Festa, Romance e Novela, Suspense
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Transsexualidade
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Me desculpem, me desculpem, me desculpem pela demora! Fiz um capítulo grandinho pra compensar. Não ficou como eu queria, mas eu espero que vocês gostem <3 Tem uma surpresinha pra vocês.

Capítulo 7 - Party (parte 2)


Fanfic / Fanfiction Hot Calls - Capítulo 7 - Party (parte 2)

Lambi as costas da mão e espalhei o sal, e segurei o limão com a mesma mão. Soltei o ar, lambi o sal, virei rapidamente a dose de tequila que se encontrava em cima da mesa e mordi o limão, jogando a cabeça para trás e pressionando os olhos.

Escutei palmas das pessoas que estavam a minha volta e levantei o copo vazio no alto.

A batida alta de Ain’t My Fault da Zara Larsson começou a soar e eu saí de dentro da rodinha, balançando o quadril. Deixei o copo na estante de madeira que havia ali e levantei os braços, caminhando até a aglomeração de jovens que se encontrava no centro da sala. Foram cerca de 30 pessoas na festa, não era muito, mas o suficiente.

It ain't my fault you keep turning me on

It ain't my fault you got, got me so gone

It ain't my fault I'm not leaving alone

It ain't my fault you keep turning me on

A culpa não é minha se você fica me deixando excitada

A culpa não é minha se você faz com que eu me perca

A culpa não é minha se estou indo embora acompanhada

A culpa não é minha se você fica me deixando excitada

Desci as mãos, passeando-as por toda a extensão do meu corpo enquanto balançava o quadril no ritmo da música. Senti duas mãos, até então desconhecidas, pousarem sobre minha cintura e roçarem seu corpo contra o meu. Desci meus olhos e, mesmo com a falta de luz, pude reconhecer aquelas tatuagens. Mordi o lábio inferior e sorri levemente.

I can't talk right now, I'm looking and

I like what I'm seeing

Got me feeling kinda shocked right now

Could've stopped right now, even if I wanted

Gotta get it, get it, get it, while it's hot right now

Oh my god, what is this

Why you all in my business

Baby I insist

Please don't blame me for what ever happens next

Não posso falar agora, estou observando

E gosto do que vejo

Você me deixou um pouco chocada, agora

Não poderia parar agora, mesmo que quisesse

Tenho que pegar, tenho que pegar enquanto está quente

Ai meu Deus, o que é isso

Por que você está tirando satisfação comigo

Querido, eu insisto

Por favor, não me culpe pelo que acontecerá agora

Me virei, ficando face a face com Justin e encarei seus olhos caramelados. Passei a língua nos lábios, me concentrando em seus olhos, usando todas as minhas forças para não encarar seus lábios e engoli em seco, soltando o ar contra seu rosto.

Uma de suas mãos soltou minha cintura e subiu até minha nuca, acariciando o local. Justin se movimentava no ritmo da música, colado comigo, encarando meus olhos. Aquilo enlouqueceria qualquer garota.

No I, can't be responsible

If I, get you in trouble now

See you're, too irresistible

Yeah that's for sure

Eu não posso ser responsável

Se te meter em encrenca agora

Você está tão irresistível

Sim, com certeza

E num ato impensável, levei minha mão até sua nuca e a puxei em minha direção, encostando nossos lábios. Não foi preciso pedir passagem, logo ele cedeu. Passei minhas unhas fraquinho em sua nuca e puxei seus cabelos levemente.

Senti o ar faltar em meus pulmões e logo senti Justin chupar meu lábio inferior, seguido de uma mordida.

So if I put your hands where my eyes can't see

Then you're the one who's got a hold on me

No I can't be responsible, responsible

It ain't my fault

Então se eu colocar suas mãos onde meus olhos não vêem

Será você com um poder sobre mim

Não posso ser responsável, ser responsável

A culpa não é minha

Justin abriu a boca pra falar algo e eu revirei os olhos.

– Se você disser que isso é errado eu vou te arrebentar. – Avisei, vendo que ele pretendia dizer alguma coisa.

– Na verdade, eu iria dizer que você beija melhor do que eu imaginei, mas é bom saber que eu não sou tão previsível quanto você. – Sorriu provocativo.

– Detesto que me digam que sou previsível.

Detesto várias coisas também, mas não tenho controle sobre elas.

Encarei Justin e franzi o cenho. Já tinha ouvido alguém dizer aquilo pra mim. Chacoalhei a cabeça e me concentrei no garoto a minha frente.

– Nós podíamos ter feito isso antes, mas você é um frouxo e tem medo do seu amigo. – Gargalhei, dando-lhe um selinho.

– Não é medo, é respeito, amorzinho. – Ele sorriu galanteador.

– Que respeito, não é mesmo?!? – Ironizei e pisquei, pegando o copo de bebida da bandeja de Dianna.

[...]

Justin Bieber narrando.

– “Eu não estou afim dela, Chris” Ah não, imagina! – Christian ironizou enquanto Lewis soltava uma gargalhada

– Eu quando não estou afim de uma garota pego ela na pista de dança também. – Lewis provocou – Ela é uma gostosa, até eu pegaria.

– É, ela é mesmo. – dei de ombros – Ryan vai me matar quando souber que eu peguei a mina dele.

– Cara, eu acho ridículo isso aí de “mina dele”. Qual é, a menina é solteira, nem gosta dele desse jeito, ela fica com quem quer, e você também. Ryan tem esse problema de “objetificar” as garotas que ele pega e achar que elas são propriedade dele. – Chris revirou os olhos e eu arqueei a sobrancelha, o encarando – Desculpa, é que eu fico revoltado.

– Você é muito gay, cara. – Lewis disse e riu, tomando mais um gole de sua bebida.

De longe pude ver Charlotte virando mais um copo de bebida. Ela já estava meia bêbada, eu conseguia identificar só pelo modo como ela ria a cada gole.

Vi Alexia, aquela amiga morena de Charlie, se aproximando. Charlotte franziu o cenho e a garota a abraçou, parecia chorar.

Charlotte que, até então fazia pose de durona, se derreteu e começou a chorar, abraçando-a também.

– O que será que deu? Porque elas estão chorando? – Perguntei pra Christian, já que Lewis estava muito ocupado comendo um pacote de bolachas que ele havia roubado na cozinha de Dianna.

– Elas estão bêbadas, Drew. Mulher é emotiva, chora por tudo, provavelmente estão chorando por que a unha quebrou ou o pó caiu no chão.

Charlotte segurou a amiga pelos ombros e disse “eu te perdoo”. Pude ler seus lábios. Alexia agradeceu, dizendo “Obrigada” e elas voltaram a se abraçar.

Alexia virou o rosto em minha direção e eu arqueei a sobrancelha. Ela sorriu de canto e piscou. Logo Charlie virou-se e as duas começaram a caminhar em nossa direção.

Charlotte Murray narrando.

Eu e Alexia havíamos nos desculpado. Eu estava meio alta, sentia minha cabeça rodar. Sussurrei para Alexia pra que nós fossemos até Justin e seus amigos que não paravam de nos encarar e ela concordou.

– Oi galera. – Alexia cumprimentou e o olhar do menino com a bolacha parou em seus peitos.

– Oi meu docinho de coco – Christian disse e eu franzi o cenho – Vem sempre aqui?

– Nota-se o motivo de você nunca pegar ninguém, Christian. – Justin riu, tirando sarro de seu amigo.

– Gente, vai começar o Just Dance, tá todo mundo indo pra sala jogar, vocês tão afim? – Dianna apareceu, sorrindo pra rodinha e eu bati palmas.

– Puta merda eu amo Just Dance. Nós vamos dançar! – Gritei, puxando Justin e Alexia pelo braço em direção a sala.

O Xbox 360 Kinect já estava ligado, haviam dois controles. Não hesitei em entrar na frente da galera e pegar um dos dois, logo Dianna pegou o outro e sorriu pra mim.

– Eu sou ótima nisso, vai querer arriscar? – Brinquei.

– Eu também sou, duvido que ganhe de mim. – Piscou e dei de ombros.

– Eu avisei.

Eu selecionei a música “Gibberish” do MAX e logo o jogo começou. Dancei no ritmo da música, vendo que Dianna também era realmente boa.

A torcida logo começou também, alguns torciam pra mim – e quando digo alguns quero dizer: Justin, Alexia, Chris e Lewis – e outros pra Dianna.

[...]

Depois de muitas partidas de Just Dance e muitas doses de tequila, eu estava zonza e ria muito, de tudo. Alexia, Lewis, Justin e Christian não estavam diferentes. Nós estávamos deitados na grama do jardim de Dianna vendo as estrelas – menos Christian, ele dizia que estava vendo nuvens – e contando piadas sem graça.

– Qual é a ‘foumurla’ química da água benta? – Justin perguntou, rindo.

– Não sei, qual é? – Christian questionou

– H Deus O. – Justin disse e começou a rir.

Não me contive e soltei uma gargalhada. Eu ri tanto, tanto, tanto que minha barriga doía.

– Essa foi péssima! – Disse. – Alexia, vou dormir na sua casa hoje, tá? – Avisei, ainda rindo.

– Não dá, eu disse pra minha mãe que ia dormir na sua. – Alexia disse, levantando seu tronco e sentando sobre a grama.

– Você tem dinheiro aí? A gente pega um hotel. – Falei.

– Não precisa, vocês podem dormir lá em casa. – Lewis disse

– Só não pode deixar Ryan saber. – Justin advertiu.

– Porque Ryan não pode saber? – Christian perguntou

– Por que é segredinho, Chris... – Alexia disse e colocou um dedo sobre os lábios, pedindo silêncio.

Ficamos todos quietos, olhando um para o rosto do outro e caímos na gargalhada.

Porque estávamos rindo?

– Ok, precisamos ir, já é tarde, amanhã nós temos aula. – Disse Alexia, a sensata.

Dito aquilo, nós nos levantamos e caminhamos até a garagem de Dianna. Peguei minha bicicleta e olhei toda aquela gente.

– Como é que a gente vai fazer? – Justin perguntou.

– Eu já sei – Christian disse – Charlie, você senta no guidão. Alexia, eu e você sentamos no varão* da bicicleta, Justin senta no banco e Lewis vai no pezinho.

– Acho que dá. – Lewis disse e foi logo subindo.

Justin sentou no banco, Christian e Alexia sentaram no varão e eu subi no guidão e logo Drew começou a pedalar.

A bicicleta ia bem devagar e Justin tremia o guidão toda hora, tanto por estar bêbado quanto pela quantidade de pessoas. Gargalhei quando olhei pra trás e vi aquele entulho de gente. Os carros passavam por nós e buzinavam, até que o inesperado aconteceu. Uma enorme pedra estava a nossa frente, Justin não conseguiu enxergar e a bicicleta virou. Todos nós caímos no chão. Meus joelhos e cotovelos estavam todos ralados, o silêncio reinou no local, mas logo foi substituído por gargalhadas. A bicicleta estava jogada no meio da pista e eu caminhei até ela, levantando-a.

– Falta muito pra chegarmos no apartamento de vocês? – Perguntei.

– Não, é logo ali. – Christian apontou em direção a um prédio espelhado. Muito bonito por sinal.

– Vamos a pé, então. – Justin disse, rindo.

– Eu não subo nessa bicicleta assassina nunca mais. – Alexia disse e eu neguei com a cabeça, dando risada.

[...]

Chegamos ao apartamento e subimos em silêncio. Deixei minha bicicleta na garagem, antes de entramos. Lewis abriu a porta e fez sinal de silêncio. Acendeu a luz e um ambiente limpo e cheiroso se mostrou e Alexia chacoalhou a cabeça.

– A casa de vocês é limpa mesmo ou é efeito da bebida? – Lexi perguntou e Christian deu um tapa em sua cabeça.

– Nós somos homens, não porcos. – Justin revirou os olhos.

– Tô com sono. – Reclamei.

– Ótimo, vamos dormir. – Justin disse.

– Como vamos fazer? Ryan tá no quarto, se entrarmos e o acordarmos, nós nos fodemos. – Lewis bufou.

– Os colchões infláveis estão no quarto de visitas, a gente pode colocar eles aqui na sala e pronto. – Chris disse.

– Pode ser. Vão lá pegar. – Eu disse e sorri levemente, me jogando no sofá.

– Nem pensar, meu amor. Pode ir tomar banho, não quero ninguém fedido e sujo no meu colchão, vamos, vocês duas, banho, já. – Lewis disse, me puxando do sofá.

– Ai garoto, como você é bruto. – Reclamei.

– Eu já uma levo roupa pra vocês, vão pro banho. – Justin concordou com Lewis, e apontou para uma porta branca no fim do corredor.

Alexia me puxou pela mão e caminhou até o banheiro. Tiramos nossas roupas e ligamos o chuveiro. Havia uma pilha de toalhas em um armário transparente próximo ao box, então não teríamos problemas.

[...]

Estávamos enroladas na toalha, esperando Christian trazer uma roupa pra nós duas. Logo a porta abriu e duas blusas foram arremessadas pra dentro do banheiro.

– E a minha vagina vai ficar de fora, garoto? Me traz uma cueca, seu imbecil! – Alexia gritou e eu dei um tapa em seu braço.

– Cala a boca, porra. O Ryan está dormindo! – Reclamei.

A porta abriu de novo e duas cuecas foram jogadas.

Peguei uma roxa com desenho de patinhos e gargalhei. O efeito da bebida já havia passado um pouco e minha cabeça já começava a doer. Peguei uma das blusas e vesti. Alexia fez o mesmo e nós saímos do banheiro.

Com o cabelo já penteado e de pijama, me joguei nos colchões que estavam estendidos na sala. Fechei os olhos e duas pessoas se deitarem ao meu lado. Uma de cada lado. De um lado Alexia, do outro Justin. Abri os olhos e vi Justin deitado de olhos fechados. Sorri com a cena, ele ficava um amor dormindo.

Definitivamente, essa tinha sido uma festa e tanto.


Notas Finais


Oi gente! Queria, novamente pedir desculpa a todas vocês pela demora e pelo capítulo meia-boca. Espero, do fundo do meu coração que tenham gostado <3

Se quiserem falar comigo:

tt: @bizzlse
wpp: (047) 89 12-27 98
ask: @hotcalls

Amo vocês e até logo <3


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