História Hot Imagine BTS - Capítulo 39


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Rap Monster, Suga, V
Visualizações 131
Palavras 2.258
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Bishoujo, Bishounen, Comédia, Ecchi, Harem, Hentai, Luta, Romance e Novela, Saga, Yuri

Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Leiam as notas finas

Boa leitura

Capítulo 39 - Seven Colors Of Suga- Nineth - I Can Love U No more


 

Olhei para o lado, Jimin corria igualmente desesperado, o que me tirava ainda mais dos eixos. Eu queria gritar, espernear, morrer. Algo como culpa, emergia das profundezas do meu ser, apertei os olhos tentando acordar daquele pesadelo, mas não foi possível. Uma mensagem. Um sequestro. Eu vou estraçalhar aquele filho da mãe, babaca! Nem mesmo tenho palavrões para lhe nomear.

 

Ele não tinha enviado um endereço, nem qualquer pista que pudesse nos levar até o paradeiro de ______, mas ele sabia que conseguiríamos, mesmo aqui, num mundo regido por forças um tanto alheias, as quais estamos acostumados, o instinto nunca falha. Corremos enlouquecidos por todas aquelas vielas malditas, o som de nossa respiração ofegante era a única trilha sonora para nossos pensamentos destrutivos, sim, destrutivos, cada um a seu modo. 

 

Lord era um grande conhecido das profundezas, ainda mais, a organização de onde é líder. Mas nem mesmo isto lhe deu a moral que um dia pensou ter,  este ser escroto, nem mesmo era para existir. Ele não passa de uma experiência maldita, algo inconcebivel até mesmo aos grandes do submundo. Em uma noite de solsticio, ele foi criado como uma junção de quase todos os seres que caminham entre o céu e o inferno, todavia foi considerado uma aberração, ao invés de uma grande criatura. Um grande verme que não é nada, se não egocentrico que lidera os Flowers, nome totalmente brega.

 

E estes, por sua vez, são uma organização pedra no sapato de todos do outro lado, quando digo outro lado, quero dizer: Todos os seres que vivem do outro lado do tecido da realidade. Um povo babaca que pensa que os humanos devem viver separados de nós, ou seja, eles nos caçam e o mais irônico é que seu líder é um hibrido, ridiculo ou quer mais: Ainda tem mais, eles vieram nessa dimensão alternativa para caçar a mim e o angélico ao meu lado, pelo simples fato de termos invadido essa dimensão para tirar a _____ daqui.

 

Quebra de tempo

Eu poderia explicar isso melhor, mas a autora tem poucos parafusos e vai guardar isso até o último segundo.

Autora- Suga, meu querido, para de dar spoiler... Essa pessoa, misericórdia.

Suga- Vou ajeitar meus óculos, enquanto você fala

Autora- Só continua narrando a estória!

Suga- Não mesmo, está pensando que pode mandar no gênio aqui:

Autora- Mudou de personalidade, de novo? Só espero que não seja o purple

Suga- Você devia saber isso, mulher, claro que não mudei. Ainda sou o Red. Eu que não quero mais falar com contigo, melhor eu voltar a narrar a estória.

Autora- Mas.. Foi o que acabei de falar.

Suga- Licença que tenho um filha da puta pra matar..

Autora-Ele é bem filha da puta... Sinceramente... A questão é se ele não tem pais, de onde veio toda a maldade dele?

Suga- Cala a boca, você já sabe a resposta... Aigoo, realmente, você não presta.

Autora- Eu tento, né?

 

(...)

 

Nos fitamos por míseros momentos, e assentimos sem dizer nenhuma palavra. O sentimento desconhecido, para ambos, flutuava como uma aura negra em torno de nossos corpos. Dei o primeiro passo em direção ao portão de ferro do galpão, em meio a mata fechada. Ele puxou meu ombro e sussurrou: Você não pode matá-lo, não aqui, se o matar... _____ pode nunca acordar. Eu não queria que ela acordasse, não queria deixá-la ir. Eu sou egoísta, minha natureza não nega isso, mas eu, pela primeira vez penso que  realmente não posso ficar longe dela. Sacudi a cabeça, tentando afastar tais pensamentos. Baguncei meus cabelos em ansiedade, e vi Park fazer o mesmo.

 

Entramos cautelosos no recinto, e o odor adocicado nos sacudiu os pulmões, a morte flutuava por ali tão inevitável e poderosa quanto o viver.  Olhei para os lados, sim, as coisas eram relativamente claras, mesmo no escuro e do meu problema de vista nessa caralha de dimensão. Estava tudo muito calmo, ouvia-se apenas as batidas de nossos próprios corações a ecoar em nossas mentes. Um barulho incrivelmente forte soou por toda aquelas trevas, girei os calcanhares afim de puxar o rapaz para mais perto, e então, me dei conta de que estava sozinho. Meu pulso acelerou. Olhava para os lados insistentemente, mas não havia nada além de negritude em torno de mim.

 

Respirei fundo, não era o escuro que temia, era a tensão dos próximos acontecimentos que assolava minha mente. Minha prioridade é minha estrela, fechei os olhos e me concentrei, posso não ver, mas posso sentir cada aura localizada nesse espaço se me concentrar. Minha mente funcionou como um sonar, pude ver contornos esverdeados de objetos a me circundar, e para minha surpresa, havia muitos outros cômodos pelo espaço, pois não pude perceber o que havia além das paredes. Localizei a passagem para o próximo cômodo e me aproximei dela, o cheiro da dor se intensificou e sacudiu meus ossos, toquei as paredes e o medo, mais uma vez, escalou minhas defesas e me acertou em cheio.

 

Visualizei um corpo mutilado, estilhaçado ao chão como um monte de vidro, outrora lípido, agora carmesim como o deitar do sol, ao fim da tarde. O corpo destruido me fez arquejar, cai sobre os joelhos a sentir meu peito querer se rasgar, aproximei-me me arrastando e levantei seu rosto, já rijo pelo tempo que a morte tinha vindo levá-la. Seus olhos vazios, permaneciam congelados, vidrados. Não era ela. Um lágrima aliviada e atordoada migrou meu rosto. Espalmei a mão sobre os ferimentos secos em seu rosto, fechei seus olhos cuidadosamente, desejando que ela descansasse em paz, se isso fosse possível. 

 

Nem aqui a morte me liberta

Nem aqui, ela me deixa em paz

Nem ter me tornado próximo do ceifador adiantou algo, pois no fim, a escolha é mínima. A diferença entre vida e morte são apenas milésimos de segundos, minúsculos fragmentos temporais podem fazer toda a diferença.

 

Levantei com as pernas bambas, eu já havia visto a morte infinitas vezes, tantas que sequer posso contar. O mundo passa, mas o homem, este nunca muda mata e odeia, e nem percebe que acaba consigo mesmo quando o faz. Sentia o suor brotar através de minha pele, limpei-o com uma das mãos e senti o cheiro férreo. Um sangue que não é meu. Um barulho pesado surtiu na direção oposta, corri, disparei, mesmo sabendo que era um armadilha, ser meticuloso nunca ajudou em nada, não ajudaria, não agora. O ódio corria em minhas veias tão veloz quanto a luz, impiedosa e amoral.

 

Quando me dei conta, já estava rodeado por centenas de soldados prontos para obedecer ordens, organizados em formação militar. Inquietei-me loucamente quando pousei meus olhos sobre ela, seu corpo estava preso por cordas grossas e um pedaço silenciava seus gritos desesperados, Ela chorava, os olhos tão expressivos inundavam-se desesperados, mudos em seus gritos contínuos. Ao seu lado, trazido por outro guarda, estava Park com seu rosto angelical alvejado por manchas arroxeadas e sangue a ferver sobre sua pele surrada, ele me olhou e sorriu, afetado.

 

Simplesmente, me lancei sobre os inúmeras pessoas mascarados de modo horrendo, eles me contiveram em segundos.  Não posso. Não aqui, não... Por você, nunca poderei me perdoar se algo acontecer a você, _______. 

 

Ora.. ora, se não é o pálido mais famoso do submundo...- A criatura monstruosa emergiu das sombras iluminadas. Com algo que se parecia um sorriso estampado pela cara em eterna deterioração.

 

- Lord, é um prazer em revê-lo. Da última vez que nos vimos, você era apenas uma criança, e a propósito,  era bem melhor do que é hoje, definitivamente, e em todos os sentidos.

 

- Não tinha ideia de que você se lembrasse disso- Falou ele sem qualquer emoção. Mirei seus olhos arregalados e me lembrei da inocência que um dia enfeitou seu rosto. Ele era uma pequena criança quando se conheceram, Lord não se chamava assim, ele era apenas Tony, uma criança bondosa e que já possuia uma aparência incomum, até mesmo, assustadora. Sua pele já descolava frequentemente, seus fios, ainda loiros, não se achavam em nenhuma forma concreta, eram ondas e retas. Baixinho e gorducho. As outras crianças zombavam dele e o chamavam de aberração, afinal, ele não tinha pais como todas as outras crianças. Uma experiencia que deu errado. E eu, disse a ele que se levantasse e esmagasse a todos os que odiavam e que, ele, tinha passado a odiar.

 

Acho que isso não devia ter sido dito a uma criança.

 

- Me lembro muito bem daquele momento- Falei com um pequeno sorriso. Dando alguns passos para as laterais, os guardas entraram em alerta e levantaram suas lanças metálicas.

 

-Não ousem interferir, destes, eu mesmo prefiro cuidar!- Assentiu um dos homens que parecia ser o general, a quem Tony acenou de volta. Os guardas atiraram os meus ao chão e sairam, tentei me aproximar, mas o algoz levantou o cajado em ameaça aos dois. Recuei. -Se se aproximar, Hyung... Não hesitarei em matar esses dois, já que você me fez assim... Merece um desejo em troca.

 

- Desejo... Que tipo de desejo?


-Salve a ______, não pense... Apenas a leve- Berrou o moreno tentando se levantar, aguentando o peso dos ferimentos proporcionados pelo espancamento que ganhara.


-Calado!- Ordenou o monstrengo atingindo-lhe na boca do estômago. A garota urrou em seu silêncio desesperado, ainda sem conseguir levantar, pois todos seus membros estavam atados e o desespero só atrapalhava.

 

- Hyung deve escolher quem morre e quem vive, e sim, o amaldiçoado deve morrer na sua frente- Piscou ele com os olhos de cobra.

 

-Não posso escolher- Olhou os dois, ali, caídos, se debatendo em busca da salvação. 

 

POV MIN YOONGI OFF
 

POV 3 ON

 

O pálido girou seu corpo rapidamente, enquanto o ferido do outro lado, rebetou as cordas que o prendiam e se levantou em seu auxilio. Eles apenas esperavam o momento certo para atacar. Min chutou o cajado para longe, e lançou-o em direção a Park que o recebeu com o punho fechado, uma luta louca se iniciou, inúmeras investidas de ambos os lados. Min deu a volta, se desviando cuidadosamente do confronto incessante e se ajoelhou ao lado da garota a chorar loucamente. Ele ergueu-a sobre seu colo e a abraçou cuidadoso, acolhendo suas lágrimas a despencarem como uma tempestade durante o inverno.

 

- Pensei que nunca viriam- Resmungou ela entre as fungadas. O pálido apertava os as orbes e engolia o choro latente que subia sua garganta. Acariciou seus cabelos grudentos e assentiu, guardando sua gratidão bem no fundo de seu peito pecaminoso.

 

- Eu jurava que você estava morta... Eu, fico feliz que esteja aqui.

 

- Deem um tempo e sumam daqui, caralho, vocês tão achando que o Tony ainda tem cinco anos de idade; Pois então, não, e ele é do mal e quer nos matar. Sumam daqui, agora - Alertou Jimin enquanto lutava corpo-a-corpo com o inimigo. Ele passou centenas de anos em treinamento, e ainda sim estava tendo dificuldade de vencer o hibrido.

 

- Perdão!- Exclamou o claro, choroso. Ele desamarrou as cordas que a prendiam e observou cuidadosamente as marcas vermelhas que estavam tatuadas em sua pele. - Ele te machucou?

 

- Não exatamente... Ele disse algo sobre não poder me machucar, se não a dimensão pode sumir- Ela sorriu com o rosto marcado- Vão me explicar o que ele quis dizer, digo, quando tudo isso acabar!

 

-Claro...- Gargalhou pegando-a em se preparando para pegá-la em seu abraço.

 

-Cuidado!!- ____ gritou antes que o vermelho pudesse se defender, ele foi atingido na nuca e caiu para o lado desacordado.

 

A menina estava livre de tudo que a  prendia e logo desviou dos ataques subsequentes, acertando um chute certeiro na canela do agressor que nem ao menos reagiu com seu golpe, ela voltou a correr e girou o corpo, desviando da investida de JImin que vinha com todo o gás para cima do diabo atrás de si. Park tinha pego o cajado de Lord, e atingira seu peito de modo certeiro, transformando-o em um monte de poeira podre a se levar pelo fogo negro. Ele urrou e se debateu loucamente. Seu cajado levava a chama universal, capaz de destruir a essência de toda a vida existente, a alma.

 

Park caiu sobre os joelhos, completamente exausto, ______ correu até ele e o abraçou rapidamente e depois foi em direção ao pálido que ainda estava desacordado. Ela se ajoelhou ao seu lado, viu sua face pálida com a pouca iluminação que atingia aquele local pouco receptivo. Tocou-lhe a face manchada de sangue e contatou a presença de uma respiração ritmada e leviana. Estava vivo, então, assim, ela poderia viver.

 

 

 

 

(...)

Alguns dias depois

 

Ela levantou de sua cama, tão conhecida, da casa de seus pais, tinham voltado a pouco, os três mosqueteiros. ______ olhou em volta e sorriu grata por estarem vivos e unidos. Foi até o quarto da mãe, onde Park tinha dormido nos últimos dias e vislumbrou a face rósea e quase totalmente cicatrizada do amigo tão querido. Fechou a porta e foi até a sala, local onde o garoto arco-íris descansava, inquietantemente silencioso e receoso desde o acontecido.  Algo estava errado, ele não estava lá, olhou em volta em busca de seus poucos pertences. Nada. Não havia nenhum rastro, a não ser um pequeno bilhete sobre a mesa da cozinha.

 

" Já não posso ficar, me desculpe. Por favor, não me procure mais.

Nunca mais!!!

 

Não posso.

Não posso te amar, não mais

abraços, Min Yoongi"

 

 

 

Ele... Ele... Você não pode ir assim, sem mais nem menos...

 

Eu gosto de você.... Acho que também te amo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


Notas Finais


Desculpe pelo tamanho dos parágrafos, estou digitando pelo computador, então não tenho a mínima ideia de como vai ficar na visualização do celular.

Finalmente achei a vibe que queria, espero que gostem.... As coisas estão quase ficando mais claras, digo, menos confusas. Tô ansiosa para um caralho, só para constar.

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