História House of Demons - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Palavras 2.228
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Fantasia, Festa, Magia, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


É a primeira vez que escrevo algo assim. Peguem leve por favor. Espero que gostem e aproveitem.


Shawn Montgomery - Shawn Mendes
Victoria Collins - Chlöe Grace Moretz
Dylan Collins - Dylan O'Brien

~carolina_Mendes vc já havia comentado, sorry por ter apagado o capítulo, tava acrescentando umas coisas ♥

LEIAM AS NOTAS FINAIS POR FAVOR. É IMPORTANTE.

Capítulo 1 - Chapter One


Fanfic / Fanfiction House of Demons - Capítulo 1 - Chapter One

P.O.V. Shawn Mendes

Londres, 00:15 AM

Eu já estava completamente atordoado com as coisas que vinha sonhando ultimamente. Era sonho, mas ao mesmo tempo tão real. Meu pai vivia me falando que eu tinha algo, e que quando eu soubesse o que era esse algo, eu deveria fazer o certo. Eu contava pra ele sobre estes meus sonhos, que mais pareciam avisos, e ele sempre dizia a mesma coisa.

Flashback On

- É como se alguém estivesse tentando se comunicar comigo, pai. - Eu explicava enquanto cortava alguns legumes, estávamos fazendo o almoço. Sempre fora assim, apenas eu e meu pai. Minha mãe morreu em meu parto.

- Quando você sentir que está preparado, vá atrás. Busque suas respostas, você tem algo e em breve saberá. - Ele dizia enquanto pegava os legumes, que eu acabara de cortar, jogando-os dentro da panela, em seguida.

- Talvez seja besteira minha... - Comecei me sentando no balcão preto.

- Shawn, nunca pense que sonhos são besteiras. É neles que temos revelações, premonições, visões. Quando você quiser saber, vá atrás. - Ele disse.

Flashback Off 

Eu não sei porque meu pai me dava tanto apoio com relação à isso. Qualquer pai normal teria dito que era apenas sonho, nada demais. Mas não, meu pai sempre insinuou que eu deveria ir atrás, mas, ir atrás do quê exatamente? 

Foi então que eu comecei a anotar cada detalhe possível dos meus sonhos. Fico feliz em dizer que, a alguns dias atrás, eu consegui chegar à algum lugar. Meu pai estava doente, eu não queria deixá-lo, mas ainda sim, contei pra ele sobre minhas conclusões. Ele me surpreendeu mais uma vez.

Flashback On 

- Você está preparado Shawn. Siga seu coração, seu destino. - Ele estava deitado, totalmente pálido, em sua cama.

- Pai isso é tudo besteira, eu vou ficar aqui, vou cuidar de você. São apenas sonhos, nada demais. - Falei, sentando ao seu lado.

- Eu estive aqui pra te preparar, até que você conseguisse por si só. Você conseguiu, nada me prende aqui, nada te prende aqui. Vá e faça o certo. - Ele falava calmamente, e assim que terminou, seus olhos se fecharam.

- Pai, pai - Eu comecei a gritar. - acorda pai, acorda por favor. - Eu o balançava e lágrimas desciam pelo meu rosto.

Me levantei dali e encostei-me na parede. Comecei a passar minhas mãos por meus cabelos escuros. Eu estava sozinho agora, desci deslizando, pela parede.

- Consegui o quê? Fazer o certo? Que certo pai? - Ele me deixou sem respostas, mas eu iria atrás.

Flashback Off

Onde minhas conclusões me trouxeram? Londres. Que diabos estou fazendo em Londres. Era a pergunta que eu me fazia enquanto tomava meu café, dentro de uma lanchonete 24 hrs. Eu quero respostas, meu pai disse coisas estranhas antes de morrer. Agora quero saber o significado de tudo isto. 

- Oi - Fui tirado de meus pensamentos por alguém, que sentara em minha frente. 

- Oi - Respondi analisando a garota. Loira dos olhos claros. Muito bonita por sinal.

- Eu me chamo Victoria Collins, mas pode me chamar de Tori. - Seu sorriso era encantador e sua voz era doce.

- Shawn, Shawn Montgomery. - Estendi minha mão, e ela a segurou. Aproveitei para tirar algumas dúvidas. - Você é daqui mesmo? - Ela assentiu. - Conhece este lugar? - Perguntei desbloqueando meu iphone, que estava em cima da mesa, e lhe mostrando uma foto. Fiz muitas pesquisas, chegando a conclusão de que teria minhas respostas neste lugar.

- Claro que sim. É a Casa dos demônios. - Ela sorria ao responder. Fiz uma cara confusa e ela continuou. - Vou te contar uma história Shawn, mas antes... - Ela chamou a garçonete. - um café forte e sem açúcar, por favor, - A mulher assentiu e saiu dali. - onde parei? - Ela perguntou meio perdida.

- A história. - respondi ansioso. Ela sorriu e prosseguiu.

- Há muitos séculos atrás, uma bruxa, a mais forte da sua época, foi obrigada, pelo seu marido, a fazer um feitiço em seus cinco filhos. O pai queria que eles estivessem protegidos contra uma praga, ou melhor dizendo, demônio, que matará muitos naquele tempo... - Ela contava empolgada, e por mais que eu achasse tudo uma tremenda ficção, perguntei...

- Que demônios? - Ela agora estava mais seria.

- Lobos. Ester, a mãe, fez o feitiço. Os filhos agora não eram simples humanos, eles tinham força, rapidez, se curavam rapidamente e eram imortais. - Eu queria falar que aquilo tudo era uma tremenda babaquice, mas no fundo eu queria saber o porquê daquele lugar ser conhecido pelo o que era. - Então vinheram as consequências. Os filhos começaram a se alimentar de sangue humano, eles massacraram sua aldeia e quanto mais bebiam, mais sangue queriam... - Eu a interrompi, já entendendo a história.

- Vampiros. O sol não os queima e mata, sei lá? - Perguntei.

 - Incomoda. Só isso, eles são os primeiros, os originais. Não chega a matá-los queimados, mas vampiros normais sim. Enfim, lobos foram os primeiros demônios a surgirem e a partir daquele feitiço, os vampiros foram os segundos. Só que, o marido de Ester não contava com uma coisa. Uma traição de sua mulher, com um lobo. Uma traição que trouxera o segundo filho ao mundo. Numa noite, o mais velho dos filhos, juntamente com o pai e esse segundo filho saíram para caçar e, quando a lua já estava completamente à mostra e cheia, o segundo filho caiu no chão com dor. Seus ossos começaram a sair do lugar e o barulho que faziam, era como se estivessem se quebrando. Seus olhos ficaram em um amarelo meio esverdeado e suas presas agora se aumentavam. O filho era metade lobo e metade vampiro. - Ela parou para beber um pouco de seu café, que a garçonete havia trago, e então continuou. - O marido de Ester a obrigou, novamente, a fazer um feitiço, nesse, a parte lobo do filho seria aprisionado. - Ela voltou a beber seu café.

- E foi? - Perguntei.

- Sim. Mas Ester decidiu que era hora de corrigir seus erros. Ela deveria manter o equilíbrio na natureza e, obviamente, criar demônios não ajudava muito. - Ela riu. - Foi então que ela decidiu: mataria os filhos. Mas antes que pudesse, eles fugiram, e viveram assim por muito tempo, até que ela os encontrou. Ela, com a ajuda de quatro bruxas, prendeu seus filhos e outros demônios como eles neste lugar. - Ela apontou para a foto em meu celular, ainda desbloqueado.

- Por que ela não os matou logo? - Eu realmente estava interessado na história.

- Ela estava muito fraca. A natureza estava cobrando por seus erros. - Ela respondeu. 

- Quanto tempo, se isso fosse real, eles estariam presos? - Perguntei. 

- Sei lá. Eu escuto essa história desde pequena. Sabe, existe uma profecia sobre uma pessoa, bruxo ou bruxa, muito forte. Ele, ou ela, é o único que poderá terminar ou quebrar um feitiço, um feitiço lançado por sua mãe, com a ajuda de quatro bruxas, para prender seus irmãos e outros demônios como eles. Que demônios? Lobos, vampiros e um quase híbrido. Esse escolhido, ou escolhida, poderá ser a salvação ou a morte da humanidade. - Ela terminou e então deixou uma nota de cinco dólares em cima da mesa, em seguida se levantou.

- Espera, você já foi neste lugar? - Perguntei, antes da mesma sair.

- Não me diga que está pensando em fazer uma visita até lá? - Ela se inclinou em minha frente, apoiando as mãos na mesa. 

- Talvez, curiosidades sabe. - Respondi sem graça.

- Eu conheço uma pessoa que vai muito lá, se quiser, te apresento pra ele. - Ela disse, voltando a ficar reta.

- Pode ser. - Falei.

Ela já estava na porta da lanchonete, então olhou pra mim.

- Vai ficar aqui a noite toda? - A mesma perguntou.

Apenas ri. Coloquei mais uma nota de cinco dólares em cima da mesa, peguei meu celular e segui a mesma. O clima do lado de fora da lanchonete estava bem frio. As ruas calmas, iluminadas por luzes dos postes. É um lugar bom pra viver.

- No que pensa tanto? - A loira ao meu lado questionou.

- Por que estou aqui? Por que saí do Texas e vim pra cá? Sem conhecer ninguém, sem conhecer este lugar... - Acabei desabafando. 

- Texas, hum, sabe, aqui não é tão ruim e às vezes é bom respirar novos ares, conhecer pessoas novas... - Ela parecia ser uma parte boa no mundo, uma parte sem maldade ou ganância. 

- Tem razão, então, me fale sobre você! - Pedi.

- Você já sabe meu nome, eu tenho 19 anos, nasci aqui e fui abandonada em um orfanato. Aos 5 anos fui adotada por uma família incrível e que eu amei como se fosse minha e hoje eu moro com meu irmão mais velho, Dylan. - Ela sorria, sem graça. - Sua vez! - Pediu.

- Você já sabe meu nome, tenho 20 anos, nasci e vivi minha vida inteira, no Texas, com meu pai porque minha mãe morreu em meu parto. E estou aqui seguindo conclusões tiradas de meus sonhos. - Falei e Tori me olhava brincalhona.

- Como assim? - Ela riu. - Quer saber, deixa pra lá. Pretende ficar aqui por quanto tempo? - Ela perguntou. 

- Não sei. Não tenho nem pra onde ir. - Fui sincero. 

- E seu pai? - Perguntou.

- Ele morreu à alguns dias atrás. - Respondi triste.

- Eu sinto muito, eu sou curiosa demais. - Ela começou a fazer uns gestos bem engraçados com as mãos. 

- Tudo bem. - Disse, rindo daquilo. - Você mora longe? - Perguntei, reparando que acabara de chegar ao meu destino. 

- Na verdade, eu moro aqui. - Ela respondeu, apontando para o mesmo prédio que eu encarava.

- Bom, então, vamos entrar? - Perguntei fazendo sinal para que ela fosse na frente. 

- Sem querer ser chata, mas, se eu chegar com um garoto em casa, meu irmão me mata. - Ela disse, corando?

- Hum, sinto muito pra ele mas, eu também moro aqui. - Falei e vi sua cara de surpresa. Ri.

- Então você é o novo vizinho? - Ela estava bem surpresa. Vizinho?

- Acho que sim. - Respondi sem graça. Agora eu que estava surpreso.

- Então vem, - Ela me puxou pela mão. - sabe a pessoa que eu te falei que conhecia, que visita muito a casa dos demônios? - Assenti. - Então, é o Dylan, meu irmão. - Ela terminou e então entramos no elevador.

- Por que ele vai lá? - Perguntei, enquanto ela apertava o botão que nos levaria ao nosso andar.

- Ele nunca me falou. Mas sempre deixou claro que é pra eu ficar bem longe de lá. - Ela respondeu dando ombros.

- Sabe, melhor falar com seu irmão amanhã, já é bem tarde. - Falei, saindo do elevador, seguido por ela.

- Tudo bem. Então até amanhã Shawn. - Ela disse e então beijou minha bochecha. 

- Até amanhã. - Tenho certeza que eu estava vermelho. Ela abriu sua porta e entrou. Peguei minhas chaves em meu bolso, e adentrei no apartamento de frente ao de Tori.

Por sorte eu não trouxe tantas coisas pra cá. Não precisei de muito tempo pra arrumar tudo. Segui para o banheiro, tirando e jogando minhas roupas pela casa, adentrei no box e deixei que a água quente descesse pelo meu corpo, assim que eu liguei o chuveiro. Escovei meus dentes, ao terminar o banho, e então fui me vestir. Fui ao guarda-roupas e, de dentro de uma das gavetas, peguei uma cueca e uma calça moletom. Deitei em minha cama e, depois de poucos minutos, adormeci.

P.O.V. Sam Wilkinson 

- Ele chegou, eu o vi. - Falei sorridente para meu amigo e eterno líder, Nate. 

- Como assim Sam? - Ele perguntou confuso.

Eu estava sentado ao seu lado, em um sofá. Nossos dias aqui, cada minuto que passa, ficam piores. Eu já não aguento mais, e não sou só eu.

- O escolhido. - Fui rápido. Nate arregalou seus olhos e se levantou rapidamente. 

- Tem certeza Sam? - Ele me olhava apreensivo.

- Sim. - É claro que eu tinha certeza,  minhas visões não me decepcionam. Só existe uma possibilidade de que mudem.

- Acha que pode mudar? - Ele voltou a perguntar. 

- Não. Pude ouvir palavras que, com certeza, vai o fazer ficar. - Respondi, me levantando.

- Como assim? - O moreno estava incrédulo. Ele já havia perdido às esperanças de que o escolhido surgisse. 

- Ele está nos procurando. Ele está procurando este lugar. - Falei, enquanto apontava para o "nosso lar".

- Então...Droga, Sam, as bruxas o trouxeram. - Ele disse irritado. 

- O quê? - Perguntei confuso.

- Você acha mesmo que ele viria aqui, justo aqui, se alguém não tivesse o trago?! - Nate disse.

- Mas que porra. Temos que fazer algo. - Falei passando a mão por meus cabelos.

- Reúna meus irmãos... - Ele disse e então saiu de minha vista.

Eu, realmente, não aguento mais ficar aqui, preso. Não somos monstros, e não pedimos para sermos assim. 


Notas Finais


Por favor, comentem pra que eu possa saber se estou indo bem escrevendo essa história. É muito importante pra mim. Apresentem aos amigos e não deixem de favoritar. Estou trabalhando em um trailer, o que acham?


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