História How Deep Is Your Insanity - Capítulo 14


Escrita por: ~

Postado
Categorias Justin Bieber, One Direction
Personagens Justin Bieber, Liam Payne
Tags Hdiyi, Justin Bieber, Liam Payne, One Direction, Psicopatas
Visualizações 43
Palavras 2.384
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Hentai, Mistério, Romance e Novela, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Adultério, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


OLAAAAAAÁÁ MEUS AMORES

Finalmente voltei com um capítulo novo!
Eu tive que refazê-lo todo, pois fiz o favor de perder meu pen-drive. Por isso demorei tanto!

Trago notícias ruins, eu tentei me empenhar mais e tentar passar de ano na escola, mas infelizmente, não consegui! Foi trágico, mas isso não vai me fazer parar com a fic e eu vou tentar acabar ela até o final de Janeiro, para enfim cair na real e estudar no inicio do ano e passar por média!

ENFIIIIMMMMM, VAMOS AO CAPÍTULO!

Capítulo 14 - 12. Death Row


New York, United States,

04 de Julho de 2016,

Segunda-feira, 5 dias depois,

9:46AM.

 

Calliope Agnoletto POV

Passaram cinco dias desde a minha tarde calorosa com Justin. É meio óbvio que eu deixei claro que ele não poderia comentar sobre o ocorrido com ninguém, caso contrário, ele ficaria sem sexo por vários dias.

Chegou o meu dia preferido durante todo o ano. O dia 04 de Julho reúne milhares de pessoas nas ruas de Nova York. É impossível notar o sumiço de alguém, não que alguém realmente vá sumir. Em seis anos, eu nunca perdi ao menos um feriado desse.

Eu terminava de me arrumar enquanto observava Liam dormir tranquilamente na minha cama. Seu peito subia e descia lentamente, parecendo ter um sono sereno. Vesti minha blusa e calcei o tênis. Olhei para Liam e ele havia mudado de posição, logo ele acordaria e eu esperava estar curtindo o feriado longe dele.

Deixei um bilhete avisando que ia sair e logo voltava. Peguei uma bolsa pequena e verifiquei se estava tudo lá. Só faltava o celular e as chaves de casa. Chamei o elevador e voltei para trancar a porta do apartamento. Liam não tinha chave, então ficaria trancado até eu voltar. Sorri e vi que o elevador havia chegado. Entrei nele e o mandei para a portaria. Não adiantaria ir de carro, eu não iria achar uma vaga, por isso decidi ir a pé, é até bom porque consigo clarear as ideias.

Assim que o elevador parou no térreo, eu saí do mesmo. Mas parei minhas ações ao ouvi-las.

 

Narrador Observador POV

“- São eles. Eles estão chegando.”

As vozes ecoavam em seus ouvidos. Ela reclamava, mas no fundo, gostava da sua melhor companhia.

O casal de jovens vinha em sua direção, ela sabia exatamente o que fazer. A garota os parou e pediu uma informação.

- Oi, bom dia. Eu sou nova na cidade e não sei para que lado ficam os desfiles. – disse com a voz leve e calma –

- Oh, ficam para lá. Nós estamos indo vê-los também, gostaria de nos acompanhar? – a garota perguntou, sendo simpática –

- É claro, muito obrigada! – voltaram a andar, agora na direção certa –

Ela estava louca para vê-los implorar pela vida. Passavam por um beco mal iluminado, mesmo que estivesse de dia o local era escuro. O desfile cívico já estava prestes a chegar naquela rua, podiam ouvir o barulho das bandas marciais. A loira, então, decidiu começar sua cena.

- Ei, eu vi uma criança entrando naquele beco. Eu acho que ela está perdida. – ela disse apontando para o tal beco –

- Eu não vi ninguém entrando ali. – o jovem respondeu –

- Mas eu vi, venham. Devemos ir vê-la!

Bem lá no fundo o casal sabia que era uma cilada. Mas não podiam deixar o assunto para lá, e se tivesse mesmo uma criança perdida naquele beco? Sabiam a fama daquele lugar. Jamais se perdoariam caso acontecesse algo com ela.

A moça os levou até o final do beco mal iluminado, estava muito escuro. Mal dava para enxergar alguma coisa. Eles sabiam que não tinha criança alguma ali, já estavam andando a alguns minutos e já chegavam ao fim do beco. Era totalmente sem saída. Ninguém iria ouvir os gritos. Seria impossível com todo o barulho do desfile que, inclusive, já passava na frente do beco.

- Moça, não há nenhuma criança aqui. Vamos voltar. – a mulher disse e logo se virou com seu namorado, prontos para irem embora –

- Não, eu posso ouvir o choro da pequena indefesa.

- Você, por algum acaso, sabe como chamam este beco? Nós estamos no Corredor da Morte. – a mulher proferiu tais palavras com o horror e medo expressos na voz –

A loira sorriu. Sorriu como nunca havia sorrido antes. Soltou uma gargalhada alta e diabólica. Só ela ouvia o choro da criança. Ninguém mais teria a capacidade de ouvir.

- Sim, eu sei onde estamos. – ela disse e sorriu novamente –

- Mas... você chegou aqui a pouco tempo. – o homem disse com a voz trêmula –

- Estou aqui desde 2010. O corredor da morte é conhecido por minha causa.

- Não pode ser. – a garota disse com a voz embargada, parecendo segurar o choro no fundo da garganta – Bill, nós encontramos a assassina... é a assassina de Mia. – ela começou a chorar, estava desesperada –

O tal Bill, namorado da garota, olhou para a loira horrorizado. Pensava: “como uma mulher teve capacidade de fazer tal atrocidade?”. Ninguém saberia responder aquele questionamento.

- Você matou a minha irmã e agora quer me matar? VOCÊ NÃO TEM PENA DA MINHA FAMÍLIA, NÃO? – gritou a última frase e isso foi o que mais irritou a loira – CHAMEM A POLÍCIA, EU ENCONTREI A ASSASSINA, TEMOS QUE FAZER JUSTIÇA! – continuou a gritar, aquilo estava realmente irritando a loira –

- Pare. De. Gritar. – a loira falou pausadamente – Guarde a sua voz para quando eu estiver te rasgando, amor. Acha mesmo que alguém vai te ouvir daqui? Ouça o barulho que está fazendo lá fora. Não há nenhuma possibilidade de você sair viva daqui.

- Por favor, não faça nada conosco. – o garoto pedia, ou melhor, implorava. Mas que frouxo! –

- Isso. Isso mesmo. Implore por sua vida. Implorem. Eu gosto de ouvi-los implorarem e pedir misericórdia. – sorriu como nunca sorrira antes – Vamos, vamos terminar logo com isso. Embora eu não esteja com pressa alguma, tem alguém me esperando em casa.

A loira tirou o canivete de ouro de dentro da bolsa, aquele objeto era único. Ganhou de presente quando morava com os pais. Seu pai lhe disse: “use ao seu favor, não faça besteira”. No cabo tinha a cauda de uma sereia, quando abria e puxava a lâmina da faca, lá estava seu corpo esbelte. Idêntico ao de sua dona. Por trás de todo aquele objeto, tinha uma lenda, deixarei para contar-lhe depois.

Encostou-se na parede suja, e os chamou para perto. Eles não queriam ir, ao menos queriam ter entrado ali, mas uma força maior os obrigavam a fazer tudo que a loira ordenava.

“Acabe logo com isso. Faltam apenas mais dois vermes da família Wikery.” – A voz novamente ecoou em sua mente e ela voltou a sorrir.

- Vejam bem, tem alguém lá em baixo, no inferno, que quer toda a sua família morta... como é seu nome mesmo?

- Jane... Jane Wikery. – respondeu –

- Continuando... Em menos de três meses, toda a sua família será extinta, Jane. Vejamos, só há você e mais dois Wikery’s. Me diga, quem são?

- Minha mãe e... – sua voz travou e ela não conseguiu terminar –

- DIGA. – a loira gritou, perdendo a paciência –

- Minha mãe e minha filha. Miranda Wikery e Hope Wikery. – a garota chorava muito, mais um pouco e ela morreria desidratada –

- Tudo bem, quantos anos tem Hope? – perguntou e logo respondeu em um sussurro –

- Três anos. Não faça nenhum mal à ela. Por favor. – implorou se jogando aos pés da assassina –

- Não farei. Não agora. Quem sabe quando ela tiver a sua idade? – sorriu ironicamente e a puxou pelo cabelo, trazendo para mais perto – Chegou a sua hora, Jane. Diga adeus. – a garota sussurrou algo inaudível e apenas sentiu a dor que a lâmina lhe causava –

A loira fez um pequeno furo atrás da orelha esquerda de Jane, ela rodava a ponta da faca lá dentro e a moça gritava de dor.

- Grite. Peça para eu parar. – a loira sussurrou em seu ouvido, e logo ela começou a gritar –

Quando parou de rodar a faca ali, Jane achou que seria só aquilo. Achou errado, queridinha. A loira começou a rasgar sua pele, puxou da orelha até a bochecha, fazendo um perfeito C de cabeça para baixo, dali, puxou até o pescoço e depois até o ombro direito. A menina já havia perdido bastante sangue, quando a loira passou a lâmina por sua jugular, foi o seu fim. Ela arregalou os olhos e sussurrou um “você vai pagar por tudo”, logo morreu nos braços da assassina.

Virou-se para o homem, que olhava tudo perplexo e horrorizado, e disse:

- Escute, cara. Não temos nada contra você, mas você pode sair por aí falando o que não deve. Sabe como é, não é? Então, eu vou te matar.

Cravou lentamente a lâmina no meio do seu peitoral. O observou jorrar sangue e quase lhe sujar. Quando viu que ele já estava morto, limpou o canivete e o guardou. Sorriu e voltou para ver o desfile. Aquilo não acabaria tão cedo, enfiou-se no meio da multidão e voltou para casa.

11:31am.

Liam Payne POV

Com os olhos ainda fechados, passei a mão ao meu lado na cama e lá estava vazio. Onde está Calliope? Abri os olhos e procurei por ela no quarto, ela não está por ali. Levantei na maior preguiça do mundo e olhei no banheiro, nada. Saí do quarto e chamei por ela, nem sinal. Voltei para o quarto e peguei meu celular, liguei para ela e logo atendeu.

- Hey, Payne. – ela disse –

- Oi, baby, onde está?

- Eu vim ver os desfiles, já estou voltando para casa. Acordou agora?

- Sim, lhe procurei e não a encontrei.

- Tudo bem, eu chego em poucos minutos.

- Ok. – continuei com a ligação e olhei os armários da cozinha – Não tem nada para preparar o almoço, traz algo para fazermos ou algo pronto?

- Claro, vou aí apenas para pegar o carro e abrir a porta para você. Esqueci de deixar as chaves de casa e acabei trancando a porta. – ouvi o barulho dos instrumentos do desfile e quis estar lá, mas preferia estar em casa –

- Tá, vou desligar para ir tomar banho.

- Ok, já chego, Payne. Beijos. – dito isto, ela desligou e eu me peguei com um sorriso no rosto –

Que diabo essa mulher tá fazendo comigo?

Ao finalizar a ligação, vi que tinha um e-mail de Louis. Se é e-mail, e não um SMS, o assunto é sério e vem do escritório.

 

De: Louis Tomlinson

Assunto: Caso Wikery

Data: 03 de julho de 2016, 23:29PM

Para: Liam Payne

 

“Nenhum progresso da polícia sobre o Caso Wikery, não há mais nada para recorrer.

A justiça não consegue nenhuma pista dos crimes ocorridos na família, sabem que foram muitos e que o problema do(a) assassino(a) é com a família inteira.

Mandaram mais cedo um arquivo que mostra toda a linhagem da família. Só restam três Wikery’s no mundo, sendo dois adultos e uma criança de três anos.

Todos os assassinatos foram ocorridos com adultos acima de 18 anos.

Enfim, é isso, o caso foi encerrado. Vão esperar toda a linhagem Wikery acabar e, assim, os assassinatos em Nova York também.

 

Louis Tomlinson,

Payne & Tomlinson: Advogados Associados.”

 

É uma pena que o caso tenha sido encerrado de forma tão injusta, não me conformo com isso. Eu e Louis estávamos sendo pagos pelo governo americano para encontrar uma saída para esse caso, e a polícia simplesmente diz que não há mais nada para fazer.

O resto da linhagem pode sumir no mundo, viajar, trocar os nomes, fazer sei lá o que, mas todos nós sabemos que o tal assassino vai persegui-los. Pode ser também que ele(a) torne a matar mais pessoas, e ninguém saberá o motivo, assim como não sabemos o motivo da família Wikery ser extinta.

Respondo o e-mail enquanto caminho de volta para o quarto e logo em seguida para o banheiro. Envio a resposta e tiro minha roupa, entrando no box do banheiro.

Ouço Callie falar alguma coisa do quarto e apenas resmungo um “tudo bem, deixe as chaves” e volto a tomar meu banho.

Após alguns minutos, termino o que estava fazendo e me visto com uma bermuda de tecido fino, pois fazia muito calor na cidade. Eu ainda não tinha visto todo o apartamento de Calliope, apenas os banheiros, a cozinha e a sala.

No fim do corredor havia um quarto, minha curiosidade falou mais alto e eu fui até lá para ver o que ela guardava ali. Tentei abrir a porta e estava trancada. Tá, né? Fui para a sala, liguei a televisão e abri as portas da varanda.

Meu celular apitou indicando a chegada de uma nova mensagem e era Louis.

“Mais um sumiço da família Wikery. Está acabando rápido. Desta vez foi a Jane Wikery e o noivo, Bill Carter, são os pais da pequena Hope.” – Louis.

Tratei logo de responder, aquilo está ficando sério.

“Nossa, cara. A polícia não vai fazer nada? Quanta injustiça. Deixarão o assassino solto e logo mais virão mais homicídios, não só dos Wikery’s, pode ser de outras famílias, pessoas inocentes.” – Liam.

Quando enviei, ouvi a porta abrir e Callie entrar com dois sacos de papel, o cheiro estava divino. Ela trouxe comida pronta. Que maravilha, eu estava mesmo com preguiça de preparar algo, já que minha quase namorada não preparar nem ovos com bacon.

- Ainda bem que trouxe pronto. – falei e selei seus lábios, pegando as sacolas e colocando no balcão –

- Pois é, eu não queria esperar, estou morta de fome. – ela deixou a bolsa na sala e logo veio para a cozinha, pegando os pratos e os talheres, enquanto eu pegava duas cervejas na geladeira –

- E eu morto de preguiça. E de fome também. – abri os pacotes e pude sentir o cheiro maravilhoso da comida chinesa –

- Então vamos comer, estou cansada. Acompanhei quase todo o desfile.

 

 

Mais tarde, Louis solicitou que eu comparecesse no escritório com urgência. Deixei Callie dormindo e saí às pressas para encontra-lo. Cheguei em poucos minutos e já subia para o primeiro andar do prédio, onde ficavam minha sala e a de Louis. Bati em sua porta e logo entrei, vendo um policial ali.

- Olhe ele aí. Liam, este é o Oficial George, é o novo responsável pelo Caso Wikery. Decidiram continuar com as investigações. – Louis disse e o policial estendeu sua mão em forma de cumprimento –

- Ainda bem, não podemos deixar o assassino solto por aí, podendo fazer mal a quem ele quisesse. – eu disse –

- Então, nós encontramos o corpo de Jane Wikery no Corredor da Morte, seu noivo também está morto. Ele não faz parte da família ainda. Depois de encontra-los, temos muitas teorias e ideia de quem possa ser o assassino da família Wikery.


Notas Finais


Espero que tenham gostado <3

xoxo


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