História Hot Talk ||JiKook|| - Capítulo 14


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Jikook, Namjin, Taeyoonseok, Vhope, Yaoi
Visualizações 143
Palavras 2.768
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Hentai, Lemon, Romance e Novela, Yaoi
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


EU FINALMENTE VOLTEI
eu queria pedir desculpas que eu falei que voltaria quando agente chegasse os 300 favoritos, e nós passamos disso, mas gente, eu realmente estou muito ocupada e ainda não fiz uma rotina pra mim, já que eu faço muitos cursos e tenho quase todo os dias cheios, mas vou dar um jeito

AAAAA PASSAMOS DOS 300 FAVORITOOOOSS OBRIGADA

leiam as notas finais, vai ser importante

bom, agora fiquem com o cap e desculpa qualquer erro sz

»Hoje tem Jão«

Capítulo 14 - Capítulo XIII


Fanfic / Fanfiction Hot Talk ||JiKook|| - Capítulo 14 - Capítulo XIII

Depois de aquele dia no trabalho de Park o mesmo havia se afastado um pouco de mim e eu toda noite me revirava na cama me perguntando o porquê, mas nunca me vinha nada em mente. Será que ele estava com outra? O pior de tudo isso é que eu não posso afirmar “Não, Jimin não faria isso”, pois ele já fez isso anteriormente e, mesmo ele tendo mudado, vai saber se ele faria de novo. 

 TaeTae: Como assim Kook, ele tipo.. ta se afastando como?

Kook: Simples Tae, Ele não toca mais em mim e o máximo que fala comigo é “bom dia” e “boa noite”. Teve um dia que até na sala dormiu 

 TaeTae: Ué gente... não parece nada com o fdp 

 TaeTae: Jimin***** 

 TaeTae: Eu juro que foi o corretor

 [TaeTae enviou uma imagem] 

 TaeTae: Ta ai a prova

 Kook: Meu deus Taehyung 

Kook: Mas ta, o que eu faço? 

 TaeTae: Senta lá Claudia e espera 

 Parei de responder o Tae depois disso e deixei meu celular carregando na cômoda enquanto fui ao meu closet arrumar meu uniforme, já que amanhã voltaria pra escola.

 Será que era por isso? Era por eu ter voltado pra escola? Aaaaa essa dúvida estava me matando. Não pensei em mais nada quando a porta foi aberta nesse escurecer. Jimin havia chegado. Eu não pensei em nada, apenas desci para a sala e corri para abraçar meu homem. Ele não retribuiu, apenas sorriu meio sem graça coçando a nuca, se afastando as poucos.

 – Desculpa Jeon, mas amanhã você não vai para a escola, temos muitas coisas pra fazer essa noite, então... vá se arrumar. Não deu tempo nem de eu responder que ele subiu para o quarto e me deixando totalmente sozinho. 

Mesmo sem ele me ver, concordei com a cabeça e suspirei pesado, afinal eu estava muito magoado, então apenas subi para o quarto e passei direto por ele, indo para o banheiro e tomando um banho demorado, deixando algumas lagrimas escorrerem pelo meu rosto. Assim que sai, vesti uma calça jeans preta e uma camisa social branca com os três primeiros botões abertos e um vans vermelho, sentando na cama e observando o mais velho sair do banho apenas de toalha, indo para o closet. Acabei por suspirar novamente, fechar os olhos e deitar e, somente sair desse transe, até o Jimin me chamar. 

 Fomos direto para o carro, porém ele foi a minha frente, já que eu ia lentamente atrás dele por uma mescla de desânimo e tristeza. Ele me esperava no carro para assim entrarmos juntos. Ele estava calado e aparentemente apreensivo, já que nem ter ligado o carro tinha e olhava fixamente para frente enquanto apertava o volante.

 – Jeon me perdoa. – Quebrou o silêncio de maneira seca, soltando um suspiro e só depois disso, olhou para mim. 

 – P-pelo que? – Perguntei com a voz embargada com medo da resposta. Ele não me respondeu, apenas engoliu seco e mordeu o lábio inferior se demonstrando mais apreensivo. – Jimin por acaso você me traiu? – Ele arregalou os olhos e me olhou assustado negando com a cabeça desesperado. 

 – Claro que não Kook! – Falou sem graça e riu fraco, coçando a nuca. 

 – Então por quê está se afastando de mim? Por que não me toca mais? Por que está pedindo desculpas? – Acabei disparando de uma vez enquanto gesticulava com a mão e, assim  que acabei de falar, soltei um suspiro pesado e fechei os olhos ao sentir suas mãos acariciando meus cabelos.

 – Eu me afastei por estar fazendo tudo o que eu vou te mostrar hoje e estou pedindo desculpas exatamente por isso, não era necessário eu me afastar para fazer tudo isso. Eu sou um idiota. 

 – É, você é um idiota, meu idiota. – Sorri fofo e seguro em sua nuca e, após segundos nos observando, começamos um beijo apaixonado como não tínhamos a um tempo, que apenas foi separado por falta de ar. 

 – Está preparado para essa maravilhosa noite? – Sorriu ladino pegando minha mão e entrelaçando nossos dedos.

 – Com certeza. – Demos um selinho demorado e partimos pelas ruas de Seul.

 Estava tão ansioso que não conseguia ficar parado, eu estava muito inquieto. enquanto minha cabeça estava encostada no vidro e eu olhava os detalhes da bela cidade onde eu moro e por onde estávamos passando com o carro, estava a todo momento balançando a perna ou estalando os dedos, até mesmo roendo a unha. 

Medo? Angústia? Insegurança?

 Toda essa sensação passou quando chegamos em um restaurante, um dos mais caros e famosos de Seul, por ter a melhor carne que eu já havia comido em minha vida – sendo que eu só comi uma vez nesse restaurante.

 Comer carne (de boi) na Coreia é considerado um “luxo”, já que comparado a carne de porco e as carnes brancas é bem mais cara, principalmente se for carne de primeira, igual a desse restaurante. Jimin saiu do carro e abriu a porta pra mim e eu, boquiaberto, sai do carro segurando em sua mão, logo após dando um sorriso largo por ele ter lembrado que há umas semanas eu havia comentado que queria vir aqui, mas como ele estava afastado, pensei que havia ignorado totalmente, mas pelo jeito não, Jimin como sempre me surpreendendo.

Entramos de mãos dadas, ignorando todos os olhares que estavam em nós –  alguns de admiração, outros de nojo –, apenas curtindo um ao outro, como se só existisse nós nesse mundo. 

 Assim que entramos, a recepcionista nos guiou a uma mesa que Park havia reservado na área vip do restaurante, onde as mesas eram em salas privadas e o atendimento era mais rápido que a área comum. 

Eu comi um filé mignon e o ruivo comeu um contra filé acompanhado de um delicioso vinho e, após comermos a sobremesa, Jimin pagou a conta e saímos do local, voltando ao carro. 

 Eu estava ansioso por Jimin falar que estava apenas começando essa noite maravilhosa. 

 O caminho não tão demorado foi em silêncio, Jimin parecia inseguro, não entendi o porque disso agora, mas deixei isso em off, apenas observando o caminho que percorremos. 

 – Me promete uma coisa? – Sua voz soou pelo carro, quebrando o silêncio que estava presente. Apenas confirmei com a cabeça. – Não faça perguntas. – Falou curto e eu apenas assenti, dando de ombros. 

Saimos do carro juntos, parando em frente a um grande edifício abandonado, cujo nem terminado de construir havia sido. 

Quando eu ia fazer uma pergunta, lembrei do que Jimin havia pedido, então mantive-me calado, apenas o seguindo, adentrando aquela construção. 

 Subimos muitas escadas até chegar no último andar. O espaço era amplo é apenas metade havia teto. Não tinha quase nada dentro do lugar, apenas um sofá é uma caixa que aparentava ter alguns salgadinhos. Com isso eu lembrei que na noite que eu conheci ele, eu comia salgadinhos. 

 Ele pegou fortemente em minha mão e nos sentamos juntos na beira de o que era pra ser uma varanda, onde se dava pra ver toda a cidade iluminada de Seul. 

 – Sabe porque estamos aqui? – Neguei com a cabeça. – Eu já te contei sobre meu passado Kookie? 

 – Não Minnie, apenas citou uma coisa ou outra, nada demais. 

 – Bom, então ouça tudo com atenção. – Assenti me sentando se “perninha de índio", focando-me nele. – Eu sempre me senti anormal, na escolinha os meninos davam uma flor que pegavam no jardim pras garotas, confessavam seu “amor” pra elas e depois tinham aqueles namorinhos que é baseado em apenas falar que namoram e olhe lá, mas… eu nunca tive vontade disso, na verdade eu tinha, mas não com garotas… – Ele fez uma pausa e prosseguiu. – Na minha visão, garotas eram extremamente sem graça, já os garotos… chamavam bastante a minha atenção. Minha família, mais especificamente meu pai, é muito religioso e sempre me forçava a ir pra igreja, onde eu ouvia que o homem deverá amar apenas a mulher, o que me deixava extremamente confuso, então eu tentava ignorar qualquer tipo de atração por alguém do mesmo sexo, afinal é pecado e eu iria para o inferno! E conforme fui crescendo, fui me forçando a gostar de garotas, até eu iniciar em uma escola nova, eu estava na quinta série, tinha bastante amigos, garotas me davam alguns presentinhos, mas… quem me chamava atenção era um garoto um tanto estranho, mesmo com sua idade consideravelmente baixa, ele se isolava de todos apenas para ler seu livro, era tão lindo, pálido, cabelos castanhos e lábios rosados, era alto e seu sorriso era de coelhinho… – Mas espera aí.. – Ele era da quarta série, uma série abaixo. Eu via todos o zoando e sempre que podia o defendia, sempre tentando evitar ir falar com ele pelo que foi me ensinado na igreja, eu não queria pecar. Depois de conversar com muitas pessoas, descobri que o nome dele era Jeon JungKook. – Eu fiquei paralisado. Eu sabia que o conhecia de algum lugar! – E, quando contei a minha mãe que estava gostando de um garoto na escola, ela riu extrema debochada e chamou ao meu pai, o contando sobre meu segredo e, ele realmente bravo, me deu uma surra que fiquei dolorido por alguns dias e, quando finalmente poderia voltar para a escola, eu recebi a notícia que mudaria de escola porque não poderia continuar lá, senão iria virar uma bichinha. Eu corri para meu quarto e me tranquei, chorando como nunca antes. Eu havia perdido meu primeiro amor. 

 – Jimin… 

 – Deixa eu continuar. – Suspirei e assenti, voltando a prestar atenção. – Eu nunca mais fui o mesmo, era cabisbaixo e sempre chorava pelos cantos, não tinha mais amigos, apenas sabia chorar e chorar, e eu havia prometido, eu iria encontrar meu amor novamente. Um dia qualquer eu estava no shopping, naquele Starbucks que fui com você aquela vez, estava sentado em uma das mesas enquanto tomava meu café, como sempre chorando e veio um grupo de cinco garotos animados rindo, porém quando me viram chorando, pararam ao mesmo instante e se sentaram comigo, perguntando se estava tudo bem, e eu confirmei, mesmo não estando, e começamos a conversar. Seus nomes era SeokJin, NamJoon, Yoongi, Hoseok e Taehyung. – Espera… Jimin conhecia o Taehyung? Porque o Taehyung nunca me contou? – Esse Taehyung havia me chamado muita atenção e depois de um tempo, estávamos próximos, muito próximos, até que começamos a namorar. Éramos o casal perfeito, mesmo eu estando com ele só para esquecer aquele Jeon JungKook, e tudo ia melhorando, até que meu pai descobriu. Ele havia ameaçado que, se eu não terminasse com o Taehyung, ele iria tomar providências. Eu conheço muito bem meu pai, ele poderia até frequentar a igreja, mas era um monstro. Por medo e por pena de, depois refletir que eu estava o usando, terminei com ele dando a desculpa que eu havia o traído. Ele ficou enfurecido e colocou todos contra mim e novamente eu estava sozinho. Desde então meus pais me forçaram a ficar com garotas, como até eu perdi minha virgindade forçadamente aos 15 anos de idade. Um dia qualquer eu estava andando pela rua e reencontrei os meninos, menos Taehyung, eles não ficaram nada felizes em me ver, mas eu aproveitei a oportunidade para esclarecer tudo e pedir para que guardassem segredo de tudo isso e assim foi feito. Voltamos à nos falar e eles me contaram de você e, assim que eu vi sua foto, meu coração acelerou e eu nunca me senti tão feliz e, desde aquela foto, eu planejei tudo para que um dia, te pedisse em namoro aqui mesmo, nesse prédio abandonado, que era onde eu vinha pra perder a vontade de desistir de tudo. – Meu Deus..  – Eu estava incrédulo e com uma mão na boca. – Mas se você sempre me amou, porque fazia aquilo? O famoso “não temos nada”. – Após conversar com os hyungs, eles acharam melhor, já que o Taehyung tem essa visão de mim, seria estranho eu ser totalmente diferente com você. 

 – Você me fez sofrer Jimin. – Falei já com os olhos brilhando pelas lágrimas ácidas que teimavam em descer por meu rosto. – Você me fez sofrer muito. 

 – Me perdoa, sério.. aish, eu realmente sou um monstro…

 – Não fale assim! Você me fez sofrer, mas… obrigado. Mesmo depois de tantos anos você não desistiu de mim e não deixou que eu perdesse o amor da minha vida.

 Seus olhos estavam arregalados e, ele me abraçou forte e depois de um longo tempo me soltou, se levantando e indo até uma espécie de cômoda que havia lá, pegando uma caixinha de dentro da mesma e voltando até mim, se ajoelhando a minha frente. 

 – Mesmo assim me perdoa Kookia, e… quer compensar todo esse tempo que ficamos separados, ficando comigo, sendo o meu naorado?

 Meus olhos se encheram de lágrimas e não conseguia as segurar, então elas rolaram enquanto eu confirmava com a cabeça e pulava no colo do mesmo.

 – Sim, sim, sim, claro que sim! – Ambos sorrimos e ele colocou o anel em meu dedo, assim como eu fiz nele. 

 – Sabe, esse anel eu comprei quando tinha 10 anos com o dinheiro que eu roubei do cofre do meu pai. – Nós dois rimos e eu neguei com a cabeça.

 – Falando no seu pai… ele não irá nos atrapalhar? 

 – Ele está morto Kook. Morreu na cadeia por arrumar briga com um gay que era quem mandava na cadeia onde estava. – Falou calmo pegando na minha mão. 

 Ele me levou até aquele velho sofá e se sentou lá e eu, que não sou bobo, montei em seu colo, recebendo um sorriso safado de aprovação.  Começamos um beijo quente e desejado, como não tínhamos a semana, com direito a mão boba e a apertos/tapas na minha bunda, que apenas foi separado por falta de ar. 

 Ele me tirou de cima dele e se ajoelhou entre minhas pernas, massageando meu membro por cima da calça me olhando safado. 

– Hoje o foco é te dar prazer. 

Rapidamente ele desabotoou minha calça e desceu a mesma junto da cueca, envolvendo meu membro com suas mãos massageando o mesmo de maneira lenta e torturante, recebendo gemidos e arfares manhosos em troca. Senti sua boca quentinha e macia sugar a cabeça do meu pau de uma maneira que fez um estalo ecoar, fazendo meu corpo inteiro estremecer e, só depois disso, finalmente colocou meu membro em sua boca, o chupando e sugando com vontade e indo fundo, nem ao menos se engasgando, o que me fez pensar “meu pau é pequeno pra ele não se engasgar?”.

 Ignorei o pensamento e me concentrei no prazer que ele me dava, os espasmos que passavam por meu corpo, que estava quente e necessitado por Park Jimin e, após ele “brincar” um pouco com minhas bolas, acabei me desfazendo na boca do mesmo, que engoliu tudo enquanto eu tirava sua camisa. 

Eu precisava de mais, eu precisava dele. 

 Sem demorar, já estávamos totalmente despidos e paramos para observar um ao outro, mas logo voltamos a nos beijar loucamente. Deitamos na cama e ele estava por cima de mim, segurando minha cintura com força de maneira possessiva enquanto maltratava meu pescoço com mordidas, chupões e com sua língua deslizando.

 Sentia seu membro pincelando minha entrada, que se contraia, e por isso recebi um tapa na coxa.

 Jimin estava incontrolável. Estava delicioso. 

 Sem mais nem menos, senti sua grande extensão senti penetrada em minha entrada que continuava apertada. Ele estocava com força e fundo, sendo que havíamos acabado de começar, segurando minha coxa com força abrindo minhas pernas para que pudesse ir mais fundo ainda. E assim fez. 

 Suas estocadas estavam tão perfeitas que acertavam meu ponto várias vezes, arrancando gemidos altos e manhosos de minha parte, sendo presenteado por gemidos da parte dele também. Agora, enquanto me estocava daquela maneira bruta que eu gosto, sua língua fazia magia em meus mamilos, que estavam duros já. Me arrepiava sentir aquela língua quente e macia deslizando por minha pele, seja lá em que parte do corpo for, e aqueles dentes mordiscando o biquinho do meu peito. Senhor! 

 Suas mãos se enlaçaram em meu membro novamente, o masturbando com rapidez, me causando espasmos e um delírio de prazer como nunca, meu corpo inteiro fraquejava e, não demorou muito para eu atingir meu ápice e gozar como nunca e, após mais algumas estocadas, ele chegou também, me fazendo sentir seu líquido quente me invadir. 

 Seus dedos indicador e do meio passaram pelo líquido que eu havia ejaculado em minha barriga, levando até sua boca e soltando um murmúrio de satisfação. 

 Após isso deitamos abraçadinhos e ficamos lá assim, trocando carícias sem se importar com aquele suor que ainda estava em nosso corpo, apenas queríamos curtir um ao outro. 

 Eu tenho melhor namorado do mundo.


Notas Finais


AAAA QUE SAUDADE QUE EU ESTAVA

Então gente, eu quero que vocês dêem sua opinião: Vai ter MPreg na fanfic? Mesmo que seja lá pro final

E agora que eu voltei, não deixem de comentar, compartilhar e favoritar ♥


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