História How can anyone have an invisible anchor? - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Rap Monster, Suga, V
Tags Oneshot, Vjin, Vkook, Vmin, Yoonseok
Visualizações 24
Palavras 2.601
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Yaoi
Avisos: Suicídio, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Já que quando acabarem de ler vão fugir, deixa eu falar rapidinho logo.
Eu realmente queria escrever uma fanfic, mas eu mudo de idéia muito rápido, sou ansiosa e do nada as idéias somem. acredito que a causa é o nivel de ansiedade.
acho que ela em excesso me deixa nervosa e querendo acabar logo, então eu acabo desistindo por não acabar rápido. Não tenho psicológico para isso, e creio que vários leitores daqui tem alguma sinopse ou capítulo que provavelmente não tem intenção de publicar, por causa disso.
Enfim, resolvi escrever uma oneshot, da oneshot poderia nascer a fic, se eu conseguisse. como não consigo, vai oneshot mesmo.
Só peço que dêem mais valor as oneshots, sei que só vão ler uma vez e a história acaba só em um mísero capítulo, mas os autores tiveram o mesmo esforço que os autores que escrevem fanfic. Okay? obrigado por se interessar pela minha oneshot, boa leitura.

Capítulo 1 - Capítulo Único


Fanfic / Fanfiction How can anyone have an invisible anchor? - Capítulo 1 - Capítulo Único

"Oi oppa. Eu realmente amava você, hm? Não me chame de psicopata, ele era um obstáculo, eu eliminava obstáculos. Até que eu me tornei um."

Yoongi estava a ler aquela carta, que sem dúvida nenhuma foi feita para ele. Continuou a ler piscando lentamente, concentrado.

"Yoongi, você sabia desde o início que não era só por sermos os únicos novatos que eu estava junto com você, de alguma forma. A culpa foi sua. Por que precisava se fingir de sonso? Por que precisava sorrir para Hoseok quando sabia que eu estava te olhando, com metade do rosto escondido na parede? Você..você não era minha âncora, então..na verdade..até o fim dessas cartas, talvez eu não tenha uma âncora. Não tive culpa de te amar, você provocou isso em mim, você me enlouqueceu, você me fez virar um assassino! Você me fez viver como um morto vivo!"

– Não, Tae. Eu apenas fiz você ter um sentimento que te fizesse se sentir vivo. Te tornei um humano, você conheceu o amor, e se assustou com ele. – sussurrou, em meio a um suspiro.

"Minha meta era só te ter pra mim, mas tinha um ladrão no grupo de amigos. E ele tinha alinhados.. enfim, oppa, eu gostava tanto de cuidar de ti quando estava sério demais, quando cansava dos remédios para depressão..eu fingi bem, não é? Sorri quadrado e tentei animar todo mundo, como mamãe me ensinou. Ela era assim também, ela entendia como era ser um humano e virar um morto vivo por causa de outra pessoa. Ela sabia que mortos vivos não pensam em nada a não ser ficar com a pessoa que ama, e realmente, eu não pensei. Por que me bateu naquela noite? Aquele soco doeu, hyung. Fiquei com ciúmes por você defender ele, machucou o maknae pra isso. Eu ainda te amo, e te perdoou, oppa. Sabe por quê? Porque estou com alguém que sempre quis estar, e esse alguém não é Deus. Apesar dele me proporcionar meus momentos com esse alguém, aqui em cima. Saranghaeyo, entregue as cartas a todos, por favor."

Yoongi suspirou mais uma vez antes de ficar pensando se entregava as cartas, mas era do Tae. Precisava.

Andou até a casa de todos, entregando suas respectivas cartas.

Voltou até a sua, deitou-se e ficou quieto, pensando sobre o menor.

Não demorou muito para que Jin pegasse sua carta e sentasse no sofá surpreso, abriu a mesma rapidamente e começou a leitura silenciosa, focado.

"Oi, hyung."

– Olá..dongsaeng. – antes mesmo de ler a próxima frase já estava sorrindo soprado e deixando as lágrimas caírem. Não foi fácil..tudo aquilo.

"Desculpe por fazer você ter pavor de mim naquele momento. Sei que teve. Saiu correndo assustado e esquecia de que seu dongsaeng ainda existia lá, apenas estava mostrando outra personalidade."

Imprensou os lábios, segurando o choro. Na noite do incidente, realmente havia deixado Taehyung lá, e saiu correndo, esquecendo da promessa do "nunca me deixar para trás".

"Tá tudo bem. Eu..estava assustador. Estava com uma expressão fria e distante, sangue quente pingando do meu capote e faca, sorriso de psicopata e riso de doramas de terror. Você odeia doramas de terror. Bem..desculpa por aquelas falas assustadoras e confusas, como:

– Hyung, vai guardar segredo, não é?

– Sabe que corre rápido mas sua resistência é baixa.

– Hoseok hyung é um ladrão, você é aliado dele?

– Jin hyung, eu posso ouvir sua respiração ofegante e seu coração acelerado, hm?

Sério. Perdão. Está sendo assustador pra mim escrever, imagina.

Eu andava tão lentamente e ria algumas vezes para te assustar mais. A que ponto de falta de sanidade fui..

Hyung, realmente foi uma cena feia. Eu sabia que iria assistir um filme na casa de Hoseok, por isso comprei a pipoca que mais demoraria no micro-ondas. 5 minutos. Era esse pequeno tempo que eu tinha para aproveitar a adrenalina, gritos abafados de dor, expressão de medo e olhos perdidos, que não só ele, mas todos tem na hora que vão morrer. Voltou antes da pipoca estourar toda, para perguntar se ele havia mais biscoitos, pois a pipoca não te encheria. Foi aí que você viu.

Mianê, apenas..esqueça que teve um dongsaeng que ficou como um morto vivo depois de amar. Saranghaeyo, hyung. Vou sentir saudades."

O maior, que ainda estava de luto, não sabia mais como respirar de tanto que chorava. Emotivo. Sim. Pegou todas as emoções que pôde, Taehyung as vezes se perguntava se ele havia roubado as emoções do útero da própria mãe, pois 3 anos depois o mesmo nasceu e não era nem um pouco sensível.

Deitou abraçando o travesseiro, se sentindo sozinho. Estava assustado com tudo, e sem o irmão pequeno, não tinha mais nada.

Como Hoseok não estava lá para receber a carta, Namjoon iria ler as duas. Hoseok não tinha cara de dongsaeng, mas ele era o do Namjoon, que estava tentando se preparar para ler a dele, então primeiro leu o do irmão. Digamos que não foi uma boa idéia.

"Annyeong, ladrão."

Bagunçou o cabelo, aquela não era hora de se estressar com Taehyung.

"Não roubou meu oppa sem querer, eu sei disso, um dia todos vão acreditar em mim. Vai ver. Enfim, queria te dizer o como foi gostoso fazer meu irmão não ouvir seus gritos abafados cheios de medo e dor..sentir a faca ser enfiada várias e várias vezes até que você parasse de mexer as pernas ou tentar se debater e gritar ou implorar por ajuda. Medroso..gostei de sentir seu sangue escorrer quente, cheiro e gosto de ferro, ver sua barriga com cortes profundos e seus olhos minimamente abertos..mas você consegue me ferrar até morto, não é mesmo? Meu hyung me viu tirando a faca de dentro de você. E sabe como ele ficou? Estático. Olhava você e alternava em deixar as lágrimas descerem sem nem piscar e olhar para mim sem palavras. Eu ri, ri de sua face desesperada, levantei devagar e fiz voz de choro. Perguntei se ele iria guardar segredo, mas ele apenas correu. Que droga! Sem testemunhas! Pensei no primeiro instante. Mas..assustar ele, já o deixaria sem conseguir ir nem ao banheiro, imagina a polícia. Então Jin correu e tentou ficar quieto, mas eu o apavorei mais até que ele tentou pular o muro e gritou Yoongi. Que estava jogando video game com Jeongukkie, para facilitar meu plano vocês 4 estavam separados porquê dois queriam video game e dois filme. Meu oppa pulou rapidamente enquanto Jeongukkie tentava arrancar palavras de Jin. O oppa me bateu, ME BATEU! POR SUA CAUSA! Me deu um soco com força, depois de te olhar, já sem vida. Enquanto eu estava sentado com as costas encostadas na porta e com uma palma no chão tentando levantar, ele pegou seu corpo e o deitou em seu colo, tentando te acordar. Estranho..você já estava de olhos abertos..ele não percebeu?"

Namjoon cerrava o punho livre, bufando enquanto sentia lágrimas quentes caindo de seu rosto. Aquela carta estava o destruindo. Mas não iria parar.

"Tive inveja de você. Mesmo morto, ficou perto dele. Roubou ele de mim. Ficou em seu colo..ficou recebendo as lágrimas dele que caíram em seu rosto..sabe o quanto é sortudo? Nah, não deve saber. Sempre foi mal agradecido. Não vou sentir falta de ti, me tornou o vilão da história. Não seria mais fácil se você ficasse com suas crises respiratórias e parasse no hospital? Era só eu desligar as máquinas que te dariam oxigênio. Não precisaria sentir tanta dor, bobinho."

A carta de Hoseok acabou, assim como a piedade de Namjoon. Se pudesse, sequestraria Tae e o torturava até sentir que seu irmão foi vingado.

Abriu sua carta, encontrando forças para ler aquilo. Começou calmamente.

"Oi hyung, desculpe pela carta anterior, eu gosto de você. Como um bom futuro psicólogo, tentou descobrir o que eu "tenho". Infelizmente, sou normal. Apenas de um jeito diferente. A sua carta acredito que seja a mais curta, deve ter se decepcionado por eu não ter esquizofrenia, não? Ah, foi mal aê. Eu gostava de seus raps. Estou ouvindo God Rap enquanto faço essa carta. Lembra que tentava me acalmar se eu estava muito vidrado na interação de Hoseok e Yoongi? Obrigado, mesmo eu tendo um pequeno deslize e cometido assassinato."

– Ah, claro. Aigoo, Tae. Que merda você fez..aish..

Namjoon dobrou as cartas e suspirou, teve a idéia de levar a carta de Hoseok para o cemitério, então levantou e ficou andando lentamente até o mesmo.

Jeongukkie era muito "pequeno" para receber uma carta com palavras sérias ou descrevendo as ações de Taehyung. Pelo menos Tae pensava isso. Era o único que o chamava de hyung. Era menor que ele. Então..a carta foi escrita de forma fofa.

Jeongukkie abriu a carta cabisbaixo, sentia falta de seus dois hyungs.

"Olá, pequeno. Como está a escolinha, meu bem?"

– Eu sou um homenzinho, hyung. – sorria soprado já fungando.

"Nunca vai estar sozinho, hm? Sério, acredite em seu hyung. O hyung fez muita coisa errada, por amor, mas foi errado. Então..Hoseok hyung virou estrelinha, e talvez eu também. Sabe, quando amar alguém, seja bonzinho. Eles gostam dos bonzinhos. Mas não seja sonso. Tem mais 3 hyungs aí, certo? Vão cuidar bem de você. Especialmente Jin hyung, sabe que eu amo você muito."

– hyung, eu fui tão bonzinho com você..eu tenho que virar estrelinha pra você me olhar?

O menor que era maduro LONGE de Taehyung, começou a chorar em silêncio por seu hyung não o olhar ao menos uma vez. Pois estava perdido no rosto de Min. Essa foi a última carta.

A última carta para os que existiam.

Ainda existia uma carta, mas para o amigo imaginário dele.

Park Jimin.

"Jiminnie, obrigado por todos os abraços cheios de amor e conforto. Me sentia tão vazio e perdido sem seu sorriso, rosto, calor humano, abraço, cuidado..mesmo amando Yoongi, me sentia tão vazio e o coração pesava tanto sem você lá, que eu sentia pânico, necessidade. Ninguém me olhava no dia do assassinato, apenas você, e era o que bastava para mim. Fiquei triste quando me lembrou que era apenas imaginário, mas me alegrei quando você disse que existindo em minha mente e coração era o suficiente. Seus sorrisos sempre me deixavam calmo. Sua fofura sempre me deixou com vergonha, seu conforto sempre me deixou com oxigênio e força para levantar e tentar outra vez. É. Eu achei minha âncora. Você."

Jimin mesmo sendo imaginário, era a parte sentimental de Taehyung. Toda parte. Tudo que Tae não tinha, Jimin tinha. Como se sentia solitário, inconsciente e involuntariamente Kim deixou sua parte sentimental escapar de si, e como solidão o definia, essa parte era seu amigo imaginário.

"Agora..como alguém pode ter uma âncora invisível?"

Esse era o fim de sua carta. Imagine o escritor dessa carta sorrindo soprado sem entender ele próprio.

Depois de Tae deixar todas as cartas com Yoongi, foi até a escola e a invadiu. Andava falando e sorrindo quadradamente para o vento. Na verdade, o sorriso tinha um motivo. Park Jimin. Amigo imaginário de Taehyung, que estava no dia do assassinato, e em todos os dias que ele precisava.

Kim o criou ainda pequeno, mas acabou esquecendo que ele era somente imaginário. Quando estava indo cometer o assassinato, não lembrava que só precisava desejar Jimin ali, mas seu desespero o fazia só gritar e tentar encontrar seu amigo em algum canto daquela cidade. Quando ele desistiu e cometeu o assassinato, sentiu um abraço cheio de amor e conforto. Se sentiu seguro. Ele..se sentiu em paz. Não se sentia assim sem seu amigo. Sem seu melhor amigo. Sem sua âncora.

– TaeTae, o céu já está laranja, o sol está se pondo já. Quer estudar agora? Não está tarde? – Andava até chegar no meio da quadra e observa o maior só de altura.

– Dessa vez não viemos para estudar, Jiminnie. – Sorriu com pena, tirou a arma de calibre 38 da mochila, olhando para a mesma, voltando seu olhar a Jimin que olhava inocentemente.

– T-TaeTae-ah, o que vai fazer? – Sentou no chão da quadra.

– Vamos ficar bem lá cima, hm?

– Tem certeza?

– Yep. Yep hyung. – Sorria sem mostrar os dentes, deixando lágrimas caírem.

– O que houve?

– Não quero morrer sozinho.. – Engoliu seco abaixando um pouco a cabeça para ele não ver as lágrimas na ponta de seu nariz.

– Estou aqui, TaeTae. – Deu um Eye smile perfeito, levantou e o abraçou, ficando quieto. O mais novo separou o abraço e sentou no chão da quadra também.

– Só eu te vejo, vão achar que morri sozinho..

Viu o de fios rosados deitar e estender os braços, ficando imóvel.

– O que está fazendo? – Perguntou curioso e sorriu soprado enxugando as lágrimas.

– Me contorne. – Falou sorridente.

Terminou de enxugar as lágrimas e abriu a mochila, gostou da idéia de Jimin. Assim veriam que ele não morreu sozinho. Pegou o giz rosa, por gostar daquela cor em Jimin, especialmente no cabelo.

Jimin ficou quieto enquanto ele o contornava, o rosado estava sorridente e fez Taehyung ficar sorridente também.

Quando acabou de contornar Jimin, deitou do seu lado e estendeu o braço esquerdo, dando as mãos a Jimin e estendendo o esquerdo, pegou a arma e observou ele, deixando a bochecha encostada no chão da quadra para o lado esquerdo observando o rosado, que estava com a bochecha direita encostada no chão da quadra também, fazendo a mesma coisa.

– TaeTae, não vou te abandonar. Até que feche os olhos, ou até que pare de piscar, vou estar aqui contigo. Vou sangrar com você. Vou sorrir até o último minuto. Eu prometo. – sorriu contendo as lágrimas. No céu, talvez existisse e pudesse reencarnar. Viu o solitário engolir seco.

– Estou no lugar certo. – sorriu quadrado fraco, tentando se manter sorridente, observando ele.

– Certo? Uh, eu ia perguntar, por que vai se suicidar na escola? – perguntava, curioso.

– Suicídios são feitos no lugar que mais te fez sofrer. – falou com um ar sério.

Viu ele concordar e já com o dedo no gatilho, atirou em seu próprio abdômen. O barulho o assustou, fez ele apertar rapidamente a mão de Jimin mais fortemente. Ele retribuiu o aperto, demonstrando que estava ali.

Após poucos minutos, ele já havia perdido uma boa quantidade de sangue. Estava doendo bastante, as vezes bufava e via Jimin o falar para respirar fundo, e tentar o distrair com alguma história. Dava certo. Ele sentiu a dor amenizar. Não por estar morrendo de imediato, mas quando se segura a mão de quem ama, alivia a dor.

Ele amava Jimin.

Jimin era perfeito para ele.

O confortava, o fazia companhia, o amava

Mas tinha um problema

Jimin não era real.

Yoongi era. Yoongi era um amor doentio, Kim era um yandere perto dele. Sentia que precisava daqueles sentimentos que ele o porporcionava para viver.

Lá em cima, talvez Jimin fosse real, e finalmente, o Yandere dessa história conhecesse o amor.

Na manhã do dia seguinte, Jin e os outros foram para a escola, Jin estava se perguntando se o dongsaeng estaria escondido lá com medo, fome, frio ou assustado. Viu muitas pessoas aglomeradas na quadra, e como um bom curioso, foi com os meninos. Ao chegar lá, encontrou ele deitado, ensanguentado, arma no braço direito, e braço esquerdo com os dedos fracos fechados, com um papel pequeno dentro dos mesmos. Parecia que estava com alguém antes de morrer. De seu lado havia um contorno, era uns 4 centímetros mais ou menos menor que ele. As pessoas olhavam confusas o contorno e cochichavam entre si. Jin estava querendo desabar, mas tinha que ver se o papel havia algo.

Pegou devagar, sentindo a frieza dos dedos de seu dongsaeng. Abriu o papel e observou o conteúdo, soltou e se apoiou na estrutura da quadra começando a chorar em silêncio. Namjoon e Jeongukkie ficaram tentando o acalmar, enquanto o abraçavam.

Yoongi agaixou e pegou o papel pequeno, abriu e leu a frase que estava lá. Engoliu seco seriamente. Conhecia a letra de Taehyung, e a letra de lá era diferente.

No papel estava escrito:

"Amor unilateral não é amor, é tortura."


Notas Finais


Talvez um dia eu consiga escrever uma fanfic, tenho vontade.
Para as pessoas que tem idéias demais (como eu), tenho uma dica. escrevam tudo que pensar mesmo que seja pequeno ou com pouquíssimos detalhes em suas notas.
As idéias em mim aparecem e desaparecem como um flash, mas escrevo quando posso nas notas, assim quando eu estiver escutando músicas calmas para tentar deixar minha cabeça no mesmo ritmo, começo a encher de detalhes e palavras, descrições, mais idéias.. e assim nasceu essa shot. Boa sorte em suas anotações, fighting!


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...